Universidade Vale do Rio Verde: Sistema de Editoração de Periódicos - UninCor
Not a member yet
3487 research outputs found
Sort by
EFETIVIDADE DOS ANTI-SÉPTICOS USADOS EM ACADEMIAS DE GINÁSTICA NO MUNICÍPIO DE TRÊS CORAÇÕES- MG
ESTUDO COMPARATIVO SOBRE OS BENEFICIOS DO EXERCÍCIO FÍSICO REGULAR ENTRE PESSOAS QUE PRATICAM E NÃO PRATICAM EXERCÍCIOS REGULARMENTE
DEFICIÊNCIA E MUSCULAÇÃO: ANÁLISE DOS AMBIENTES DE MUSCULAÇÃO DO MUNICÍPIO DE TRÊS CORAÇÕES ACERCA DA ACESSIBILIDADE PARA AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA VISUAL E MOTORA
MÍDIA E SUSTENTABILIDADE: INSTRUMENTOS EFICAZES PARA MANIPULAR A MASSA A COMPORTAMENTOS SUSTENTÁVEIS
MEMÓRIA CULTURAL E RECORDAÇÃO – NARRATIVIDADE E ESPERA NO DOCUMENTÁRIO CABRA MARCADO PARA MORRER, DE EDUARDO COUTINHO
O documentário Cabra marcado para morrer (1984), de Eduardo Coutinho, tem uma conturbada e longa história de realização. Ao incluir no filme essa narrativa sobre os problemas enfrentados desde a primeira ideia do documentário, o documentarista propõe uma intrigante reflexão sobre a representação da memória, assim como sobre a rede entre memória, cultura e história brasileira. O real e a realidade ganham novos contornos e conexões pela espera – é esse lapso temporal entre projetos e a incorporação do processo de criação do filme que engendram uma poética do olhar e novas formas de percepção da historicidade e da construção de uma memória narrativa e cinematográfica brasileira. Os sujeitos envolvidos no projeto são chamados para assistir ao que sobrou da primeira tentativa de realização do documentário, passando a narrar o que foi e como se percebem nessa trajetória marcada pela violência do Estado, em um processo de autointerpretação e/ou autoformulação de suas imagens e recordações
ALICE E ALICE NO ESPELHO: APRISIONAMENTO E LIBERDADE FEMININA EM REUNIÃO DE FAMÍLIA, DE LYA LUFT
O romance Reunião de família, publicado por Lya Luft em 1982, é o terceiro livro de uma trilogia dedicada ao tema das relações familiares. A história centra-se em uma família marcada pelo poder opressor do pai, identificado apenas como “Professor”. Este pai é responsável, segundo afirma a narradora do romance, Alice, pela vida desacertada de seus irmãos Renato e Evelyn e pela forma obsessiva com a qual ela busca formatar sua família, construída de modo bastante tradicional. O romance tem início quando Aretuza, esposa de Renato, convoca uma reunião familiar para tratar da saúde de Evelyn, que perdeu seu filho em um acidente, mas não aceita sua morte. Esse artigo reflete sobre a construção dual de Alice, narradora e protagonista da narrativa, e sobre seu aprisionamento familiar aos papéis de mãe e esposa.PALAVRAS-CHAVE: Figura feminina, violência simbólica, papéis femininos, Reunião de família