MISES - Interdisciplinary Journal of Philosophy, Law and Economics
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    O Pensamento Econômico na Idade Média Cristã – Parte 2

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    The author presents the development of economic thought in the Middle Ages (twelfth and thirteenth centuries), giving attention primarily to the understanding of canonists and theologians of the great medieval universities and the great thinkers of emerging religious orders such as Dominicans and Franciscans, to economic aspects as usury, collection of interest and the establishment of “just price”.O autor apresenta o desenvolvimento do pensamento econômico na Idade Média (séculos XII e XIII), dando atenção principalmente ao entendimento dos canonistas e teólogos das grandes universidades medievais e dos grandes pensadores das emergentes ordens religiosas, como os dominicanos e franciscanos, a aspectos econômicos tais como a usura, a cobrança de juros e o estabelecimento do “preço justo”

    O Mito da Eficiência

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    The author criticizes the concept of efficiency and emphasizes that it is much less sustainable when economists employ it for the aggregate of the society. The systemic failure of economic thinking to describe world’s reality is the result of the utilitarian philosophy that has dominated the economy for a century and a half. Utilitarianism suggests that the purpose of all individuals are actually the same , which leads the utilitarians to see all social conflict as technical and pragmatic, and that they can be solved provided that suitable means for common purposes were discovered and adopted. He calls this “myth of the ordinary and universal order”, which makes economists believe they can “scientifically” and somehow free of values prescribe what public policies should be adopted. For Rothbard, however, economists have to get used to the idea that not all life can be encompassed by economic theory. A painful lesson, no doubt, but that is offset by the realization that it may be good for our souls realize their own limits.O autor critica o conceito de eficiência e enfatiza que o mesmo é muito menos sustentável quando os economistas o empregam para o agregado de toda a sociedade. A incapacidade sistêmica do pensamento econômico para enxergar a realidade do mundo é resultado da filosofia utilitarista que vem dominando a economia há um século e meio. O utilitarismo sugere que os fins de todos são realmente os mesmos, o que leva os utilitaristas a verem todo o conflito social como técnico e pragmático, podendo ser resolvido desde que os meios adequados para tais fins comuns sejam descobertos e adotados. A isto denomina “mito do fim comum e universal”, que faz os economistas acreditarem que podem “científicamente” e livres de valores prescrever que políticas públicas devem ser adotadas. Para Rothbard, no entanto, os economistas terão de se acostumar com a ideia de que nem toda a vida pode ser abarcada pela teoria econômica. Uma lição dolorosa, sem dúvida, mas que é compensada pela compreensão de que pode ser bom para as nossas almas perceber os próprios limites

    O Poeta como Economista:: A crítica de Shelley ao Papel Moeda e à Dívida Nacional Inglesa

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    The author shows that although Shelley is taken as a “leftist”, the poet is not an enemy of capitalism, but of feudalism and mercantilism. Shelley advocated the abolition of government intervention in economy, and the implementation of free market to increase the welfare of England, reducing the gap between rich and poor. In addition, Shelley criticized the mercantilist government’s manipulation of the currency and the British national debt, as well as he supported full rights to property and inheritance. The author concludes that Shelley was much more a liberal than a socialist or proto-socialist.O autor mostra que, apesar de Shelley ser tido como “esquerdista”, o poeta não é inimigo do capitalismo, mas do feudalismo e do mercantilismo. Shelley defendia a eliminação da intervenção do governo na economia, e a implementação do livre mercado para aumentar o bem-estar da Inglaterra, diminuindo o fosso entre ricos e pobres. Além disso, Shelley criticava a manipulação mercantilista da moeda pelo governo e a dívida nacional inglesa, bem como, apoiava o pleno direito à propriedade e à herança. O autor conclui que Shelley foi muito mais liberal do que socialista ou proto-socialista

    Desestatização do Dinheiro:: Uma Análise da Teoria e Prática das Moedas Simultâneas

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    Educação:: Livre e Obrigatória

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    Nazismo e Socialismo: O Caminho para a Barbárie

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    Secessão e Federalismo na Perspectiva da Escola Austríaca

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    In order to make known the concept of secession from the perspective of the Austrian School, this work considers the contributions of several authors that help us to better understand how this option relates with the idea of inter-territorial competition. In this sense, secession is presented together with the concept of polycentricity, which in turn, is related with the theoretical discussion about federalism. Bringing together the central ideas of the Austrian School with those Political Theory concepts, several arguments are presented in support of the decentralisation as a means of limitating power.Com o propósito de dar a conhecer o conceito de secessão na perspectiva da Escola Austríaca, o presente trabalho procura cruzar os contributos de vários autores que nos ajudam a compreender melhor como essa opção se relaciona com a ideia de concorrência interterritorial. Nesse sentido, a secessão é apresentada junto do conceito de policentralidade o qual, por sua vez, remete para a discussão teórica sobre federalismo. Relacionando as ideias centrais da Escola Austríaca com esses conceitos de Teoria Política, apresentam-se vários argumentos a favor da descentralização enquanto meio de limitação do poder

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