MISES - Interdisciplinary Journal of Philosophy, Law and Economics
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    O que queremos publicar em 2025

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    This editorial presents a discussion by the editors of the Mises Journal on the scope and objectives of the journal for the year 2025, as well as the pertinent topics for publication. Finally, we provide important information about the process of submitting articles to the journal, discussing the main reasons for rejection of submitted articles and suggesting ways to reduce or eliminate such problems in manuscripts.Este editorial presenta una discusión de los editores del Mises Journal sobre el alcance y los objetivos de la revista para el año 2025, así como los temas pertinentes para la publicación. Por último, proporcionamos información importante sobre el proceso de presentación de artículos a la revista, discutiendo las principales razones para rechazar los artículos presentados y sugiriendo formas de reducir o eliminar tales problemas en los manuscritos.Este editorial apresenta uma discussão dos editores da Mises Journal sobre o escopo e objetivos da revista para o ano de 2025, bem como dos temas pertinentes para a publicação. Por fim, damos informações importantes sobre o processo de submissão de artigos para a revista, discutindo os principais motivos de rejeição dos artigos submetidos e sugerindo maneiras para reduzir ou eliminar tais problemas nos manuscritos

    O que se Vê e o que não se Vê no Intervencionismo da COVID-19 na França: Uma Crítica da Escola Austríaca às Distorções do Mercado de Trabalho.

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    This article explores the economic consequences of the COVID-19 pandemic through the Austrian School of Economics lens, focusing on the labor market distortions caused by government interventions in France. While wage subsidies, furlough schemes, and other policies provided immediate relief, they masked deeper inefficiencies and delayed necessary market adjustments. Drawing on the insights of Bastiat, Hayek, Mises, Rothbard, and Kirzner, this study critiques the “seen” effects of these interventions—preserved jobs and stabilized incomes—while highlighting the “unseen” long-term consequences, including misallocation of resources, suppressed entrepreneurial discovery, and exacerbated deindustrialization. The article argues that by artificially maintaining employment in declining sectors and disrupting natural productivity cycles, these policies hindered the market’s ability to correct itself, thus prolonging economic recovery. Furthermore, retaining non-qualified workers without addressing structural labor market issues has entrenched inefficiencies and created a dependency on government support. The Austrian perspective offers a critical evaluation of how interventionism, though well-intentioned, may lead to prolonged economic stagnation and reduced overall market flexibility, underscoring the importance of allowing market signals and entrepreneurial activities to guide recovery efforts.Este artículo explora las consecuencias económicas de la pandemia de COVID-19 desde la perspectiva de la Escuela Austriaca de Economía, centrándose en las distorsiones del mercado laboral causadas por las intervenciones gubernamentales en Francia. Si bien los subsidios salariales, los esquemas de desempleo parcial y otras políticas proporcionaron un alivio inmediato, ocultaron ineficiencias más profundas y retrasaron los ajustes necesarios del mercado. Basándose en los aportes de Bastiat, Hayek, Mises, Rothbard y Kirzner, este estudio critica los efectos “visibles” de estas intervenciones —empleos preservados e ingresos estabilizados—, al tiempo que destaca las consecuencias “invisibles” a largo plazo, como la mala asignación de recursos, la supresión del descubrimiento empresarial y una desindustrialización agravada. El artículo sostiene que, al mantener artificialmente el empleo en sectores en declive y alterar los ciclos naturales de productividad, estas políticas obstaculizaron la capacidad del mercado para corregirse por sí mismo, prolongando así la recuperación económica. Además, la retención de trabajadores no cualificados sin abordar los problemas estructurales del mercado laboral ha afianzado ineficiencias y generado una dependencia del apoyo estatal. La perspectiva austriaca ofrece una evaluación crítica de cómo el intervencionismo, aunque bien intencionado, puede conducir a una prolongada estancación económica y a una menor flexibilidad del mercado, subrayando la importancia de permitir que las señales del mercado y las actividades emprendedoras guíen los esfuerzos de recuperación.Este artigo explora as consequências econômicas da pandemia de COVID-19 sob a ótica da Escola Austríaca de Economia, com foco nas distorções do mercado de trabalho causadas pelas intervenções governamentais na França. Embora os subsídios salariais, os programas de suspensão temporária de contratos e outras políticas tenham proporcionado alívio imediato, eles mascararam ineficiências mais profundas e atrasaram os ajustes necessários do mercado. Com base nas ideias de Bastiat, Hayek, Mises, Rothbard e Kirzner, este estudo critica os efeitos “visíveis” dessas intervenções — empregos preservados e rendas estabilizadas — ao mesmo tempo que destaca as consequências “invisíveis” de longo prazo, como a má alocação de recursos, a supressão da descoberta empreendedora e o agravamento da desindustrialização. O artigo argumenta que, ao manter artificialmente o emprego em setores em declínio e ao interromper os ciclos naturais de produtividade, essas políticas impediram a capacidade do mercado de se autorregular, prolongando assim a recuperação econômica. Além disso, manter trabalhadores não qualificados sem enfrentar os problemas estruturais do mercado de trabalho enraizou ineficiências e criou uma dependência do apoio governamental. A perspectiva austríaca oferece uma avaliação crítica de como o intervencionismo, embora bem-intencionado, pode levar à estagnação econômica prolongada e à redução da flexibilidade geral do mercado, ressaltando a importância de permitir que os sinais do mercado e as atividades empreendedoras orientem os esforços de recuperação

    Entre o Mercado e o Leviatã: A Releitura de Hayek na Era do Capitalismo Político

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    The Last Liberal Man: Hayek in the Age of Political Capitalism, by Vikash Yadav, offers a compelling reinterpretation of Friedrich Hayek\u27s political thought, highlighting its relevance in confronting the contemporary challenges faced by liberalism. Moving beyond oversimplified and ideological portrayals, Yadav reconstructs Hayek’s core ideas as a response to the rise of political capitalism—a model marked by economic growth under centralized political control, seen in countries like China and Vietnam. Structured to echo The Road to Serfdom, each chapter begins with an epigraph and explores themes such as the decline of laissez-faire, the fusion of socialism and nationalism, and the role of individual liberty. The book defends the rule of law, a minimal income guarantee, and a post-nationalist federalism, while also addressing Hayek\u27s controversial positions on inequality and authoritarianism. Ultimately, Yadav calls for the renewal of liberalism by adapting its principles to the evolving geopolitical and economic landscape of the 21st century.El Último Hombre Liberal: Hayek en la era del capitalismo político, de Vikash Yadav, presenta una reinterpretación profunda del pensamiento político de Friedrich Hayek, resaltando su importancia frente a los desafíos actuales del liberalismo. Alejado de visiones simplistas o ideologizadas, Yadav reconstruye las ideas centrales de Hayek como respuesta al auge del capitalismo político—un modelo de crecimiento económico bajo control político centralizado, visible en países como China y Vietnam. La obra, estructurada de forma similar a El Camino de la Servidumbre, organiza sus capítulos con epígrafes y aborda temas como el declive del laissez-faire, la convergencia entre socialismo y nacionalismo, y la centralidad de la libertad individual. También defiende el Estado de derecho, una renta mínima garantizada y un federalismo posnacionalista, sin dejar de analizar las posturas controversiales de Hayek sobre la desigualdad y el autoritarismo. Finalmente, Yadav aboga por una renovación del liberalismo, adaptándolo a los cambios geopolíticos y económicos del siglo XXI.A obra O Último Homem Liberal: Hayek na era do capitalismo político, de Vikash Yadav, oferece uma profunda reinterpretação do pensamento político de Friedrich Hayek, defendendo sua relevância diante dos desafios contemporâneos ao liberalismo. Longe de uma visão panfletária e distorcida, o autor reconstrói criticamente os fundamentos do liberalismo hayekiano em oposição ao avanço do capitalismo político — modelo em que crescimento econômico convive com autoritarismo e planejamento centralizado, como nos casos de China e Vietnã. A estrutura da obra remete a O Caminho da Servidão, organizada em capítulos temáticos com epígrafes, abordando desde a crítica ao coletivismo e ao nacional-socialismo até a defesa do Estado de direito, da renda mínima e do federalismo pós-nacionalista. Yadav também analisa as tensões entre liberdade econômica e política, desigualdades sociais e o papel da propaganda nas sociedades autoritárias. Ao final, propõe uma revitalização do liberalismo que preserve sua essência individualista, mas adaptada às exigências do século XXI

    Políticas públicas e miopia metodológica: uma crítica epistemológica austríaca à revisão sistemática com metaanálise da Cochrane Library (2023)

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    The 2023 systematic review published by the Cochrane Library on the use of physical barriers to contain respiratory viruses became a landmark in the scientific and political debate surrounding non-pharmaceutical interventions during pandemics. This article analyzes the content and implications of the Cochrane Library (2023) study through the lens of Austrian epistemology, highlighting the limits of empirical knowledge in complex social phenomena, the risks of scientistic pretension in public policy formulation, and the dangers of state coercion when based on uncertain evidence. It concludes that institutional prudence and respect for individual liberty must prevail in the face of scientific uncertainty.  La revisión sistemática publicada en 2023 por la Cochrane Library sobre el uso de barreras físicas para contener virus respiratorios se convirtió en un hito en el debate científico y político sobre las intervenciones no farmacológicas durante las pandemias. Este artículo analiza el contenido y las implicaciones del estudio de la Cochrane Library (2023) desde la perspectiva de la epistemología austríaca, destacando los límites del conocimiento empírico en fenómenos sociales complejos, los riesgos de la pretensión cientificista en la formulación de políticas públicas y los peligros de la coerción estatal cuando se basa en evidencia incierta. Se concluye que la prudencia institucional y el respeto por la libertad individual deben prevalecer ante la incertidumbre científica.A revisão sistemática publicada em 2023 pela Cochrane Library sobre o uso de barreiras físicas para conter vírus respiratórios tornou-se um marco no debate científico e político em torno das intervenções não farmacológicas durante pandemias. Este artigo analisa o conteúdo e as implicações do estudo da Cochrane Library (2023) à luz da epistemologia austríaca, destacando os limites do conhecimento empírico em fenômenos sociais complexos, os riscos da pretensão cientificista na formulação de políticas públicas e os perigos da coerção estatal quando baseada em evidências incertas. Conclui-se que a prudência institucional e o respeito à liberdade individual devem prevalecer diante da incerteza científica. Palavras-chave: Escola Austríaca; coerção estatal; pandemia; epistemologi

    Limitações dos Agregados Macroeconômicos: Uma Crítica Austríaca e Abordagens Alternativas

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    This article critically examines the reliance on macroeconomic aggregates, such as GDP and the unemployment rate, in economic analysis and policy-making, from the Austrian School perspective. These aggregates oversimplify complex economic phenomena, concealing sectoral and temporal distortions that lead to misguided interventions. Drawing on Austrian concepts like the Hayekian triangle and intertemporal misallocation, the study analyzes historical cases, including the Great Depression (1929–1933), the Spanish real estate bubble (2000–2008), and Brazil’s economic crises (1980–1990, 2008–2009). It proposes alternative indicators, such as relative prices, sectoral bankruptcy rates, and price dispersion, to better capture economic dynamics. The methodology integrates theoretical insights from Mises, Hayek, and Huerta de Soto with empirical analyses of sectoral and regional data. The findings highlight the failure of aggregates to reflect real economic coordination, advocating market-based signals for decision-making. The article concludes with policy implications, emphasizing liberalization and decentralized coordination.Este artículo analiza críticamente la dependencia de los agregados macroeconómicos, como el PIB y la tasa de desempleo, en el análisis económico y en la formulación de políticas, desde la perspectiva de la Escuela Austriaca. Estos indicadores simplifican fenómenos económicos complejos, ocultando distorsiones sectoriales y temporales que conducen a intervenciones inadecuadas. Utilizando conceptos austriacos, como el triángulo hayekiano y la mala asignación intertemporal de recursos, el estudio examina casos históricos, incluyendo la Gran Depresión (1929–1933), la burbuja inmobiliaria española (2000–2008) y las crisis económicas brasileñas (1980–1990, 2008–2009). Propone indicadores alternativos, como los precios relativos, las tasas de quiebra sectoriales y la dispersión de precios, para captar mejor las dinámicas económicas. La metodología combina fundamentos teóricos de Mises, Hayek y Huerta de Soto con análisis empíricos de datos sectoriales y regionales. Los resultados muestran que los agregados no reflejan la coordinación económica real, sugiriendo la adopción de señales de mercado para orientar decisiones. El artículo concluye con implicaciones para políticas, defendiendo la liberalización y la coordinación descentralizada.Este artigo analisa criticamente a dependência de agregados macroeconômicos, como o PIB e a taxa de desemprego, na análise econômica e na formulação de políticas, sob a perspectiva da Escola Austríaca. Esses indicadores simplificam fenômenos econômicos complexos, obscurecendo distorções setoriais e temporais que levam a intervenções inadequadas. Utilizando conceitos austríacos, como o triângulo hayekiano e a má alocação intertemporal, o estudo examina casos históricos, incluindo a Grande Depressão (1929–1933), a bolha imobiliária espanhola (2000–2008) e as crises econômicas brasileiras (1980–1990, 2008–2009). Propõe indicadores alternativos, como preços relativos, taxas de falências setoriais e dispersão de preços, para captar melhor as dinâmicas econômicas. A metodologia combina fundamentos teóricos de Mises, Hayek e Huerta de Soto com análises empíricas de dados setoriais e regionais. Os resultados mostram que os agregados não refletem a coordenação econômica real, sugerindo a adoção de sinais de mercado para orientar decisões. O artigo conclui com implicações para políticas, defendendo a liberalização e a coordenação descentralizada

    Contribuições do Prof. Huerta de Soto para a Teoria da Firma

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    This article analyzes Prof. Huerta de Soto’s contributions to contributions to the theorty of the firm and its internal organization. While his conception of Perceptiveness and his Theory of Dynamic Efficiency are usually applied to explain the market process, I argue that they also provide a coherent explanation of the entrepreneurial organization of the firm. Entrepreneurs are perceptive agents who create particular arrangements of resources to achieve desired ends. Firms, therefore, emerge as a consequence of entrepreneurial perception, pursuing profits in the market economy. Huerta de Soto’s approach highlights how dynamic efficiency and entrepreneurial knowledge shape the internal organization of firms, combining planning and command with intrapreneurship. This study fills a gap in the Austrian School by applying Huerta de Soto’s framework to the theory of the firm, advancing the understanding of entrepreneurship, organizational  design, and the coordination of knowledge.  Este artículo analiza las contribuciones del Prof. Huerta de Soto a la comprensión de la firma y su organización interna. Aunque su concepción de la perspicacia y su Teoría de la Eficiencia Dinámica Suelen aplicarse para explicar el proceso de mercado, sostengo que también ofrecen una explicación coherente de la organización empresarial de las firmas. Los empresarios son agentes perspicaces que crean arreglos particulares de recursos para alcanzar los fines deseados. Las firmas, por lo tanto, surgen como consecuencia de la perspicácia empresarial, persiguiendo beneficios en la economía de mercado. El enfoque de Huerta de Soto resalta cómo la eficiencia dinámica y el conocimiento empresarial configuran la organización interna de las firmas, combinando la planificación y el mando con el intraemprendimiento. Este estudio llena una laguna en la Escuela Austriaca al aplicar la perspectiva de Huerta de Soto a la teoría de la firma, promoviendo la comprensión del emprendimiento, del diseño organizacional y de la coordinación del conocimiento.Este artigo analisa as contribuições do Prof. Huerta de Soto para o entendimento da firma e da sua organização interna. Enquanto essa concepção de perspicácia e sua Teoria da Eficiência Dinâmica são usualmente aplicados nos processos de mercado, eu argumento que estes também proporcionam uma explicação coerente para a organização empresarial das firmas. Empresários são agentes perspicazes que criam arranjos particulares de recursos para atingir seus fins desejados. Firmas, nesse sentido, emergem como consequência da perspicácia empresarial, buscando lucros na economia de mercado. A abordagem de Huerta de Soto ressalta como a eficiência dinâmica e o conhecimento empresarial moldam a organização interna das firmas, combinando planejamento e comando com intraempreendedorismo. O estudo preenche uma lacuna na Escola Austríaca ao aplicar a perspectiva de Huerta de Soto para a teoria da firma, avançando o entendimento do empreendedorismo, da arquitetura organizacional, e da coordenação de conhecimento

    A nova direita chilena em curso: identidade, combate cultural e articulação transnacional

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    Review: Barrientos, A. (Ed.). (2023). Nova direita: uma alternativa em curso. Vide Editorial.Resenha: Barrientos, A. (Ed.). (2023). Nova direita: uma alternativa em curso. Vide Editorial.Resenha: Barrientos, A. (Ed.). (2023). Nova direita: uma alternativa em curso. Vide Editorial

    A grande recessão brasileira sob a luz da teoria austríaca: uma análise com o uso de vetores autorregressivos

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    The present article aims to empirically evaluate switches in the money and credit supply in Brazil from 2009 to 2015, and to determine whether such changes may lead to cyclical fluctuations, as proposed by the Austrian Business Cycle Theory (ABCT). To this end, a contextualization of the period in question is provided. To support the findings, a vector autoregressive model and Granger causality test were used to examine the variations in the money supply and its effect on the capital structure. Except for the extractive industry, all industrial ratios and aggregate industrial production correlate with variations in the money supply, as well as national output and idleness levels. Therefore, the results support the patterns suggested by the Austrian Business Cycle Theory and confirm the hypothesis of cyclical fluctuations caused by monetary shocks.El presente artículo tiene como objetivo evaluar empíricamente los cambios en la oferta de dinero y crédito en Brasil entre los años 2009 y 2015, y determinar si tales cambios pueden generar fluctuaciones cíclicas, tal como lo propone la Teoría Austríaca del Ciclo Económico (TACE). Para ello, se ofrece una contextualización del período en cuestión. Para respaldar los hallazgos, se utilizó un modelo vectorial autorregresivo y la prueba de causalidad de Granger para examinar las variaciones en la oferta monetaria y su efecto sobre la estructura de capital. Con excepción de la industria extractiva, todas las razones industriales y la producción industrial agregada presentan correlación con las variaciones en la oferta de dinero, así como también la producción nacional y los niveles de ociosidad. Por lo tanto, los resultados respaldan los patrones sugeridos por la Teoría Austríaca del Ciclo Económico y confirman la hipótesis de fluctuaciones cíclicas causadas por shocks monetarios.O presente artigo tem por objetivo avaliar empiricamente as variações na oferta de moeda e crédito no Brasil no período de 2009 a 2015, e determinar se tais variações podem acarretar flutuações cíclicas, conforme propunha a Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos (TACE).  Para tanto, é feito uma contextualização do período em questão. De forma a auxiliar nos resultados, foi utilizado modelo autorregressivo vetorial e teste de causalidade de Granger para verificar o efeito das mudanças na oferta de moeda sobre a estrutura produtiva. Com exceção da indústria extrativista, as demais razões industriais e a produção industrial agregada revelam causalidade com as variações na oferta monetária, bem como o índice de atividade econômica e utilização da capacidade instalada. Portanto, os resultados obtidos apoiam os padrões sugeridos pela Teoria Austríaca dos Ciclos Econômicos, e confirmam a hipótese de flutuações cíclicas ocasionadas por choques monetários

    A arrogância fatal da regulação da inteligência artificial

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    Daron Acemoglu’s essay Harms of AI advocates broad state regulation of artificial intelligence (AI) to mitigate social and economic risks. This article presents a systematic critique of this approach, grounded in Friedrich Hayek’s theory of spontaneous order, Milton Friedman’s principle of economic scarcity, and Leonard Read’s metaphor of decentralized cooperation. It argues that attempting to centrally regulate such a complex phenomenon as AI falls into the “fatal conceit” of disregarding the dynamics of dispersed knowledge and spontaneous coordination among market agents. Through analysis of AI’s global production chain andits multiple interdependent components, we demonstrate that free markets and competition constitute more effective instruments for risk mitigation than centralized regulations, which tend to inhibit innovation and create economic distortions.El ensayo de Daron Acemoglu, "Los daños de la IA", aboga por una amplia regulación estatal de la inteligencia artificial (IA) para mitigar los riesgos sociales y económicos. Este artículo presenta una crítica sistemática de este enfoque, basada en la teoría del orden espontáneo de Friedrich Hayek, el principio de escasez económica de Milton Friedman y la metáfora de la cooperación descentralizada de Leonard Read. Argumenta que intentar regular centralmente un fenómeno tan complejo como la IA cae en la "fatal arrogancia" de ignorar la dinámica del conocimiento disperso y la coordinación espontánea entre los agentes del mercado.  A través del análisis de la cadena de producción global de la IA y sus múltiples componentes interdependientes, demostramos que los mercados libres y la competencia constituyen instrumentos más eficaces para la mitigación de riesgos que las regulaciones centralizadas, que tienden a inhibir la innovación y crear distorsiones económicas.O ensaio Harms of AI, de Daron Acemoglu, propõe a ampla regulação estatal da inteligência artificial (IA) como forma de mitigar riscos sociais e econômicos. Este artigo apresenta uma crítica sistemática a essa abordagem, fundamentada na teoria da ordem espontânea de Friedrich Hayek, no princípio da escassez econômica de Milton Friedman e na metáfora da cooperação descentralizada de Leonard Read. Argumenta-se que a tentativa de regular centralmente um fenômeno tão complexo quanto a IA incorre na "arrogância fatal" de desconsiderar a dinâmica do conhecimento disperso e da coordenação espontânea dos agentes de mercado. Através da análise da cadeia global de produção da IA e de seus múltiplos componentes interdependentes, demonstra-se que a liberdade de mercado e a concorrência constituem instrumentos mais eficazes para mitigar riscos do que regulações centralizadas, que tendem a inibir a inovação e criar distorções econômicas

    Softwar e a Projeção de Poder na Era Digital: Uma Análise Crítica à Luz da Escola Austríaca de Economia

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    This article presents a critical analysis Softwar: A Novel Theory on Power Projection and the National Strategic Significance of Bitcoin by Jason P. Lowery. Structured chapter by chapter, the review aims to contrast the author\u27s proposal—which reinterprets Bitcoin as a strategic tool for state deterrence—with the theoretical foundations of the Austrian School of Economics: Carl Menger, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Murray Rothbard, and Hans-Hermann Hoppe. This analytical experience extends back in time to influential predecessors such as Adam Smith, Frédéric Bastiat, and Alexis de Tocqueville. The key argument is to show how state appropriation of decentralized technologies like Bitcoin undermines their ethical and functional foundations. The critique is developed under the belief in natural law, spontaneous order, individual liberty, and the uncompromising defense of private property.            Este artículo presenta un análisis crítico de Softwar: A Novel Theory on Power Projection and the National Strategic Significance of Bitcoin, de Jason P. Lowery. Estructurado capítulo por capítulo, el estudio busca contrastar la propuesta del autor —que reinterpreta Bitcoin como una herramienta estratégica de disuasión estatal— con los fundamentos teóricos de la Escuela Austríaca de Economía: Carl Menger, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Murray Rothbard y Hans-Hermann Hoppe. La experiencia analítica se amplía con aportes de predecesores influyentes como Adam Smith, Frédéric Bastiat y Alexis de Tocqueville. El argumento central es demostrar cómo la apropiación estatal de tecnologías descentralizadas como Bitcoin socava sus fundamentos éticos y funcionales. La crítica se desarrolla bajo la creencia en la ley natural, el orden espontáneo, la libertad individual y la defensa intransigente de la propiedad privada.          Este artigo apresenta uma análise crítica da obra Softwar: A Novel Theory on Power Projection and the National Strategic Significance of Bitcoin, de Jason P. Lowery. Estruturado por capítulos, a resenha visa contrastar a proposta do autor, que reinterpreta o Bitcoin como uma ferramenta estratégica de dissuasão estatal, com os fundamentos teóricos da Escola Austríaca de Economia: Carl Menger, Ludwig von Mises, Friedrich Hayek, Murray Rothbard, Hans-Hermann Hoppe. Esta experiência analítica se expande à medida que retrocede na linha do tempo a predecessores influentes como Adam Smith, Frédéric Bastiat e Alexis de Tocqueville. O argumento-chave é mostrar como a apropriação estatal de tecnologias descentralizadas como o Bitcoin compromete sua base ética e funcional. A crítica é desenvolvida sob a crença no jusnaturalismo, ordem espontânea, liberdade individual e da defesa intransigente da propriedade privada

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