Cadernos de Dereito Actual (E-Journal, Universidade de Santiago de Compostela)
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Guarda de la Naturaleza: Conocimientos Ecológicos Tradicionales de los Pueblos Indígenas y Estrategias de Protección
Este artículo busca comprender el rol de guardadores de la naturaleza que han asumido y demandan los pueblos indígenas. Este rol deriva de las concepciones de los conocimientos ecológicos tradicionales que han desarrollado y mantenido colectivamente esos pueblos y que señalan los deberes de cuidado de una gestión responsable de los ecosistemas, la interconectividad, reciprocidad y relaciones de equilbrio enre todos los seres naturales, incluyendo a los humanos. Precisamente el equilibrio es una noción capital que está a la base de concepciones como el Ixofil Mongen del Pueblo Mapuche en Sudamérica y la Kaitiakitanga del Pueblo Māori en Oceanía. Las estrategias de las últimas décadas que quieren brindar una protección legal estatal e internacional a las concepciones ecológicas de los pueblos indígenas, en el reconocimiento, por una parte de derechos grupales de índole biocultural y, por al otra, de derechos de la naturaleza, confluyen en asegurar y proteger el rol de guarda de la naturaleza para los pueblos indígenas. Esta condición de guardadores ha sobrevivido al colonialismo y sus legados y ofrece alternativas para mejorar las formas de conservación de la naturaleza que estamos formulando e implementando en la actualidad
La respuesta del sistema penitenciario español ante el fenómeno de la radicalización yihadista
En el contexto de la lucha contra el terrorismo, las prisiones han recibido una atención creciente durante las dos últimas décadas al ser consideradas como espacios aptos para la radicalización yihadista. En este sentido, el objetivo fundamental de este artículo es examinar cuál ha sido la respuesta del sistema penitenciario español frente a este fenómeno. Para ello, en primer lugar, se abordan las causas y principales implicaciones que plantea la radicalización yihadista en las prisiones. Posteriormente, se examinan de forma específica los tres instrumentos sobre los que, en la actualidad, se sustenta la respuesta del sistema penitenciario español. Finalmente, se realizan una serie de conclusiones en las que se sostiene que, incluso desde una visión pragmática que anteponga la búsqueda de eficacia a la legitimidad, la naturaleza excepcional y esencialmente securitaria de tal respuesta no resulta idónea
Responsabilidad Civil y Protección de Datos Personales: Tutela Individual y Derecho Procesal Colectivo
Este artículo tiene por objetivo analizar los fundamentos de la responsabilidad civil como consecuencia del tratamiento inadecuado de datos personales, tanto desde la perspectiva de la tutela individual como del Derecho Procesal Colectivo. Nos preguntamos acerca de la interpretación dialógica entre la Ley nº 13.709/18 (Ley General de Protección de Datos Personales) con la Ley nº 8.078/90 (Código de Defensa del Consumidor), la Ley nº 12.414/11 (Ley de Registro Positivo), la Ley 7.347/85 (Ley de la Acción Civil Pública) y la Constitución de 1988
A força normativa dos objetivos de desenvolvimento sustentável 9 e 12 na responsabilidade socioambiental das empresas
O presente artigo pretende verificar a força normativa dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) de nº 9 e 12 da Organização das Nações Unidas (ONU) criadas em 2015 e sua aplicação na responsabilidade socioambiental das empresas. O objetivo central é o de concluir se somente o acordo, que versa sobre as ODS, firmado pelas Nações Unidas e os países signatários, seria suficiente para produzir seus efeitos quanto à responsabilidade socioambiental das empresas no Brasil. Para tanto, foi utilizada a metodologia analítica-descritiva de normas e doutrinas. Ao final da pesquisa evidencia-se que somente a existência de normas internacionais não garante a sua aplicação no Brasil.Palavras-chave: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS); Responsabilidade socioambiental; Sustentabilidade nas empresas.
CONFLITOS AMBIENTAIS E ÁGUAS NO BRASIL: A MEDIAÇÃO COMO MEIO DE SOLUÇÃO DE LITÍGIOS
Essencial à sobrevivência das espécies, a água possui um valor econômico considerável. Com base nisso, a Agenda 2030 elencou em seu objetivo de desenvolvimento sustentável o direito à água potável e saneamento – ODS no. 06. Sendo objeto de disputas não apenas no aspecto nacional como internacional, a pesquisa tem por objetivo abordar o tema mediação como forma de solução de conflitos internos, a fim de minimizar os impactos e dinamizar os trâmites. Esvaziando o Poder Judiciário desses litígios, o artigo quer demonstrar a efetividade da técnica inclusive na área ambiental. Discute-se ainda o acesso à água pela população – questão sempre atual -, com como a pouca capacidade do Estado em promover a proteção e o consequente apaziguamento social dos atores envolvidos. Através da mediação em conformidade com os ditames da Política Nacional de Recursos Hídricos, utiliza-se como instrumento de empoderamento das partes envolvidas de forma a solucionar o conflito de forma mais célere e eficaz. A pesquisa se desenvolveu através de dados oficiais, artigos científicos das principais bases de dados bem como legislações nacionais e tratados internacionais sobre meio ambiente
A perda da nacionalidade brasileira e a extradição ao escrutínio do Supremo Tribunal Federal
o escopo do presente trabalho é analisar, a priori, a nacionalidade a partir de uma definição político-jurídica, em especial, perpassando pelas formas e critérios de aquisição e perda, e como esse vínculo entre indivíduo e Estado repercute na extradição, enquanto medida de cooperação internacional. A fim de descortinar o assunto e alcançar o objetivo principal, lança-se luz do modo no qual o Supremo Tribunal Federal tratou recentemente tal matéria ao julgar os Mandados de Segurança n. 33.864/DF e 36.359/DF, bem como o Pedido de Extradição n. 1.462/DF, que discutiam, em apertada síntese, a possibilidade de perda da nacionalidade brasileira em caso de aquisição voluntária de nacionalidade estrangeira e a consequente viabilidade de extradição destes indivíduos. Por fim, o trabalho utiliza métodos bibliográficos como doutrina especializada e jurisprudência nacional, demonstrando se tratar de um tema atual e relevância jurídica, principalmente, para constitucionalistas e internacionalistas
LA PENA NATURAL. UN CRITERIO DE OPORTUNIDAD PROCESAL NECESARIO PARA CUBA.
En la doctrina, desde tiempos muy remotos, se habla de la "pena natural" (poena naturalis) para referirse a un problema que no ha dejado de perdurar en el debate, a saber, si acaso los perjuicios sufridos por el autor de un delito como consecuencia de este, podrían significar una dispensa o aminoramiento de la pena a imponérsele. En el presente trabajo se intenta, por un lado, compendiar los escritos sobre los fundamentos teóricos de la institución, tanto desde la perspectiva de su concepto, como de su entroncamiento en la teoría de la pena y, por otro, analizar las soluciones de lege lata que se han dispuesto a nivel teórico y en los ordenamientos positivos, su conformación como criterio de oportunidad procesal dentro de los que da vida, entre otros, al principio de oportunidad, a los efectos de proponer su posible inclusión en el derecho procesal cubano actual
A Constituição escrita dinâmica, o Poder Judiciário e a emancipação cidadã nos países periféricos
O jurídico comumente permanece refém da perspectiva positivista guiada pela relação sujeito-objeto. As constituições, desse modo, como texto escrito, acabam tendo limitada a sua potencialidade democrática. A condição de possibilidade hermenêutica-filosófica da Constituição impõe extração de sentidos de conformidade com o contexto histórico, agregando o desejável contorno democrático ao jurídico. Os poderes do Estado de Direito, mormente o Judiciário, têm importante papel no despertar e no sentir constitucional e democrático, principalmente nos países periféricos. Não que a democracia possa e deva ser implementada em sentido descendente pela via judicial, dada pelo Judiciário, mas que o Judiciário possa contribuir para a ascensão e protagonismo do cidadão, para a construção da verdadeira democracia, sob o teto constitucional. O procedimento metodológico utilizado consistiu na pesquisa e revisão bibliográfica acerca das temáticas constitucionais e filosóficas com racionalidade crítica. O artigo reforça a necessidade de superação do positivismo socialmente inócuo, preocupado exclusivamente em obter interpretações de textos legais, propondo um pragmatismo no sentir e pensar constitucional. Consequentemente, no favorecimento eficacial, da interação entre direito e sociedade, é aberta uma janela para que a transformação social, ambicionando o progresso humano, individual e coletivo, seja possível também através do direito
Autoadoctrinamiento con fines terroristas. (Comentario resumen y consideraciones a las sentencias de la Audiencia Nacional núm. 39/2016, de 30 de noviembre, y del Tribunal Supremo núm. 354/2017, de 17 de mayo)
La reforma del Código Penal de 2015 produjo modificaciones importantes en materia de terrorismo y el delito de autoadoctrinamiento terrorista del art. 575.2 del Código Penal es un claro ejemplo de ello. Esto ha hecho que los Tribunales se hayan visto obligados a realizar un extraordinario esfuerzo en interpretarlos. Como ejemplo, se utiliza la sentencia de la Audiencia Nacional núm. 39/2016, de 30 de noviembre, y la sentencia del Tribunal Supremo núm. 354/2017, de 17 de mayo, para analizar los motivos en los que se fundamenta tanto la condena del acusado, en primera instancia, como la absolución, en la segunda resolución. Además, se realizan consideraciones críticas al delito y las principales conclusiones al respecto
Implicaciones de la neutralidad en la guerra naval
La adopción de una postura neutral supone la previa existencia de un conflicto. En concreto, la neutralidad en la guerra naval implica una serie de derechos y obligaciones en orden a la defensa del elemento esencial de la neutralidad: la imparcial de los Estados neutrales, cuyo mantenimiento obliga a la adopción de medidas como la visita de buques neutrales o la prohibición de suministro de materiales de guerra o avituallamiento en aguas neutrales. No obstante, en el contexto internacional actual, parece no encontrar encaje jurídico debido entre otros al sistema de seguridad colectiva que inspira muchas de las organizaciones internacionales existentes en la actualida