Educação, Formação & Tecnologias (E-Journal - Educom - Associação Portuguesa de Telemática Educativa)
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¿Qué es aprender?
Docentes e investigadores en el campo de la enseñanza se preocupan por cómo mejorar los resultados de sus estudiantes. Y terminan frecuentemente haciéndose algunas preguntas sobre cómo aprenden, cuando aprenden, qué aprenden y dónde aprenden. Y algún día descubren que la cuestión central no es ninguna de estas sino qué significa “aprender”
Tecnologias digitais na Educação: Uma reflexão sobre o passado e sobre o futuro
Parece haver características da cultura escolar que são intemporais: a turma e a sala de aula, a organização da sala de aula (filas, quadro, etc.); um único professor na sala de aula; os manuais escolares; a avaliação escrita individual; a divisão do currículo por anos de escolaridade e por disciplinas. Estas características têm frustrado — e continuam a frustrar — gerações e gerações de autores de reformas escolares (Tyack & Cuban,1995). Será que esta “gramática de escola” é um factor impeditivo da inovação induzida pelas tecnologias digitais
A escola face aos desafios para ser contemporânea
Reflexões sobre o processo específico de educação realizado pela escola, em todos os seus níveis e modalidades. Os desafios postos pela cultura do digital recaem para a necessidade de mudar a escola, no formato que a conhecemos, para que ela continue a ser relevante como instituição social crítica, transformadora e inclusiva na contemporaneidade
Tecnologia e educação: novos (velhos) desafios
A pandemia covid19 trouxe adicionais desafios. Muito se tem escrito sobre o forçamento circunstancial que generalizou práticas de mediação digital e permitiu a muitos superar o rubicão tecnológico (Oliveira, Teixeira, Torres e Morais, 2021). O certo é que se aprendeu pouco. Os treinos e lastros de interação informática que poderiam ser vulgarizados e ter impacto nas organizações sociais e laborais, com preservação da qualidade de vida das cidades e até com contribuições verdes de sustentabilidade, constituem-se hoje como oportunidades perdidas. Vou mais longe: uma compreensível traumatização pós-covid trouxe a saudade nostálgica do presencial, do físico, do analógico, na escola. Esta lógico sentimento global acarreta uma certa “digitalfobia” na escola, que pode não estar a ajudar a educação digital
(Ainda) Importa Falar sobre Tecnologia no 1.º ciclo do Ensino Básico: trajetórias desde a integração das TIC à Transição Digital
A experiência disruptiva do ensino remoto de emergência cedo levantou questões como a igualdade e equidade nas condições de acesso e de espaço de aprendizagem, a capacidade de atenção dos alunos no online, as competências de autonomia dos alunos sobre as suas aprendizagens, a formação técnica e pedagógica dos professores, assumindo, inevitavelmente, maior densidade e preocupação nos primeiros níveis de ensino. Quanto mais novas são as crianças maior apoio necessitam para orientar a sua atenção, e organizar o seu processo de aprendizagem. A vivência do contexto pandémico e o regresso ao “novo normal”, não nos trouxe ao mesmo “lugar”. Nesse sentido, importa também questionar se estamos a agarrar esta experiência como a oportunidade para a transformação da escola, trazendo-a para o mundo actual (Figueiredo, 2020).Pretende-se, assim, explorar, numa análise projetiva, uma reflexão sobre que desafios estamos a considerar e que respostas estamos a desenhar para a transição digital no contexto do 1.º Ciclo do Ensino Básico
A nossa sala de aula já é maior que o planeta Terra!
"Este texto pretende apresentar as potencialidades do uso das Tecnologias de Informação e Comunicação no desenvolvimento de um projecto curricular de turma através da criação de espaços individuais e colectivos de acesso à informação, de debate e de reflexão colaborativa, capazes de suportarem o desenvolvimento das competências de observação e interpretação do mundo e da acção pessoal e grupal. As Tecnologias de Informação e Comunicação são consideradas na sua transversalidade, apoiando a construção de um saber global a partir da integração de saberes específicos, fornecendo os recursos que facilitam os processos de aprendizagem. Com este texto pretende-se realçar o papel da escola na preparação de qualquer estudante para intervir numa sociedade que faz uso da Inteligência Colectiva como núcleo de desenvolvimento.
Palavras-Chave: Tecnologias de Informação e Comunicação; Inteligência Colectiva; Experiências de Aprendizagem; Construção do Conhecimento.
---CANDEIAS, M. I & SILVA, J. A. (2008). A nossa sala de aula já é maior que o planeta Terra!. In <i>Educação, Formação & Tecnologias</i>; vol. 1(1), pp. 142-152. Disponível em http://eft.educom.pt---"
 
As TIC na formação inicial da ESE João de Deus
"O estudo teve como principal objectivo identificar os factores que promovem a utilização e/ou integração das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) na formação inicial de professores do 1º ciclo do Ensino Básico, na Escola Superior de Educação João de Deus e propor estratégias para contribuir para a integração das mesmas junto da escola e dos professores. Realizámos um estudo longitudinal desenvolvido em quatro fases, iniciando este trabalho com a recolha de informação, através da aplicação de questionários e entrevistas, sobre a utilização e/ou integração das Tecnologias a todos os alunos da Licenciatura de Professores do 1º Ciclo da Escola Superior de Educação João de Deus, todos os seus Docentes e a 15 professores titulares, ex-alunos da nossa Escola de formação. Foi assim possível confirmar que existe uma diferença entre informação e conhecimento e que se torna necessário alterar o discurso pedagógico--Palavras-chave: Comunicação, comunidades online, formação inicial de professores, (in)formação, TIC.--BOTELHO, Teresa, & VIVAR, Dolores (2009). As TIC na formação inicial da ESE João de Deus. In <i>Educação, Formação & Tecnologias</i>; vol.2 (2); pp. 84-94, Novembro de 2009, disponível no URL: http://eft.educom.pt.--