Universidade Tiradentes: Periódicos Grupo Tiradentes
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    A PESSOA NEGRA NO BRASIL E A DESIGUALDADE SOCIAL SOB O OLHAR DOS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA ONU

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    The black Brazilian population, over the years, has been suffering the consequences of a historical process of inhuman social inequality, a consequence of the evils of slavery. The research proposes to answer the following question: how can SDG nº 10 of the UN 2030 Agenda be legally decisive to guarantee true citizenship for blacks in Brazil and help in the fight against social inequality? The answer to the proposed question, the present work has as general objective to understand the historical process of social inequality of the black person in Brazil and its socio-juridical reflexes, and as a specific objective, it seeks to analyze the proposal of Development Goal 10 of the UN 2030 Agenda to the reduction of social inequality with the black person in Brazil. Through a qualitative-quantitative investigation, of an exploratory and descriptive nature, using the bibliographic method, with access to digital information, it is intended to present the theoretical solidity necessary for the development of the proposed objectives for the investigation. The result shows that the social development indices to combat inequality that affects, mainly, the black population, are low compared to those of developing countries. It is conclusive that the United Nations (UN) 2030 agenda adopted seventeen measures to be taken by all the countries involved, naming them as "Sustainable Development Goals" and, in this proposal, Brazil must minimize the harmful effects of inequality . that positively affects the black population, as a practice for the necessary citizen inclusion.La población negra brasileña, a lo largo de los años, viene sufriendo las consecuencias de un proceso histórico de desigualdad social inhumana, consecuencia de los males de la esclavitud. La investigación propone responder a la siguiente pregunta: ¿cómo el ODS nº 10 de la Agenda 2030 de la ONU puede ser jurídicamente decisivo para garantizar una verdadera ciudadanía a los negros en Brasil y ayudar en la lucha contra la desigualdad social? La respuesta al cuestionamiento propuesto, el presente trabajo tiene como objetivo general comprender el proceso histórico de desigualdad social de la persona negra en Brasil y sus reflejos socio-jurídicos, y como objetivo específico, busca analizar la propuesta de Objetivo de Desarrollo 10 de la Agenda 2030 de la ONU para la reducción de la desigualdad social con la persona negra en Brasil. A través de una investigación cualitativa-cuantitativa, de carácter exploratorio y descriptivo, utilizando el método bibliográfico, con acceso a información digital, se pretende presentar la solidez teórica necesaria para el desarrollo de los objetivos propuestos para la investigación. El resultado muestra que los índices de desarrollo social para combatir la desigualdad que afecta, principalmente, a la población negra, son bajos en comparación con los de los países en vías de desarrollo. Es concluyente que la agenda de la Organización de las Naciones Unidas (ONU) 2030 adoptó diecisiete medidas a ser tomadas por todos los países involucrados, nombrándolas como "Objetivos de Desarrollo Sostenible" y, en esa propuesta, Brasil debe minimizar los efectos nocivos de la desigualdad. que incida positivamente en la población negra, como práctica para la necesaria inclusión ciudadana.A população negra brasileira, ao longo dos anos, vem sofrendo as consequências de um processo histórico de desigualdade social desumana, consequência dos males da escravidão. A pesquisa se propõe a responder a seguinte questão: como o ODS nº 10 da Agenda 2030 da ONU pode ser juridicamente decisivo para garantir a verdadeira cidadania aos negros no Brasil e ajudar no combate à desigualdade social? A resposta ao questionamento proposto, o presente trabalho tem como objetivo geral compreender o processo histórico de desigualdade social da pessoa negra no Brasil e seus reflexos sociojurídicos, e como objetivo específico, busca analisar a proposta de Objetivo de Desenvolvimento 10 da Agenda 2030 da ONU para a redução da desigualdade social com a pessoa negra no Brasil. Por meio de uma investigação qualitativo-quantitativa, de natureza exploratória e descritiva, utilizando o método bibliográfico, com acesso à informação digital, pretende-se apresentar a solidez teórica necessária para o desenvolvimento dos objetivos propostos para a investigação. O resultado mostra que os índices de desenvolvimento social para combater a desigualdade que atinge, principalmente, a população negra, são baixos se comparados aos de países em desenvolvimento. É conclusivo que a agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou dezessete medidas a serem tomadas por todos os países envolvidos, denominando-as como "Objetivos de Desenvolvimento Sustentável" e, nessa proposta, o Brasil deve minimizar os efeitos nocivos das desigualdade. que afeta positivamente a população negra, como prática para a necessária inclusão cidadã

    EDITORIAL

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    Caro leitor, convido para uma imersão em temas atuais e relevante que publicamos em mais uma edição do Cadernos de Graduação – Ciências Humanas e Sociais.O cenário pós pandemia interferiu em diversos campos, em especial na saúde, no trabalho e nas relações pessoais e é justamente nessas searas que as nossas pesquisas buscam o compartilhamento de informação, na perspectiva da responsabilidade social edo conhecimento em ação.Para esta Edição, os artigos aceitos se concentraram na judicialização da saúde, nos aspectos da responsabilidade civil dos médicos em cirurgias robóticas, como também nas pesquisas sobre os direitos trabalhistas dos imigrantes e pais ou responsáveis de pessoascom transtorno do espectro autista.Outras pesquisas abordando os serviços advocatícios e a paternidade socioafetiva foram realizadas e trazem contribuições valorosas para os leitores.Com esses sucintos argumentos, almejamos aos senhores leitores uma excelente imersão nesses artigos ora publicados, para que o conhecimento, aprofundamento e disseminação de novos olhares atinja seu propósito essencial que é a promoção de uma educação de qualidade e voltada à teoria, sem esquecer das nuances práticas

    AVALIAÇÃO DE EGRESSOS NA PÓS-GRADUAÇÃO: OS DESAFIOS DO MESTRADO PROFISSIONAL PARA A FORMAÇÃO

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    The text refers to the context of the graduate assessment policy from the multidimensional model created by the European consortium U-Multirank (UMR) and adopted in the quadrennial evaluation (2017-2020) by the Coordination for the Improvement of Higher Education Personnel (CAPES), which uses in the Training dimension the matter/item named former student as an assessment indicator based on the emphasis on production, destination, performance and received training.  When considering these evaluative criteria, the text aims to analyze the respective item from the experience of the Program of Public Policies, Management and Evaluation of Higher Education (PPGAES), a professional master\u27s program aimed at public university employees. The data of the questionnaire applied to the former students, in addition to outlining the former students´ profile, seek to highlight the professional training journey, their perception on the master\u27s course taken, the result of the dissertation work and the applicability relationship of the product in the institutional professional environment. From a formative assessment perspective, the PPGAES former students´ follow-up policy makes it possible to perceive the course itself, its potentials and needs in a self-assessment process.El texto se sitúa en el contexto de la política de evaluación de posgrado basada en el modelo mutidimensional creado por el consorcio europeo U-Multirank (UMR) y adoptado em la evaluación cuatrienal (2017-2020) por la Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que empieza a usar en la dimensón formación el ítem egreso como indicador de evaluación con bse en la produción, destino, desempeño y formación recibida. Al considerar estos critérios evaluativos, el texto tiene como objetivo analizar el respectivo ítem a partir de la experiencia del Programa de Políticas Públicas, Gestão e Avaliação da Educação Superior (PPGAES), que es un programa de máster profesional dirigido a empleados de universidades públicas. Los datos del cuestionarios aplicados a los egresados, además de trazar el perfil de los egresados, busca ressaltar la trayectoria de formación profesional, su percepción del máster logrado, el resultado del trabajo de tesis y la relación de aplicabilidade del producto del trabajo en el entorno profesional institucional. Desde una perspectiva de evaluación formativa, la política de seguimento de egresados del PPGAES permite percibir el curso em si, sus potencialidades y necesidades en un proceso de autoevaluación.O texto situa-se no cenário da política de avalição da pós-graduação a partir do modelo multidimensional criado pelo consórcio europeu U-Multirank (UMR) e adotado na avaliação quadrienal (2017–2020) pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), que passa a utilizar na dimensão Formação o quesito/item egresso como um indicador de avaliação a partir do destaque da produção, destino, atuação e formação recebida. Ao considerar esses critérios avaliativos, o texto objetiva analisar o respectivo item a partir da experiência do Programa de Políticas Públicas, Gestão e Avaliação da Educação Superior (PPGAES), um programa de mestrado profissional destinado a servidores de universidades públicas. Os dados de questionário aplicado aos egressos, além de traçar o perfil dos egressos, procuram evidenciar a trajetória de formação profissional, a percepção deles sobre o curso de mestrado realizado, o resultado do trabalho dissertativo e a relação de aplicabilidade do produto no ambiente profissional institucional. Em uma perspectiva de avaliação formativa, a política de acompanhamento de egressos do PPGAES possibilita perceber o próprio curso, seus potenciais e carências em um processo de autoavaliação

    POR QUE AS PESSOAS COMPARTILHAM MEMES

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    Os memes são quase sempre associados a assuntos recentes. Seja porque configuram um modelo de comunicação efêmera, ou porque refletem, frequentemente acontecimentos atuais do cotidiano. Assim, é possível apontar de modo preliminar, que compartilhamos memes por uma variedade de razões, mas, em geral, porque são engraçados, relevantes e porque provocam alguma resposta emocional ao nosso contexto individual, social, cultural ou político. Além de serem uma forma de se conectar com outras pessoas que compartilham interesses semelhantes. Quando um meme é compartilhado em um grupo de amigos ou em uma comunidade on-line, pode criar um senso de pertencimento e de identidade coletiva. Deste modo, as pessoas compartilham memes também, porque eles são divertidos, relevantes, e podem ajudar a construir conexões sociais e certo senso de pertencimento.Embora sejam experiências compartihadas de autoria em rede, os memes são, geralmente, vistos como conteúdo despretensioso, piadas e brincadeiras que repercutem um fato, ou acontecimento cotidiano em mídias digitais ou aplicativos de mensagens instantâneas. Em outros contextos, são entendidos como um tipo de conteúdo, cujo objetivo é desestabilizar ou ofender. O que faz com que sejam reduzidos a “trollagem”, que se caracteriza como uma ação on-line com objetivo de destabelizar ou envergonhar detrminados sujeitos por meio de uma brincadeira, conhecida na internet como “zoeira”.Disto isso, vale destacar que os memes representam bem mais que um formato de brincadeira on-line, incorporam um tipo de linguagem que materializa a comunicação em mídias sociais e que têm se proliferado para diferentes suportes da comunicação social. Limor Shifman (2014, p. 24) nos alerta que “os memes não nasceram com o advento da internet; eles sempre fizeram parte da sociedade”, por conseguinte, ainda que circulam predominantemente na internet, também podem figurar em outras mídias. Vale lembrar que a expressão também pode ser utilizada em outras areas do conhecimento como uma analogia ao termo gene, como propôs Dawkins em seu best seller “O Gene egoísta” (1979).Para além das definições operacionais, os memes da internet têm se notabilizado por características específicas com que materializam modelos outros de comunicação e de linguagem. A multiplicidade nos formatos das coleções de memes, por exemplo, inaugura uma relação de sentidos entre as palavras, as imagens e os sons, com uma a mesma intencionalidade, que podem expressar sentimentos e significados diferentes nos sujeitos.É por isso que é muito comum que em uma ação de interpretação de memes, sempre busquemos associar seus valores estéticos ao nosso modo de ler o mundo. Embora eles permitam diferentes formas de leitura e tradução, nem sempre as traduções de seus significados possibilitam experiências de apresnizagem postivas, já que podem produzir e reproduzir discursos de ódio, desinformação, discrininação, entre outras formas de violência e intolerância. Isso se explica porque ao produzir, compartilhar ou replicar memes, atribuimos nossos sentidos, intencionalidades a uma aprovação pública, que pode ou não ser ressignificado e seguir adiante com diferentes outras intenções e visões de mundo. Assim, a comunicação mediada por memes se encaixa em nosso consumo cotidiano de informação por meio do humor e da brincadeira on-line, carregando também diferentes discursos e narrativas que podem formar ou mobilizar a opinião pública para outros interesses.Knobel e Lankshear (2007) afirmam que os memes representam um conjunto de experiências que os usuários de mídias sociais “vivenciam” e que para que se compreenda seu significado é preciso que sejam lidos socialmente e culturalmente. Por sua vez, Oliveira, Porto e Santos (2022) reforçam que os memes são experiências compartilhadas de sentidos que possibilitam diferentes formas de ensinar e aprender na internet. Assim, para explicar “porque as pessoas compatilham memes”, temos também que compreende-los enquanto um fenomeno da cultura digital, que está implicada às experiências de autoria on-line e de reconfiguração de conteúdos que cada sujeito on-line pode executar em um ambiente digitalOutro fator que pode precisa ser levado em consideração, é a intenção do sujeito em rede querer divertir outras pessoas para serem associadas à uma sensação de “esperteza”, sabedoria ou popularidade. Isso está diretamente ligado à sensação de inclusão: não se trata de uma mera difusão de conteúdo, mas de uma reapropriação e personalização de temas que descrever situações e aspirações particulares ou coletivas dos usuários. Shifman (2014) explica que esta característica pode se associar a concisão dos conteúdos que estimula respostas meméticas porque o conteúdo é de fácil imitação: histórias claras e simples espalham-se mais do que as complexas e levam a uma compreensão mais rápida e intuitiva. O humor estimula a imitação e a edição, isso se associa à brincadeira, ao sarcasmo e à sensação de superioridade.Desta maneira, este tipo de linguagem têm integrado as nossas experiências de representação e modos de dizer na comunicação on-line. A partir de diferentes campos de experiência, ou setores de produção de conteúdo, como a publicidade, o jornalismo e o conteúdo televisivo, a produção musical passamos a consumir e a compartilhar informação em formato de memes.Já que os memes representam uma opção de propagação de conteúdos reduzidos, pelo exercício de síntese ou substituição de frases e mensagens, se notabilizam como um modelo dinâmico e eficente de produzir comunicação. Por isso, seus gêneros e formatos conseguem se encaixar ao longo do cotidiano e o consumo superficial de informações têm caracterizado o modelo comunicacional on-line em nosso tempo, mas repleta de comicidade e formas de humor.Bergson (2007) nos chama atenção para a função pedagógica do humor. Para ele, o riso é um fenômeno social que serve para punir comportamentos desviantes e pressionar seus responsáveis a retomar os padrões socialmente aceitos. Isso ajuda a explicar como a profusão de memes sobre diferentes temas, podem atuar a partir da ação de popularização de informações, mesmo que pela ironia e pela brincadeira ligada às narrativas persuasivas e críticas em múltiplas situações do nosso cotidiano.Entendemos que a produção de sentidos com os memes produzem deslocamentos de narrativas e discursos para um modelo superfical e efemero de comunicação que nem sempre produz efeitos positivos. Deste modo, compreendendo que a linguagem dos memes exige um exercício de recodificação de linguagens em seu processo de leitura, não podemos deixar de considerar que estas estão inseridas em execicios de compreensão de suas ideologias e intencionalidades que impactam nossos modos de compreender e analisar o contexto social, cultural e político. Assim é importante evidenciar que embora possam mobilizar brincadeiras on-line, os memes também podem auxiliar na propagação de desinformação, preconceitos e discriminação, discursos de ódio e intolerância, etc.. Desse modo, as práticas de letramento inerentes à interpretação deles devem levar o sujeito a uma postura de discernimento, de questionamento, de consciência crítica frente ao conteúdo e ao cotidiano. Sendo assim, embora os memes sejam engraçados em muitas situações, precisamos levá-los a sério

    A LEITURA DO LIVRO DE IMAGEM NA EDUCAÇÃO INFANTIL: EM DEFESA DA INTERAÇÃO

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    Objetiva analisar a interação de crianças com quatro e cinco anos com o livro de imagem Quando os Tam-tans fazem tum-tum, de Ivan Zigg. O livro foi tomado como ponto de partida para observar como as crianças interagem com produto cultural constituído pela linguagem visual. No primeiro momento, realizou-se estudo do livro e de suas imagens, focalizando a estrutura narrativa, tendo como pressuposto Saraiva (2001). Em seguida, procurou-se observar as falas das crianças com seus pares durante a leitura. Por último, a análise dos dados foi realizada a partir Vygotsky (1998, 2000, 2007) no que diz respeito à interação e Bakhtin (1981) quanto à dimensão dialógica da linguagem; Zilberman (2003) e Ramos (2010) comparecem para discutir o texto como pertencente à literatura infantil; Oliveira (2008) e Panozzo (2001) fundamentam a visualidade. Constata-se que em atividade de leitura coletiva em ambiente escolarizado, as crianças interagem, principalmente com seus pares, na concretização do livro literário

    A MEDICINA DA FEIRA: CONHECIMENTOS E FORMAS DE USO DE PLANTAS MEDICINAIS POR CONSUMIDORES DE UMA FEIRA AMAZÔNICA (PA)

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    Historicamente, os conhecimentos populares acerca da utilização de plantas medicinais são constantemente avaliados como sem validade, pois, segundo os princípios clássicos da Ciência, não passaram por processos rígidos de testagem para comprovação de seus efeitos. A utilização dessas plantas, entretanto, é fruto da ciência popular, conformada a partir de saberes e fazeres milenares, logo, passaram por inúmeros testes no cotidiano dos diferentes grupos sociais. Diante disso, esta pesquisa objetivou identificar e descrever o conhecimento sobre as principais plantas medicinais, as formas de uso e as principais doenças combatidas entre os consumidores da Feira da Pedreira, (PA). Metodologicamente, partindo de abordagens de pesquisa qualitativa e quantitativa, foram realizadas pesquisas bibliográficas, documentais e de campo. Nas pesquisas de campo, foram adotados diferentes instrumentos de coleta de dados, a saber: observação participante, conversas informais com os erveiros e aplicação de questionários junto a consumidores. Como resultados, identificou-se que algumas plantas são usadas de diversas formas e para diversas doenças, sendo o chá da folha a forma mais utilizada. No que tange às doenças, as que mais acometem os usuários são as inflamações internas, problemas gástricos e problemas pulmonares. O uso contínuo das plantas medicinais influencia diretamente na dinâmica comercial da Feira da Pedreira, pois, na busca de saúde, o usuário perpetua a prática da medicina popular por meio do uso das plantas medicinais

    APLICAÇÃO DA GAMIFICAÇÃO DIGITAL NO ENSINO JURÍDICO BRASILEIRO: PROPOSTAS E CASES DE SUCESSO

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    O presente trabalho versa a respeito da aplicação da gamificação ao ensino jurídico brasileiro. O objetivo é investigar a existência de propostas e casos recentes e bem-sucedidos da utilização da gamificação digital, isto é, com a utilização de Tecnologia da Informação e Comunicação (TICs), no ensino jurídico brasileiro. O método de abordagem utilizado foi o indutivo e a técnica de pesquisa consistiu na revisão bibliográfica. Confirmando a hipótese inicial, constatou-se a existência de propostas e casos bem-sucedidos de uso da gamificação no ensino do Direito. Concluiu-se, diante da pesquisa realizada, que a utilização da gamificação é uma alternativa interessante e viável de metodologia ativa para os docentes aumentarem a participação de alunos durante as aulas, sobretudo em um cenário de Quarta Revolução Industrial e de incorporação das TICs ao processo de ensino-aprendizagem

    EXPEDIENTE

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    Cristiane PortoEditora CientíficaJesana Batista PereiraGrasielle Borges Vieira de CarvalhoEditoras Executiva da Revista Interfaces Científi cas – Humanas e SociaisIgor Bento LinoEditor GerenteAna Regina MessiasRevisão de Língua PortuguesaIara CarneiroRevisão de Língua EspanholaMorgana ReboucasRevisão de Língua InglesaAlexandre VieiraDiagramação ISSN IMPRESSO - 2316-3348ISSN DIGITAL - 2316-3801DOI - 10.17564/2316-3801CONSELHO CONSULTIVOAndré Rocha SampaioCentro Universitário Tiradentes- UNIT/ALDaniela Andrade SouzaFaculdade 8 de Julho/SEGrasielle Borges Vieira de CarvalhoUniversidade Tiradentes/SEJesana Batista PereiraCentro Universitário Tiradentes- UNIT/ALLuana ZanottoUniversidade Federal de São Carlos – UFSCARMaria Beatriz Ribeiro Prandi GonçalvesUniversidade de Ribeirão PretoFernanda Cristina CarvalhoUniversidade Presbiteriana Mackenzie Centro Universitário Adventista de São PauloStanley Plácido da Rocha SilvaInstituto Legislativo PaulistaJosé Paulo BrazãoUniversidade da Madeir

    PERCEPÇÃO DOS (AS) PROFISSIONAIS DA REDE PROTETIVA ÀS CRIANÇAS E ADOLESCENTES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA SEXUAL

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    Resumo Este estudo teve como objetivo compreender a percepção de profissionais sobre a operacionalização da rede de serviços e atendimentos às crianças e adolescentes vítimas de violência sexual. Trata-se de um estudo qualitativo desenvolvido com 13 profissionais que atuam nos CREAS 1, 2 e 3, do município do interior no Estado de São Paulo, a coleta de dados foi realizada por meio de entrevista semiestruturada, com a construção dos Mapas Mínimos de Rede Social Institucional, no período de julho a dezembro de 2021. A análise se deu por meio da organização das informações, formação de quadros referenciais e categorização. Emergiu-se a categoria: “Os nós provocados pela falta de comunicação”; esta traz a compreensão da funcionalidade dos serviços prestados às crianças e adolescentes vítimas de violência sexual e suas famílias, dentro da lógica de um pensamento simplificado e comunicação fragilizada com a rede institucional. A pesquisa demonstra que é imprescindível tecer reflexão crítica sobre a rede protetiva às crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, pois constatamos uma rede mediana, frágil e com lacunas, com falta de acessibilidade aos serviços, denotaram desorganização e falta de comunicação. É urgente e necessário incorporar saberes, conexão e comunicação junto à rede, para que ocorram de fato à proteção integral às vítimas. Palavras-chave: Criança. Adolescente. Delitos sexuais. Fatores de Proteção.   Abstract This study had with the objective to understand the perception of professionals about the operation of the network of services and care for children and adolescents who are victims of sexual violence. This is a qualitative study carried out with 13 professionals who participate in CREAS 1, 2 and 3, from the interior of the city in the State of São Paulo, data collection was carried out through semi-structured interviews, with the construction of the Minimum Institutional Social Network Maps, from July to December 2021. The analysis was carried out through the organization of information, formation of reference frames and categorization. The category emerged: “The knots caused by lack of communication”; this brings an understanding of the functionality of the services provided to children and adolescents victims of sexual violence and their families, within the logic of simplified thinking and fragile communication with the institutional network. The research demonstrates that it is possible to critically reflect on the protective network for children and adolescents who are victims of sexual violence, as we found an average network, fragile and with gaps, with lack of accessibility to services, denoting disorganization and lack of communication. It is urgent and necessary to incorporate knowledge, connection and communication into the network, so that it actually brings full protection to victims. Keywords: Child. Adolescent. Sex Offenses. Protective Factors.   Resumen Este estudio tuvo con el objetivo Comprender la percepción de los profesionales sobre el funcionamiento de la red de servicios y atención a niños y adolescentes víctimas de violencia sexual. Este es un estudio cualitativo realizado con 13 profesionales que participan en CREAS 1, 2 y 3, del interior de la ciudad en el Estado de São Paulo, la recolección de datos se realizó a través de entrevistas semiestructuradas, con la construcción de los Mapas Mínimos de Redes Sociales Institucionales, de julio a diciembre de 2021. El análisis se realizó a través de la organización de la información, formación de marcos referenciales y categorización. Emergió la categoría: “Los nudos por falta de comunicación”; esto trae una comprensión de la funcionalidad de los servicios prestados a los niños y adolescentes víctimas de violencia sexual y sus familias, dentro de la lógica del pensamiento simplificado y frágil comunicación con la red institucional. La investigación demuestra que es posible reflexionar críticamente sobre la red de protección a niños, niñas y adolescentes víctimas de violencia sexual, pues encontramos una red media, frágil y con brechas, con falta de accesibilidad a los servicios, denotando desorganización y falta de de comunicación. Es urgente y necesario incorporar conocimiento, conexión y comunicación a la red, para que realmente brinde protección integral a las víctimas. Palabras-clave: Niño. Adolescente. Delitos Sexuales. Factores Protectores

    DESCOLONIZANDO O ENSINO E PESQUISA EM ARQUITETURA E URBANISMO: EXPERIÊNCIAS DE UMA DOCENTE NA PARAÍBA

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    Atualmente, na área de Arquitetura e Urbanismo, há diversos desafios que permeiam o processo de ensino aprendizagem e a formação profissional. Um deles é aproximar docentes e discentes de uma reflexão epistemológica crítica sobre a produção do espaço tal como proposta pela perspectiva decolonial. Este trabalho objetiva apresentar seis experiências de ensino e pesquisa inspiradas nesta perspectiva no âmbito do Centro Universitário de João Pessoa na Paraíba. Elas visaram dar passagens às vozes e saberes dissonantes e críticos que circulam no meio acadêmico acerca da formação do arquiteto, dos processos de homogeneização e exclusão social, das noções de identidade e patrimônio, dentre outros. Representam tentativas de construir um novo olhar sobre a realidade local e estimular o encontro dos dissensos entre diferentes sujeitos sociais no espaço da cidade

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