Instituto de Estudos da Linguagem (IEL) Unicamp (Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP),: Sistema Eletrônico de Editoração): Revistas
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Metaphor in Latin Descriptions of Reading and Meaning
In this article, metaphors for reading and meaning in Latin are considered from the perspective of conceptual metaphor theory. The focus is on (1) ascriptions of agency and personhood to inanimate entities such as words, texts, and books, and how the notions of (2) the container and (3) the path help to structure Latin descriptions of the relationship between words and ideas. The article closes with a case study of the noun intentio. By demonstrating the existence of these metaphors in Latin (building on previous scholarship), the article augments the historical and transcultural evidence for conceptual metaphor theory, further substantiates the theory’s explanatory value, and illustrates the dangers of taking English metaphors of meaning and intention inherited from Latin at face value
O epigrama fúnebre e a embriaguez
O artigo visa a analisar uma das formas que alguns epigramatistas usam para incorporar a embriaguez na composição de alguns epigramas fúnebres do livro VII da Antologia Palatina (398 de Antípatro de Tessalônica; 533 de Dioníso de Andros e 660 de Teócrito): mortes em decorrência de quedas pós-bebedeira
Estereótipos, Dominação e Resistência: uma leitura de Precisamos de Novos Nomes e Meio Sol Amarelo
Os romances Precisamos de novos nomes, de NoViolet Bulawayo, e Meio sol amarelo, de Chimamanda Adichie, têm em comum uma abordagem crítica das representações negativas e recorrentes de África no Ocidente. O objetivo deste artigo é investigar os principais usos, mecanismos e estratégias por meio das quais essas representações se sustentam, bem como alguns estereótipos e pré-conceitos que lhes dão suporte em uma cadeia de processos de diferenciação que, além de terem justificado a colonização truculenta do passado, seguem amparando sistemas de opressão em vigência na sociedade. Para tanto, o trabalho tem no horizonte a leitura dos romances e a bibliografia especializada, uma leitura do racismo como uma das estruturas do colonialismo que construiu justificativas para a opressão e a postura das autoras com relação a um passado que ainda vive, motivo pelo qual recusam o esquecimento