Portal de Periódicos da UCS (Univ. de Caxias do Sul)
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    Sumário / Index

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    Travessias de uma pesquisa: mapeando algumas ferramentas metodológicas da análise do discurso em Michel Foucault // DOI: 10.18226/21784612.v22.n2.05

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    O presente trabalho trata-se de uma discussão sobre algumas ferramentas da análise do discurso de Michel Foucault. Tal estudo se deu a partir de uma tese de doutorado que analisou o modo pelo qual a revista Veja coloca em funcionamento e potencializa um dispositivo da Educação Ambiental no século XXI. As análises situam-se a partir das reportagens de capa da revista Veja de 2001 até a atualidade. Evidencia-se uma determinada constituição discursiva de Educação Ambiental na revista, porém esta funciona em relação a outras práticas contemporâneas. Compreende-se que o dispositivo em estudo não se fabrica apenas nos ditos da revista, mas ela é uma das formas de potencializá-lo, tornando-o visível e enunciável na atualidade. Porém, outros elementos a auxiliam e atualizam tal dispositivo, há uma rede discursiva em torno da EA muito potente e heterogênea Assim, trabalha-se com ferramentas analíticas que fortalecem o trabalho: enunciação, enunciado, discurso, dispositivo, relações de poder e modos de subjetivação. Esta empreitada de estudos alinha-se aos autores da perspectiva Pós-estruturalista e dos Estudos Culturais. O estudo tornou possível entender que há uma constituição de determinado domínio de saber, colocado em funcionamento a partir de relações de poder, que subjetivam os sujeitos a certas práticas ambientalmente “necessárias”. Nesse sentido, os ditos em torno da questão ambiental se pautam em emblemas muito caros aos pesquisadores da EA, isso porque, parece, muitas vezes, que lhes é repassada a tarefa de encontrar o caminho certo para fazer uma adequada Educação Ambiental. Na contramão de tais emblemas, o movimento do trabalho em questão é o de colocar-se a pensar de que modo a EA foi se conjecturando e funcionando como um dispositivo potente neste século.Palavras-chave: Educação Ambiental. Ferramentas Analíticas. Michel Foucault

    A Revolução Francesa segundo Kant

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    Existe uma aparente contradição entre a negação kantiana do direito de resistência expressa na filosofia do direito e a sua apologia à Revolução Francesa abordada na história filosófica. No entanto, esta contradição se dissolve tão logo se compreende que Kant considerou que a Revolução Francesa não constitui precisamente uma revolução, uma vez que isto implicaria que o povo retornasse ao estado de natureza com relação ao soberano deposto, mas uma reforma constitucional empreendida involuntariamente pelo próprio rei Luis XVI que transferiu a soberania aos representantes do povo ao convocar os Estados Gerais, os quais não tinham a obrigação de restituí-la ao soberano anterior, em lugar disso, preferiram se declarar em Assembleia Nacional e elaborar a constituição republicana, a única conforme a vontade unificada do povo

    Turismo e Identidad en Iberoamérica: Estado del Arte desde los Estudios Turísticos / Tourism and Identity in Ibero-America: State of Art from Tourism Studies

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    Este artículo tiene como objetivo exponer a través de un estado del arte las aportaciones y limitaciones de trabajos especializados en materia de turismo e identidad. Engloba un estudio bibliométrico sobre la producción científica en revistas Iberoamericanas entre 2000 y 2016. La base metodológica del estudio se desarrolla a partir de un análisis documental de literatura especializada. Entre los principales hallazgos destaca que Brasil y España encabezan la lista de países con mayor número de artículos publicados en revistas iberoamericanas indizadas en DOAJ, SciELO y Redalyc. Se concluye que las aportaciones académicas y científicas alrededor del binomio ‘turismo-identidad’ son limitadas, lo cual abre la posibilidad de retomar estudios turísticos y culturales para consolidar una línea de investigación con variables correlacionales y no independientes.PALABRAS CLAVETurismo. Identidad. Iberoamérica.ABSTRACTThe articles objective is to expose trough an art perspective, the contributions and limitations on tourism and identity specialized written works. Cover a gap in bibliometric study about scientific production in iberoamerican magazines between 2000 and 2016. Methodology fundament of this investigation is developed from documentary analysis from a specialized literature. Just to mention some of the principal findings, Brazil and Spain are on the top of the list of countries which have more number of published articles in iberoamerican professional magazines, e.g. DOAJ, ScIELO and Redalyc. We can conclude that academic and scientific contributions around ‘tourism-identity’ binomial are limited and created the possibility to retake touristic and cultural studies to consolidate an investigation line with relation and dependent variables.KEYWORDSTourism. Identity. Iberoamerica.AUTORES Luis Angel Soto de Anda  - Maestrante en Estudios Turísticos, Universidad Autónoma del Estado de México. Toluca, Estado de México, México.  Curriculo: http://uaemex.academia.edu/LuisAngelSotodeAnda. E-mal: [email protected] Graciela Cruz Jiménez – Doctora.  Profesora investigadora de la Facultad de Turismo y Gastronomía, Universidad Autónoma del Estado de México. Toluca, Estado de México, México.  Integrante del Consejo editorial Revista El Periplo sustentable. Currículo: http://web.uaemex.mx/cietur/nucleo_academico_maestria/graciela_cruz_jimenez_uaemex.html  e https://www.researchgate.net/profile/Graciela_Jimenez2. E-mal: [email protected] REFERENCIAS Ascanio, A. (2004). Turismo y desarrollo de la comunidad: un primer paso para rescatar la identidad cultural. Pasos. Revista de Turismo y Patrimonio Cultural, 2(2), 155-161.Banducci Júnior, Á. (2011). Turismo e fronteira: integração cultural e tensões identitárias na divisa do Brasil com o Paraguai. Pasos. 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    Water Landscapes and History / Paisagem, Água e História

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    ABSTRACTHeritage is composed by cultural assets, tangible and intangible, natural and environmental, that are the builders of Human History which must be preserved and protected for future generations. Protecting heritage is preserving the cultural memory of a community, the identity of a place, of a landscape. Protecting the asset for the visitor means to know it, communicate and interpret this heritage with the accuracy it deserves. In this work we intend to bring water’s importance to a wider audience, as part of the landscape, intending to join its history to raise awareness for the value of an essential good to men and to the territories.KEYWORDSTourism. Heritage. Landscapes. Water. History. RESUMOO património cultural é composto por bens tangíveis e intangíveis, naturais e ambientais, que são os construtores da História Humana, condição em que devem ser preservados e protegidos para as futuras gerações. Proteger o patrimônio é preservar a memória cultural de uma comunidade, a identidade de um lugar, de uma paisagem. Proteger o bem para o visitante significa conhecer, comunicar e interpretar essa herança com a precisão que merece. Neste trabalho, pretendemos discutir a importância da água para um público mais amplo, como parte da paisagem, com a intenção de associar sua história à conscientização quanto ao seu valor como bem essencial para os indivíduos e para os territórios.PALAVRAS-CHAVETurismo. Patrimônio. Paisagem. Água. História. AUTORESIsabel Vaz de Freitas – Doutora. Professora no Departamento de Turismo, Patrimônio e Cultura, Portucalense University, Porto, Portugal. Currículo: https://br.linkedin.com/in/isabel-vaz-de-freitas-46b31138. E-mail:  [email protected] Carlos Martin Cea – Doutor. Professor na Valladolid University, Valladolid, Spain. Currículo: https://dialnet.unirioja.es/servlet/autor?codigo=191134. E-mail: [email protected] M Isabel del Val Valdivieso – Doutora. Professora na Valladolid University, Valladolid, Spain. Currículo: http://www3.uva.es/giragua/curricula/maribel.html. E-mail: [email protected]  REFERENCESAndrews, F. (2011). Ritual and Space in the Middle Ages. Harlaxton Medieval Studies, XXI.Ashworth, G.J. & Larkham, P.J. (Eds) (2013). Building a new heritage tourism: Culture and Identity in the New Europe. New York: Routledge Library Editions.Castello, L. (2010). Rethinking the meaning of place: Conceiving place in architecture-urbanism. Farnham, England: Ashgate Publishing Co.Déjeant-Pons, M. (2001). The European Landscape Convention. Landscape heritage, spatial planning and sustainable develoment patrimoine paysager aménagement du territoire et devéloppement durable. Actes Aménagement du territoire européen, 66(24), 8-10.Del Val Valdivieso, M. I. (2003). Agua y poder en la Castilla bajomedieval. Valladolid: Junta de Castilla y León.Del Val Valdivieso, M. I.¸ Martins, M. &  Freitas, I.V.  (2012). 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    Festa e Espaço Urbano: A Festa da Uva em sua Relação com a Cidade de Caxias do Sul-RS (Brasil) / Fest and Urban Space: Festa da Uva in its Relationship with the City of Caxias do Sul-RS (Brazil)

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    RESUMOEspera-se nesta pesquisa compreender a relação entre o espaço efêmero que se desenvolve através de uma festa e a cidade em que a mesma acontece. Em Caxias do Sul, no Estado do Rio Grande do Sul, desde a década de 1930 realiza-se a Festa da Uva, evento que tem como referência a cultura migratória e a produção de uva e vinhos. Sua origem remete a despretensiosas feiras de imigrantes italianos, para trocar mercadorias e gêneros alimentícios, que propiciavam encontros festivos. Ao longo do tempo, sua realização, ao enaltecer o cultivo e a colheita da uva, possibilita que a Festa se torne em símbolo de identidade cultural, permeando as relações dos moradores no contexto temporal, espacial, na vida social e nas relações com a natureza. A Festa em estudo, inicialmente sediada no centro da cidade, foi se apropriando de outros locais até ter sua instalação definitiva em um espaço criado para acolher eventos de dimensões nacionais, o que resulta em impactos e transformações urbanas. Nesta pesquisa, levantamento bibliográfico sobre a história da cidade e da Festa soma-se a acervos gráficos para atender ao objetivo de apresentar uma análise, que caracterize a dimensão urbana-arquitetônicos que resulta no legado da Festa da Uva para Caxias do Sul e região. Observa-se que, embora na atualidade o município não tenha a cultura vitivinícola tão eminente como as cidades vizinhas, ela agrega valor, tendo em vista que a Festa Nacional da Uva reforça um referencial de identidade da localidade e região.PALAVRAS CHAVEFesta. Urbanismo. Espaço Urbano. Festa da Uva. Caxias do Sul, RS, Brasil. ABSTRACTThrough this work, we expect to understand the relationship between the fest transitional space and the city. Festa da Uva is an event that came from the Italian Immigration at first to be an unpretentious fair to exchange goods and farm products. Then, in the apex, the fair’s main objective was to praise the cultivation and the harvest of the grape. Today, the grape became a symbol of land identity that ingrained in the citizen’s relations in time space, social life and nature interaction. In Caxias do Sul – Rio Grande do Sul/Brasil, since 1930, the fest is celebrated with reference to culture and the grape and wine production. This initially based in the city center, had had some other bases till it went to its final site, with national dimensions (results in urban transformation impact). In this way, and analysis is realized aiming to describe it by its patrimonial dimension and its urban architectonic elements, that result from this event and are a legacy to the city. It is seen that, while in the actual time the city does not have a grape and winery culture, it still has economical value, noting that the Festa Nacional da Uva reinforces a city identity model as it is in the whole Serra Gaúcha.KEYWORDSFeast. Urbanism. Urban Space. Festa da Uva. Caxias do Sul, RS, Brazil. AUTORESPedro de Alcântara Bittencourt César – Doutor. Professor e Pesquisador do Programa de Pós-Graduação em Turismo e Hospitalidade e da Unidade de Artes e Arquitetura da Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS, Brasil. Currículo: http://lattes.cnpq.br/0900226519393513 E-mail: [email protected] Costa Marcolim – Pesquisadora IC. Acadêmica de Arquitetura e Urbanismo na Universidade de Caxias do Sul, Caxias do Sul, RS, Brasil. Currículo: http://lattes.cnpq.br/1743981718933567 E-mail: [email protected] REFERÊNCIASAbreu, M. (2014). O estudo geográfico da cidade no Brasil: evolução e avaliação. Contribuição à história do pensamento geográfico brasileiro. p. 55-230. In. Fridman, F. & Haesbaert, R. (orgs.). Escrito sobre espaço e história. Rio de Janeiro: Garamond.Alencastro, L. F. & Renaux, M. l. (1997). Caras e modos dos migrantes e imigrantes. p. 291-336. In: Alencastro, L. F. (Org.). História da vida privada no Brasil: Império. São Paulo: Companhia das Letras.Arquivo Histórico da Festa da Uva. (1991). História da Festa da Uva. Caxias do Sul, RS.Barbosa, F. S. (2015) Turismo de eventos na Serra Gaúcha: o caso da Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul/RS. Rosa dos Ventos Turismo e Hospitalidade, 7(2), 257-268.Benevolo, L. (1983).  História da cidade. São Paulo: Perspectiva.Bolle, W. (2000) Fisiognomia da metrópole moderna. Representação da história em Walter Benjamin. São Paulo: Edusp.Boucher, G. (2015). Marxismo. Petrópolis, RJ: Vozes.Brambatti, L. E. (2015) Esrada Rio Branco: O caminho da emancipação. Caxias do Sul, RS: Quatrilho.Caxias Do Sul (2008). Revista memória de Caxias do Sul pelo víeis do Patrimônio Tombado. Caxias do Sul, RS.Dumazedier, J. (1999).  Sociologia empírica do lazer. São Paulo: Perspectiva.Erbes, L. C. (2000). A alma de um povo: 7 décadas da Festa da Uva. Caxias do Sul, RS: Maneco.Festa Nacional da Uva (2016). Festa Nacional da Uva. Festa Nacional da Uva 2016 movimenta mais de R$ 200 milhões na região da SerraFesta Nacional da Uva (2016b). Festa Nacional da Uva.Herédia, V. B. M. (1997). Processo de industrialização da zona colonial italiana. Caxias do Sul, RS: Edusc.Latour, B. (1994). Jamais fomos modernos: ensaio de antropologia simetria. São Paulo: Editora 34.Lynch, K. (1999).  A imagem da cidade. São Paulo: Martins Fontes.Machado, M. A. (2001). Construindo uma cidade: história de Caxias do Sul - 1875/1950. Caxias do Sul, RS: Maneco.Nascimento, R. R. F. (2009). A formação urbana de Caxias do Sul. Caxias do Sul, RS: Educs.Paiva, E. P. (1953). Caxias do Sul: plano diretor. Porto Alegre: [s.n.], 1953Portal G1 (2016). Festa da Uva de 2016 tem lucro recorde e maior público em 85 anos. Ribeiro, C. M. P. J. (2002).  Festa e identidade: como se faz a Festa da Uva. Caxias do Sul, RS: Educs.Ribeiro, D. (1995). O povo brasileiro: evolução e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras.Santos, M. (1994).  Técnica espaço tempo - globalização e meio técnico científico informacional.  São Paulo: Hucitec.Santos, M. (2004). A natureza do espaço. Técnica, tempo. Razão, emoção. São Paulo: Edusp.Webb, M. (1990). The city square. Nova Iorque: Whitney Library of Design.Zanini, M. C. C. & Santos, M. O. (2013). As Festas da Uva de Caxias do Sul, RS (Brasil): Historicidade, mensagens, memórias e significados. Revue Artelogie, 4(3), 1-13. Recebido: 18 OUT 2016Avaliado: OUT - NOVAprovado: 27 FEV 201

    A RECEPÇÃO DO INDIGENISMO NAS DECISÕES JUDICIAIS SOBRE LITÍGIOS AMBIENTAIS A PARTIR DAS IDÉIAS DE JOSÉ CARLOS MARIÁTEGUI

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    O objetivo do artigo é analisar retoricamente a repercussão do pensamento de José Carlos Mariátegui com relação às questões indigenistas no Brasil. A metodologia empregada teve como marco teórico o pensamento materialista dialético e histórico, a partir das idéias indigenistas de Mariátegui que encaram as diferentes problemáticas ambientais na perspectiva do protagonismo dos indígenas na sociedade. Foi realizada uma abordagem dialética das decisões judiciais com os pressupostos teóricos do pensamento de Mariátegui

    Das ruas para os museus: a paisagem sonora como memória, registro e invenção

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    O conceito de paisagem sonora (soundscape) tem sofrido inúmeras transformações desde os primeiros escritos de Murray Schaffer na década de 1970. Este breve texto propõe analisar as implicações deste conceito, tripartindo-o numa reflexão sobre a percepção dos sons urbanos, à relação entre som e memória (arquivos e patrimônio intangível) e, por fim, a estetização da experiência do ouvir, exemplificada na crescente importância do som dentro dos museus, seja pela museificação da paisagem sonora, seja pela atuação dos assim chamados artistas sonoros (sound artists).

    Outros espaços da cidade, outros protagonistas: descentralizando a educação patrimonial

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    Este artigo analisa uma experiência de educação patrimonial em articulação com o ensino de História desenvolvida no âmbito do Mestrado Profissional do PPG-História da Universidade de Caxias do Sul. O estudo propõe fomentar a discussão do tema da educação patrimonial no ambiente escolar a partir de iniciativas de aproximação entre Academia e comunidades. Deste modo, destacamos o que balizou a concepção do projeto intitulado “Descobrindo o valor das coisas ao meu redor”, desenvolvido em uma escola municipal situada na periferia da cidade de Caxias do Sul, no sentido de evidenciar o protagonismo dos estudantes na identificação e valorização de suas referências culturais. Como prática já consolidada nos Mestrados Profissionais, abordaremos aspectos do “produto” derivado da pesquisa que consiste em um Caderno de Memórias que expõe o percurso do projeto.

    De Estampa da Memória: A História do CTG Porteira da Serra

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    Resumo: O presente estudo trata de uma pesquisa histórica sobre o CTG Porteira da Serra, atuante na cidade de São Marcos - RS. O trabalho se caracteriza em uma investigação qualitativa, descritiva, documental e bibliográfica, que pretende, na medida do possível, elucidar e registrar os fatos que deram origem a sua criação e dar luz a acontecimentos que marcaram seu percurso entre o período de 1967 e 2015.  Para realizar este estudo, como suporte conceitual, nos valemos da contribuição de historiadores como Jaques Le Goff, Edgar Morin, Eliana Lopes e Ana Maria Galvão, José Carlos Meihy, Durval Albuquerque Jr. e Regina Guimarães Neto, entre outros. Materiais e método: Foi desenvolvido um estudo bibliográfico e histórico-documental através da coleta de dados gerados a partir de documentos pertencentes ao acervo da referida entidade e acervos particulares. E, no intuito de obter-se mais informações sobre os fatos que compõem o surgimento e percurso do referido patrimônio cultural, foi aplicada uma entrevista semiestruturada direcionada a pessoas que viveram ou conhecem sua história. Palavras-chave: CTG Porteira da Serra. História. Memória

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