Publicações BAD (Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - E-Journals)
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    O livro antigo na era digital

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    O livro antigo continua a ter leitores, sobretudo, entre os investigadores na área das Humanidades. A sua existência já não se confina às estantes das bibliotecas, dado que se encontra disponível nas bibliotecas digitais de todo o mundo, embora nem sempre o esteja de forma adequada. As Humanidades Digitais reforçaram a necessidade de colocar conteúdos em linha, dando enfase à sua utilização e reutilização e permitindo que as obras possam ser lidas, tanto pelo homem, como pelas máquinas. A colocação do livro antigo em linha implica, em primeiro lugar, que se conheça as suas características materiais e, em seguida, que se determine quais os requisitos dos investigadores. Apresenta-se, aqui, uma análise do espólio de livro antigo existente na Biblioteca Nacional Digital, das suas características e particularidades, bem como os resultantes mais relevantes obtidos através de entrevistas de grupo focal, feitas a investigadores da Universidade de Évora e da Universidade Europeia, com o objetivo de averiguar as circunstâncias, expetativas e dificuldades sentidas na utilização de bibliotecas digitais

    Biblioteca-te! Disseminação e partilha de informação nas bibliotecas da Universidade de Aveiro

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    Às atividades de comunicação das bibliotecas subjaz uma estratégia global que contempla as fontes de informação, os conteúdos de apoio, as plataformas e sistemas de informação, os serviços e os eventos,   com base no princípio fundamental da orientação para o utilizador como uma cultura de serviço. As Bibliotecas da Universidade de Aveiro adotam, nesta vertente, uma estratégia de comunicação, de forma a contribuir para a promoção global e consolidação do uso dos recursos, serviços e conteúdos pela comunidade académica mediante um conjunto estruturado de atividades, etapas e meios de   transmissão e partilha de informação

    Leituras em cadeia : intervenção em contexto de biblioteca prisional. Projeto Gulbenkian, 2014-2016

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    A partir de uma ideia original de Miguel Horta, desenvolvida em colaboração com Maria José Vitorino, o projeto Leituras Em Cadeia resulta de um protocolo de parceria entre o Ministério da Justiça, a Fundação Calouste Gulbenkian, a Delta Cafés e a Laredo Associação Cultural e assume-se como protótipo. Entre 2014 e 2016, a intervenção visa dinamizar e incentivar o gosto pela leitura em biblioteca, no Estabelecimento Prisional de Tires. Tem incidência na requalificação de biblioteca existente ou na criação de novas bibliotecas, com uma forte componente formativa, especificamente para os agentes locais e os reclusos responsáveis por serviços de biblioteca prisional. Estão previstas atividades de mediação de leitura e escrita, e os conteúdos digitais serão publicados e atualizados regularmente num sítio web e nas redes sociais adequadas, incluindo documentos orientadores para desenvolvimento de bibliotecas em comunidades prisionais

    A promoção da infoliteracia como estratégia de autonomia numa biblioteca de ensino superior

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    A literacia da informação no contexto de Bibliotecas do Ensino Superior é entendida, no sentido que lhe foi dado pela Association of College and Research Libraries - ACRL, como um conjunto de competências necessárias para reconhecer a necessidade de informação, tendo a capacidade de localizar, avaliar, e utilizar de forma eficaz os recursos de informação. A biblioteca deve promover um ambiente de aprendizagem com meios impressos e digitais dotando os indivíduos de competências e desenvolvendo aptidões, promovendo a partilha de informação e tornando-os mais autónomos na construção do seu conhecimento. Qual a contribuição das bibliotecas do ensino superior e dos seus profissionais, neste processo? Estarão os bibliotecários a ser reconhecidos como elemento válido no processo de ensino e aprendizagem? Estas questões foram o ponto de partida para uma reflexão que levou à implementação de um plano de infoliteracia numa instituição de ensino superior

    O produtor, o agente e o arquivista... um triângulo amoroso...

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    No momento em que a Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), organismo de coordenação da política arquivística nacional, procura o modelo mais apropriado para implementar uma estratégia nacional de preservação para a informação digital diariamente produzida pela Administração Pública, a presente comunicação pretende contribuir para o apuramento de soluções viáveis com a apresentação de algumas propostas baseadas em estratégias e políticas implementadas noutros países, com as devidas adaptações ao contexto nacional.Nesse contexto, a comunicação apresenta uma estratégia, baseada principalmente no modelo dinamarquês, que possibilita à DGLAB e ao seu Arquivo Nacional, ou à respetiva entidade que tiver como missão a recolha do património arquivístico digital proveniente da Administração Central, desempenhar a sua missão com mais eficácia, especialmente no domínio da incorporação de registos e documentos eletrónicos, pensada logo desde o momento da produção. Trata-se de uma estratégia composta por três intervenientes principais: o Produtor, o Agente e o Arquivista, envolvendo as entidades da Administração, a Agência para a Modernização Administrativa (AMA), a DGLAB e os arquivistas, principalmente os ligados ao repositório central do Estado destinado à preservação do património arquivístico digital

    Que futuro para a governança da informação pública?

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    O painel procura debater o futuro da Governança da informação na Administração Pública (AP), partindo de uma conceção atual e tendo em conta a situação atual do país e as boas práticas internacionais, a este nível.Neste sentido, procura-se que as abordagens dos participantes possam ajudar a:a)      Compreender as limitações estruturais da governança da informação na AP, em Portugal;b)      Apresentar formas de as contornar, através de medidas a implementar para a boa governança da informação pública;c)      Demonstrar as suas potencialidades na melhoria dos serviços públicos, partilha, reutilização e valorização da informação pública e respetivos impactos na sociedade;d)     Potenciar o uso dos dados e da informação dos serviços públicos, sempre que possível, para melhorar os resultados e as experiências de uso dos cidadãos e das empresas;e)      Clarificar as prioridades estratégicas neste domínio (renovação legislativa, políticas e normas, procedimentos…), que possam ajudar a construir os caminhos do futuro

    Formação para a Comunidade – um projeto de continuidade

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    A Formação para a Comunidade é um projeto da Câmara Municipal de Palmela desenvolvido deste 2011 pela Biblioteca Municipal.Este projeto tem como objetivos promover a competitividade no mercado de trabalho, incentivando a aprendizagem ao longo da vida e a melhoria na qualidade dos serviços prestados pelos agentes económicos do concelho.Reflete não só uma preocupação com a aquisição de novos conhecimentos, mas também com a partilha de experiências, sendo um projeto com uma forte componente social. O convívio entre formandos e os laços que se criam e se estendem para lá da própria formação são uma das mais-valias sociais produzidas.A Biblioteca torna-se com este projeto mais completa, afirmando-se verdadeiramente como uma porta de acesso local ao conhecimento, uma força viva para a educação, cultura e informação

    Bibliotecas Universitárias: tendências, modelos e competências

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    Novas tendências e novas competências das bibliotecas universitárias, constituem o enfoque desta comunicação e são o resultado das mudanças introduzidas por Bolonha que transformou o ensino aprendizagem num processo mais colaborativo e aberto, a par da intensa utilização das tecnologias no quotidiano dos utilizadores e na sua formação académica. Este estudo, teve por base um trabalho de doutoramento em ciências da informação e adotou a metodologia da triangulação de dados (metodologia quantitativa, observação e revisão da literatura), permitindo redefinir um novo modelo para as bibliotecas universitárias que assumem hoje um papel inovador e interventivo no apoio às atividades de investigação, na literacia da informação, na proximidade com os utilizadores e de cumplicidade com a comunidade externa à universidade. O recurso às ontologias, à web semântica, à computação em nuvem e à curadoria digital na preservação e recuperação da informação e dos dados científicos, são tendências que estão a consolidar-se nas práticas das bibliotecas universitárias e exigem o reforço das competências dos bibliotecários em domínios diversificados e abrangentes sobretudo na área tecnológica e digital de modo a conseguirem comunicar o seu valor e afirmar-se na comunidade académica como serviços imprescindíveis a um ensino universitário de qualidade

    Rota dos Arquivos do Alentejo: divulgar e qualificar arquivos

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    Esta apresentação tem como objetivo explicitar as motivações e o percurso subjacentes à criação da Rota dos Arquivos do Alentejo.O Arquivo Distrital de Évora, com a colaboração de entidades públicas e privadas detentoras de arquivos históricos com relevância para a história local e regional, pretende estabelecer a Rota dos Arquivos do Alentejo com dois grandes objectivos: a) divulgar o património arquivístico regional; b) contribuir para a qualificação dos arquivos da região.A ideia foi lançada pelo Arquivo Distrital de Évora, tendo-se associado ao projecto várias entidades da região. Para poderem aderir à Rota dos Arquivos as entidades devem oferecer: a) sala de leitura; b) instrumentos de descrição documental; c) visitas guiadas.Cada entidade mantém total autonomia, continuando a definir a forma de acesso aos documentos e o funcionamento dos seus serviços.A Rota divulga as iniciativas dos arquivos e o património arquivístico na sua página Web e no facebook (no qual cada entidade poderá colocar informações) e articula iniciativas conjuntas dos vários arquivos aderentes

    Avaliação da qualidade em serviços web: o caso da AEP

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    Com o desenvolvimento da tecnologia empresas de diferentes dimensões buscam a oportunidade de aceder a mercados a baixo custo, propiciando a comunicação global. Com esta investigação procurou-se perceber se o uso de instrumentos de e-marketing conduz ao aumento da qualidade dos serviços de uma organização de natureza associativa empresarial sem fins lucrativos. Para analisar a qualidade na web são considerados três pilares: a qualidade do sistema, a qualidade do serviço e a qualidade da informação. A qualidade do sistema – definida durante a análise e desenvolvimento do instrumento web é vista como dependente das necessidades dos utilizadores e considera caraterísticas de desempenho orientadas ao design e com impacto na satisfação. A qualidade do serviço refere-se à disponibilidade de ferramentas de comunicação e interatividade com foco nas reclamações e resoluções A qualidade da informação incorpora elementos operacionais que captam o valor percebido gerado a partir dos requisitos apresentados pelos clientes, e elementos estratégicos que captam e transmitem a missão, visão e valores da organização. A informação é, pois, um fator determinante para a competitividade nos negócios e a melhoria de processos internos, sendo intrínseca a qualquer atividade. Para uma Organização obter vantagem face ao seu mercado não deve tratar a informação como um componente suplementar, mas geri-la de uma forma eficiente e eficaz e que valoriza a Gestão da Informação e a Qualidade.

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