Publicações BAD (Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas - E-Journals)
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    Aplicação de modelo de maturidade à gestão de informação de arquivo nas Autarquias em Portugal

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    O atual contexto organizacional e tecnológico é composto por rápidas mudanças que exigem uma gestão mais eficaz e eficiente dos seus processos de negócio. Ao mesmo tempo, a área de gestão documental sofre uma mudança de paradigma arrastada por essa mesma evolução, conciliando cada vez mais os conceitos de gestão de documentos digitais, gestão de informação de arquivo e sistemas de informação. Importa assim avaliar como essas mudanças estão a ser consideradas nas autarquias, em especial de que forma existe uma preocupação no alinhamento entre os respetivos sistemas de informação e a gestão de informação de arquivo. Para esse efeito, propõe-se um modelo de maturidade, inspirado no estado da arte desta técnica e nos requisitos específicos das autarquias Portuguesas extraídos das referências normativas e legais relevantes. O modelo proposto compreende três dimensões (políticas, processos e infraestrutura), e 5 níveis de maturidade, propondo-se ainda um questionário para suportar a respetiva aplicação. A aplicação do modelo numa autarquia irá resultar no posicionamento da organização num nível de maturidade, em que os parâmetros por cumprir podem ser usados como um guia para a melhoria

    A Minha Biblioteca é a Tua Biblioteca: cinco anos do Programa de Mobilidade das BES e um futuro promissor

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    Este poster resume os cinco anos de atividade do Programa de Mobilidade de Bibliotecas do Ensino Superior – “A Minha Biblioteca é a Tua Biblioteca” – promovido pelo Grupo de Trabalho das Bibliotecas do Ensino Superior da BAD. Apresentam-se os principais dados estatísticos de execução do programa, destacando os resultados mais relevantes, as opiniões mais marcantes e perspetivando os principais desafios que colocam à organização anual do programa e à sustentabilidade da iniciativa. O programa tem como objetivo promover a colaboração e o conhecimento das Bibliotecas do Ensino Superior portuguesas, entre os profissionais da área, através da realização de visitas de trabalho de curta duração

    Bibliotecas Digitais e Humanidades Digitais: contribuição para o levantamento de requisitos do Livro Antigo

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    As Humanidades Digitais vieram estimular a utilização e reutilização de novas formas de informação em linha, criando requisitos específicos. Nesta comunicação, reportam-se os resultados de um estudo de análise da perceção dos investigadores dos requisitos específicos do livro antigo em relação às bibliotecas digitais. Para tal, recorreu-se a um grupo focal de investigadores em Humanidades com o objetivo de recolher dados acerca da forma como utilizam as bibliotecas digitais, das vantagens ou desvantagens que reconhecem na sua utilização face às congéneres físicas e das expectativas que têm para a sua otimização e maior adequação à investigação. Os dados recolhidos foram analisados e o resultado foi posteriormente validado por um painel de investigadores em Humanidades através de um inquérito por questionário. Conclui-se que, sendo a disponibilização em linha um dado adquirido, o livro antigo apresenta requisitos específicos que motivam a criação de ferramentas que, para efeitos de investigação, contribuam para tornar mais acessível e inteligível o respetivo conteúdo intelectual. Constata-se que os modelos de disponibilização em geral não acrescentam valor à consulta do texto impresso, nomeadamente na falta de pontos de acesso aos diversos componentes estruturais da obra e a elementos complementares do texto, mas identificam-se algumas vias de melhoria

    Barulho? Avise-nos!

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    «Shhhh!», será provavelmente o som que mais se ouve no interior de uma qualquer biblioteca, provavelmente em qualquer parte do globo. A manutenção de um bom ambiente de estudo nas bibliotecas e isento de situações perturbadoras de barulho, constitui uma preocupação das bibliotecas, entre as quais se destacam as bibliotecas académicas. Esta comunicação tem por objetivo descrever uma experiência desenvolvida pela Biblioteca da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, no sentido de reduzir situações desse tipo através do desenvolvimento e disponibilização da ferramenta: «Barulho? Avise-nos!». Esta ferramenta consiste na disponibilização por meio da sinalética gráfica distribuídas pelos espaços de estudo de um código QR que permita e facilite aos próprios utilizadores poderem rápida e discretamente solicitar a intervenção dos técnicos da Biblioteca para situações de destabilização do ambiente, contribuindo assim para a auto regulação do ambiente de estudo pelos próprios utilizadores

    Breve diagnóstico da investigação em Ciências da Informação e Documentação em Portugal: teses e dissertações entre 2003 e 2017

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    O estudo faz um levantamento ainda não exaustivo e análise das dissertações de mestrado e teses de doutoramento em Ciências da Documentação e Informação apresentadas nas instituições de ensino superior nacionais.Procura-se sistematizar a produção académica nacional, na área das Ciências da Informação e Documentação em termos de evolução anual, principais temáticas e tendências na investigação.Contactaram-se as instituições que oferecem ou já ofereceram formação ao nível do 2.º e 3.º ciclos de estudos desta área, entre os anos de 2003 e 2017, a fim de se obterem as listas dos trabalhos de mestrados e doutoramento apresentados e depositados nos repositórios institucionais, neste período.O estudo é do tipo exploratório, descritivo, bibliométrico, realizado a partir do levantamento das teses e dissertações, num total de 649 trabalhos.Conclui-se que os estudos em ciências da documentação e informação aumentaram em Portugal, em particular na área das bibliotecas, começando a emergir novas áreas, sobretudo associadas aos repositórios e ao movimento do acesso aberto

    O Arquivo da Euronext – Bolsa de Lisboa: Organização e descrição

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    Apresentação do projecto de investigação  relativo ao acervo documental da Euronext – Bolsa de Lisboa, empresa que gere a Bolsa de Lisboa, entidade com antecedentes desde o Século XV. O projecto consistiu na organização e descrição de parte do acervo documental na posse da empresa depositado na actual sede, na Avenida da Liberdade, em Lisboa, produzido entre 1837 e 2011. Para realizar o trabalho seguimos o método arquivístico ou seja identificámos as instituições que existiram ao longo do tempo, estudámos o mais aprofundadamente possível, o respectivo contexto de produção, nomeadamente o enquadramento jurídico e económico assim como o funcionamento das instituições, cujos resultados, depois de cruzados com a informação recolhida na análise da documentação e em entrevistas a funcionários, que trabalham nestas empresas, desde os anos setenta do Século XX, possibilitaram a produção de uma primeira versão do inventário que descreve as instituições e a documentação por elas produzida e usada, até ao nível da subsérie, inclui listagens das unidades de instalação dos documentos de arquivo e também catálogos do material de biblioteca estreitamente relacionado com a produção arquivística.Introdução.Apresentamos uma comunicação com o objectivo de expor os métodos usados, os resultados obtidos e para reflectir sobre o projecto de investigação relativo ao acervo documental da Euronext – Bolsa de Lisboa.    A Euronext é a empresa que gere a Bolsa de Lisboa, entidade com antecedentes desde o Século XV. O projecto consistiu na organização e descrição de parte do acervo documental na posse da empresa depositado na actual sede na Avenida da Liberdade, em Lisboa, produzido entre 1837 e 2011, com vista a conhecer o funcionamento das instituições ligadas ao mercado bolsista em Portugal e a produzir um inventário para permitir que a actual empresa que gere a Bolsa de Lisboa possa, com uma base científica, dar ao acervo documental todos os usos que sejam do seu interesse, entre eles a sua disponibilização aos investigadores.      Método.Para realizar o trabalho seguimos o método arquivístico ou seja identificámos as instituições que existiram ao longo do tempo, estudámos o mais aprofundadamente possível, dentro dos condicionalismos de tempo, o respectivo contexto de produção, nomeadamente o enquadramento jurídico e económico assim como o funcionamento das instituições, cujos resultados, depois de cruzados com a informação recolhida na análise da documentação e em entrevistas a funcionários que trabalham nestas empresas, desde os anos setenta do Século XX, possibilitaram a elaboração de quadros de classificação, que organizam a documentação de forma rigorosa e de acordo com a ordem original, ou pelo menos, de acordo com as estruturas e as práticas das organismos que a produziram. Resultados.Produzimos uma primeira versão do inventário, segunda a norma internacional ISAD’G e as ODA, Orientações para a descrição arquivística, em folhas Excel com a descrição das instituições produtoras, que se sucederam no tempo, exercendo as funções próprias das bolsas. Este inventário provisório descreve as instituições e a documentação por elas produzida e usada até ao nível da subsérie e inclui listagens das unidades de instalação dos documentos de arquivo e também catálogos do material de biblioteca estreitamente relacionado com a produção arquivística.Podemos assim apesentar um breve resumo da história institucional das bolsas em Portugal, desde 1833, decorrente da nossa investigação:  - Com o advento do Regime Liberal foi publicado o Código Comercial de Ferreira Borges, aprovado por decreto de 18 de Setembro de 1833, com uma tendência liberalizante mas sem se apresentar como uma ruptura com as práticas comerciais em vigor. O mesmo Ferreira Borges, na qualidade de magistrado do Comércio, por edital de 5 de Agosto de 1835 abre concurso para corretores de fundos públicos e outros valores. Por fim é aprovado por decreto de 16 de Janeiro de 1837 o Regulamento para as Praças Commerciais do Reino e o Regulamento da Corporação dos Corretores, que completa o enquadramento jurídico de um mercado em expansão no novo contexto do Regime Liberal, sendo uma das suas mais importantes determinações aquela que obrigava ao registo das cotações verificadas em cada sessão o que deu origem às séries arquivísticas mais densas. Estes diplomas legais continuarão a regular o funcionamento das bolsas até ao aparecimento do novo Código Comercial Português de Veiga Beirão aprovado por carta de lei de 28 de Junho de 1888, que em relação ao funcionamento das bolsas pouco altera, notando-se apenas uma certa tendência para aumentar os poderes do Estado na imposição de limitações à sua instituição e regulação.Por decreto de 29 de Janeiro de 1891 é instituída a Bolsa do Porto de acordo com o novo quadro legal. Por decreto de 10 de Outubro de 1901 são aprovados o «Regimento do officio de corretor» e o «Regulamento do serviço e operações das Bolsas de fundos públicos e particulares e outros papeis de credito». Estes diplomas com as alterações introduzidas pelo Decreto de 24 de Dezembro 1901, irão permanecer em vigor por um longo período até serem revogados pelo Decreto-Lei nº 8/74 de Janeiro de 1974, que na prática nacionaliza a Bolsa, introduzindo entre outras alterações a subalternização dos corretores passando as Bolsas a serem geridas por Comissões Directivas.Durante este período funcionaram em Lisboa e no Porto Bolsas de Mercadorias relativamente às quais recolhemos um numeroso conjunto de diplomas legais. No entanto foi difícil obter informações sobre o seu funcionamento, pois o arquivo conserva pouca documentação, sendo a maior parte da Bolsa de Mercadorias do Porto e referente ao período do Estado Novo.Depois do 25 de Abril, as bolsas foram encerradas e quando reabriram a situação económica tinha um forte pendor estatizante que só foi alterado lentamente. Em 1992, numa abertura para a futura normalização, as bolsas tinham passado a ser administradas pelas Associações da Bolsa de Valores de Lisboa e do Porto, sem deixarem de estar sob a tutela do Estado. A Bolsa de Valores do Porto esteve encerrada entre 1994 e 1996 e nesta data passou a dedicar-se em exclusivo à transacção de produtos derivados. A partir de 1999, com a aprovação da versão revista do Código de Valores Mobiliários a bolsa tornou-se uma empresa privada. Em 2000, por comum acordo, deu-se a fusão da Bolsa de Valores de Lisboa e do Porto, sendo criada a BVLP - Bolsa de Valores de Lisboa e do Porto, que em 2002 foi adquirida pela Euronext, multinacional europeia com sede na Holanda.                Discussão.Terminada esta primeira abordagem do objecto de investigação colocam-se algumas dúvidas sobre as soluções encontradas para descrever as instituições e a documentação de arquivo e de biblioteca, que iremos problematizar mais detidamente no texto final da comunicação, nomeadamente incidindo na representação das relações entre os documentos de arquivo e os recursos bibliográficos e nas hipóteses de alteração da descrição, que serão causadas pela adição ao actual inventário da documentação, que ainda não foi tratada e está depositada numa empresa de custódia de arquivos.Também abordaremos as questões teóricas relativas ao corte entre a documentação que não é de uso corrente e a documentação que é actualmente produzida pela instituição.  Conclusão.A nossa investigação possibilita desse já o conhecimento e divulgação de um conjunto documental de elevado valor, tanto pela importância social e económica das actividades a que se reporta, como pela qualidade e características técnicas dos documentos que o integram.Efectivamente, Ruy Ennes Ulrich, na sua obra fundamental sobre as bolsas, referia que um dos principais contributos destas instituições, para o funcionamento da economia era as informações que reuniam e divulgavam, referindo-se só às informações que interessavam imediatamente aos comerciantes e empresas. No entanto o grande valor deste arquivo deve-se ao facto de a informação nele reunida interessar, não só às actividades comerciais num dado momento, como pelo contrário, ter uma abrangência muito mais vasta, sendo o seu tratamento e divulgação uma base imprescindível para o estudo e conhecimento da sociedade portuguesa nos últimos dois séculos e para a tomada de decisões a nível empresarial, que não pode dispensar o conhecimento da história para estar à altura das exigências da vida num mundo globalizado. Um dos tipos de documentos mais interessante são os relatórios e contas das empresas, que além de serem muito importantes para a história do mundo empresarial, contêm informações que podem ser usadas para fins muito diversos, como mapas a cores com a localização de explorações mineiras, fotografias de actividades industriais ou listas nominais de accionistas com as respectivas moradas e número de títulos que detinham.   O Acervo documental da EURONEXT – LISBON ganha maior valor por concentrar grande número de informações sobre o mundo empresarial, que muitas vezes são impossíveis de recuperar nas empresas produtoras dessa documentação, por terem desaparecido, ou terem sido destruídos os respectivos arquivos, devido à instabilidade própria deste tipo de actividade humana e também devido a uma certa insensibilidade ao valor dos arquivos.      ULRICH, Ruy Ennes - Da bolsa e suas operações. 2º edição revista. Coimbra: Imprensa da Universidade de Coimbra, 2011. INTERNATIONAL COUNCIL ON ARCHIVES – ISAD(G): General International Standard Archival Description: adopted by the Committee on Descriptive Standards, Stockolm, Sweden, 19-22 September 1999. 2nd ed. [em linha]. Ottawa: CIA/CDS, 2000. Disponível em: http://www.hmc.gov.uk/ icacds/eng/ISAD(G) DIRECÇÃO GERAL DE ARQUIVOS. PROGRAMA DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO; GRUPO DE TRABALHO DE NORMALIZAÇÃO DA DESCRIÇÃO EM ARQUIVO – Orientações para a descrição arquivística. 2.ª v. Lisboa: DGARQ, 2007. Disponível em:http://arquivos.dglab.gov.pt/wp-content/uploads/sites/16/2013/10/oda1-2-3.pd

    Transformação digital: novas políticas e procedimentos para a classificação e a avaliação da informação

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    A comunicação apresenta alguns dos principais documentos de política e da estratégia governamental para a transformação digital na Administração Pública (AP) com consequências ao nível da gestão da informação, em particular da sua classificação e avaliação. Destaca aa Medida 51 do Simplex + e apresenta o Projeto “M51-CLAV - Arquivo digital: Plataforma modular de classificação e avaliação da informação pública”, da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB). Procede depois à apresentação da Plataforma “CLAV - Classificação e avaliação da informação pública” desenvolvida pela DGLAB com vista à disponibilização de instrumentos transversais neste domínio, como a Lista Consolidada, bem como à mediação desmaterializada da produção de tabelas de seleção, e à prestação de um serviço automatizado de controlo da eliminação. A comunicação dá também conhecimento das alterações de procedimentos desenhadas pela DGLAB para implementar a transformação digital pretendida, quer na interação dos organismos da Administração com aquela instituição, quer a nível organizacional, em cada entidade ou conjunto de entidades da Administração. Identificam-se ainda algumas das propostas legislativas da DGLAB, consideradas imprescindíveis para o processo de mudança na área da classificação e avaliação da informação pública. Por último, a comunicação equaciona ainda alguns dos impactos da referida transformação digital nas organizações envolvidas

    Integração das competências de literacia da informação no currículo académico: aplicação da Framework da ACRL

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    Em 2016, a Association of College and Research Libraries adotou a Framework for Information Literacy for Higher Education. Nela, a literacia da informação assume um padrão de competências integradas que contemplam a descoberta reflexiva da informação, a compreensão de como a informação é produzida e valorizada e o uso da informação na criação ética e legal de novo conhecimento. Neste alinhamento procurou-se desenhar um projeto de implementação das competências de literacia da informação no currículo académico. Desenhou-se uma unidade curricular centrada nos princípios da literacia da informação aplicada ao 1º ciclo de estudos do ensino superior com o objetivo de desenvolver e atualizar as competências relativas ao conhecimento de si próprio e à autorregulação (das aprendizagens) na interação com outros em diferentes contextos sociais, nomeadamente no académico. Conclui-se que os estudantes desempenham um importante papel na criação de novo conhecimento, na compreensão dos contornos e das mudanças dinâmicas do ecossistema da informação, bem como no uso ético e legal da informação. Os profissionais da informação, por sua vez, são responsáveis pela identificação das grandes ideias do conhecimento, contribuindo para a aprendizagem dos estudantes

    Clube de Leitura da FEUP: a valorização da literatura numa biblioteca de ensino superior

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    A presente comunicação visa apresentar os resultados de uma atividade regular e em curso de promoção da leitura de obras de cariz não-técnico numa biblioteca de ensino superior. Desenvolvido desde 2010, o Clube de Leitura da FEUP tem como principal objetivo a promoção da leitura, e das respetivas competências, como fator de desenvolvimento individual e social. Propomo-nos estabelecer uma relação entre os planos concetual e prático em torno desta iniciativa de valorização do acervo literário, analisar a dimensão colaborativa subjacente que une a equipa do serviço de Documentação e Informação, aos investigadores e à comunidade académica, bem como resultados de avaliação deste programa

    Data-based records management: the experience of Barcelona Education Consortium (CEB)

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    1. Data-based records management: the experience of Barcelona Education Consortium(CEB) Jordi Serra Serra [email protected] 13º CONGRESSO NACIONAL BAD Bibliotecarios, arquivistas e documentalistas 25 October 2018 Fundao (Portugal)THE EXPERIENCE OF BARCELONA EDUCATION CONSORTIUMPPT https://www.slideshare.net/jordiserra/databased-records-management-the-experience-of-barcelona-education-consortium-ceb

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