OJS - UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina)
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CADASTRO DE REDES URBANAS DE ENERGIA POR MEIO DE UM DISPOSITIVO MÓVEL UTILIZANDO SOFTWARES LIVRES
Este trabalho apresenta uma integração entre o Cadastro de Redes de Energia e o Cadastro Territorial Multifinalitário, utilizando softwares livres e um dispositivo móvel para o levantamento em campo. Os objetivos foram levantar os dados cadastrais dos imóveis urbanos e também da rede de energia, integrando posteriormente esses dois tipos de Cadastro. Com isso, minimizou-se o tempo e o custo dos trabalhos, adotando um método simplificado de levantamento. Esta alternativa viabiliza atualizações em curtos períodos de tempo, mantendo o cadastro local sempre atualizado e preciso. O alvo principal do projeto são as cidades de pequeno porte, com capacidade financeira limitada para arcar com as despesas da aquisição de softwares comerciais. A área teste utilizada neste trabalho foi a cidade de Ribeirão dos Índios – SP, com pouco mais de dois mil habitantes
LOCALIZAÇÃO E IDENTIFICAÇÃO NO ESPAÇO URBANO - UMA EXPERIÊNCIA BEM SUCEDIDA EM FLORIANÓPOLIS - SC
A localização e a identificação de logradouros públicos, a numeração imobiliária dos imóveis públicos e particulares que compõem um município e a posição geográfica destes elementos dentro do espaço urbano municipal, não são uma preocupação muito comum das municipalidades brasileiras. Florianópolis não ficava fora desta realidade.
Mas, a partir de 1990, esta realidade começa a se modificar, com a criação de um processo técnico de planejamento, que procurou reunir em três trabalhos o que chamamos de tríade da localização urbana, isto é, criar a possibilidade de localização simples, mas essencial para o munícipe, da sua rua, sua casa e como as mesmas podem ser encontradas no espaço geográfico municipal
AVALIAÇÃO PRELIMINAR DO USO E OCUPAÇÃO DO SOLO NA BACIA HIDROGR´ÁFICA DO ITACORUBI - FLORIANÓPOLIS/SC
O presente artigo originou-se de questionamentos que surgiram durante trabalho acadêmico multidisciplinar desenvolvido no 1° trimestre de 1996. Os mesmos foram decorrentes da constatação de que os conflitos existentes entre as normas e o uso e ocupação do solo, não explicavam o grande número de problemas da área - inundações, erosões, poluição, degradação sócio-econômica, entre outros. Buscou-se então a causa real de alguns destes problemas, como início para uma análise mais aprofundada que deve prosseguir em trabalho futuro. Os resultados já obtidos, permitem afirmar que a causa principal é a inadequação técnica das leis urbanas às características físicas locais, não fazendo uma distinção clara nem entre áreas de encostas e áreas de mangue
CADASTRO TERRITORIAL MULTIFINALITÁRIO TEMPORAL
As cidades sofreram e continuam sofrendo transformações com a expansão territorial e o aumento populacional. Neste cenário, os gestores públicos precisam de informações que os permitam analisar essas transformações e planejar o espaço urbano. O Cadastro Territorial Multifinalitário (CTM) tem sido usado por alguns municípios para registrar e gerenciar essas transformações, porém ele pode oferecer outros tipos de informações e melhorar a forma de análise em planejamento estratégico. O CTM acrescido do atributo tempo oferece todos os benefícios do CTM, além de possibilitar análises da evolução temporal do espaço urbano. Este trabalho apresenta uma breve discussão sobre as características temporais dos CTM\u27s, abordando tipos de dados não-convencionais. Primeiramente apresenta-se um breve histórico do CTM, seus conceitos e uso com os Sistemas de Informação Territorial (SIT). Num segundo momento descreve-se os tipos de dados para o CTM Temporal. Depois, apresenta-se um estudo de caso com o CTM Temporal e finalmente, as considerações finais sobre o tema
REFLEXÕES SOBRE POLÍTICA URBANA E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Este artigo pretende expor algumas reflexões sobre “política urbana e desenvolvimento sustentável”, ocorridos durante os seminários de Cadastro Público Brasileiro, na disciplina “Estatuto da Cidade e o Plano Diretor” do curso de graduação em arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Santa Catarina (ECV/UFSC). Apresentando questões críticas e reflexões sobre as políticas urbanas, pois freqüentemente, a prática não reflete a teoria nem as leis determinantes do processo; causando dicotomias e desigualdades sociais. Ao conceituar sustentabilidade dentro das políticas públicas, percebemos a dificuldade de colocar em prática as determinações legais, sempre esbarrando no interesse político que desvirtua as ações efetivas da política pública. Mas, a gestão democrática é o direito da sociedade, que deve exigir do poder público políticas urbanas sustentáveis e promover assim o bem estar social e o direito a cidade
DEMARCAÇÃO DE ÁREAS DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE NAS FAIXAS MARGINAIS DE RIOS
Este trabalho tem como objetivo comparar o uso de diferentes fontes de dados no mapeamento das Áreas de Preservação Permanente (APPs) em faixas marginais de rios do município de São José de Ubá (RJ). As fontes de dados para o mapeamento de APPs são: MDEs, SRTM, TOPODATA e ASTER, e dados vetoriais do IBGE. A metodologia desenvolvida para o mapeamento das APPs envolveu um algoritmo de extração de drenagem foi aplicado sobre os MDEs com o objetivo de se gerar vetores de drenagem em um ambiente SIG. Após essa etapa, foi feita análise da largura dos cursos fluviais a partir de ortofotos com resolução espacial de 1 m, concluindo-se que os rios do município possuem menos de 10 m de largura, logo, de acordo com o Código Florestal, conclui-se que as APPs de faixa marginal de rios possuem largura de 30 m. Posteriormente, foram geradas áreas de proximidade de 30 m em torno dos PIs vetoriais de drenagem de cada fonte de dado, permitindo a obtenção dos mapas de APPs e a comparação entre ele
CONSIDERAÇÕES SOBRE A PRODUÇÃO DA BASE TERRITORIAL DO CENSO DE 2010
A base territorial é o arquivo gráfico que apóia o Censo e outras pesquisas amostrais realizadas pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Ela inclui as malhas viária, hidrográfica, municipal, distrital, subdistrital, setorial (unidade territorial de coleta de dados), além de feições como quadras, faces (um dos lados de uma quadra), unidades domiciliares e algumas edificações. O IBGE a atualizou para a realização do Censo 2010 e continua atualizando-a a uma taxa de 10% ao ano. Para integrar esta base com os dados tabulares, é necessário associar os endereços às feições gráficas. O objetivo do presente texto é analisar alguns aspectos relacionados à produção da base territorial, incluindo considerações sobre a geocodificação e a associação com o cadastro de endereços
ANÁLISE TEMPORAL DO CENTRO DE FASE DE UMA ANTENA GPS E SUA CORRELAÇÃO COM VARIÁVEIS AMBIENTAIS
O centro de fase de uma antena GNSS (Global Navigation Satellite System) é o ponto de recepção do sinal que chega a antena receptora, sendo considerada de grande importância sua determinação para obter precisão com posicionamento por satélites artificiais. A determinação exata do centro de fase das antenas é realizada por procedimentos de calibração das mesmas. As antenas devem ser tratadas de forma individual, pois cada uma conduz a seu próprio parâmetro de calibração sendo então necessária realizar a calibração individual da mesma. No Brasil até o ano de 2008 somente era possível minimizar essa fonte de erro utilizando parâmetros médios de calibração fornecidos pelo IGS (International Geodetic Service), foi então que se implantou a BCAL/UFPR. Essa que é pioneira na America Latina e estudos realizados já produzem resultados satisfatórios. Visando aprimorar a metodologia proposta nessa base de calibração estudos são continuamente realizados. O propósito desde trabalho apresentar uma análise temporal do centro de fase de uma antena GPS e correlacionar esses valores com variáveis ambientais observadas no dia de cada experimento. Com esses indicativos pretende-se realizar o controle dessas variáveis e produzir novos estudos
ANÁLISE ESPACIAL-TEMPORAL DA FAIXA DE DOMÍNIO DA RODOVIA SC-401 “JOSÉ CARLOS DAUX”
O presente artigo tratará sobre as faixas de domínio de rodovias: definições, finalidades, gerenciamento, ocupação, permissão de uso, fiscalização, alguns tópicos de jurisdição e sobre requisitos de ordem legislativa que envolvem os órgãos responsáveis por elas. Reconhecendo, assim, que as rodovias cumprem papel importante perante a sociedade e se tornam caminhos principais de pessoas, produtos e serviços. A Administração Pública tem por obrigação gerir e mediar os gravames evidenciados pelas conturbadas relações entre indivíduo e Estado e indivíduo e sociedade. Dentre esses poderes, o Estado manifesta-se através do Poder Executivo dando proteção jurídica as faixas de domínio. Por isso, Estado e indivíduos devem utilizar meios que possibilitem o uso, mas também, a preservação desses limites, onde um cuida da parte legislativa e outro pela consciência de bem utilizar e preservar o patrimônio público. A Agrimensura é a ciência da terra que se ocupa das questões legais da determinação, divisão, demarcação, partilha, e perícias litigiosas ou não das propriedades, todas amparadas nos preceitos do direito legal da terra
A FOTOGRAFIA AÉREA COMO MEIO DE ATUALIZAÇÃO CADASTRAL E PLANEJAMENTO URBANO
Este artigo refere-se ao Trabalho de Conclusão de Curso em Engenharia Civil, realizado em 1995. A evidência de uma infra-estrutura deficiente no município de Florianópolis, e também um grande número de ocupações irregulares ocorridas nos últimos anos, incentivaram este trabalho. O trabalho consistiu em verificar a situação atual do Cadastro Municipal, através da comparação deste com a fotografia aérea e também com o cadastro da CASAN, verificando também a infra-estrutura urbana usando as mesmas ferramentas