Universidade do Minho: LASICS (Laboratório de Sistemas de Informação para a Investigação em Ciências Sociais)
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A marca dos cidadãos: intervenção, ocupação e subversão na paisagem publicitária urbana
A interação da publicidade com o espaço urbano e as dinâmicas de ocupação e apropriação da paisagem, quer por parte da publicidade, quer por parte dos cidadãos através da publicidade e/ou apesar dela, constituem o foco desta investigação. Uma reflexão crítica que pretende olhar as formas de intervenção, ativismo e participação com a cidade real e digital, enquanto espaço público, e as suas implicações na construção das narrativas e das marcas territoriais das cidades
Editor de mídias sociais: o fim do gatekeeper?
Refletir sobre a inserção de empresas jornalísticas no campo das mídias sociais (MS) e a função de editor de mídias sociais é o objetivo deste artigo, que analisa dois casos: o da Folha de S. Paulo (Brasil) e o de La Nación (Costa Rica). No ranking das mídias sociais mais usadas para buscar notícias no mundo estão Facebook, YouTube, Twitter, WhatsApp e Google+. O Brasil é o maior usuário do Facebook entre todos os países do globo. O crescimento das MS como fonte para a busca de notícias e a participação dos leitores em rede alertaram as empresas jornalísticas para monitorar e interatuar nesse espaço. The New York Times foi o primeiro a criar a função de editor de mídias sociais, acompanhado por Sky News, BBC e Daily News; no Brasil, O Estado de S. Paulo, UOL, Folha de S. Paulo, Zero Hora. À luz da teoria do gatekeeping, esta pesquisa está baseada em etnografia e entrevistas com jornalistas. Resultados sugerem um cargo ainda sem contornos precisos, cuja relevância vem sendo reconhecida
Entre a publicidade e a ficção literária: análise do anúncio “Dupla pomada das sultanas e água carminativa” em A comédia humana de Balzac
As peças publicitárias de uma campanha colaboram decisivamente para a lembrança de marcas, produtos, serviços, ou ainda para o estabelecimento de conceitos e diferenciais em relação à concorrência, sendo, portanto, essencial que tais aspectos se encontrem presentes em sua comunicação. Através do presente artigo, pretendemos fazer um comparativo entre esta ótica publicitária contemporânea e um anúncio impresso “Dupla pomada das sultanas e água carminativa”, encontrado no romance “História da grandeza e da decadência de César Birotteau”, na obra A comédia humana de Honoré de Balzac, cujo autor buscou imprimir em suas obras a realidade em que vivia seu leitor, colocando pessoas e lugares reais interagindo com seus personagens fictícios.
Dessa maneira, faremos análises comparativas contextuais de trechos do anúncio do produto fictício com produtos veiculados recentemente na mídia, apontando suas similaridades em relação a títulos e textos e a abordagem do despertar do desejo a partir destes aspectos, quer seja naquele momento ou nos dias atuais. Não é nosso objetivo entrarmos no mérito do desenvolvimento do processo comunicacional, por novas técnicas ou tecnologias, mas veremos que, embora as mensagens publicitárias contemporâneas apresentem textos considerados “telegráficos”, ou seja, textos curtos e persuasivos para a rápida leitura e captação da mensagem, também a peça publicitária analisada segue a mesma linha de abordagem ao consumidor, demonstrando uma excelente percepção da abordagem comunicacional por Balzac, possivelmente aprendidos empiricamente, uma vez que, a princípio, não existia bibliografia de teoria comunicacional mercadologia formal naquele período do século XVIII
Para la guerra nada: publicidad y acción ciudadana en Bogotá sobre el conflicto armado colombiano / For the war nothing: advertising and citizen action in Bogota over the Colombian armed conflict
Resumen
En este trabajo exponemos las actividades desarrolladas en el proyecto de investigación “Iniciativas de Memoria, Activación del Patrimonio y Comunicación Publicitaria en torno al Centro De Memoria, Paz y Reconciliación (CMPyR) de Bogotá”. A partir de ellas, reflexionamos sobre los posibles aportes de la comunicación publicitaria a los procesos de justicia transicional, especialmente en el caso del conflicto armado en Colombia y el Acuerdo de paz. Uno de los supuestos que guiaron este proyecto es que las iniciativas de memoria sobre procesos de violencia política deben alcanzar a públicos amplios y heterogéneos, no sólo enfocarse en los afectados directos, a fin de consolidar el reconocimiento público de los hechos victimizantes y una ética ciudadana que nos comprometa con las garantías de no repetición. La realización de este proyecto nos ha enseñado que el trabajo colaborativo y deliberativo, así como los recursos artísticos, son un componente propicio para llevar adelante este tipo de iniciativas memoriales más inclusivas.
Abstract
This paper presents the activities developed as part of “Iniciativas de Memoria, Activación del Patrimonio y Comunicación Publicitaria en torno al Centro De Memoria, Paz y Reconciliación (CMPyR) de Bogotá” research project. From them, we reflect on the inputs that advertising communication can make to processes of transitional justice in the context of the Colombian armed conflict and the peace agreement. One of the assumptions that guided this research project is that memory initiatives about political violence should reach wide and heterogeneous audiences and not only focus on those directly affected. in order to consolidate public recognition of victimizing facts and a citizen ethic that commits us with the guarantees of non-repetition. This research project taught us that collaborative and deliberative work, as well as artistic resources, are an appropriate component to carry out this type of more inclusive memorial initiatives
El Balígrafo
Por más de 50 años, Colombia se ha visto inmersa en una guerra interminable. Pero en el 2016, se estaba negociando un tratado de paz entre el grupo guerrillero FARC y el gobierno. En medio del debate político que esto implica, necesitábamos que los medios de comunicación nos ayudarán a apoyar el tratado, contándole al mundo acerca de las cosas buenas que venían con un país en paz. Este desafío llevó al resultado creativo de la agencia de publicidad McCann Colombia, el caso “El Balígrafo”