Sociedade Brasileira de Educação Matemática - Regional São Paulo (SBEM-SP): E-Journals
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Neoliberal Mathematics Education Research in the Service of Big Capital
In this paper, I argue that international Mathematics Education Research (MER) is dictated by the interests and agenda of the imperialist countries, which dehistoricizes the material conditions of imperialized and impoverished nations while deliberately obfuscating the economic reasons underlying the “failure” of mathematics learning outcomes of their students. Instead, in the guise of improving mathematics teaching/learning, such researches usually blame the very people of these imperialized countries for the ‘low learning outcomes’ of their school students, attributing it to “cultural” and “local” beliefs, mindsets, practices, etc., thereby producing academic justifications for the neoliberal destruction of their public education systems. I begin my argument by drawing from my PhD research study with visually challenged mathematics learners from socio-economically marginalized communities in India. I then follow it up with a brief overview of some mathematics education research works in the context of Sub-Saharan African countries to illustrate my point.En este artículo, sostengo que la Investigación en Educación Matemática (MER) internacional está dictada por los intereses y la agenda de los países imperialistas, que deshistorizan las condiciones materiales de las naciones imperializadas y empobrecidas mientras ofuscan deliberadamente las razones económicas que subyacen al “fracaso” del aprendizaje de las matemáticas. resultados de sus alumnos. En cambio, con el pretexto de mejorar la enseñanza/aprendizaje de las matemáticas, tales investigaciones generalmente culpan a las mismas personas de estos países imperializados por los 'bajos resultados de aprendizaje' de sus estudiantes escolares, atribuyéndolos a creencias, mentalidades y prácticas "culturales" y "locales", etc., produciendo así justificaciones académicas para la destrucción neoliberal de sus sistemas de educación pública. Comienzo mi argumento basándome en mi estudio de investigación de doctorado con estudiantes de matemáticas con problemas visuales de comunidades socioeconómicamente marginadas en la India. Luego sigo con una breve descripción de algunos trabajos de investigación en educación matemática en el contexto de los países del África subsahariana para ilustrar mi punto.Neste artigo, argumento que a Pesquisa em Educação Matemática (PEM) internacional é ditada pelos interesses e pela agenda dos países imperialistas, que des-historiciza as condições materiais das nações imperializadas e empobrecidas, ao mesmo tempo em que ofuscam deliberadamente as razões econômicas subjacentes ao “fracasso” do aprendizado da matemática resultados de seus alunos. Em vez disso, sob o pretexto de melhorar o ensino/aprendizagem da matemática, tais pesquisas costumam culpar as próprias pessoas desses países imperializados pelos 'baixos resultados de aprendizagem' de seus alunos, atribuindo-os a crenças, mentalidades, práticas “culturais” e “locais”, etc., produzindo assim justificativas acadêmicas para a destruição neoliberal de seus sistemas públicos de educação. Começo meu argumento baseando-me em meu estudo de pesquisa de doutorado com alunos de matemática com deficiência visual de comunidades marginalizadas socioeconomicamente na Índia. Em seguida, apresento uma breve visão geral de alguns trabalhos de pesquisa em educação matemática no contexto dos países da África Subsaariana para ilustrar meu ponto
As emergências das matemáticas e a decolonização do pensamento científico do lado de cá
This text organizes some reflections, with which we have been engaged, in response to questions that have challenged us, since we began our academic work, in the universe of knowledge of culturally distinct peoples. More specifically, in the universe of knowledge of indigenous peoples. We focus on the question: If we defend that indigenous people should produce, practice and theorize their knowledge from their own narratives, consistent with their worldview and their model of thought, and that our main and first function as educators is to provide the conditions for the existence of transculturally shared communicative spaces, why do we continue to submit ourselves, in an uncritical way, to the scientific academic canons of the north, reproducing in our Universities and Programs the vision of scientific truth, conditioned to the method, the model and the languages disseminated and imposed by the colonizers? Our attempt was to produce a text that would organize some assumptions, which, we believe, argue in the construction of a discursive field in favor of the existence of multiple mathematics and, by characterizing them in some of the different scenarios from which they emerge, we advance a little further. the conversation about the Ethnomathematics Program and the need for decentralization of global scientific thinking.Este texto organiza algunas reflexiones, con las que nos hemos comprometido, en respuesta a interrogantes que nos han interpelado, desde que iniciamos nuestra labor académica, en el universo de saberes de los pueblos culturalmente distintos. Más específicamente, en el universo de saberes de los pueblos indígenas. Nos enfocamos en la pregunta: Si defendemos que los indígenas debemos producir, practicar y teorizar sus saberes desde sus propias narrativas, congruentes con su cosmovisión y su modelo de pensamiento, y que nuestra principal y primera función como educadores es propiciar las condiciones para la existencia de espacios comunicativos compartidos transculturalmente, ¿por qué seguimos sometiéndonos, de manera acrítica, a los cánones académicos científicos del norte, reproduciendo en nuestras Universidades y Carreras la visión de la verdad científica, condicionada al método, al modelo y las lenguas difundidas e impuestas por los colonizadores? Nuestro intento fue producir un texto que ordenara algunos supuestos que, creemos, argumentan en la construcción de un campo discursivo a favor de la existencia de múltiples matemáticas y, al caracterizarlas en algunos de los diferentes escenarios de los que emergen, avanzamos un poco más la conversación sobre el Programa de Etnomatemáticas y la necesidad de descentralización del pensamiento científico global.Esse texto organiza algumas reflexões, com as quais temos nos empenhado, em resposta a questões que nos interpelam, desde que iniciamos nossa atuação acadêmica, no universo dos conhecimentos de povos culturalmente distintos. Mais especificamente, no universo dos conhecimentos de povos indígenas. Nos debruçamos sobre a questão: Se defendemos que os indígenas devem produzir, praticar e teorizar seus conhecimentos a partir de narrativas próprias, condizentes com sua visão de mundo e seu modelo de pensamento, e que, nossa principal e primeira função como educadores é propiciar as condições para a existência de espaços comunicativos transculturalmente compartilhados, por que razão continuamos a nos submeter, de maneira acrítica, aos cânones acadêmico científicos do norte, reproduzindo em nossas Universidades e Programas a visão de verdade científica, condicionada ao método, ao modelo e às línguas difundidas e impostas pelos colonizadores? Nossa tentativa foi de produzir um texto que organizasse alguns pressupostos, os quais, acreditamos, argumentam na construção de um campo discursivo em favor da existência das múltiplas matemáticas e, ao caracterizá-las em alguns dos diferentes cenários dos quais emergem, avançarmos um pouco mais a conversa sobre o Programa Etnomatemática e a necessidade da descentralização do pensamento científico global
Justiça por vir: por uma Educação Matemática para adiar o Fim do Mundo
Taking as a starting point the life philosophy of “Buen Vivir”, from the peoples of the Andes, this article aims to present several reflections resulting from research that seek epistemic and social justice by tensioning discourses and curricular practices that promote a single image of Mathematics, which invisibilizes and subalternizes knowledge and bodies. For this purpose, we present a dialogic scene with two characters, who speak from affections that go across us, but are not entirely us; they do not speak from individual voices but based on different works developed in a collective and dialogic way among the members of two Brazilian mathematics education research groups. In the debate raised about Mathematics, its universality and its bonds with modernity/coloniality, we demand a Mathematics Education to postpone the end of the world – or else, a Mathematics Education to anticipate the end of this world, of this abstraction of humanity, a Mathematics Education that stands against the proclaimed “back to normal”, a Mathematics Education to produce other worlds, to tell other stories of these worlds.Tomando como punto de partida la filosofía de vida del “Buen Vivir” de los pueblos de los Andes, este artículo tiene como objetivo presentar varias reflexiones resultantes de investigaciones que buscan la justicia epistémica y social a través de la problematización de discursos y prácticas curriculares que promueven una imagen única de Matemática que invisibiliza y subalterniza saberes y cuerpos. Para ello, presentamos una escena dialógica con dos personajes, que hablan de afectos que nos atraviesan, pero no son del todo nosotros; no hablan desde voces individuales, sino a partir de diferentes trabajos desarrollados de manera colectiva y dialógica entre los integrantes de dos grupos de investigación brasileros del campo de la Educación Matemática. En el debate suscitado sobre la Matemáticas, su universalidad y sus vínculos con la modernidad/colonialidad, reivindica una Educación Matemática para postergar el fin del mundo - o bien, una Educación Matemática para adelantar el fin de este mundo, de esta abstracción de la humanidad, una Educación Matemática que se oponga al proclamado “retorno a normalidad”, una Educación Matemática para producir otros mundos, para contar otras historias de estos mundos.Assumindo como lugar de partida a filosofia de vida do “Buen Vivir” dos povos dos Andes, este artigo tem como objetivo apresentar diversas reflexões produto de pesquisas que procuram por justiça epistêmica e social ao tensionar discursos e práticas curriculares que promovem uma imagem única de Matemática que invisibiliza e subalterniza saberes e corpos. Para isto, apresentamos uma cena dialógica com duas personagens, que falam a partir de afetos que nos atravessam, mas não são inteiramente nós; não falam a partir de vozes individuais, mas sim com base em diferentes trabalhos desenvolvidos de forma coletiva e dialógica entre os integrantes de dois grupos de pesquisa de Educação Matemática brasileiros. No embate levantado sobre Matemática a sua universalidade e os seus vínculos com a modernidade/colonialidade, reivindicamos uma Educação Matemática para adiar o fim do mundo – ou então, uma Educação Matemática para adiantar o fim deste mundo, desta abstração de humanidade, uma Educação Matemática que se posicione contra a proclamada “volta ao normal”, uma Educação Matemática para produzir outros mundos, para contar outras histórias desses mundos.
 
Realidade aumentada e rotação por estações: proposta para o ensino aprendizagem da geometria espacial na sala de aula
Este estudo discute o uso conjunto de um recurso tecnológico com uma metodologia ativa no ensino aprendizagem da matemática, pesquisa desenvolvida como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) da Licenciatura em Matemática, da Universidade do estado do Amazonas (UEA), no centro de Estudos Superiores de Parintins (CESP). O objetivo foi analisar a metodologia de rotação por estações com um aplicativo de Realidade Aumentada, como proposta metodológica de ensino e aprendizagem a fim de minimizar as dificuldades da geometria espacial, poliedros, em uma turma do 6º ano do Ensino Fundamental. A pesquisa caracterizou-se como uma pesquisa-ação, de abordagem qualitativa, utilizando-se para a coleta de dados: entrevista semiestruturada, questionário misto, observação participante e formulário de avaliação de softwares educacionais. Para a análise, usamos a triangulação, contrapondo a opinião dos autores da pesquisa com os resultados coletados do professor/alunos, do software educacional/metodologia utilizada, onde chegamos a conclusão que a combinação do software Sólidos RA junto à metodologia das rotações por estações mostrou-se um recurso significativo e diferenciado para o ensino e aprendizagem da geometria espacial trabalhada em sala de aula
Um olhar para o uso de tecnologias digitais nos livros de minicursos do Seminário Nacional de História da Matemática
Este estudo apresenta os desfechos de uma pesquisa com o propósito de analisar os livros de minicursos do Seminário Nacional de História da Matemática. A pesquisa, qualitativa e bibliográfica, investiga a produção científica desses livros desde sua instituição em 2001 até a última coleção publicada em 2021. Realiza-se um mapeamento concernente ao uso das tecnologias digitais nas propostas de História da Matemática para o Ensino presentes nesses materiais. Segundo os resultados obtidos, constata-se que, dentre os 121 livros de minicursos analisados, apenas nove promovem métodos e outras práticas de ensino que relacionam a história da matemática com o uso das tecnologias digitais, especificamente, software de geometria dinâmica como o GeoGebra. Esses números evidenciam uma lacuna significativa no que tange à integração de tecnologias digitais e da História no ensino da Matemática, sugerindo a necessidade de maior atenção a essa abordagem nas publicações futuras. Essa constatação ressalta a importância de estudos que investiguem estratégias eficazes para incorporar recursos tecnológicos de forma a enriquecer o ensino e a aprendizagem da História da Matemática, capacitando os estudantes para lidar com os desafios contemporâneos da área
“A vida é tênue, tênue”: éticas, filosofias e educações matemáticas embaralhadas pela literatura
One class and six students of a Mathematics Licentiate course and a teacher and a PhD student and a challenge (discussing Ethics) and …. The challenge was launched by the students, bringing with it another: how to do it? We chose the (mis)path of literature. To this end, we invented three fictitious situations and invited students to do a thinking exercise considering Ethics as a field of Philosophy. During the discussions, some topics crossed the discussion: punishment, evaluation, family relationships, friendship, abortion, legality and illegality, class, gender, race, morals, among others. From the recording and transcription of the class, which was held virtually, we wrote a story. Inspired by the students, we launch a challenge to you who are reading this article: how have you mobilized Ethics in your life?Una clase y seis alumnos de la Licenciatura en Matemáticas y un profesor y un doctorando y un reto (hablar de Ética) y… El reto lo lanzaron los estudiantes, trayendo consigo otro: ¿cómo hacerlo? Elegimos el camino de la literatura. Para tal, inventamos tres situaciones ficticias e invitamos a los estudiantes a realizar un ejercicio de pensamiento considerando la Ética como un campo de la Filosofía. Durante las discusiones, algunos temas cruzaron la discusión: castigo, evaluación, relaciones familiares, amistad, aborto, legalidad e ilegalidad, clase, género, raza, moral, entre otros. A partir de la grabación y transcripción de la clase, que se realizó de manera virtual, escribimos una cuento. Inspirados por los estudiantes, lanzamos un reto para ti que estás leyendo este artículo: ¿cómo has movilizado la Ética en tu vida?Uma aula e seis estudantes de um curso de Licenciatura em Matemática e um professor e um doutorando e um desafio (discutir Ética) e … O desafio foi lançado pelos estudantes, trazendo com ele outro: como fazê-lo? Escolhemos o (des)caminho da literatura. Para tal, inventamos três situações fictícias e convidamos os estudantes a fazerem um exercício de pensamento considerando a Ética enquanto campo da Filosofia. Durante as discussões, alguns temas atravessaram a discussão: punição, avaliação, relações familiares, amizade, aborto, legalidade e ilegalidade, classe, gênero, raça, moral, dentre outros. A partir da gravação e transcrição da aula, que foi realizada virtualmente, escrevemos um conto. Inspirados nos estudantes, lançamos um desafio a você que está lendo este artigo: como tens mobilizado a Ética em sua vida
“Sou uma onça, devoro humanidades”: ritualizações antropofágicas em educações matemáticas
On the lookout, some mathematicians move, in a coordinated way, and go on an expedition through the forest. With their external gaze and desire to capture, they contemplate the nature of a pure, universal, omnipresent, wealth-producing Mathematic. Static, they can barely perceive the other forms of life that coexist in the landscape, and they get scared when they come across someone being devoured. Claiming the humanity of their group, they determine sub-humanities and name the savages, when they cry out: “mathematical educators are predators”. Jaguars, tupinambás and caboclos mingle in this anthropophagic ritual by the river. Along with them, a teacher, elementary school students and a classroom try to get through math. The moon turns red, bleeds, because someone is chasing it to devour it. Faced with the imminence of devouring the moon, the construction of a mediatrix opens possibilities to swallow the other and walk in search of a land without evils. In this article, we eat the humanity of mathematics and that constitutes our very being, to allow ourselves to be altered by those we devour. By bending language, we assume our predatory nature, in the production of mathematical educations that take experience and difference as life-affirming policies.Al acecho, algunos matemáticos se desplazan, de forma coordinada, y emprenden una expedición por el bosque. Con su mirada exterior y deseo de captura, contemplan la naturaleza de una Matemática pura, universal, omnipresente, productora de riqueza. Estáticos, apenas pueden percibir las otras formas de vida que conviven en el paisaje, y se asustan cuando se encuentran con alguien siendo devorado. Reivindicando la humanidad de su grupo, determinan subhumanidades y nombran a los salvajes, cuando gritan: “los educadores matemáticos son depredadores”. Jaguares, tupinambás y caboclos se mezclan en este ritual antropofágico junto al río. Junto a ellos, un profesor, alumnos de primaria y un aula intentan superar las matemáticas. La luna se pone roja, sangra, porque alguien la persigue para devorarla. Ante la inminencia de devorar a la luna, la construcción de una mediadora abre posibilidades para tragarse al otro y caminar en busca de una tierra sin males. En este artículo nos comemos la humanidad de la Matemática que constituye nuestro propio ser, para dejarnos alterar por aquellos a quienes devoramos. Doblando el lenguaje, asumimos nuestra naturaleza depredadora, en la producción de educaciones matemáticas que toman la experiencia y la diferencia como políticas de afirmación de la vida.À espreita, alguns matemáticos se movimentam, de forma coordenada, e saem em expedição pela mata. Com seu olhar externo e desejo de captura, contemplam a natureza de uma Matemática pura, universal, onipresente, produtora de riqueza. Estáticos, mal conseguem perceber as demais formas de vida que coexistem, na paisagem, e tomam um susto quando se deparam com alguém sendo devorado. Reivindicando a humanidade de seu grupo, determinam sub-humanidades e nomeiam os selvagens, ao bradarem: “educadores matemáticos são predadores”. Onças, tupinambás e caboclos se misturam nesse ritual antropofágico à beira do rio. Junto a eles, uma professora, estudantes da escola básica e uma sala de aula tentam atravessar a matemática. A lua fica avermelhada, sangra, pois alguém a persegue para devorá-la. Diante da iminência de devorarem a lua, a construção de uma mediatriz abre possibilidades para deglutir o outro e caminhar em busca de uma terra sem males. Neste artigo, comemos a humanidade da matemática e que constitui nosso próprio ser, para nos deixarmos alterar por quem devoramos. Dobrando a linguagem, assumimos nossa natureza predadora, na produção de educações matemáticas que tomem a experiência e a diferença como políticas de afirmação da vida
Educação Matemática na Licenciatura em Pedagogia
This text refers to the discussions that took place within the scope of GD1 "Mathematics Education in the Pedagogy Degree", during the VIII Paulista Forum for the Teacher Education who Teach Mathematics, which took place in person on March 31, 2023, and April 1, 2023, at the facilities of the Federal Institute of São Paulo, São Paulo campus. Initially, the teacher education in the Pedagogy course is contextualized; then, it is presented the organization of the round of discussion, with a description of the participants' profile and a summary of the reflections brought by the debaters, as well as the issues that the participants debated; at the end, some propositions and referrals are pointed out to think about the undergraduate of teacher education of teachers who teach mathematics in childhood education and primary school. It is argued that there is a need to pay closer attention to the education of these professionals in terms of the workload allocated to them on the course, and the theoretical-methodological issues that are addressed during the undergraduate course, with a view to their professional performance.Este texto se refiere a las discusiones que tuvieron lugar en el ámbito del GD1 "Educación Matemática en la Carrera de Pedagogía", durante el VIII Foro Paulista de Formación de Profesores que Enseñan Matemática, que tuvo lugar de forma presencial, los días 31/03/2023 y 01/04/2023, en las instalaciones del Instituto Federal de São Paulo, campus São Paulo. Inicialmente, se contextualiza la formación de profesores en el curso de Pedagogía; a continuación, se presenta la organización de la ronda de discusiones, con una descripción del perfil de los presentes y un resumen de las reflexiones traídas por los discutidores, así como los temas que fueron debatidos por los participantes; al final, se apuntan algunas proposiciones y orientaciones para pensar la formación inicial de profesores que enseñan matemática en la educación infantil y en los primeros años de la enseñanza primaria. Se argumenta la necesidad de prestar mayor atención a la formación de estos profesionales en cuanto al número de horas que se le asignan en la carrera, así como a las cuestiones teórico- metodológicas que se abordan durante la misma, con vistas al desempeño profesional.Este texto refere-se às discussões ocorridas no âmbito do GD1 "Educação Matemática na Licenciatura em Pedagogia", durante o VIII Fórum Paulista de Formação de Professores que Ensinam Matemática, que ocorreu de modo presencial, nos dias 31/03/2023 e 01/04/2023, nas dependências do Instituto Federal de São Paulo, campus São Paulo. Contextualiza-se, inicialmente, a formação do professor no curso de Pedagogia; na sequência, é apresentada a organização da roda de discussão, com a descrição do perfil dos presentes e uma síntese das reflexões trazidas pelas debatedoras, bem como as questões que foram debatidas pelos participantes; ao final, são apontadas algumas proposições e encaminhamentos para se pensar a formação inicial de professores que ensinam matemática na educação infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Defende-se a necessidade de um olhar mais atento à formação desse profissional no que diz respeito à carga horária a ela destinada no curso, bem como as questões teórico-metodológicas que são abordadas durante a graduação, com vistas à atuação profissional
Atividade orientadora de ensino e o conceito de subtração: repensando ações educativas pós-pandemia
O presente artigo tem como objetivo repensar o ensino da subtração nos anos iniciais do Ensino Fundamental, com base na Atividade Orientadora de Ensino (AOE), levando em consideração o retorno às aulas presenciais após, quase, dois anos com o Ensino Remoto Emergencial (ERE). A pergunta norteadora deste estudo foi: como podemos reorganizar o ensino, buscando promover a apropriação do conhecimento após a pandemia e seus desdobramentos preocupantes nos aspectos de desenvolvimento e aprendizagem dos alunos? Entende-se que após o retorno das aulas presenciais temos novos sujeitos envolvidos no ensino, impactados com o contexto sócio-histórico vivenciado pela pandemia da covid-19. Por meio de um relato de experiência de caráter descritivo e qualitativo, evidenciamos princípios teóricos e metodológicos que podem auxiliar no processo de escolarização. Essa pesquisa aponta a necessidade de reconhecer que os estudantes, após a pandemia da covid-19, trazem outras especificidades que não podem ser ignoradas pela educação, tanto em relação ao desenvolvimento dos discentes quanto aos conteúdos e instrumentos didáticos. A partir destes princípios, é preciso repensar as práticas educativas de modo a assegurar a função social da escola de transmitir o conhecimento historicamente elaborado e possibilitar que o desenvolvimento das máximas potencialidades humanas seja garantido
Gramática e tradução de textos matemáticos: reflexões para a Educação Matemática
The article in question aims to present reflections and discussions about mathematical language in teaching and learning. In the first instance, it considers the importance of the grammar of mathematics, that is, of its rules, as a condition of meaning for its propositions. Another point of these reflections concerns the translation of mathematical texts, from the perspective of language games and their applications in education. Beforehand, the fact that certain difficulties in learning mathematics arise from a poor understanding of the grammar of their language stands out. In this sense, the adopted framework consists of epistemological notes and philosophical inferences, without the intention of presenting a methodological bias, but a Wittgensteinian therapeutic perspective, about the significant uses of mathematical concepts in education, as a condition of possibility for teaching and learning of mathemathics. Finally, we present reflections on translation in situations of teaching and learning mathematics and on the possibility of understanding this subject without mastering its grammar.El artículo en cuestión tiene como objetivo presentar reflexiones y discusiones sobre el lenguaje matemático en la enseñanza y el aprendizaje. En primera instancia, considera la importancia de la gramática de las matemáticas, es decir, de sus reglas, como condición de significado de sus proposiciones. Otro punto de estas reflexiones se refiere a la traducción de textos matemáticos, desde la perspectiva de los juegos de lenguaje y sus aplicaciones en la educación. De antemano, destaca el hecho de que ciertas dificultades en el aprendizaje de las matemáticas surgen de una mala comprensión de la gramática de su lengua. En ese sentido, el marco adoptado consiste en notas epistemológicas y conclusiones filosóficas, sin la intención de presentar un sesgo metodológico, sino una perspectiva terapéutica wittgensteiniana, sobre los usos significativos de los conceptos matemáticos en la educación, como condición de posibilidad para la enseñanza y el aprendizaje. de matemáticas. Finalmente, presentamos reflexiones sobre la traducción en situaciones de enseñanza y aprendizaje de las matemáticas y sobre la posibilidad de comprender esta materia sin dominar su gramática.O artigo em questão tem como objetivo apresentar reflexões e discussões acerca da linguagem no ensino de matemática. Em primeira instância, considera-se a importância da gramática da matemática, isto é, de suas regras, enquanto condição de sentido para suas proposições. Outro ponto dessas reflexões, recai sobre a tradução de textos matemáticos, na perspectiva dos jogos de linguagem e suas aplicações na educação. De antemão, sobressai-se o fato de que certas dificuldades no aprendizado da matemática advêm da má compreensão da gramática de sua linguagem. Nesse sentido, o referencial adotado, consiste em apontamentos epistemológicos e de ilações filosóficas, sem o intuito de apresentar um viés metodológico e sim uma perspectiva terapêutica wittgensteiniana, acerca dos usos significativos de conceitos matemáticos na educação, como condição de possibilidade para o ensino e aprendizagem da matemática. Por fim, apresentamos reflexões sobre a tradução em situações de ensino aprendizado da matemática e sobre a possibilidade de compreender tal disciplina sem o domínio de sua gramática