Sociedade Brasileira de Educação Matemática - Regional São Paulo (SBEM-SP): E-Journals
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Criptografia e o Currículo de matemática no Ensino Médio
Este trabalho apresenta o tema Criptografia como motivador de situações didáticas para alunos do Ensino Médio. Apresenta, também, atividades didáticas que aliam os conteúdos matemáticos ao tema proposto, envolvendo os assuntos: aritmética, funções linear, quadrática, logarítmica, exponencial e matrizes. Esse artigo é fruto da pesquisa Teoria dos Números que vem sendo desenvolvida na Universidade Luterana do Brasil (ULBRA), desde 2002, e está vinculada ao Grupo de Estudos Curriculares em Educação Matemática (GECEM)
Comparação entre duas sequências didáticas sobre ensino introdutório de álgebra
Este estudo teve como objetivo investigar eventuais diferenças em resoluções de equações e problemas algébricos do primeiro grau, em função de uma sequência didática proposta com uma balança de dois pratos como um artefato didático no processo de construção da equivalência algébrica e da compreensão do conceito de incógnita. Para tanto, dois grupos foram constituídos: o Experimental, submetido à referida sequência; e o Controle, submetido à metodologia habitualmente usada. A comparação entre o pré‐teste e o pós‐teste, intra e inter grupos, tanto nas equações, como nos problemas, indicaram que o grupo submetido à sequência proposta, utilizando a balança de dois pratos, obteve um desempenho significativamente melhor no que diz respeito ao procedimento algébrico. Este resultado sugere ser este artefato cultural, juntamente com a sequência apresentada, um facilitador para a compreensão do sinal de igual e sua implicação para a ministração desta disciplina científica
A aritmetica e seus reflexos no ensino para aprendizagem da álgebra
No processo de escolarização tradicional, a criança é introduzida ao conhecimento matemático formal a partir do estudo da Aritmética, desenvolvendo habilidades numéricas nas operações básicas de adição, subtração, multiplicação e divisão. O ensino da Álgebra é iniciado apenas no 7º ano, sendo introduzidos cálculos algébricos com variáveis representadas por letras. A comunicação através de uma linguagem diferente, puramente simbólica é fonte de conflitos e fracassos na Matemática escolar. (GARCIA apud TELES, 2004, p.9) Para Lins e Gimenez (1997, p.162) a educação Aritmética e Algébrica deve ocorrer de forma integrada, a fim de favorecer a construção do pensamento abstrato. Buscou‐se com este estudo analisar os reflexos dos conhecimentos sobre Aritmética para o aluno ao efetuar as operações e manipulações Algébricas, a partir de uma abordagem metodológica descritiva, exploratória de análise quantitativa. A amostragem foi composta por 67 alunos do 9º ano do Ensino Fundamental de uma escola pública. Foram aplicados dois testes com seis questões, sendo o primeiro sobre Aritmética e o segundo sobre Álgebra. Podemos observar as seguintes constatações: que os alunos são bem sucedidos na resolução de problemas aritméticos, mas não têm o mesmo êxito na resolução de problemas algébricos; existe uma similaridade entre os erros cometidos nas operações Aritméticas e Algébricas. Como averiguado por Teles (2004, p.14) algumas dificuldades que o aluno tem em Álgebra estão relacionadas a obstáculos conceituais em Aritmética que não foram corrigidas
E o espaço para a formação cidadã? Como fica nas aulas de matemática? Uma experiência com Modelagem Matemática
Neste artigo, tecemos algumas considerações sobre o principal compromisso inerente à educação: a formação cidadã. Focamos nosso olhar sobre a contribuição que a disciplina de matemática – em geral considerada desvinculada da realidade - pode dar a este processo. Tendo a modelagem matemática como alternativa pedagógica para o ensino de Matemática, procuramos destacar os resultados observados e relacioná-los com o processo permanente da construção de uma cidadania consciente conforme está posto na literatura. Ao propiciar aos estudantes vivenciarem a cidadania no espaço escolar, por meio de uma atividade de modelagem matemática e a investigação de uma situação problema que culminou num modelo exponencial, geramos um ambiente diferenciado para o aprendizado do conteúdo no qual privilegiamos o espaço para reflexão, quesito fundamental à formação cidadã
O estimar e o medir na grandeza comprimento: uma análise semiótica das representações sígnicas no ensino e aprendizagem de matemática
O artigo apresenta a análise semiótica dos signos-pensamento gerados pelos alunos desde as suas primeiras concepções hipotéticas de comprimento (estimativa) até a máxima sistematização com leitura e comparação de medida representada na linguagem matemática. Fundamentamos o desenvolvimento e a análise das ações discentes/docentes, no referencial teórico da filosofia de Peirce (1839- 1914). Para ele, o modo de apreensão de um fenômeno se dá de forma triádica: primeiridade, secundidade e terceiridade, e o conhecimento se faz mediante signos no decorrer da experiência. Os níveis didáticos Sentir-Perceber/Relacionar/Conceituar idealizados a partir da tríade peirceana de interpretantes, nortearam a investigação do processo de significação dos conceitos apreendidos pelos alunos. As atividades foram desenvolvidas com 32 alunos de 3ª série da Educação Básica- escola pública. Procuramos demonstrar que a questão de aquisição de conceitos matemáticos e sua significação vão além das representações e envolve a integração dos símbolos matemáticos, lingüísticos e científicos
Brincando com a Matemática
Neste trabalho, procura-se mostrar a utilização de jogos educacionais como recurso no ensino da Matemática, com aplicação de jogos para alunos do Ensino Fundamental. Os resultados esperados foram alcançados, mostrando que através dos jogos é possível vencer alguns bloqueios encontrados nos alunos e proporcionar o gosto pela Matemática, o que facilita o trabalho do professor e torna a aula mais eficaz e prazerosa