Sociedade Brasileira de Educação Matemática - Regional São Paulo (SBEM-SP): E-Journals
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O currículo de matemática nos anos iniciais e o grupo de Educação Matemática do Projeto EMAI de São Paulo
Esse trabalho busca compreender a construção do currículo nos anos iniciais do Ensino Fundamental, a partir da compreensão dos docentes frente a um novo currículo prescrito e suas transformações nas práticas pedagógicas. Para a construção dos dados, o estudo recorreu a documentos sobre o processo histórico de ensino da Matemática e às mudanças curriculares que ocorreram no decorrer dos anos e foi selecionada uma escola que aderiu ao Projeto EMAI para aplicação de um questionário a todos os docentes. A análise do material do EMAI focou as expectativas de aprendizagem, as hipóteses de aprendizagem das crianças, os encaminhamentos aos docentes para o desenvolvimento do trabalho em sala de aula e o questionário, balizados pelos pressupostos teóricos sobre currículo de Gimeno Sacristán (1998; 2000), que retratou os níveis de currículo. Os resultados apontam aspectos positivos do Projeto EMAI destacando as sequências didáticas como bem elaboradas, contendo atividades diversificadas e o direcionamento do trabalho docente a partir da concepção construtivista e sócio interacionista. Por outro lado, apontam limitações na prática pedagógica em relação à necessidade de sistematização dos conceitos, ao tempo insuficiente para o desenvolvimento das atividades e necessidade de um acréscimo de mais situações-problema nas sequências didáticas. O grupo de Educação Matemática na escola prioriza o currículo prescrito e apresentado para maior entendimento das docentes em uma perspectiva de trabalho colaborativo
Desenvolvimento profissional em contexto colaborativo: ensinar e aprender Estatística
Este artigo busca sistematizar algumas reflexões decorrentes de uma pesquisa de doutorado, cujo objetivo foi compreender o processo de desenvolvimento profissional na perspectiva do letramento estatístico em contextos colaborativos, buscado também evidenciar indícios do desenvolvimento profissional dos participantes de um grupo de professores e futuros professores da Educação Infantil e anos iniciais do Ensino Fundamental. Numa abordagem qualitativa, optamos pelo estudo de caso, o do Grupo “Estatisticando”. Com esse trabalho num contexto colaborativo, consideramos que contribuímos para o desenvolvimento profissional e a formação de professores capazes de lidar com a Estatística, confiantes de que podem trabalhar com seus estudantes numa perspectiva de letramento estatístico
Comunidade de Prática de formação de professores que ensinam matemática: constituição, energia e cultivo
Neste artigo, apresentam-se episódios da prática de um grupo de estudos, formado por professores e futuros professores que se constituiu em uma Comunidade de Prática de Formação de Professores de Matemática, com o objetivo de evidenciar aspectos dessa comunidade que proporcionaram a sua constituição, a sua energização e o seu cultivo. Para fundamentar as análises, foram utilizados os conceitos de Comunidades de Prática na perspectiva de Wenger (1998) e de Wenger, McDermott e Snyder (2002). As análises indicam que o engajamento mútuo e os empreendimentos articulados, fomentados pelas oportunidades de interação, de partilha de repertórios, de trocas de experiências e de ações planejadas pela coordenadora-formadora possibilitaram a negociação de significados e, por conseguinte, a aprendizagem docente. Fatores como a solidariedade, a criatividade e a confiança entre os membros foram essenciais para energizar e cultivar a Comunidade que se mostrou como um espaço fértil para a formação de professore
Grupo colaborativo contribuindo para a formação dos licenciandos em matemática
Neste trabalho, descreve-se, de início, as dificuldades na formação para a carreira de professor de Matemática, abordando algumas características e problemas da fase inicial da docência, especialmente a grande distância entre o que é estudado e exigido no curso de licenciatura e a realidade da vida profissional. Este artigo pretende mostrar de que formas a participação em um grupo colaborativo pode contribuir, na formação do futuro docente, para minimizar algumas das dificuldades existentes nos primeiros contatos com a vida profissional. Como exemplo, testemunhamos o desenvolvimento de um grupo colaborativo no Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID–Matemática) da Universidade Federal de Sergipe. Os resultados apontam para significativas contribuições, devidas à participação nesse grupo, para todos os integrantes, diminuindo assim este distanciamento entre a realidade da academia e a realidade escolar. 
Trigonometria sem traumas: uma experiência com jogos
Ao longo de nossa experiência como professores de matemática para o Ensino Médio temos presenciado forte aversão e verdadeiros traumas por parte de alguns estudantes quando se fala em trigonometria, fato que se reflete geralmente em baixo desempenho nas avaliações. Neste artigo, relatamos nossa experiência com a apresentação do tema sob um ponto de vista lúdico e menos formal ‐ por meio de jogos: a mandala trigonométrica ‐ e verificamos algumas formas de contribuição para a desmistificação do conteúdo e a conseqüente melhor compreensão e mais eficiente apreensão de fundamentos necessários que servirão como fundamento para a aquisição de novos conceitos. Apresentamos alguns resultados obtidos em nossa prática com alunos do terceiro ano do Ensino Médio que cursavam, em regime de dependência, a disciplina de matemática do da série anterior
A matemática do Ensino Fundamental, na formação do cidadão do século XXI, em um curso de Licenciatura em Pedagogia
Apresentamos, neste artigo, os resultados de uma pesquisa que procurou investigar quais recursos didáticos e metodológicos eram utilizados no processo de ensino e aprendizagem de Matemática, por cinco professoras do Ensino Fundamental (1ª a 4ª séries), durante a realização do curso de Licenciatura Plena em Pedagogia – do Projeto Pedagogia Cidadã da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP). Discutimos, com base em uma pesquisa bibliográfica, como alguns conteúdos de Matemática deveriam ser tratados nesse nível de escolaridade para propiciar aos alunos uma formação plena para o cidadão do século XXI. Apresentamos também, com base nos resultados da investigação, se ocorreram ou não mudanças nas concepções das professoras sobre o que é Matemática e sobre o Ensino de Matemátic
Percepções de professores do Ensino Médio sobre mudanças de suas práticas de ensino de Probabilidade
Apresentamos neste artigo os resultados da aplicação de uma proposta didático‐pedagógica para o Ensino Médio, que teve como ponto de partida para a construção dos conceitos básicos de probabilidade uma situação de jogo associada à resolução de problemas. Trata‐se de uma pesquisa de intervenção na prática escolar com base na pesquisaação colaborativa. A proposta de ensino foi aplicada por três professoras em quatro salas do segundo ano do Ensino Médio de uma escola pública de uma cidade do interior do Estado de São Paulo, Brasil. O objetivo da pesquisa foi investigar as percepções das professoras de Ensino Médio, sobre mudanças ocorridas em suas práticas na sala de aula e também discutir o ensino e a aprendizagem de Probabilidade a partir do uso de jogos e resolução de problemas
Um estudo da importância da Estatística na Administração
Com objetivo de contribuir com a profissão do administrador, o presente trabalho visa apontar a importância da área de estatística junto a esta que é uma das maiores responsáveis por impulsionar a economia, e aquecer o mercado e contribuir com todas as demais áreas e setores da sociedade. Buscando um ponto ideal de ensino e aprendizado tanto ao corpo docente, quanto ao discente, fazendo uma na análise que se inicia na descrição da profissão do Administrador, a formação do aluno no ensino médio público, o ensino na Universidade, as necessidades e sua aplicabilidade no mercado. Além da postura e perfil do profissional, frente a um novo cenário cultural e intelectual