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    PENSAR A CIDADANIA PARA PROMOVER A INCLUSÃO: DIREITOS DOS ENVOLVIDOS NO PROCESSO DE EDUCAÇÃO ESCOLAR

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    O presente artigo representa a necessidade pessoal de refletir a respeito do processode inclusão escolar para então, poder se falar em ensino de Geografia. Vale ressaltar que noBrasil até a década de 1990 a história de atendimento educacional à pessoa com deficiência eramarcada por segregação e/ou exclusão social. A partir de então, a política educacional prevê ainclusão de todos os alunos no ensino regular, considerando suas distintas condições físicas,linguísticas, sociais e emocionais. Embora isto tenha representado um avanço em termosquantitativos, ainda estamos longe de alcançar a qualidade no ensino para todos. Então, aointegrar alunos com deficiência em escolas e turmas regulares, podemos estar reforçandoprocessos de exclusão e de segregação. Portanto, fazemos algumas perguntas: Como pensar acidadania reafirma as necessidades dos alunos com deficiência, mas também, dos demaisagentes no processo de ensino-aprendizagem que se quer inclusivo? O que dizem as políticaspúblicas na forma de leis? A partir desses questionamentos, temos por objetivo considerar anoção de cidadania como um elemento chave para o processo de inclusão escolar. Comoobjetivos específicos, esclarecer a diferença entre integração e inclusão; transcorrer sobre anoção de cidadania pertinente a esta problemática; destacar algumas legislações intervenientes.Para tal, pretendemos apresentar as nossas compreensões a respeito das políticas públicas deinclusão na forma de leis; sobre inclusão e integração tendo como referência Mantoan (2003),entre outros autores; sobre deficiência de acordo com Vygotsky (2011) quando este expõe a respeito da defectologia; a respeito da noção de cidadania com Palma Filho (1998) e Manzini-Couvre (1991)

    Formação crítica e emancipatória: o papel da filosofia no ensino médio

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    Este artigo objetiva discutir a importância da filosofia na formação cidadã dos estudantes. Consideramos que através de metodologias significativas, o ensino de filosofia pode desenvolver uma consciência crítica e o livre exercício do pensamento, conforme argumentado por Formiga (2019). Para este autor, a falta de reflexão crítica pode levar à alienação e à perda de autonomia, destacando a necessidade de uma educação que promova a emancipação intelectual. Adorno (1995) e Dewey (2010) apontam para a dualidade da educação entre adaptação e emancipação, e a importância do pensamento reflexivo. O artigo também aborda os desafios de tornar conceitos filosóficos acessíveis e relevantes, a necessidade de professores bem preparados, e a integração entre teoria e prática para uma melhor qualidade do ensino de filosofia. Concluímos que a filosofia é fundamental para formação de cidadãos críticos e conscientes, capazes de contribuir para construção de uma sociedade mais justa e equitativa

    A educação bancária na filosofia de Paulo Freire e os desafios do novo ensino médio no Brasil

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    Este artigo realiza uma análise crítica das políticas educacionais brasileiras, confrontando o conceito freireano de "Educação Bancária" com os desafios e as contradições impostas pelo Novo Ensino Médio (NEM, Lei n. 13.415/2017). A Educação Bancária é discutida como um modelo de opressão que reduz o aluno a mero depositário de conteúdo. Argumenta-se que, sob o NEM, essa lógica se reatualiza através da priorização de itinerários formativos de caráter tecnicista e da subordinação da escola às demandas do mercado, precarizando a formação integral em favor da concepção de "capital humano". O estudo busca, assim, evidenciar a pertinência da filosofia de Paulo Freire para a resistência e a transformação. Como alternativa pedagógica, propõe-se a Educação como Prática da Liberdade, fundamentada em eixos estruturantes: o diálogo horizontal, a formação omnilateral (integral) e o protagonismo estudantil. Conclui-se que o legado freireano é fundamental para a reconstrução do Ensino Médio como um espaço de emancipação, criticidade e transformação social

    MÍDIAS DIGITAIS NA CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO EM LÍNGUA PORTUGUESA

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    This article, derived from Master's research, investigates the possibilities of using Digital Information and Communication Technologies (DICT) and digital media in the construction of Portuguese Language knowledge in the final years of Elementary School. The research, adopting a qualitative approach and a descriptive-explanatory design, used questionnaires, observation, and students' media productions during a didactic intervention for data collection. The analysis of the Process Learning Assessments (Avaliações de Aprendizagem em Processo - AAP) results, carried out in 2022, supported the selection of a 9th-grade class and the skills to be addressed (EF05LP07; EF08LP06; EF08LP14A; EF06LP04A), as they presented the highest percentages in the low and very low levels during the 8th grade. Once deficiencies were identified, students were encouraged to create digital media regarding Portuguese topics. Quantitative results evidence gains in conjunctions (EF05LP07: 55.2% post-intervention versus 40.8% in the 2022 AAP average) and referential/sequential cohesion (EF08LP14A: 71% versus 26.6%), stability in morphosyntax (EF08LP06: 39% versus 38.2%), and a decline in description (EF06LP04A: 31% versus 53%). Qualitative results show that innovative productions (simulated news reports, dramatized interviews, fictional narratives) favored conceptual appropriation and engagement, while traditional ones (decontextualized explanations) had a limited impact. The discussion articulates the findings with the Learning Spiral and constructionism, highlighting teacher mediation and student authorship as learning vectors. Limitations include a sample restricted to a single class, low adherence to Informed Consent/Assent Forms, and technical conditions (hotspots; sharing of Chromebooks). Practical and theoretical implications are presented, along with suggestions for future research and digital equity policies.Este artículo, derivado de una investigación de Maestría, investiga las posibilidades de uso de Tecnologías Digitales de Información y Comunicación (TDIC) y de medios digitales en la construcción de conocimientos de Lengua Portuguesa en los años finales de la Enseñanza Fundamental. La investigación, de enfoque cualitativo y diseño descriptivo-explicativo, utilizó para la recolección de datos: cuestionarios, observación y producciones mediáticas de los alumnos durante una intervención didáctica. El análisis de los resultados de las Evaluaciones de Aprendizaje en Proceso (AAP), realizadas en 2022, fundamentó la elección de un grupo de 9.º año y de las habilidades a trabajar (EF05LP07; EF08LP06; EF08LP14A; EF06LP04A), por presentar, en el 8.º año, mayores porcentajes en los niveles bajo y muy bajo en las evaluaciones. Identificadas las deficiencias, se incentivó a los alumnos a crear medios digitales sobre temas de Portugués. Los resultados cuantitativos evidencian ganancias en conjunciones (EF05LP07: 55,2% en la post-intervención versus 40,8% en el promedio de las AAP 2022) y en cohesión referencial/secuencial (EF08LP14A: 71% versus 26,6%), estabilidad en morfosintaxis (EF08LP06: 39% versus 38,2%) y caída en descripción (EF06LP04A: 31% versus 53%). Los resultados cualitativos muestran que las producciones innovadoras (reportajes simulados, entrevistas dramatizadas, narrativas de ficción) favorecieron apropiaciones conceptuales y compromiso, mientras que las tradicionales (explicaciones descontextualizadas) tuvieron un impacto limitado. La discusión articula los hallazgos con la Espiral del Aprendizaje y el construccionismo, destacando la mediación docente y la autoría discente como vectores de aprendizaje. Las limitaciones incluyen una muestra restringida a un solo grupo, baja adhesión al Consentimiento/Asentimiento Informado y condiciones técnicas (uso de hotspot; uso compartido de Chromebooks). Se presentan implicaciones prácticas y teóricas, con sugerencias para futuras investigaciones y políticas de equidad digital.Este artigo, derivado de pesquisa de Mestrado, investiga as possibilidades de uso de Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação e de mídias digitais na construção de conhecimentos de Língua Portuguesa nos anos finais do Ensino Fundamental. A pesquisa, de abordagem qualitativa e delineamento descritivo‑explicativo, utilizou para coleta de dados: questionário, observação e produções midiáticas dos alunos durante uma intervenção didática. A análise dos resultados das Avaliações de Aprendizagem em Processo (AAP), realizadas em 2022, subsidiou a escolha de uma turma de 9.º ano e de habilidades a serem trabalhadas (EF05LP07; EF08LP06; EF08LP14A; EF06LP04A), por apresentar, no 8.º ano, maiores percentuais nos níveis baixo e muito baixo nas avaliações. Identificadas as deficiências, os alunos foram incentivados a criar mídias digitais sobre temas de Português. Os resultados quantitativos evidenciam ganhos em conjunções (EF05LP07: 55,2% na pós‑Intervenção versus 40,8% na média das AAP 2022) e em coesão referencial/sequencial (EF08LP14A: 71% versus 26,6%), estabilidade em morfossintaxe (EF08LP06: 39% versus 38,2%) e queda em descrição (EF06LP04A: 31% versus 53%). Resultados qualitativos mostram que produções inovadoras (reportagens simuladas, entrevistas dramatizadas, narrativas ficcionais) favoreceram apropriações conceituais e engajamento, enquanto as tradicionais (explicações descontextualizadas) tiveram impacto limitado. A discussão articula os achados à Espiral da Aprendizagem e ao construcionismo, destacando a mediação docente e a autoria discente como vetores de aprendizagem. As limitações incluem amostra restrita a uma turma, baixa adesão ao TCLE/TALE e condições técnicas (hotspot; compartilhamento de Chromebooks). Implicações práticas e teóricas são apresentadas, com sugestões de pesquisa futura e de políticas de equidade digital

    A FORMAÇÃO DO/A PROFESSOR/A DE GEOGRAFIA NA UFSC: AÇÕES PARA UMA EDUCAÇÃO CRÍTICA E INCLUSIVA

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    A formação de professores voltada a uma educação que se almeja inclusiva, estáprevista desde a Constituição Federal (BRASIL, 1988). Contudo, no âmbito da formação deprofessores de Geografia, a presença de temas específicos direcionados ao público alvo daEducação Especial e a inclusão destes, na Educação Básica ainda é carente nos projetospolíticos pedagógicos dos cursos de licenciatura. Entretanto, na Universidade Federal de SantaCatarina (UFSC) essa realidade é diferente. Assim, é objetivo deste artigo, apresentar as açõesdesenvolvidas no curso de Geografia, que, sob o nosso olhar, sustentam uma educação crítica e promotora de inclusão: apresentamos um projeto de extensão e uma prática na formaçãodocente com a Cartografia Tátil, tratando da dimensão dos(as) estudantes cegos(as). Do pontode vista metodológico realizamos um estudo de caso, a partir da caracterização e descrição deações presentes no curso. Ao final do texto, trazemos considerações essas ações que, realizadasno âmbito do curso de Geografia da UFSC visam promover a inclusão e a acessibilidade noensino de Geografia, contribuindo para a formação de professores preparados para atuar emcontextos educacionais diversos

    Filosofia e filosofar na formação inicial de profissionais da educação: necessidade de seu ensino e de sua aprendizagem

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    O texto traz um reflexão que busca reforçar a necessidade, não poucas vezes apontada, da presença de alguma formação filosófica na formação inicial e continuada de educadoras/es da Educação Escolar Básica, aliada, esta reflexão, à preocupação com um fato que está a ocorrer que é a diminuição e até extinção do componente curricular Filosofia da Educação nas Licenciaturas e de modo especial na Licenciatura em Pedagogia. Alguns argumentos são apontados relativos a esta necessidade acrescidos de convite para que este tema seja objeto da necessária consideração por parte de todos que se sintam responsáveis pela educação das novas gerações e, por decorrência, pela formação de professoras/es da Educação Básica

    Problemas de gênero, feminismo e identidade em Judith Butler

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    Este artigo trata-se do Resultado Parcial de uma Pesquisa de Iniciação Científica da Universidade Federal do Piauí, financiada pelo CNPQ, cujo objeto principal será a discussão direcionada à epistemologia feminista - um campo de estudo que busca compreender como as questões de gênero influenciam a produção do conhecimento e a forma como esse conhecimento é transmitido e valorizado na sociedade. A pesquisa tem com foco os problemas de gênero, feminismo e identidade, tendo como base a obra Problemas de Gênero- feminismo e subversão da identidade da renomada filósofa Judith Butler. Butler é considerada uma das principais vozes do feminismo contemporâneo. A filósofa questiona as noções tradicionais de identidade de gênero, argumentando que o gênero não é um atributo natural ou biologicamente determinado, mas sim uma construção social e cultural. A filósofa critica a ideia de que existem apenas dois gêneros, masculino e feminino, e argumenta que o gênero é uma performance que varia de acordo com o contexto social e histórico em que estamos inserido

    PANORAMA SOBRE A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NOS CURRÍCULOS DE CURSOS DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA DA REGIÃO SUL

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    Esta pesquisa busca compreender como a Educação Inclusiva é abordada noscurrículos dos cursos de Licenciatura em Geografia de universidades públicas da Região Sul doBrasil. Parte do pressuposto de que discutir inclusão na formação inicial docente é fundamental,pois os saberes relacionados aos processos de inclusão de estudantes com deficiência integramas competências necessárias à prática profissional. A educação inclusiva é um direito garantidopela Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (Lei no 9.394) e pela Lei Brasileira deInclusão da Pessoa com Deficiência (Lei no 13.146), que asseguram o acesso e a permanênciados estudantes com deficiência no ensino regular. A questão que norteia este estudo é: se aeducação inclusiva é um direito legalmente garantido, de que forma os currículos dos cursos deLicenciatura em Geografia têm contemplado a formação docente para atender a essa demanda?A pesquisa utilizou abordagem qualitativa, por meio de levantamento bibliográfico e documental, analisando legislações educacionais e os Projetos Pedagógicos de Curso (PPC) de19 cursos da Região Sul. A análise foi orientada por quatro categorias: presença ou ausência dedisciplina específica sobre inclusão, saberes e conceitos nas ementas, localização da disciplinano currículo e sua carga horária. Os resultados mostram que, embora haja avanços naincorporação da temática nos cursos, persistem lacunas, com parte dos cursos ainda sem ofertade disciplina específica voltada à educação inclusiva. Essa ausência compromete a formaçãoinicial dos licenciandos, refletindo diretamente na efetivação de práticas pedagógicas inclusivasnas escolas. Assim, reforça-se a necessidade de fortalecer a inserção da educação inclusiva noscurrículos de formação docente, garantindo que os futuros professores estejam preparados parapromover uma educação que respeite a diversidade e os direitos de todos os estudantes

    O USO DE RECURSOS DIDÁTICOS INCLUSIVOS NO ENSINO DA GEOGRAFIA PARA ESTUDANTES DEFICIENTES VISUAIS: UMA ANÁLISE DAS VANTAGENS E DESVANTAGENS DESSA PRÁTICA DOCENTE

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    O objetivo da pesquisa foi realizar uma revisão de literatura de alguns trabalhosno território brasileiro que efetuaram a aplicação de recursos didáticos voltados para o ensinoda Geografia inclusiva para estudantes deficientes visuais, entre os anos de 2020 a 2023,mais especificamente, evidenciar os principais recursos utilizados, as vantagens edesvantagens apresentadas quanto à aplicação em aulas da Disciplina escolar Geografia.Para o âmbito acadêmico, o trabalho justifica-se como meio de potencializar as pesquisasque envolvem tal temática. Para o âmbito educacional, a pesquisa se faz importante paraauxiliar e preparar os professores da Geografia acerca dos possíveis variáveis que possam surgir com a realização de práticas educativas com o uso de recursos didáticos voltados paraalunos com deficiência visual nas escolas de nível básico. Além disso, o trabalho servirácomo evidência acerca das potencialidades das práticas educativas voltadas para a educaçãopautada numa perspectiva inclusiva no ensino da ciência geográfica. Com base nissolevantam-se os seguintes problemas: I) Quais recursos didáticos são mais utilizados parapoder alcançar o ensino aprendizagem dos alunos com deficiência visual acerca dosconteúdos geográficos? II) Quais os maiores pontos positivos e negativos que envolvem aspráticas educativas com recursos didáticos inclusivos no ensino de geografia nas escolas denível básico? Para atender ao objetivo proposto na pesquisa, optou-se pela pesquisaqualitativa. Quanto aos procedimentos, está pautada na pesquisa de levantamento.Metodologicamente, realizou-se a escolha da temática em questão. Em seguida, realizou-sea delimitação da temática educação inclusiva e ensino da Geografia, com base nisso se fezbuscas bibliográficas de artigos, dissertações e teses, encontrados em repositórios, bibliotecas digitais, bases eletrônicas da CAPES e Google acadêmico. Por fim, compilaram-se os resultados em quadros quanto aos trabalhos encontrados para que, assim, fosse possível analisá-los e posteriormente, responder aos problemas da pesquisa

    ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL NOS VÍDEOS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

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    Accessibility is a fundamental human right guaranteed by national and international legal provisions and forms the basis for an inclusive society that caters to people with disabilities without requiring them to make additional efforts to adapt. This study presents a narrative review of the literature on audiovisual accessibility in educational videos aimed at early childhood education, conducted in the ACM Digital Library, ERIC, Google Scholar, CAPES Journals, SciELO, and Web of Science databases between May and June 2022. Descriptors in Portuguese and English were used in combination with the Boolean operators AND and OR, resulting in 29 studies published between 2016 and 2024. The productions were qualitatively analyzed in four dimensions: type of accessible resource, technical-pedagogical parameters, validation by the target audience, and suitability for the age and characteristics of the dissemination platforms. The results show regulatory and technical advances, especially in audio description, subtitles for deaf and hearing-impaired people, and Brazilian Sign Language (Libras), but also reveal gaps in terms of pedagogical validation and the effective application of these resources in videos intended for early childhood education. It is concluded that there is still a need to expand public policies, investments, and teacher training aimed at accessible communication and the production of inclusive digital content, in order to consolidate accessible teaching practices and promote the right to learning from the early school years.La accesibilidad es un derecho humano fundamental garantizado por disposiciones legales nacionales e internacionales y constituye la base para una sociedad inclusiva que atienda a las personas con discapacidad sin exigirles esfuerzos adicionales de adaptación. Este estudio presenta una revisión narrativa de la literatura sobre accesibilidad audiovisual en vídeos educativos dirigidos a la educación infantil, realizada en las bases ACM Digital Library, ERIC, Google Académico, Periódicos CAPES, SciELO y Web of Science, entre mayo y junio de 2022. Se utilizaron descriptores en portugués e inglés combinados por los operadores booleanos AND y OR, lo que dio como resultado 29 estudios publicados entre 2016 y 2024. Las producciones se analizaron cualitativamente en cuatro dimensiones: tipo de recurso accesible, parámetros técnico-pedagógicos, validación por parte del público objetivo y adecuación a la edad y características de las plataformas de difusión. Los resultados evidencian avances normativos y técnicos, especialmente en la audiodescripción, los subtítulos para personas sordas y con discapacidad auditiva y la lengua de signos brasileña (Libras), pero también revelan lagunas en cuanto a la validación pedagógica y la aplicación efectiva de estos recursos en vídeos destinados a la educación infantil. Se concluye que aún es necesario ampliar las políticas públicas, las inversiones y la formación del profesorado orientadas a la comunicación accesible y la producción de contenidos digitales inclusivos, con el fin de consolidar prácticas pedagógicas accesibles y promover el derecho al aprendizaje desde los primeros años escolares.A acessibilidade é um direito humano fundamental assegurado por dispositivos legais nacionais e internacionais e constitui base para uma sociedade inclusiva que atenda às pessoas com deficiência sem exigir delas esforços adicionais de adaptação. Este estudo apresenta uma revisão narrativa da literatura sobre acessibilidade audiovisual em vídeos educativos voltados à Educação Infantil, realizada nas bases ACM Digital Library, ERIC, Google Acadêmico, Periódicos CAPES, SciELO e Web of Science, entre maio e junho de 2022. Foram utilizados descritores em português e inglês combinados pelos operadores booleanos AND e OR, resultando em 29 estudos publicados entre 2016 e 2024. As produções foram analisadas qualitativamente em quatro dimensões: tipo de recurso acessível, parâmetros técnico-pedagógicos, validação junto ao público-alvo e adequação etária e características das plataformas de difusão. Os resultados evidenciam avanços normativos e técnicos, especialmente na audiodescrição, nas legendas para surdos e ensurdecidos e na Libras, mas também revelam lacunas quanto à validação pedagógica e à efetiva aplicação desses recursos em vídeos destinados à Educação Infantil. Conclui-se que ainda é necessário ampliar políticas públicas, investimentos e formações docentes voltadas à comunicação acessível e à produção de conteúdos digitais inclusivos, de modo a consolidar práticas pedagógicas acessíveis e promover o direito à aprendizagem desde os primeiros anos escolares

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