Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    A GEOGRAFIA NAS ATIVIDADES ESCOTEIRAS: O MÉTODO DE ENSINO E FUNDAMENTAÇÃO PEDAGÓGICA

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    Este trabalho refere-se à identificação de práticas educativas realizadas em ambiente de educação não formal, na qual há diálogo com o ensino formal de Geografia. Para isso, foi realizada uma Pesquisa Participante em um Grupo Escoteiro sediado em Goiânia durante um ano. O objetivo deste texto é traçar paralelos entre o escotismo e o ensino de Geografia, através das habilidades desenvolvidas pelo movimento e a identificação da fundamentação pedagógica do projeto educativo utilizado pelo grupo. Para cumprir tal objetivo foi realizada uma leitura analítica dos documentos normativos e orientadores do movimento escoteiro, verificando a correspondência destas orientações na rotina de trabalho do grupo observado. Foram notadas significativas aproximações entre as atividades realizadas pelos escoteiros com o ensino escolar, principalmente aquelas relacionadas ao desenvolvimento de habilidades geográficas. Também foi percebida na atuação dos Escotistas a aplicação de um método de ensino que remonta alguns fundamentos educacionais defendidos por Pestalozzi

    O TRABALHO DE CAMPO NO ENSINO DE GEOGRAFIA A CIDADE COMO EXPERIÊNCIA EDUCATIVA

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    Este texto é parte integrante da pesquisa O trabalho de campo no Ensino de Geografia a cidade como experiência educativa. Pretendemos apresentar neste artigo a contribuição da metodologia do trabalho de campo no ensino de Geografia e sua relevância no estudo da cidade entendida como o resultado do trabalho humano, ou seja, como sendo a materialização da complexidade das relações humanas no espaço geográfico, neste caso o espaço urbano. Alguns autores (CASTELLAR, 2010 e CAVALCANTI, 2008) sugerem ser possível que os alunos entendam a cidade na perspectiva do vivido, ou seja, de suas experiências pessoais ou, também, que reproduzam falas veiculadas nos meios de comunicação. Para a aprendizagem geográfica é importante considerar a experiência do indivíduo com a cidade, porém é preciso avançar para além do espaço vivido. O aluno precisa relacionar alguns conceitos como tempo e espaço, local e global, assim como ter ideias próprias para a resolução de problemas, desenvolver sua autonomia e se posicionar de forma crítica, isto é, desenvolver novas habilidades para a compreensão e aplicação dos conceitos científicos. Por conta dessa complexidade, a metodologia do trabalho de campo no estudo da cidade poderá se tornar uma aliada no processo de ensino e aprendizagem da Geografia, ressignificando a relação do indivíduo com a cidade e tornando sua experiência pessoal com este espaço uma experiência educativa positiva

    CARTOGRAFIAS DO ESPAÇO COTIDIANO

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    Este trabalho busca dividir experiências escolares vivenciadas em uma atividade de campo da disciplina de Geografia com alunos do ensino básico, em que se buscou estratégias para mergulhar em espaços cotidianos a fim de compreendê-los e evidenciá-los por meio de suas cartografias. Inspirada em uma oficina que propiciou o contato dos autores do presente artigo com recursos de mapeamento acessíveis à população, foi proposta a utilização de tais plataformas no contexto escolar. A atividade acabou por revelar a possibilidade de se pensar e estimular a apropriação de novas tecnologias relacionadas à cartografia e sua utilização nas escolas, em especial no ensino de Geografia, além de demonstrar aspectos positivos referentes à inclusão das vivências dos próprios estudantes na construção de conhecimentos

    O ENSINO DE GEOGRAFIA E O OLHAR PARA O AMBIENTE DA ESCOLA A PARTIR DA PRÁTICA DO FÓRUM AMBIENTAL ESCOLAR

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    Este relato tem como objetivo evidenciar o processo educativo que ocorre com o desenvolvimento do “fórum ambiental” escolar, tal proposta foi realizada na Escola Estadual Professora Zenaide Franco de Faria Mello localizada no Município de Mogi Guaçu São PauloSP. A proposta envolve práticas pedagógicas e linguagens que evidenciam a participação ativa dos estudantes, permitindo a apropriação dos conteúdos desenvolvidos na primeira série do ensino médio com disciplina de geografia seja articulada para direcionar o olhar da comunidade escolar para o ambiente da escola, promovendo a inquietação e o compartilhamento da responsabilidade dos diversos sujeitos que compõem segmentos comunidade escolar para a garantia da qualidade do ambiente comum

    ORGANIZANDO O ESPAÇO INDUSTRIAL EM SALA DE AULA

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    O trabalho trata-se de um relato de uma prática de ensino proposta ao 7° ano do ensino fundamental. Buscou-se trabalhar a partir das habilidades e competências da BNCC. O foco principal da atividade é fornecer uma possibilidade prática de estudo para contribuir com o desenvolvimento da habilidade EF07GE08 \u27Estabelecer relações entre os processos de industrialização e inovação tecnológica com as transformações socioeconômicas do território brasileiro\u27. Objetivando que os alunos coloquem em prática e textualizem os conhecimentos em sala de aula

    DISCIPLINAS DE GEOGRAFIA CULTURAL EM CURSOS DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA EM IES PÚBLICAS E PRESENCIAIS NO SUL DO BRASIL

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    O Presente artigo busca através de uma revisão bibliográfica e documental, analisar de que forma a Geografia Cultural vem sendo abordada na matriz curricular dos cursos de Licenciatura em Geografia das universidades públicas e presenciais da Região Sul. Ao sistematizar as disciplinas de Geografia Cultural na região sul, percebeu-se que uma pequena parcela (menos da metade dos cursos) não possuem a disciplina de geografia cultural A formação de professores não pode ficar aquém aos processos sociais e a geografia cultural pode ser vista como um caminho para esse rompimento

    LICENCIATURAS HETERONORMATIVAS? UMA VISITA AOS FLUXUOGRAMAS DE LICENCIATURAS EM GEOGRAFIA DA UERJ

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    A partir do início dos anos 2000 minorias sexuais começam a ganhar maior visibilidade na mídia. Acredita-se que essa visibilidade pode ser considerada como um movimento de mão dupla. Da mesma forma que põe em evidencia aqueles corpos que antes estavam escondidos, suscita um possível movimento de controle e vigilância. Parte-se do princípio que a escola se apresenta enquanto um lugar onde esse conflito visibilidade/vigilância ocorre de forma contundente. Professores são colocados em xeque no cotidiano escolar quando se deparam com as disputas provocadas pelo heteroterrorismo, tendo sua capacidade de solucionar problemas questionada. Nesse trabalho apontamos para deficiência na formação de professores, e em especial de professores de geografia, para o trato com as questões de gênero no cotidiano de sala de aula.Este trabalho tem como objetivo compreender como as licenciaturas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro contribuem na formação de professores de Geografia capazes de trabalhar com as questões de gênero em suas sala de aula. A escolha da UERJ se dá em função de sua tradição quanto ao reconhecimento de políticas afirmativas, e seu envolvimento em prol do empoderamento das minorias. Para atingir tal objetivo, buscou-se analisar os fluxogramas e as ementas das disciplinas dos três cursos de licenciatura em Geografia da UERJ, ministrados em três diferentes campi. Todos os campi localizam-se na Região Metropolitana da cidade do Rio de Janeiro. Ao longo do processo de investigação notou-se que apenas um dos cursos de Licenciatura em Geografia oferece disciplina onde está presente em sua ementa a discussão de questões de gênero

    EXPERIÊNCIAS DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO ENSINO FUNDAMENTAL

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    O presente trabalho tem como propósito relatar o estágio supervisionado realizado no Ensino Fundamental II, visando as experiências vividas no ambiente escolar - a do professor em formação - correlacionando o conhecimento teórico que foi adquirido no decorrer das aulas presenciais da disciplina Estágio Supervisionado III com a prática pedagógica, constituída de observações e de regência de aulas. O estágio foi realizado em uma escola pública, cujo alunado é predominantemente de bairros periféricos nos arredores da mesma. O trabalho foi desenvolvido nas aulas de geografia junto a três turmas do Ensino Fundamental, 8º ano/7ª série, regularmente matriculados no período vespertino. O período de observação e regência foi uma oportunidade para entender, compreender e analisar a situação das escolas na atualidade, as dificuldades e os incentivos, o papel como docente no processo educativo dos alunos e as relações existentes no ambiente escolar, contribuindo para a nossa formação como futuros profissionais do ensino

    TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NOS CURSOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA NO BRASIL, NA ESPANHA E EM PORTUGAL

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    O presente trabalho teve como objetivo investigar a relevância atribuída às novas tecnologias na estrutura curricular de cursos de formação de professores de Geografia no Brasil, na Espanha e em Portugal. Para o proposto, foram selecionadas seis instituições das cinco Regiões brasileiras e, no âmbito estrangeiro, foram incluídas duas Universidades europeias: a Universidade de Santiago de Compostela (USC-Espanha) e a Universidade do Minho (UMINHO-Portugal). Foram analisados oito Projetos Político-Pedagógicos (PPP), para o caso brasileiro, a Memória para o espanhol e o Dossiê para o português, além de 306 planos de ensino das disciplinas obrigatórias, 10 estruturas curriculares vigentes em 2013, legislações e outros documentos, de oito cursos de licenciatura em Geografia e dois cursos de mestrado voltados ao profissional do ensino de Geografia. Na perspectiva da pesquisa qualitativa, utilizou-se, prioritariamente, da análise documental e, também, de entrevistas. Considerando um amplo montante de documentos, foi necessário utilizar-se, também, da análise de conteúdo, com o auxílio do software NVivo. A análise indicou certo distanciamento entre o que as pesquisas da área apontam como proposições de avanços para o campo da formação de professores e os documentos das instituições analisadas. Apesar de haver registros indicativos para o emprego de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) nos documentos dos cursos em estudo, o uso efetivo de tecnologias para o ensino parece ser um grande desafio para os cursos em questão, uma vez que foi evidenciada a ausência de preocupação com as tecnologias na formação inicial de professores de Geografia. Merece destaque a exceção observada para o caso da UMINHO que possui, em sua estrutura curricular, a disciplina Tecnologia Educativa. As instituições brasileiras e as europeias possuem diferenças estruturais significativas com relação aos processos de formação para a docência em Geografia. Entretanto, ficou evidente a ausência de preocupação com a inserção de tecnologias na formação inicial de professores de Geografia nas universidades dos dois continentes

    PROJETOS DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE GEOGRAFIA EM GOIÁS: CONEXÕES E DISSONÂNCIAS ENTRE A UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS E O INSTITUTO FEDERAL DE GOIÁS

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    Este artigo refere-se a uma pesquisa em andamento em parceira entre docentes da Universidade Estadual de Goiás (Campus Itapuranga) e o Instituto Federal de Goiás (Campus Luziânia) que visa analisar projetos de formação de professores nestas instituições, em destaque para os cursos de geografia na primeira instituição, bem como a atuação de professores de geografia na segunda instituição em questão. A metodologia empregada nesta investigação consiste em levantamento bibliográfico sobre formação de professores e o papel das universidades na organização, regulamentação dos cursos de licenciatura, levantamento das principais legislações que orientam e legalizam os cursos de licenciatura em órgãos federativos como o Conselho Nacional de Educação e o próprio Ministério da Educação ao longo dos últimos 18 anos, marco da implementação das Diretrizes Curriculares Nacionais, ocorrida em 2002, pesquisa documental nas IES envolvidas e análise dos Projetos Pedagógicos de Curso, com ênfase no curso de Geografia na UEG e licenciaturas em Ciências Humanas no IFG. Tais levantamentos resultam, até o presente momento, na constatação de que o crescimento da interiorização de cursos nestas duas instituições de ensino superior públicas, sobretudo de licenciaturas, reflete a necessidade do estado em atingir índices educacionais exigidos pela política universitária. Numa escala do poder estatal em Goiás e a nível de Brasil, políticas públicas foram elaboradas para o alargamento da interiorização do ensino superior e criou-se o financiamento de bolsas de estudo em instituições privadas. Estes dois modelos de política pública foram primordiais na construção de uma “cultura” acadêmica no Estado, no incentivo e aumento de cursos de graduação, possibilitando uma diversificação de estabelecimentos de ensino superior no Estado de Goiás

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