Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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Proximidade geográfica e a relação universidade-empresa: o caso das empresas graduadas pela Incamp
As novas configurações espaciais dos sistemas de inovação agrupam locais de inter-relação entre empresas e universidades (U-E). No Brasil, principalmente a partir da década de 90, nota-se o início de uma nova estratégia da universidade como ator importante nos sistemas regionais e nacionais de inovação. De acordo com Chaves (2009) essa estratégia veio despontar desde o momento em que a universidade começou a executar atividades ligadas ao setor produtivo, por exemplo, participando ativamente na criação de suas próprias empresas. Segundo Ondategui (2006), um aspecto importante que recentemente deve ser analisado refere-se à distribuição geográfica do desenvolvimento tecnológico, pois ele é capaz de gerar redes de informação que se configuram espacialmente tanto na escala global quanto local. Essas redes de informação materializam se no espaço geográfico e são propiciadas pela proximidade entre empresas e outras instituições, como no caso, a universidade
Expediente
Expediente dos Anais da VII Semana de Geografia da Unicamp, contendo capa, folha de rosto e expedient
Hip-hop e região: uma proposta de análise geográfica
O presente texto é parte integrante da pesquisa de mestrado ainda em andamento “Horizontalidades e verticalidades nas estratégias políticas de regionalização do hip-hop no Brasil” etem como objetivo discutir o hip-hop como uma manifestação territorial que tem no rap uma das suas formas de existir, tendo em vista que este tipo de música mesmo possuindo uma linguagem universal, assume características regionais distintas, se utilizando cada vez mais dessa diversidade regional para criar sinergias capazes de projetar e de fazer ouvir suas reclamações
Uso do território e infraestruturas de transportes terrestres na região Centro-Oeste: um estudo dos recursos liberados pelo Ministério dos Transportes
As discussões acerca da organização federativa do Brasil são fundamentais no período atual, sob a ótica geográfica, para a busca de elementos que ajudem na compreensão da difusão seletiva domeio técnico-científico-informacional (SANTOS, 2002) no território nacional. Na busca de elementos que ajudem a compreender as desigualdades socioespaciais apresentadas no país, existe a necessidade de identificar os diferentes poderes que têm os agentes em usar o território. O agente hegemônico por excelência é o Estado e, desde a Constituição Republicana de 1891, a organização do Estado no território brasileiro ocorre a partir do sistema federalista. No período atual, o Estado brasileiro apresenta três níveis: União, estados-membros (e Distrito Federal) e os municípios, sendo que o exercício do poder realiza-se dentro dos respectivos limites político-administrativos de cada unidade da federação
As áreas verdes urbanas como espaço público
No presente artigo tratamos da natureza nas cidades com um olhar sobre as áreas verdes como espaços públicos de socialização e como nova raridade utilizada pelo mercado imobiliário. Tendo como hipótese a urbanização dispersa, olhamos para a forma de incorporação de novas áreas verdes ao tecido urbano tratando da importância da apropriação social das áreas verdes urbanas
O Homem e a Terra: Eric Dardel e sua contribuição à Geografia Humanista Fenomenológica
O objetivo deste trabalho é relatar a importância e as contribuições de Eric Dardel e de sua obra literária, O Homem e a Terra: Natureza da realidade geográfica, para os campos da Geografia Humanista e da Fenomenologia. Essa clássica obra literária de Eric Dardel teve sua primeira edição publicada em francês no ano de 1958 com objetivo de compor a Nouvelle Encyclopédie Philosophique (Nova Enciclopédia Filosófica), o que lhe concedeu a característica de uma obra voltada para reflexão filosófica e interdisciplinar que buscava compreender a relação do Homem com a Terra
Decifrando o recente processo de descentralização de Belo Horizonte
Várias metrópoles brasileiras têm passado nos últimos anos por processos de reestruturação com tendências de descentralização e viabilização de novos arranjos espaciais, como recentemente vem acontecendo na metrópole mineira, Belo Horizonte.O processo de descentralização configura-se como projeto espacial na medida em que viabiliza uma expansão urbana criando novas expressões de centralidade. 
Programação
Programação da XI Semana de Geografia da UNICAMP: Os desafios do fazer geográfico: entre teoria e prática
Políticas urbanas e o uso do território pelos pobres nas grandes cidades
Pretende-se abordar o papel das políticas urbanas nos processos de fragmentação e periferização de grandes cidades no Brasil (Campinas, São Paulo e Maceió) engendrados pela urbanização corporativa