Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    Agulhas e pincéis: as relações entre a paleontologia e a neontologia no estudo dos ostracodes (Crustacea: Ostracoda)

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    NEEDLES AND BRUSHES: THE RELATIONSHIP BETWEEN PALEONTOLOGY AND NEONTOLOGY FOR THE STUDY OF OSTRACODS (CRUSTACEA: OSTRACODA) The study of ostracodes has developed under different influences, being possible to identify along its history influences of sampling technologies, necessity of knowledge applied to the oil industry and improvements of both optic and electronic microscopy. The origin of ostracodology might be placed in the second half of XVIII century, when recent continental species began to be studied by European researchers. The paleontological research set out with the description of the first fossil species in the beginning of XIX century. The improvement of the paleontological knowledge disclosed the paleoenvironmental and bioestratigraphical potential of ostracodology, which made it an important area of micropaleontological research. At that point the study of these crustaceans was widespread and steadily increasing in many institutions around the world both in the academy and oil companies. Nowadays, there is a tendency of the rebirth of the research on recent ostracodes under many approaches. The new knowledge resulting from paleontologic and neontologic studies will contribute to the improvement of the knowledge on the evolution of ostracodes and other crustaceans as well.O estudo dos ostracodes se desenvolveu sob diferentes influências, sendo possível identificar em sua história tendências orientadas pelas tecnologias de amostragem, a necessidade de conhecimentos aplicáveis à indústria do petróleo e pelo aprimoramento da microscopia óptica e eletrônica. O início da ostracodologia pode ser situado na segunda metade do século XVIII com o estudo de faunas continentais por zoólogos europeus. A pesquisa paleontológica iniciou-se quando as primeiras espécies fósseis foram descritas no início do século XIX. O aprimoramento do conhecimento paleontológico revelou a potencialidade paleoambiental e bioestratigráfica da ostracodologia, tornando-a um importante ramo da pesquisa micropaleontológica. A partir de então, um número crescente de pesquisadores passou a dedicar-se ao estudo destes crustáceos em diversas instituições do mundo, tanto em âmbito acadêmico quanto aplicado à indústria do petróleo. Atualmente, há uma tendência de recrudescimento da pesquisa em ostracodes recentes sob os mais diferentes enfoques. Os novos conhecimentos paleontológicos e neontológicos fornecidos por ela permitirão conhecer melhor a história evolutiva dos ostracodes e de outros artrópodes

    Estratégia didática clássica aplicada à disciplina Geologia Introdutória do curso de Geologia da Universidade Federal da Bahia

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    Classic didactic strategy applied to the Introductory Geology in the course of geology from the Federal University of Bahia. It is well-known that the schools create a separated world of daily life, then pupils accustom early to different positions in each one of these circumstances. Teachers go to the classroom with a program, a changeable textbook, some resources that to a large extent summarize transparencies or the chalk and black picture, and a number of questions for examinations. The teachers act inside classrooms in accordance with custom rules, against the common-sense they use outside. As soon as they notice any reduction of progress, they are capable to calmly follow the same routine lessons even if faced by evidence that pupils demonstrate lack of progress in evaluations. This work is centered on practical readjustments in education method and in a short-term didactic strategy with intention to adjust and to adapt the course to deal with the problems detected during the learning period of the Introductory Geology disciplines at the Geology undergraduate course of the Federal University of BahiaÉ notório que as escolas criam um mundo apartado da vida cotidiana e, logo cedo os alunos se acostumam a posturas diferentes em cada uma dessas circunstâncias. O professor adentra a sala de aula, munido de um programa, um livro texto, alguns recursos variáveis que em grande parte se resumem a transparências ou a giz e quadro negro, e uma bagagem de questões para as provas. Os professores agem bem mais de acordo com preceitos de praxe dentro das salas, do que com o bom senso que utilizam fora delas. Assim que constatam qualquer falta de rendimento, também são capazes de seguir rotineira e tranqüilamente com suas aulas, mesmo constatando que nas avaliações os alunos demonstram falta de rendimento. Neste trabalho reflete-se sobre o objetivo prático de reajustamentos no método de ensino e na estratégia didática a curto prazo com o intuito de adequar e adaptar o curso frente a problemas detectados durante o período letivo da disciplina Geologia Introdutória do curso de Geologia da Universidade Federal da Bahia.

    Sal Geologia e Tectônica

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    Exemplos nas Bacias Brasileira

    O Ciclo das Rochas na Natureza

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    THE ROCK CYCLE IN NATURE Cyclical changes occur permanently on Earth, a dynamic planet where slow or fast changes affect all the materials from the surface to the core. Even rocks can not be considered eternal, because they are affected by varying degrees of recycling, as well as minerals and every object else found on Earth. The time scales of the changes are extremely variable, they can be extremely fast or extremely slow. The Rock Cycle belongs to the Tectonic Plates model; it is a complex network of  processes, which control changes in the mineral kingdom. This article seeks to expose some fundamental aspects of this intricate chain of interactions, as the processes, the products and the natural environments where they occur. It is given attention to the fact that they take part of other natural cycles, and thus interfere in human life, too Mudanças cíclicas acontecem permanentemente na Terra, um planeta dinâmico onde os materiais, tanto da superfície como do interior, passam por transformações, lentas ou rápidas. Nem mesmo as rochas podem ser consideradas eternas, porque são afetadas por diversos graus de reciclagem, assim como todos os minerais que as constituem e os demais objetos encontrados na Terra. As escalas de tempo das mudanças são extremamente variáveis. O Ciclo das Rochas é uma teia complexa de transformações da matéria, desde muito rápidas até extremamente lentas, que, em conjunto, no contexto da Tectônica de Placas, determinam modificações no reino mineral. Buscando auxiliar o aprendizado de grande parte da Geologia, abordam-se os processos e produtos do ciclo e os ambientes naturais em que ocorrem. Tais transformações participam dos demais ciclos naturais e, evidentemente, interferem na vida human

    História e Filosofia das Geociências: relevância para o ensino e formação profissional

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    HISTORY AND PHILOSOPHY OF GEOSCIENCES: RELEVANCE FOR EDUCATION AND TRAININGThis article points out some important relations between the history and philosophy of sciences, and geosciences education to the professional formation of geoscientists and future teachers. After a brief survey of the discussions on the relations between the above mentioned fields all long the past 50 years, aiming at stressing some pedagogical roles that history, and philosophy of sciences may play, the text uses a recent geological example in order to put together conclusions advanced by some classical papers about sciences and geosciences. It concludes by reinforcing the relevance of historical and epistemological reflections for the improvement of professional formation, and for the renewal of educational practicesEste artigo aponta relações importantes entre a História, a Filosofia e a Educação em Geociências para a formação profissional de geocientistas e futuros professores. Parte de um breve levantamento das discussões acerca das relações entre os mencionados campos do conhecimento ao longo dos últimos 50 anos, salientando alguns papéis didáticos que a História e a Filosofia podem desempenhar. A seguir, usa um exemplo recente em Geologia para articular as reflexões de alguns trabalhos clássicos sobre as Ciências e as Geociências. Conclui reforçando a relevância das reflexões históricas e epistemológicas para aprimoramento da formação profissional e para a renovação de práticas educativa

    Recursos geoambientales y ciudadanía

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    Here are exposed some goals and arguments of a investigation project which proposes the revaluation on the articulation University-Community, by means of interventions in the Society-Nature relationships. We attempt to use strategies for citizen formation, in order to promote a cultural emancipation as a contribution to the sustainability development, and improvement of the quality of life. Their complexity requires interdisciplinary approaches by means of geologic and didactic investigations in order to construct knowledge about the geoambiental resources of some places, and to evaluate the apropriateness of transferring the knowledge to several sectors of each population. It is attempted to improve citizen formation, conceived as the capacity of the persons toward a conscious influencing in their own conditions and other people conditions in a democratic society. Some workshops and other training strategies will be started on, specifically destined to professionals, merchants etc. and another people interested on them. The activities require a previous elaboration of contextualized didactics resources on each region; they will include reflexive fieldwork and the empowerment of civic competences. For reaching this objective, it will be adopted the focus of “learning for investigation”, within the methodology of investigation-action in order to allow an adequate vigilance and evaluation of the outputsSe exponen fundamentos y finalidades de un proyecto de investigación diseñado para revalorizar la articulación Universidad-Comunidad por intermedio de intervenciones en las relaciones Sociedad-Naturaleza, utilizando estrategias de formación ciudadana. Se orienta al desarrollo de una cultura emancipatoria que aporte al desarrollo sostenible y al mejoramiento de la calidad de vida. Su complejidad requiere abordajes interdisciplinarios, mediante investigaciones geológicas y didácticas que permitirían la construcción de conocimientos sobre los recursos geoambientales de algunas localidades y su adecuación para transferirlos a los diferentes sectores de cada población. Se intenta mejorar la formación ciudadana, concebida como la capacidad del individuo para influir conscientemente en su propia situación y en la de otros, en una sociedad democrática. Para ello se concretarán talleres de capacitación docente y otros destinados a profesionales, comerciantes, etc. y otros interesados. Las actividades prevén la elaboración previa de recursos didácticos contextualizados en cada región que incluyen trabajos de campo reflexivos y conducentes al fortalecimiento de las competencias ciudadanas para cuyo fin se adoptará el enfoque de “aprendizaje por la investigación”, dentro de la metodología de investigación – acción a fin de permitir un adecuado monitoreo y evaluación de los resultados

    Educação em Ciência: actividades exteriores à sala de aula

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    SCIENCE EDUCATION: OUTDOOR LEARNING ACTIVITIES  The important role played in science education by outdoor learning environments is recognised by educational research; this environment is also frequently used by science teachers, particularly Earth Science teachers in their teaching strategies. Taking into account the lack of an accurate designation, in the Portuguese language, for the concept of outdoor learning environment, a suggestion is put forward, as follows: “Actividades Exteriores à Sala de Aula (AESA)”. The study is developed in four steps: (1) challenges to science education in a social context and their implications for the teaching and learning process; (2) discussion about the nature of the outdoor learning environment, mainly in the field of Earth Sciences teaching and learning; (3) reflections on the contribution of outdoor learning environment activities for the achievement of the main aims concerned for science education; (4) final comments, mainly based on the science teaching and learning process, articulated with the need of a better interaction between educational researchers and science teachers. This cooperation facilitates the definition of guidelines which will optimize the relationship between outdoor learning activities and other teaching and learning activities and, therefore, improve Earth Sciences EducationO ambiente outdoor vem sendo reconhecido pela investigação como importante no âmbito da Educação em Ciência (EC) e é frequentemente usado pelos professores de ciências. Atendendo à ausência de uma designação em português que corresponda à natureza daquele conceito em língua inglesa, propõe-se aqui a de Actividades Exteriores à Sala de Aula (AESA). O estudo desenvolve-se em quatro momentos. No primeiro, apresentam-se alguns dos desafios colocados à EC e faz-se o seu enquadramento social, bem como se abordam as implicações em termos de ensino e de aprendizagem. No segundo, foca-se na discussão sobre a natureza dos ambientes exteriores à sala de aula, dando uma particular ênfase ao que ocorre no domínio das Ciências da Terra. De seguida, e num terceiro momento, reflecte-se sobre a contribuição das AESA na consecução das grandes finalidades sugeridas para a EC. A terminar, e num quarto momento, efectuar-se-ão comentários finais do estudo com particular ênfase no processo complexo do ensino e de aprendizagem, bem como na necessidade de uma melhor interacção entre investigadores educacionais e professores, em ordem a aproveitar, de forma articulada com outras actividades, as potencialidades das que são desenvolvidas fora da sala de aula. Em síntese, pretende-se contribuir para melhorar os resultados da Educação em Ciência no âmbito das Ciências da Terr

    O ensino de Geologia e a profissão de geólogo

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    Nos últimos anos o notável renascimento da profissão de geologia no Brasil acompanhou a retomada do desenvolvimento econômico, interrompendo os efeitos da chamada “década perdida”. O fato fez as universidades se organizarem para formar mais geólogos diante da grande demanda, por empresas, órgãos de governo e agentes públicos. Os desafios enfrentados pelos geólogos integram variadas facetas do desenvolvimento social e econômico do país, mas o espaço profissional que a ele compete tem sido disputado de vários modos. A importação pura e simples de geólogos de outros países para suprir a momentânea falta de geólogos é desnecessária. As universidades brasileiras demonstraram capacidade de enfrentar com sucesso a missão. É preciso ampliar expectativas e aumentar a união e a determinação, em busca do fortalecimento dos cursos atuais.O aparecimento de novos cursos de graduação depende de existirem condições adequadas para pleno funcionamento, já que os desafios são múltiplos: reunir corpo docente de alto nível, adquirir equipamentos, veículos de campo e laboratórios e implantar a infra-estrutura mínima para que aulas e atividades aconteçam com naturalidade e eficácia. Terræ Didatica pode contribuir nesse campo, como suporte de difusão de experiências e práticas educativas.Desde os anos 1960, a esmagadora maioria dos cursos brasileiros de Geologia continua a ser mantida por universidades públicas. A acelerada privatização do ensino superior nas últimas décadas levou à proliferação de cursos superiores, verdadeiras “máquinas de fazer dinheiro” em escolas privadas. Salvo diversas e bem-conhecidas exceções, a educação tornou-se um modelo de negócio, sobrepondo-se à missão institucional. Nenhum novo curso de Geologia é mantido por instituição particular, mas a possibilidade não está afastada, se prosseguir o incremento da demanda por geólogos, gerando pressões em exames vestibulares das universidades tidas como de referência. O geólogo tem diante de si o desafio de ajudar a sociedade a conhecer melhor o mundo em que pisamos, sua origem e evolução. A crescente concentração urbana exige capacidade de atuar em campos aplicados à engenharia, meio ambiente e hidrogeologia. Os efeitos de certas catástrofes naturais podem ser minimizados, caso conhecimentos elementares da dinâmica natural – sob o ponto de vista da Geologia - fossem devidamente levados em conta pelas autoridades competentes. O processo de conscientização, também chamado de “alfabetização nas ciências da natureza”, contudo, é lento e depende de muitas variáveis: uma delas é de geólogos profissionalmente bem preparados. Além dessas dificuldades, não temos percebido a importância da difusão desse campo da Ciência na escola básica. A educação em escolas de nível médio e fundamental não desenvolve uma compreensão ampla de como o planeta funciona, condição que ajuda a preparar crianças, jovens e adultos para o pleno exercício da cidadania e contribui para diminuir desigualdades.Entre os anos 1950-1960 o aprendizado de Geologia fora impulsionado pelo Estado, que criou bem-sucedida Campanha de Formação de Geólogos (CAGE). Desde então, os cursos de graduação e pós-graduação se fortaleceram, mas enfrentam dificuldades de toda ordem. Temos o orgulho de contar com grandes mestres e a competência nacional tem sido internacionalmente elogiada e valorizada. Amadurecida, a Geologia exibe notável vigor no Brasil, como ciência e como profissão, fato comprovado nas inúmeras reu-niões, simpósios e congressos técnico-científicos. O território, contudo, está longe de ser mapeado e conhecido nos níveis atingidos por países mais desenvolvidos.A reposição de docentes é necessidade permanente: exigem-se novos mestres, capazes de contagiar os jovens de todas as idades que se aventuram a estudar Geologia. Para praticar Geologia, é preciso dispor de sólida base científica, pleno domínio de técnicas e uma certa dose de talento. A profissão é peculiar, porque os desafios e exigências para o aprendizado e exercício profissional são igualmente distintos de outras profissões de nível superior. Os estudantes, com seu típico entusiasmo e alegria, reconhecem o fato. Sabemos dar valor ao campo, o lugar onde se aprende Geologia. A brincadeira de que “Geologia se aprende pelos pés”, reflete a noção de que, quanto mais o geólogo caminha e percorre diferentes locais, mais aprimora sua capacidade de integrar informações e gerar conhecimento novo. O Estado, a quem cabe a função de regular a preparação profissional, ainda não definiu, no caso da Geologia, as diretrizes curriculares, causando preocupação. Para ajudar a minimizar o problema, neste volume publicamos a versão corrigida e atualizada das Diretrizes Curriculares aprovadas pelo Fórum Nacional de Cursos de Geologia, acompanhada de relatos de reuniões dessa entidade, entre 2006 e 2007. A revistaTerræ Didatica, no volume 4, persegue a ideia de ser veículo de comunicação geocientífica da comunidade íbero-latino-americana, graças à colaboração de pesquisadores de universidades brasileiras e do exterior.O volume é integrado por contribuições de autores da Bahia, Paraná e Rio Grande do Sul. Duas delas descrevem ricas experiências e caminhos percorridos em diferentes disciplinas de curso de graduação em Geologia: “Estratégia didática clássica aplicada à disciplina Geologia Introdutória do curso de Geologia da Universidade Federal da Bahia” e “Ensino de técnicas de análises de minerais com ênfase na interpretação de dados: teoria e prática na formação do geólogo”. Outro artigo organiza informações e descreve uma classe mineralógica bastante especial e rara: a das “combinações orgânicas associadas ao hidrogênio”.Reproduzimos, ainda, conferências do 1º Simpósio de Pesquisa em Ensino e História de Ciências da Terra, e III Simpósio Nacional sobre Ensino de Geologia no Brasil, eventos realizados em Campinas, em setembro de 2007. Como as apresentações não integram os anais dos eventos, decidimos publicá-las neste volume e no próximo, tanto pela importância quanto pelo valor das concepções expostas. A primeira, “Perspectivas actuais sobre o ensino das ciências: clarificação de caminhos”, analisa as bases teóricas de diferentes concepções de ensino de Ciências. O autor argumenta que, nas conexões interdisciplinares entre educação e ciências, a metodologia de ensino e a pesquisa assumem grande importância. Em “Recursos Geoambientais y ciudadania”, o autor expõe as bases de um projeto de pesquisa que procura valorizar a articulação entre universidade e comunidade, utilizando estratégias de formação de cidadania por intermédio de intervenções nas relações entre a sociedade e a natureza. Esperamos que a leitura dos textos seja proveitosa e estimule leitores e autores a contribuir ainda mais com as próximas edições

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