Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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Aspectos geoambientais da bacia hidrográfica do Córrego Sangradouro – Cáceres, Mato Grosso
Um dos caminhos para subsidiar de maneira efetiva e exitosa as problemáticas socioambientais, relacionadas s às áreas úmidas, é o conhecimento dos condicionantes geoambientais. Nesse sentido o trabalho propôs compreender os aspectos geoambientais da Bacia Hidrográfica do córrego Sangradouro. Para tanto, foram desenvolvidos mapas temáticos de geomorfologia, geologia e pedologia com as bases cartográficas e informacionais do Projeto RADAMBRASIL, Folha v. 27 Corumbá e do projeto SIPAM, através do software SIG ArcGis versão 10.2. A amplitude altimétrica da bacia alcança até 60 m, com grande variação da profundidade do lençol freático. Suas estruturas litológica e pedológica são representadas, principalmente, pela Formação Pantanal e pelos Latossolo Vermelho-Amarelo Distrófico, características que potencializam a frequência de alagamento da Bacia bem como o aumento de áreas úmidas. No entanto, a bacia apresenta uma baixa densidade de drenagem, com rios sem tamanhos e vazões expressivas e escoamento comprometido pelas obras de engenharia.
Caracterização ambiental: geologia, geomorfologia e solo no baixo curso na bacia do Rio Cabaçal em Curvelândia Mato Grosso
O estudo teve como objetivo realizar levantamento das características ambientais, Geologia, Geomorfologia e Solo no baixo curso do rio Cabaçal, afluente da margem esquerda do rio Paraguai. As informações foram obtidas nos relatórios o projeto Radambrasil e confirmação no campo. Para compilação dos mapas temáticos as ferramentas do software ArcGis 10.1. Registrou as seguintes ocorrências geológicas: Formação Pantanal (área 423,21 km2) e aluviões atuais (área 2888,54 km2), possui duas unidades geomorfológicas a Depressão do Alto Paraguai (área 48.74km2) e a Planície do rio Cabaçal (área 240,74 km2). As classes solos presente são os Neossolos Quartzareno OrticoTípico (área 130,09 km2), Latossolo Vermelho Amarelo Distrófico Típico (área 309,62 km2) e Gleissolo Haplico Tb EutroficoTípico (área 272,02 km2)
A abordagem geossistêmica na compreensão da dinâmica ambiental na bacia hidrográfica do Rio Ipanema, região de Sorocaba-SP
O trabalho buscou compreender a dinâmica ambiental da bacia hidrográfica do rio Ipanema a partir de uma abordagem geossistêmica. A área está localizada na região metropolitana de Sorocaba-SP. Metodologicamente foram elaborados documentos cartográficos como declividade, hipsométrico, morfoestrutural, uso e ocupação do solo, e de classificação das paisagens com a utilização de software de geoprocessamento e imagens de satélites. As informações obtidas foram integradas com as observações de campo. A pesquisa contribuiu na análise e integração dos elementos socioambientais da bacia, correlacionando os fatores litológicos, climáticos, pedológicos e vegetação, com as transformações antrópicas processadas na paisatem, em seus diversos usos e impactos, reesttruturando assim as características do relevo e da paisagem. Foram constatadas as principais zonas de fornecimento, dispersão e zonas de acúmulo de materais, constituindo base para entender a dinâmica da paisagem local e propor a distribuição das formações naturais na bacia e suas características de apropriação e desequilibrios ambientiais
Expansão urbana e a ocupação da microbacia do Córrego Águas da Veada – Ourinhos/SP
Este trabalho objetiva discutir o processo histórico de ocupação da microbacia do córrego Águas da Veada localizado no município de Ourinhos/SP e o produto final será um mapeamento representando os momentos de urbanização, respeitando um intervalo de classes de 10 anos. Com isso espera-se chegar a um panorama de como se deu a expansão urbana na microbacia e quais as consequências socioambientais e econômicas causadas pelos tipos de uso ali presentes. Este resultado será mediado por técnicas de geoprocessamento e o software empregado será o ArcGis 10
Mapeamento do uso e ocupação da terra do município de Alcobaça, Bahia (2015)
O mapeamento do uso e ocupação da terra é uma ferramenta auxiliar de suma importância no planejamento ambiental e na tomada de decisão. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi gerar um Mapa de Uso e Ocupação da Terra na escala 1:30.000 para a totalidade do Município de Alcobaça-Bahia, com aplicação de metodologia específica foram mapeadas 9 classes de uso e ocupação da terra por meio de imagens orbitais RapidEye do ano de 2015, seguida de trabalhos de campo para validação do mapeamento. Às áreas das classes utilizadas e seus respectivos percentuais, fornecem subsídios para futuros estudos de planejamento ambiental e ordenamento da paisagem do município. Como resultado, foram obtidos os percentuais de 0,25% de área urbanizada, 0,02% Área Urbanizada (rural), 2,96% para Agricultura, 37,68% para Pastagem, 37,33% para Eucalipto, 0,42% para Manguezal, 0,37% Área Úmida, 0,51% para Vegetação Arbustiva e 20,36% para Vegetação Arbórea
Código Florestal (Lei 12.651/2012) e zoneamento urbano de Teresina/PI: situação das Áreas de Preservação Permanente (APP’S) do rio Poti
O presente artigo tem como objetivo analisar a situação das Áreas de Preservação Permanente (APP) do rio Poti na cidade de Teresina/PI, fazendo uso da legislação ambiental (Código Florestal) e da legislação urbana (Zoneamento Urbano de Teresina). Os procedimentos metodológicos basearam-se em: análise bibliográfica, documental e cartográfica, verificações in loco, registro fotográfico, setorização da área de estudo, além de uso do Google Earth e do QGis 2.14.7. Pôde-se constatar que a pressão antrópica motivada pelo processo de urbanização acaba por descaracterizar essas áreas através da construção civil, das atividades primárias (lavoura e pecuária, por exemplo) dentre outras formas de antropização e apropriação destes espaços. Constatou-se um descompasso entre as legislações (municipal e federal) e a atual situação das APP’s, na área de estudo, havendo a necessidade de medidas tais como: reflorestamento, controle quanto aos tipos de usos da área, evitar construções nas referidas área, dentre outros, objetivando mudanças com vistas a promoção da proteção eficiente ao ambiente e as áreas de APP’s
Diagnóstico da degradação ambiental no município de Tejuçuoca-Ceará
As condições físico-geográficas e o manejo inadequado dos recursos naturais renováveis pelo homem têm se configurado como causas da degradação ambiental no semiárido cearense. Nesse contexto, objetivou-se realizar um diagnóstico da degradação ambiental em Tejuçuoca-Ceará, a partir da Geoecologia das Paisagens, dos estudos sobre desertificação e degradação realizados por Souza (2000, 2006) e do trabalho de campo no município. Resultou-se na identificação e descrição de três indicadores de degradação ambiental na área de estudo: i) Degradação da cobertura vegetal; ii) Erosão do solo e iii) Assoreamento de corpos hídricos. Destaca-se que os problemas ambientais identificados ocorrem, muitas vezes, simultaneamente e se complementam potencializando os impactos ambientais e sociais em Tejuçuoca
Alterações antrópicas e repercussões na dinâmica do rio Jacaré-Pepira (SP)
A ação efetiva do homem como agente potencializador de processos o coloca como novo fator alogênico de alteração da paisagem. Ao modificar condições de fluxo e aporte de sedimentos, a ação antrópica influencia na morfologia dos canais fluviais. Desta forma, o estudo proposto interpreta as modificações da morfologia do rio Jacaré-Pepira (SP), sobretudo no baixo curso, motivado pela instalação da usina hidrelétrica de Ibitinga e pela formação de novo nível de base local, e às modificações no uso da terra ao longo da bacia. Tais transformações foram identificadas por imagens não orbitais (1:25.000) datadas de 1962 e orbitais (Rapideye) de 2012, a fim de comparar esses dois momentos. Constataram-se mecanismos de modificação de meandros mais significativos nos segmentos influenciados diretamente pela mudança de nível de base. Além disso, foi possível observar a ampliação de cultivos agrícolas sobre áreas vegetadas e com pouca aplicação agrícola, reiterando o homem como agente geomorfológico
Análise multitemporal da ocupação irregular das margens do Rio 40 Horas no município de Ananindeua-PA
O Rio 40 horas situa-se no subsistema hidrográfico do Ariri, na região metropolitana de Belém, no município de Ananindeua no estado do Pará, abrangendo três bairros: Cidade Nova, 40 horas e Icuí-Guajará. O Objetivo do trabalho é fazer uma análise multitemporal da área de estudo, apresentando o levantamento de impactos produzidos na drenagem decorrentes das ocupações e uso do solo que são constatadas na paisagem do município, como a retirada da vegetação, além da ocupação nas margens do rio por condomínios habitacionais, comércios e casas, que contribuem para a degradação do ambiente, ocasionando então o assoreamento e poluição do rio. Foram utilizados softwares, e imagens do Google Earth para analisar o ambiente a fim de mostrar o uso das terras, fazendo uma análise temporal de 20 anos, para a obtenção dos resultados. Concluindo, notamos que os usos das ferramentas digitais de processamento GIS são de extrema importância para a gestão e ordenamento territorial
Impacto ambiental sonoro e visual na região central do município de Goiânia - GO
Dentro da problemática ambiental talvez a poluição sonora e visual sejam as mais significativas, pois não dá consciência às vítimas do mal que fazem à saúde. Objetivou-se, com a realização deste estudo, avaliar os impactos ambientais vinculados à poluição sonora e visual presente no centro urbano do município de Goiânia-GO. A poluição sonora foi avaliada por meio dos níveis de decibéis (dB), que foram coletados por um decibelímetro e a poluição visual foi avaliada por meio de registros fotográficos tirados no entorno dos pontos coletados. As pessoas que transitam nestes locais estão sujeitas a desenvolver problemas de saúde em função da poluição sonora e visual, que de acordo com a legislação, podem ser caracterizados como locais insalubres. A solução eficaz para esses dois problemas caberia ao Estado, com um planeamento dos espaços urbanos de forma a harmonizar o desenvolvimento das cidades com a qualidade ambiental