Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    Análise dos conteúdos de hidrografia nos livros didáticos do ensino médio de geografia

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    O livro didático é a ferramenta didática mais utilizada nas escolas públicas atualmente, além de ser um instrumento para o professor, este serve como contribuição na formação do sujeito enquanto aluno e cidadão. Nesse sentindo, o presente trabalho buscou analisar os conteúdos de hidrografia nos livros de Geografia destinados ao ensino médio. Foram analisadas seis coleções de livros didáticos, todas contendo 3 volumes, onde foram averiguados conteúdos básicos da temática de Hidrografia. Para a concretização da pesquisa, foi feita uma revisão bibliografia, análise da formação dos autores, identificação da ordem dos conteúdos, abrangência, fundamentação da informação, situação dos conceitos, atualização, relação conteúdo/realidade e linguagem

    A participação das massas de ares no inverno de 2016 no Brasil

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    A tropicalidade do Brasil manifesta-se principalmente no regime das chuvas que, em grandes áreas do país é a primeira consequência da dinâmica dos sistemas atmosféricos. Para ampliar a compreensão da dinâmica, deveremos considerar os centros de ações, a estacionalidade e a dinâmica das massas de ares. A massa Polar ao avançar, no seu limite norte, área de contato com o ar mais quente e de densidade diferente geram os Sistemas Frontais, que, para o Sul do Brasil, causa os principais episódios de chuva. Para as demais regiões, atuam as massas de ares Tropical continental, Tropical atlântica, Equatorial atlântica e Equatorial continental. Considerando-se a hipótese de um ano atípico para 2016, traçaram-se como objetivo, contabilizar a participação dos sistemas atmosféricos para o Brasil na estação do inverno, elegendo-se nove estações climatológicas como referenciais. Os resultados mostraram que as participações das massas de ares mantiveram-se próximo do esperado para a estação

    Análise da variabilidade pluviométrica utilizando a frequência de ocorrência e as medidas de assimetria e curtose na bacia hidrográfica do rio Araguari – (MG), período de 1975 a 2014

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    Este trabalho tem como objetivo analisar a variabilidade pluviométrica, com base na frequência de ocorrência e nas medidas de Assimetria e Curtose, da bacia hidrográfica do Rio Araguari - (MG), no período de 1975 a 2014. Foram utilizados dados de precipitação diária (mm), de 12 postos pluviométricos localizados ao longo da bacia, série histórica de 40 anos. Após a tabulação para determinar as precipitações acumuladas mensalmente, seguiram-se as etapas metodológicas do computo da amplitude da variação, número e amplitude do intervalo de classes, frequência de ocorrência simples e coeficientes de Assimetria e Curtose. A partir dos resultados inferiu-se que dos 12 postos selecionados na área de estudo, 33,3% ou 4 deles foram classificados como Distribuição Assimétrica Positiva Moderada e 66,7% ou 8 deles foram categorizados como Distribuição Assimétrica Positiva Forte. Em termos de percentagens ainda, 25% ou 3 deles apresentaram curva Leptocúrtica e 75% ou 9 deles expressaram curva Platicúrtica

    Variabilidade pluviométrica no município de Acopiara/CE

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    Esta pesquisa tem como objetivo identificar os anos chuvosos, secos e normais da série histórica do Município de Acopiara localizado no centro sul do Estado do Ceará, no período entre 1974 a 2015, comparando com as condições oceânicas do Pacifico (El Niño e La Niña) e Atlântico (dipolo) que possam ter influenciado no padrão pluviométrico da área de estudo. Para a classificação dos anos executou-se o método Box Plot. Dos anos analisados, 19 encontram-se na categoria normal, 11 no padrão seco e 11 no chuvoso e que os fenômenos oceânicos tiveram influência na distribuição das chuvas na série histórica. Conclui-se que é de grande importância estudar essa variabilidade para compreender como a interação do oceano e a atmosfera inibem ou favorecem a ocorrência das chuvas nos municípios do semiárido nordestino

    Influência do relevo e vegetação na variação da temperatura e umidade relativa do ar na Serra do Cipó - MG, em um estudo de curto prazo

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    O presente artigo analisa a influência da vegetação e topografia nas variações de temperatura e umidade relativa do ar em áreas interior ao Pq. Nacional da Serra do Cipó. Os dados foram obtidos utilizando-se resgistradores automáticos para temperaura e umidade relativa do ar instalados no interior de abrigos para coleta em campo, pelo período de 10/09/2016 à 24/09/2016. A análise considerou a relação dos dados mensurados com as características físicas do ambiente (relevo e cobertura vegetal) sob condições atmosféricas diferenciadas além da importância da vegetação fator de dissipação do calor.

    Comparativo dos efeitos entre eventos ENOS Canônico e MODOKi no período de 1980 a 2016, no centro-sul da América do Sul

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    Eventos climáticos no Cetro-sul da América do Sul são comumente relacionados à ocorrência de Eventos El Niño - Oscilação Sul (ENOS). O ENOS canônico é caracterizado pelo enfraquecimento (fortalecimento) dos ventos alísios e o aumento (diminuição) da Temperatura da Superfície do Mar (TSM) no Oceano Pacífico Equatorial Leste, originando o fenômeno El Niño (La Niña) (OLIVEIRA, 2001). Ocasionalmente, a mudança de TSM pode ocorrer com outro padrão espacial, na região do Pacífico Central, chamado de ENOS Modoki (ASHOK et al., 2007), ou “imitação” em japonês. Esta pesquisa objetiva ampliar os estudos sobre os efeitos dos ENOS Modoki, propondo-se a identificá-los e compará-los as ENOS Canônico, observando as implicações sobre a precipitação no Centro-Sul da América do Sul. Espera-se contribuir para o entendimento da variabilidade climática ocasionada pelos diferentes tipos de eventos ENOS, ampliando a compreensão de que cada evento ENOS é único (AMBRIZZI, 2003) e que possuem efeitos variáveis espacialmente

    Análise da temperatura e umidade relativa do ar no bairro Castelo, Belo Horizonte – MG, no segmento temporal de 11/09/16 a 12/10/2016

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    O presente artigo analisa a influência de fatores urbanos nas variações de temperatura e umidade relativa do ar, adotando como referencial de área o bairro Castelo, situado ao norte do município de Belo Horizonte – MG, de ocupação recente e quase inteiramente verticalizada. Os dados foram produzidos continuamente em intervalos horários durante o segmento temporal entre 11/09/2016 a 12/10/2016 e a análise considerou a relação dos dados mensurados com as características de relevo e uso da terra, sob condições atmosféricas diferenciadas. Os resultados mostraram grau diferenciado de comprometimento com fatores naturais e antrópicos, caracterizando em diversas situações a organização de clima urbano

    Potencialidades do uso do zoneamento de risco climático para o cultivo da nogueira pecã (Carya illinoinensis) no Rio Grande do Sul

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    O zoneamento de risco climático é um instrumento de gestão de riscos da agricultura e visa identificar os princiapais fenômenos adversos que influenciam nas fases fenológicas dos cultivos. Este trabalho teve como objetivo elaborar o zoneamento de risco climático do cultivo da nogueira pecã para o Rio Grande do Sul. Para tanto foram coletados dados climatológicos e dados das fases fenológicas do cultivo. Os dados foram organizados e espacializados por meio da krigagem ordinária e integrados por meio da álgebra de mapas do aplicativo ArcGis 10.2.2. Como resultado destaca-se o zoneamento, que integrou os cinco índices de risco: falta de horas de frio, excesso de precipitação pluviométrica, temperatura máxima superior a 35ºC, excesso de umidade relativa do ar e estiagem. O estado apresentou 48,4% da área com risco muito baixo e 51,6% com risco baixo. Isto significa que este cultivo apresenta grande potencial para desenvolvimento no Rio Grande do Sul

    Análise da precipitação pluviométrica na bacia hidrográfica do Rio Ijuí-RS no período de 2001 a 2015

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    O objetivo deste trabalho é analisar a variabilidade da precipitação pluviométrica na Bacia Hidrográfica do Rio Ijuí-RS entre 2001 à 2015. Para a realização deste trabalho utilizou-se dados de 13 postos localizados dentro da bacia do Rio Ijuí e foram tabulados no excel para calcular as médias de cada posto e o total médio da bacia. Os mapas foram elaborados através de ferramentas SIG’s (Sistema de Informação Geográfica) no software ArcGis 10.2 desenvolvido pela ESRI e os bancos de dados utilizados foram da Fepam (Fundação Estadual de Proteção Ambiental) do Rio Grande do Sul e do IBGE (Institudo Brasileiro de Geografia e Estatistica) do senso de 2010. Os resultados são bastante satisatórios uma vez que a variabilidade da precipitação foi muito nítida de um ponto para o outro e a variação em relação á média total também foi muito singificativa dentro da Bacia Hidrográfica do Rio Ijuí-RS

    Influência da rede de drenagem na configuração da paisagem de Faxinal da Boa Vista – PR (FOLHA SG.22-V-B-VI-3)

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    Esta pesquisa objetivou analisar a rede de drenagem e formação do relevo na área abrangida pela Folha Topográfica SG.22-V-B-VI-3 de Faxinal da Boa Vista (PR), localizada na Bacia Sedimentar do Paraná, na transição do Segundo para o Terceiro Planalto Paranaense. No Terceiro Planalto Paranaense foram identificados padrões subdendríticos e paralelos, associados a relevos suaves ondulados a planos. No Segundo Planalto Paranaense foram identificados padrões radiais, associados a doze feições dômicas. Pôde-se argumentar que as formas de relevo alteraram e modificaram os cursos dos rios, que se adaptaram e moldaram estruturas morfológicas. Portanto, compreender a estrutura e ocorrência de diferentes padrões de drenagens, assim como os agentes modeladores e modificadores do relevo, torna-se imprescindível em pesquisas geomorfológicas

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