Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    ENSINO DE GEOGRAFIA COM OBRAS CINEMATOGRÁFICAS: DA TAIGA SIBERIANA A CAATINGA BRASILEIRA

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    Dentre os variados recursos didáticos que são utilizados no ensino de Geografia, como o livro didático, o globo terrestre e o mapa, no presente artigo daremos enfoque às obras cinematográficas. A partir da obra cinematográfica Happy People: a year in the Taiga e uma notícia de jornal foi criado um roteiro de atividades para ser desenvolvido com o primeiro ano do ensino médio para discutir o tema biomas. A metodologia utilizada foi a Pesquisa-ação, que torna a prática do professor pesquisa para que ele aprimore o ensino e consequentemente o aprendizado de seus estudantes. O roteiro não tem o intuito de ser uma “Receita Pronta”, mas que seja um balizador de atividades e que os profissionais o adequem a realidade de seus estudantes

    PDCE e o ensino de Geografia Física: possíveis contribuições dos professores de Geografia a partir do programa de prevenção de riscos da DCRJ

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    O Programa Defesa Civil nas Escolas desenvolvido pela equipe da Defesa Civil da cidade do Rio de Janeiro entre os anos de 2016 e 2018 foi o ponto de partida para a defesa da ideia de que os professores de Geografia do ensino básico podem e devem incluir a disseminação de informações que contribuam para a prevenção de riscos naturais. Sendo a Geografia uma ciência que estuda a relação homem-natureza, é importante que os professores de Geografia sejam capazes de possibilitar que os alunos do ensino básico compreendam como acontecem os fenômenos naturais que influenciam na vulnerabilidade a que tais alunos podem estar expostos. Aqui será feito um estudo de caso da região metropolitana do Rio de Janeiro, mais especificamente São Gonçalo, município considerado de alta vulnerabilidade, tendo em vista a ocupação irregular de encostas e margens de canais fluviais. É importante que temas relacionados a redução de risco sejam abordados nas escolas, pois a informação é a melhor forma de prevenção, que possibilita reduzir a vulnerabilidade de uma comunidade

    LINGUAGEM PICTÓRICA E ENSINO DE GEOGRAFIA: EXPERIMENTAÇÕES COM OBRAS DO MUSEU DE ARTE CONTEMPORÂNEA DE MATO GROSSO DO SUL (MARCO)

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    Nesta pesquisa propõe-se compreender as especificidades da linguagem pictórica e, partir disso, identificar possibilidades para o ensino de Geografia utilizando algumas obras selecionadas do acervo permanente do Museu de Arte Contemporânea de Mato Grosso do Sul (MARCO). Acreditamos que por meio da linguagem pictórica é possível identificar elementos que contribuam para o ensino de Geografia, refletindo sobre questões relativas às dinâmicas socioespaciais que envolveram o artista, gerando imaginações pautadas nos elementos da obra. Identificando e compreendendo representações culturais e símbolos que o artista utiliza, destacamos a potencialidade de aprender ler e interpretar a linguagem pictórica, considerando-a como expressão de variados elementos e imaginações acerca do espaço. Além das reflexões de cunho teórico-conceitual, a pesquisa envolve experimentações em sala de aula, realizando um revezamento entre teoria e prática. Assim, nas experimentações já realizadas, procuramos utilizar algumas pinturas do acervo permanente do MARCO na perspectiva de pensá-las como linguagem e não como mero recurso didático ilustrativo dos conteúdos, exercitando as potencialidades da linguagem pictórica na construção de pensamentos espaciais. As experimentações ocorreram em uma escola localizada no município de Fátima do Sul (MS), a Escola Estadual Vila Brasil e o objetivo principal foi que os alunos exercitassem a análise das obras de arte, capacitando habilidades de interpretar e desenvolver produtos de linguagem não verbal, para perceber-se como ser sensível a arte, capaz de produzir releituras de obras com potencial para elaborar pensamentos sobre fatos e fenômenos geográficos, imprimindo uma marca pessoal ao trabalho

    A IMPORTÂNCIA DO LETRAMENTO DIGITAL NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA

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    Este texto tem por objetivo apresentar a importância do letramento digital na formação inicial do professor de Geografia. Parte-se do entendimento de que com o desenvolvimento dessa habilidade nas aulas em âmbito acadêmico, é possível criar condições para que os discentes utilizem metodologias que sejam significativas em suas aulas como futuros professores, mediadas pelas tecnologias digitais da informação e comunicação. Para compreender como esse saber tem estado presente na formação inicial docente, analisamos no contexto em que nos inserimos como docentes, seis planos de aula desenvolvidos na disciplina de Estágio Curricular Supervisionado, de licenciandos da sétima fase de um curso de Geografia. Para tal, utilizou-se como metodologia a pesquisa exploratória, tendo por base os métodos bibliográfico e documental. Com o estudo foi possível observar que somente dois planos de aula utilizaram as tecnologias digitais de forma a estimular a autonomia e protagonismo dos estudantes. Dessa forma é possível o entendimento da importância do suporte dado pela formação inicial do discentes nas atividades que ele irá realizar na escola e entre elas as metodologias que utilizará para o desenvolvimento das aulas

    INTERPRETAÇÕES SOBRE O ESPAÇO GEOGRÁFICO A PARTIR DO MUNDO VIRTUAL

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    Como componente curricular, o ensino de Geografia destaca-se pela natureza investigativa e pela interface direta com a sociedade, com a história e com a produção dos desdobramentos políticos, econômicos e sociais contemporâneos, mas vem, com cada vez mais frequência, tendo em vista a popularização do acesso á internet e a massificação das informações compartilhadas por mídias sociais, sendo influenciado pela dimensão do mundo virtual. Objetos fundamentais na estrutura geográfica, as categorias do espaço – paisagem, território e lugar – fazem parte desse conjunto de concepções expostas a diferentes interpretações na era que mescla elementos técnicos, informacionais e a subjetividade de um universo que se estabelece através das redes sociais virtuais, transformando a si mesmo, aos seus usuários, usuárias e à própria realidade (ou múltiplas realidades) à medida em que é, também, transformado na interação simultânea em diferentes escalas que conectam pontos remotos à estrutura global das telecomunicações. Este projeto de pesquisa visa introduzir linhas reflexivas acerca de diferentes interpretações acerca da forma como as categorias de espaço na Geografia vem sofrendo as influências do mundo virtual, à medida que também o influencia. Frente às flagrantes ameaças à Educação baseada no senso crítico, na Ciência e na História, o ensino da Geografia, assim como da Filosofia, Sociologia, Artes e até mesmo da Biologia, questionada pelos criacionistas, por exemplo, e da Física, ante a negação da da existência da gravidade, precisa encontrar espaços de onde possa se apropriar – os no mundo real e os no mundo virtual, para que possa continuar a conduzir a compreensão acerca dos fenômenos geográficos em prol do desenvolvimento civilizatório, individual e coletivamente

    USO DA REALIDADE VIRTUAL COMO PROPOSTA NO ENSINO DE GEOGRAFIA

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    A realidade virtual é uma tecnologia não tão recente que está cada vez mais ganhando espaço em diversos ambientes, no entanto, ainda não está muito difundida no ensino escolar. Essa tecnologia apresenta um baixo custo para se trabalhar em sala de aula devido a grande parte dos materiais estarem disponíveis de forma gratuita na internet, que podem ser reproduzidos nos smartphones e, também, pelo óculos (cardboard) que reproduz esses tipos de vídeos e imagens de fácil manuseio. Esse estudo tem como objetivo usar a realidade virtual como uma ferramenta didática, mostrando como é possível pensar em atividades e materiais que deixam o ensino mais dinâmico e imersivo. Para isso foi utilizado o Óculos Google CardBoard em conjunto com o smartphone para reproduzir vídeos, imagens e o StreetView VR em realidade virtual, todo material reproduzido pode ser encontrado no Youtube ou na Google Play gratuitamente. Com isso, é possível mostrar diferentes lugares do mundo e ensinar os conceitos e temas da Geografia para os estudantes de forma mais lúdica. Essa ferramenta tem grande potencial no ensino e faz com que seja possível pensar em atividades multidisciplinares e mais atrativas para os estudantes

    USO DE GEOTECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DOCENTE: ANÁLISE DO CURRÍCULO DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA

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    Vivemos em um mundo em constantes transformações políticas, sociais, econômicas e também, tecnológicas. Atualmente, vivemos um período chamado por estudiosos de mass media, na qual a sociedade se encontra sofrendo profundas modificações, é o período da comunicação generalizada. Nesse momento de grandes mudanças, figuram juntos, a realidade do mundo em transformação e dos antigos paradigmas da sociedade, sendo que, uma das formas de se perceber essas mudanças, é por meio da comunicação e da informação. Surge um novo espaçotempo que traz como consequência, um homem desterritorializado, que possui certa liberdade até então inalcançável e que se conecta a partir das tecnologias de comunicação e os sistemas de informação, criando um espaço dividido entre o material e o virtual. A aprendizagem ubíqua, nesse contexto, traz um novo momento para os processos educacionais já que permite uma mobilidade significativa, inaugurando um aprendizado aberto. Concomitantemente, ferramentas como as de edição comunitária e simultânea, são fatores essenciais dessa nova aprendizagem. Nesse contexto, este projeto pretende trabalhar no quesito da formação docente na Universidade Estadual de Campinas, analisando o currículo de licenciatura, vinculado a análise e uso das geotecnologias na formação inicial e como elas refletem o posterior uso e acesso a estas nos ambientes escolares buscando indicar possíveis potencialidades para se pensar o uso das geotecnologias, assim como da cartografia, de modo geral, como linguagem e não apenas como conteúdo, buscando assim, novas potencialidades para se pensar o ensino de geografia a partir das geotecnologias

    A PROMOÇÃO DA APRENDIZAGEM SIGNIFICATIVA POR MEIO DA VALORIZAÇÃO DAS VIVÊNCIAS COTIDIANAS DOS ALUNOS NO MUNDO GLOBALIZADO

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    A presente pesquisa é um resultado de levantamentos realizados por alunos integrantes do Programa Institucional de Bolsas e Iniciação à Docência (PIBID), da Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ), com o intuito de propor uma metodologia de ensino, respaldada na investigação e reconhecimento dos signos presentes na vivência do cotidiano dos alunos da geração millennial, adaptada à realidade do mundo globalizado, com a pretensão de se viabilizar, neles, a construção do conhecimento significativo, através da consolidação de uma comunicação fluida, bilateral e eficaz na relação aluno-professor. Por meio dessa proposição, busca-se, ainda, e consequentemente, romper com a cultura dos métodos de ensino baseados em concepções tradicionais, que persiste na cultura escolar brasileira e se mostra, dada a complexidade do cenário contemporâneo, mais obsoleta do que nunca

    SAMBA DE ENREDO NO ENSINO DO CONCEITO DA PAISAGEM GEOGRÁFICA

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    Este presente artigo constitui-se em uma proposta de ensino diferenciada, baseada em sambas de enredo que possibilitam trabalhar de forma detalhada o conceito de paisagem, ou seja, utiliza-se um gênero musical popular para trabalhar um importante conceito geográfico. A partir disso, analisar-se-á, então, a formação do conceito de paisagem, bem como a formação do gênero musical mais característico do Brasil. Tem-se como objetivo alcançar a excelência no processo ensino-aprendizagem a partir da leitura e audição dos sambas de enredo previamente selecionados, considerando sempre o contexto do cotidiano estudantil e suas experiências, vivências, emoções e perspectivas. Cabe ressaltar que esses fatores foram considerados no universo do sexto ano do ensino fundamental II. Consideraremos sempre o que os Parâmetros Curriculares Nacionais nos trazem como normas curriculares para todo território nacional, relacionando-as sempre à geografia cultural

    O ENSINO DE GEOLOGIA: UMA PONTE ENTRE A DISCIPLINA NA ACADEMIA E A GEOGRAFIA ESCOLAR

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    Este artigo é resultado de uma reflexão sobre a relação universidade e educação básica, que teve origem por meio de uma atividade sobre introdução à geologia, na qual foi explicada a origem, além de curiosidades, sobre minerais. Essa atividade buscou articular os conteúdos da disciplina de geologia ministrada no curso de Graduação em Geografia na Universidade Federal de Alfenas (MG) com o conteúdo das aulas de Geografia Escolar na Escola Estadual Samuel Engel,em Alfenas (MG), nas turmas de terceiro e primeiro ano do ensino médio. Por meio desta atividade foi possível perceber que as distâncias entre os conteúdos da universidade e os conteúdos abordados na educação básica podem, e devem, ser articulados, por meio de uma mediação didática acessível aos alunos

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