Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    A territorialidade Caiçara na zona histórico-cultural-antropológica (extremo norte do município de Ubatuba-SP)

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    Na sociedade brasileira desde o período colonial, a valorização diferente dos espaços objetivava a satisfação de interesses externos, no âmbito capitalista, e promovia uma fragmentação territorial, sem uma preocupação com a unidade. Ao longo da história esse processo foi se alterando, mas a essência dos interesses foi continuada. A formação do litoral norte do estado de São Paulo se insere nesse processo, tendo como base para sua constituição a participação nos ciclos econômicos mercantis, o que conferiram à região períodos de inclusão e de isolamento a depender dos interesses da política econômica mundial

    A questão territorial indígena ao longo da BR-163, suas implicações jurídico-normativas e os conflitos que decorrem da renovação das materialidades no território: a questão do asfaltamento

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    Este trabalho objetiva compreender em que medida os grupos indígenas brasileiros situados ao longo da rodovia Cuiabá-Santarém (BR-163), se relacionam com a construção e, mais recentemente, com o asfaltamento da mesma. Estas implicações compreendem os nexos legais entre as distintas instâncias governamentais atuantes na “área de influência” da BR 163, em trecho que abrange os estados do Mato Grosso e Pará

    Expediente

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    Expediente contendo Capa, Folha de Rosto, Ficha Catalográfica, relação nominal da Comissão Organizadora e da Comissão Científic

    Apresentação e dados estatísticos

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    Apresentação do evento e dados estatísticos dos inscritos do 14º ENPE

    Nídia Nacib Pontuschka

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    Homenagem em memória por Dadá Martin

    PROJETO “MAPEANDO MEUS COLEGAS”: UMA PROPOSTA DE PESQUISA COM ALUNOS DO ENSINO MÉDIO

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    Nossa pesquisa partiu inicialmente do simples questionamento geográfico sobre a comunidade escolar: onde moram os alunos do Colégio Pedro II? Através da investigação feita com alunos do ensino médio e a partir do entendimento da própria escola como objeto de estudo, levantamos dados de mais de 700 discentes do campus e produzimos um conjunto de mapas temáticos que revelam a complexidade da realidade socioeconômica dos estudantes e da região metropolitana do Rio de Janeiro. Neste artigo, apresentamos o projeto de iniciação científica junior “Mapeando meus Colegas” que busca, entre outras coisas, tornar a educação geográfica e a linguagem cartográfico mais práticas e significativas, de modo a contribuir para compreensão do espaço urbano que os alunos estão inseridos e da própria comunidade escolar. Pretendemos, portanto, destacar o desafio de se fazer pesquisa na escola, tomando uma experiência de ensino de geografia e de cartografia para além da dinâmica da sala de aula

    A PRÁTICA DE ENSINO DE GEOGRAFIA NAS ASSOCIAÇÕES ESCOLARES: ESCOLA NOSSA E ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL DE NITERÓI

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    Esta pesquisa investigou as aulas dos professores de Geografia na Associação Educacional de Niterói (AEN) e na Escola Nossa (EN). O objetivo foi analisar se suas práticas de ensino possuíam influências dos contextos educacionais dessas instituições. Isso porque, apesar de serem escolas privadas, são mantidas por Associações sem fins lucrativos e foram criadas a partir da união e movimentação dos familiares dos alunos, que desejavam uma instituição com maior qualidade educacional e mensalidades mais baratas. No caso da EN, professores também participaram da sua fundação em prol da construção de uma escola com melhores salários. Justifica-se, assim, a necessidade de verificar os significados dessas ações que fundaram esse modelo escolar, pois aconteceram impulsionadas por um contexto histórico maior, questionando alguns elementos que compõem tradicionalmente os sistemas educacionais. Pretendeu-se compreender como essas associações educacionais se organizam institucional e pedagogicamente, quais são as propostas para a disciplina Geografia e como acontece a articulação com as práticas e os saberes espaciais dos estudantes. Essa investigação é um estudo de caso que aconteceu por meio da observação das escolas e das aulas dos professores de Geografia; da leitura de documentos institucionais, como os Estatutos das Associações, os Regimentos e os Projetos Políticos Pedagógicos; da realização dos questionários com os professores de Geografia; e das entrevistas com alguns funcionários da equipe pedagógica e alguns professores de Geografia. Ao final da pesquisa, observou-se que a participação e a coletividade são práticas sociais em ambas as escolas. Características provenientes dos contextos de organizações escolares, mesmo que a maioria dos membros das Associações sejam ausentes. Durante as aulas de Geografia, a interatividade e a participação também eram práticas recorrentes; os alunos em seus posicionamentos demonstraram autonomia e protagonismo. Observou-se também que a proposição de um outro modelo escolar não é garantia de que ocorram mudanças no ensino e na aprendizagem. Embora as práticas pesquisadas tenham acontecido por meio de diferentes procedimentos, todas apresentaram algum aspecto das tendências tradicionais da Pedagogia ou da Geografia

    ASPECTOS TEÓRICO-METODOLÓGICOS DO ENSINO DE GEOGRAFIA NO BRASIL

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    Esse trabalho é uma reflexão teórica de natureza bibliográfica, que busca apresentar os aspectos gerais do ensino de Geografia no Brasil. Cumpre ressaltar, que esse estudo é parte do trabalho de pesquisa de mestrado em Geografia em desenvolvimento na Universidade Federal do Tocantins, dessa forma trata-se de uma análise parcial e em construção. Duas questões são centrais e orientam a presente análise: quais bases teóricas e metodológicas respaldaram a Geografia escolar brasileira no seu transcurso histórico? E, quais os pressupostos teóricometodológicos fundamentam o ensino da Geografia brasileira na atualidade? À vista desses questionamentos, o objetivo deste trabalho é resgatar os fundamentos teórico-metodológicos do ensino de Geografia no Brasil, inserido no percurso histórico da ciência geográfica. Nessa perspectiva apresenta-se no primeiro momento as origens do ensino de Geografia no Brasil, que fundamentado em concepções teóricas da Geografia francesa, à qual se relaciona à Geografia clássica traduz no ensino a tendência a unicidade de concepções metodológicas e a associação a uma ordem vigente. No segundo momento, delineia-se o movimento de renovação da Geografia brasileira e seus desdobramentos para o ensino, a partir do conjunto de transformações políticas, econômicas e sociais as quais o Brasil vivenciou na segunda metade do século XX. Desse conjunto de transformações da ciência geográfica, destacam-se a centralidade da categoria espaço, a pluralidade de proposições teóricas e metodológicas e a adoção de uma postura política ideológica que corroborou para transformações estruturais da sociedade em oposição à unicidade teórico-metodológica e a pretensa neutralidade científica da Geografia tradicional. Como resultado dessas transformações, identifica-se um aumento na quantidade de pesquisas de dissertações e teses que se propuseram a refletir sobre o ensino de Geografia, o que demonstra a importância do movimento de renovação da ciência geográfica no Brasil para a transformação do ensino de Geografia na escola. Dessa forma identificou-se a partir deste estudo, que essas alterações estruturais na ciência geográfica, mundial e brasileira, produziram no contexto escolar um cenário de importantes modificações representadas pela adoção de concepções de ensino associadas ao construtivismo e desse modo esboça-se um cenário de perspectivas plurais e concepções de análises diversas para o ensino de Geografia

    ESTÁGIO SUPERVISIONADO EM GEOGRAFIA: EXPERIÊNCIAS FORMATIVAS EM ZONAS DE FRONTEIRAS

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    O relato de experiência aqui analisado se propõe a refletir a formação docente na licenciatura em Geografia, UNEB/Campus V, a partir das narrativas de formação dos licenciandos sobre as experiências durante os estágios. O objetivo dessa pesquisa é refletir como os estágios III e IV propiciam experiências e aprendizagens a partir da vivência no espaço da escola. Para isso, se propõe a investigar a partir das entrevistas narrativas quais as dificuldades enfrentadas nesse tempo-espaço formativo e quais as aprendizagens desenvolvidas pelos estagiários. A importância das reflexões empreendidas nesse trabalho está em descobrir como os estágios possibilitam a formação/construção da identidade docente nas “zonas de fronteiras”. O referencial teórico que norteará essa construção textual será estágio supervisionado, ensino de geografia e entrevistas narrativas. O caminho para se realizar a referida pesquisa foi delineado a partir dos pressupostos teórico-metodológicos da abordagem autobiográfica, cuja única fonte de recolha de dados foi a entrevista narrativas com dois professores em formação inicial. As reflexões desenvolvidas ao longo desta escrita apontam caminhos para se pensar a importância das narrativas enquanto instrumento teóricometodológico que oportuniza pensar o processo formativo, refletindo na importância dos estágios e os elementos que ao longo dessa caminhada foram desafiadores, bem como as conquistas obtidas nesse espaço-tempo formativo

    GEOGRAFIA E MOVIMENTOS SOCIAIS: UMA ANÁLISE DA PROPOSTA CURRICULAR DO ESTADO DE SÃO PAULO E DA NOVA BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR

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    Com nossa pesquisa de mestrado pretenderemos estabelecer e ampliar a discussão a respeito da Geografia e dos Movimentos sociais na escola, por uma análise dos documentos oficiais do sistema de ensino (Parâmetro Curricular Nacional, Currículo, Livro Didático e a Nova Base Nacional Comum Curricular) fazendo uma relação com as ocupações das escolas paulistas no ano de 2015. No entanto, por estar em fase de preparação, o texto que hora apresentamos aborda apenas a Proposta Curricular do Estado de São Paulo e da Nova Base Nacional Comum Curricular, com referência aos movimentos sociais. Portanto, dessa forma, buscamos compreender a relação entre teoria e prática formada nesta conjuntura. No momento atual, do sistema capitalista, de aprofundamento da ofensiva do capital sobre o trabalho nas relações sociais de produção, expressa pela depreciação das condições de trabalho, aumento acentuado da miséria em uma grande parte da população e seu permanente estado de barbárie social, faz-se necessário, não somente entender, e, interpretar a consciência social sintetizada nesse cenário, mas essencialmente, buscar compreender a práxis no ensino de geografia

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