Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    A PRESENÇA DA CARTOGRAFIA COMO RECURSO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE GEOGRAFIA DO SEGUNDO SEGMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA DIAGNOSE

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    Este trabalho é parte de uma pesquisa maior envolvendo a Cartografia Escolar e o Pensamento Espacial. Junto com um Teste de Aptidão do Pensamento Espacial, aplicamos um questionário a 268 alunos do nono ano do ensino fundamental em seis escolas fluminenses, com perfil social e acadêmico bastante diferenciado, sendo uma instituição privada de classe média alta, uma escola estadual ligada à uma universidade pública de excelência, três escolas da rede municipal do Rio de Janeiro e uma escola da rede municipal de Duque de Caxias. As perguntas, todas objetivas, giravam em torno da frequência de uso, por parte dos professores, de recursos didáticos da Cartografia nos formatos digital e analógico, envolvendo tanto o contexto geral de utilização desses instrumentais quanto o seu uso pedagógico. A partir das respostas, fizemos uma análise dos significados expressos pelos alunos das diferentes instituições e apresentamos algumas inferências e preocupações referentes ao lugar da Cartografia Escolar nas práticas docentes dos profissionais envolvidos com a Educação Geográfica

    TEATRO COMO FERRAMENTA DE ENSINO-APRENDIZAGEM EM EDUCAÇÃO AMBIENTAL: RELATO DE EXPERIÊNCIA NA FORMAÇÃO DOCENTE EM GEOGRAFIA

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    Apresenta-se reflexões a partir de um relato de experiência da disciplina de educação ambiental na formação docente em geografia que teve o teatro das sombras como recurso principal. O objetivo foi mostrar o teatro no processo de ensino-aprendizagem da educação ambiental dentro da docência em geografia, pois percebeu-se que as mesmas são pouco utilizadas em apresentação, assim refletindo em uma aula pouco aproveitada, onde os alunos apenas escutam e na maioria das vezes decoram o conteúdo que está sendo abordado e simplesmente não faz nenhuma ligação com seu cotidiano. Ao inserir uma formação humana, o teatro ao mesmo tempo é a práxis, onde o método instiga uma atuação transformadora e crítica no mundo. Para obter um resultado, esse estudo trouxe pensamentos de diversos autores para uma melhor compreensão metodológica, com o intuito de melhorar a formação crítica e participativa dos alunos

    MAPEANDO O ESPAÇO LOCAL: CARTOGRAFIA E TECNOLOGIAS DIGITAIS PARA ALÉM DA SALA DE AULA

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    O presente trabalho é parte da pesquisa de doutorado em andamento no Programa de PósGraduação em Geografia da Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), a qual objetiva analisar as potencialidades da utilização das Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDICs) para o desenvolvimento das aprendizagens cartográficas e para a formação do pensamento espacial. Além disso, pretende-se verificar em que medida as TDICs possibilitam a compreensão e (re)valorização do espaço local pelos educandos e para o desenvolvimento do protagonismo dos mesmos no processo de ensino. Tendo em vista que a pesquisa se encontra em fase inicial, neste texto apresentaremos algumas reflexões e análises preliminares elaboradas com base em revisões bibliográficas e das primeiras experiências pedagógicas realizadas no ano letivo de 2018 com estudantes do Ensino Médio de uma escola do campo. As referidas experiências foram desenvolvidas por meio de atividades interdisciplinares articulando as disciplinas de Geografia e Terra Vida e Trabalho (TVT) e envolvendo o uso das TDICs na produção de mapas sobre o espaço local. Objetivou-se despertar nos estudantes o protagonismo e criatividade, explorando as potencialidades advindas do uso das tecnologias digitais aliadas ao Google Maps e do Google Earth e outras mídias auxiliares. Embora se trate de uma pesquisa ainda em andamento, foi possível constatar por meio das reflexões teóricas e das experiências pedagógicas realizadas, que as atividades propiciaram o desenvolvimento de habilidades de localização e orientação no espaço geográfico, além de (re)valorizar os conhecimentos e cultura das populações do campo e contribuir para a formação ideias e (re)conhecimento dos saberes relativos ao espaço local e a compreensão de que eles são integrantes e agentes transformadores destes espaços

    OLHAR, SENTIR E MOSTRAR

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    O presente relato aborda a experiência docente realizada, pela disciplina de Fundamentos Teóricos e Metodológicos do Ensino da Geografia, que foi ministrada para o primeiro período do curso de Licenciatura de Geografia na UFF Campos-RJ. Objetivou-se a ensinar os conceitos de espaço, lugar e paisagem com os seguintes procedimentos: 1. referencial teórico, 2. aulas expositivas, e 3. trabalho de campo. A metodologia utilizada no trabalho de campo foi o estudo do meio, por permitir fazer a interdisciplinaridade da geografia com a arte e com a arquitetura para compreender o espaço como um conjunto indissociável de sistemas de objetos e sistema de ações. Foram realizados dois campos: um para a cidade de Campos-RJ onde pudemos observar na paisagem os diferentes sistemas de ações através dos diferentes objetos, na arquitetura barroca, neoclássica, eclética, art nouveau, art déco e modernista. O segundo campo foi realizado para a cidade de Cataguases-MG, onde se observou nas edificações, as técnicas modernistas na arquitetura bem como sua influência nas artes plásticas aplicadas por artistas desse período, como Cândido Portinari. Os alunos observaram as paisagens das cidades e se utilizaram da fotografia, do desenho e do vídeo para fazer os registros. Com os dados registrados, selecionaram, editaram, montaram sequencia de imagens, de desenhos, e de vídeos curta metragem sobre as diferentes ações históricas da paisagem. Houve também a seleção dos croquis das fachadas dos edifícios (objetos) e também das fotografias, e o objetivo final foi fazer uma exposição dos objetos (edifícios) fotografados e desenhados. Concluímos que, ensinar os conceitos sobre espaço, lugar e paisagem, a interdisciplinaridade com a arte, com a arquitetura e com a história, foi o meio para provocar o processo criativo do aluno, e para compreender a complexidade da natureza do espaço. Ensinar é uma ação desafiadora porque requer ao professor a aprender a lidar com o fugidio e com tipos de planejamentos de ensino-criativo flexíveis, e de acordo com o tempo de aprendizagem de cada aluno. Resultado: o aproveitamento de cada aluno foi diferenciado na medida em que cada um se sentiu estimulado para aprofundar ou não na teoria, posta nas aulas expositivas, quando foram provocados à aplicá-la na prática no campo

    CARTOGRAFIAS E MAPAS COM LINGUAGEM FOTOGRÁFICA NO CONTEXTO DA EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA

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    O presente estudo é o resultado da cartografia de um experimento artístico (Oficina), “Portfólio de Imagens da minha Cidade”, realizado durante o cotidiano das aulas de Geografia ao longo do ano de 2016. Esse tipo de estudo exigem outras noção de cartografia, e mapas. Nesse sentido, a cartografia é um método de acompanhamento de processos criativos em devir e os mapas como as relações entre os sujeitos com os acontecimentos que constituem os espaços dentro de uma perspectiva política, usando como referências teóricas a “Filosofia da diferença” de Gilles Deleuze e Félix Guattari. Os resultados demonstraram que é possível mobilizar outros pensamentos sobre espaço e lugar, mesmo dentro de um ambiente marcado por processos de subjetivação que padronizam a visão dos estudantes sobre um meio marcado por apelos turísticos. Os processos criativos foram provocados pela arte e fizeram os estudantes transcenderem os livros didáticos, os atlas, os globos terrestres, bem como as imagens veiculadas massivamente pelos meios de comunicações locais

    DISSOLVER FRONTEIRAS: APROXIMAÇÕES DA GEOGRAFIA COM A ARTE E SUAS REVERBERAÇÕES NA EDUCAÇÃO

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    Este texto resulta de um exercício epistemológico e educativo que articula Geografia, Artes e Educação, e funda um conjunto de práticas e narrativas educativas enquanto horizonte possível para “dissolver fronteiras”. Nesta proposta que se constrói no interior de um projeto de pesquisa intitulado Geopoéticas e Educação, que busca investigar a relação da Educação com a Geografia em suas abordagens Fenomenológica e Cultural. Nesta proposta considera-se o papel das experiências na perspectiva da “geograficidade” e das narrativas geográficas inscritas em linguagens como: a cartografia, a fotografia, o cinema, a poesia, a literatura, a performance e a videoarte. Assim, as experiências e narrativas são tomadas como modos de dar sentido ao espaço e suas reverberações epistemológicas, políticas e educativas. Tal articulação e consolidação de uma perspectiva experimental no Ensino de Geografia ocorre através do reconhecimento e do encontro com a multiplicidade de identidades e sujeitos que habitam os espaços escolares e não-escolares com suas espacialidades e “geografias menores” (OLIVEIRA JR., 2010). Dentro desta pesquisa, têm-se proposto um conjunto de experimentações geopoéticas de modo a materializar a articulação entre experiência e linguagem geográfica, sendo que até o momento, ocorreram dois exercícios. O primeiro momento se dá com a leitura da obra performática “Notícias de América” do artista Paulo Nazareth e seu trajeto “a pé” do Brasil até os E.U.A. (apresentada a partir de registros fotográficos e videográficos). E o segundo, que se constitui a partir de uma residência artísticaeducativa realizada com jovens moradores do entorno de uma área de mineração no interior do estado de Minas Gerais. Pode-se dizer que estas experiências fundam uma perspectiva “geopoética” que colabora com o processo de “Dissolver Fronteiras”. Tais experiências que se constituem a partir da problematização das dinâmicas e experiências de fluxo e cerceamento produzem “imagens (de) migrantes”, que atuam na conexão entre lugares e originam processos educativos no campo da Geografia em interseção com as Artes

    AS REDES SOCIAIS NO ENSINO DE GEOGRAFIA: CONCEPÇÕES, SÍMBOLOS E SIGNIFICADOS

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    Estes escritos são um recorte da pesquisa realizada como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) intitulada “A face das redes sociais no ensino de Geografia: abordagem dos conceitos globalização e lugar”, a qual contemplou como objetivo geral compreender como as redes sociais, Instagram e WhatsApp, os quais também são aplicativos de celulares, enquanto dispositivos didático-pedagógicos podem potencializar o processo de ensino-aprendizagem dos conceitos globalização e lugar no ensino de Geografia na escola básica. A metodologia utilizada está ancorada numa revisão bibliográfica, a partir de uma abordagem qualitativa, delineada pela pesquisa-ação, cujo transcurso foi construído a partir do @telier (geo)tecnológico, enquanto espaço de ação-reflexão-ação através da utilização dos símbolos e significados presentes nos emojis do aplicativo WhatsApp e da rede social denominada Instagram. O locus desta pesquisa foi o Colégio Estadual de Bandiaçu (CEB), situado no distrito de Bandiaçu, município de Conceição do Coité, Território de Identidade do Sisal, estado da Bahia. Os cooperadores da pesquisa foram 21 (vinte e um) alunos da turma do 8º ano B, do turno matutino, na qual o @telier (geo)tecnológico foi desenvolvido, enquanto proposição norteadora da pesquisa a qual é delineada neste artigo. Para isto, a proposição do @telier (geo)tecnológico buscou contemplar práticas pedagógicas que evidenciassem a apropriação pedagógica das redes sociais no ensino de Geografia, a fim de potencializar a construção de uma aprendizagem mais significativa e contextualizada com os conhecimentos e saberes geográficos construídos nas trajetórias de escolarização e experienciados nos cotidianos da vida

    MINHA GEOGRAFIA: SISTEMA DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA (SIG) E A CONSTRUÇÃO DO CONHECIMENTO GEOGRÁFICO NO ENSINO BÁSICO

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    O objetivo central deste trabalho foi testar uma prática docente que contribua para que o aluno construa a sua própria Geografia. Possibilitar que os estudantes possam de forma proativa registrar e classificar a paisagem em que vivem, os lugares com os quais se conectam e reconhecer o seu espaço geográfico. A pesquisa não ficou restrita à prática docente, mas buscou diagnosticar o quanto o aluno percebe o seu espaço vivido, isto é, diante da geografia aprendida na escola, em que medida ele a percebe em sua vida. O diagnóstico avançou no sentido de identificar um preparo prévio do aluno para a sua atuação como protagonista do processo de Inclusão Geográfica. Assim o processo metodológico partiu de uma revisão de literatura, preparo e aplicação da prática docente, análise qualitativa global e do mapeamento realizado pelos alunos. Os alunos que registraram e classificaram a paisagem em que vivem, os lugares com os quais se conectam e reconheceram o seu espaço geográfico deram um passo importante para a construção de sua Geografia. A experiência colheu elementos importantes que trazem dados para aperfeiçoar a prática docente. Neste sentido espera-se que, executando a prática com os aperfeiçoamentos, seja possível um desenvolvimento mais amplo nas turmas quanto a Inclusão Digital, Geográfica e Social para os alunos da educação básica

    MAPEAMENTOS E TICS: UM EXERCÍCIO DE REFLEXÃO SOBRE DIFERENTES MODOS DE APRENDER

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    O ensino da Cartografia, nos últimos anos tem passado por uma série de reformulações devido a inserção das novas tecnologias de informação e comunicação acessíveis. As cartografias digitais têm tomado proporções muito maiores, sendo passíveis de acesso desde redes sociais, até por meio de softwares mais específicos. O fato é que não há mais um grupo específico que produzam mapas. Houve um deslocamento dessa “função” em nome de uma hibridização dos dispositivos de mapeamento. Associado a isso, há um grande grupo de estudantes nas instituições de educação básica que são “cartógrafos” e que constantemente produzem mapas, por dispositivos diversos. Entende-se que a cartografia escolar é composta por uma tríade: Geografia, Cartografia e Educação, e que segundo SEEMANN (2010) e SIMIELLI (2010) existe um processo de apreensão da cartografia que se inicia na alfabetização, passa pelo processo de análise∕ localização e conclui-se com a correlação e síntese. Reflete-se também sobre a importância da atualização de práticas na formação docentes, e do estabelecimento de parcerias entre instituições de ensino superior e instituições de educação básica, que em muitas já existe, e que precisa ser cada vez mais aperfeiçoada. O presente trabalho visa apresentar um processo desenvolvido em parceria com instituições, como as acima citadas, com o uso de TICs, sendo descritas algumas práticas, além do método utilizado. Salientamos que este faz parte de um projeto maior que compõem o desenvolvimento de uma tese de doutoramento em Geografia e as atividades de um projeto de iniciação científica júnior (PIC JR – FAPES)

    SIMULANDO CONFERÊNCIAS INTERNACIONAIS – O CASO DA OEA: UMA EXPERIÊNCIA PEDAGÓGICA PARA TRABALHAR PAUTAS CONTEMPORÂNEAS EM GEOGRAFIA

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    O relato é uma breve produção textual acerca de uma das práticas pedagógicas desenvolvidas nas aulas de Geografia do Colégio Mãe de Deus em Porto Alegre/RS, cujo tema abordado foi “O combate à corrupção e o fortalecimento das democracias fragilizadas na América”. Para isso, simulamos um formato de conferência da OEA (Organização dos Estados Americanos), onde os alunos deveriam representar a posição política e posicionarem-se como representantes diplomáticos de tais países. Para o desenvolvimento da simulação, foi necessário que os alunos pesquisassem o tema e a posição dos países, tendo como aspecto fundamental uma releitura crítica sobre o tema, portanto foi necessário levar em conta questões históricas, políticas, econômicas, etc. Os alunos também prepararam-se para os possíveis desfechos que que suas decisões poderiam trazer aos países representados e envolvidos. Para dar seguimento, serão abordados alguns procedimentos didático-pedagógicos que foram utilizados, explicitando em linhas gerais a metodologia e a corrente pedagógica nos orientou – o Construtivismo

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