Instituto de Geociências da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas): Portal de Periódicos do IG
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    2307 research outputs found

    PROJETO NÓS PROPOMOS- METODOLOGIA ATIVA EM AÇÃO

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    Relato do desenvolvimento do Projeto “Nós Propomos”- Cidadania e Inovação na Educação Geográfica, no município de Mococa-SP, como uma estratégia de metodologia ativa que possibilitou aos seus pares um aprendizado autônomo e participativo, a partir de problemas e situações reais. O Desenvolvimento do Projeto foi realizado através de uma parceria entre a Faculdade FUNVIC de Mococa- Curso de Pedagogia, o Grupo ELO –LAIFE- FFCLRPUSP(parceiro do IGOT- Universidade de Lisboa o qual coordena o Projeto) e as Escolas FUNVIC (Particular) e a Escola Estadual Maestro Justino Gomes, envolvendo 85 alunos do 8º ano do Ensino Fundamental

    EDUCAÇÃO PATRIMONIAL E O ENSINO DA GEOGRAFIA ESCOLAR: UMA EXPERIÊNCIA NA CIDADE DE BELÉM-PARÁ

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    O ensino de geografia na educação básica tem um papel importante e desafiador na formação do aluno, no sentido de prepará-lo para pensar e atuar no mundo de forma crítica, para o exercício da cidadania e da transformação da realidade que o cerca. Com o intuito de viabilizar o ensino da geografia escolar de maneira crítica e ativa, o presente trabalho expõe os resultados do Projeto “Do espaço real ao lugar ideal” desenvolvido em uma escola pública de ensino fundamental e médio na cidade de Belém (PA), nos anos de 2017 e 2018. O projeto aplicou um conjunto de metodologias ativas, tendo como foco principal, a educação patrimonial como estratégia para desenvolver o ensino de geografia na sala de aula, a fim de experimentar uma linguagem diferenciada que contribua para qualificação do processo de ensino – aprendizagem dos alunos, na educação básica. O uso de metodologias como: dinâmicas de integração; rodas de conversa; café-mundial; a participação dos alunos em Roteiros Geo-turísticos, projeto de extensão universitária do Grupo de Geografia do Turismo, da Universidade Federal do Pará – UFPA e a revitalização dos espaços internos da escola proporcionou experiências exitosas no que diz respeito a busca de uma prática docente comprometida com a aprendizagem dos alunos, assim como revelou a importância da educação patrimonial enquanto instrumento que fomenta o desenvolvimento da geografia escolar, voltada para cidadania

    A INSERÇÃO DE METODOLOGIAS ATIVAS E UTILIZAÇÃO DAS TDICS COMO PROMOÇÃO DE AUTONOMIA DISCENTE NAS AULAS DE GEOGRAFIA

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    O projeto interdisciplinar Terra de Luzia tem como principal eixo difundir uma educação política nos 9º anos do Ensino Fundamental II por meio de um trabalho conjunto das disciplinas de Geografia, História, Língua Portuguesa e Matemática, que visa a acompanhar a fundação de partidos políticos e simulação de eleição entre os estudantes. Os objetivos se alicerçam em identificar como são criados os partidos políticos, utilizar as tecnologias digitais da informação e comunicação para propagar o conhecimento acerca da política, além de levar os estudantes a conhecerem o processo político local. Quanto aos procedimentos metodológicos, amparam-se em pesquisas bibliográficas, na pesquisa participante e na aplicação de metodologias ativas para que os alunos se tornem protagonistas do processo de conhecimento. Para realização do projeto foram propostas atividades investigativas e em equipes no espaço escolar, palestras na Câmara Municipal da cidade de Matozinhos e criação de vídeos pelos discentes com o intuito de descrever como são formados os partidos políticos e suas respectivas funções. Os resultados inferidos se baseiam na construção dos portfólios, criação do vídeo informativo e discussões entre professor e alunos. Ademais, o projeto procura vislumbrar que é possível adotar uma Educação Política na Educação Básica, proporcionando parcerias entre a escola e o poder legislativo e indicando que o protagonismo e a autonomia são peças-chave para um engajamento político

    A AUTORREGULAÇÃO E O USO DE ESTRATÉGIAS DE APRENDIZAGEM NO CURSO DE LICENCIATURA EM GEOGRAFIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS

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    O seguinte artigo corresponde a um recorte da pesquisa de mestrado da autora. A mesma tem como objetivo investigar o uso de estratégias de aprendizagem no curso de Licenciatura em Geografia da Universidade Federal de Pelotas. A partir de uma aprendizagem autorregulada, visando o estabelecimento de metas e a compreensão do processo de aprendizagem, objetivase contribuir para a formação desses alunos, colaborando para a manutenção dos mesmos no curso e para um melhor desempenho acadêmico. A pesquisa embasa-se na Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura, onde através da ênfase no interacionismo, pode-se perceber o quanto os fatores sociais, comportamentais e pessoais agem de forma conjunta e indissociável na formação do ser humano. Dessa forma, através da discussão do uso de estratégias de aprendizagem pretende-se possibilitar a inserção das mesmas no curso de Licenciatura em Geografia da UFPel através de intervenções futuras baseadas nos dados aqui apresentados

    A PESQUISA COMO METODOLOGIA PARA O ENSINO DE GEOGRAFIA NA EDUCAÇÃO BÁSICA: REFLEXÕES A PARTIR DOS PROJETOS “PÉS NA ESTRADA DO CONHECIMENTO – INICIAÇÃO CIENTÍFICA NA ESCOLA” E “NÓS PROPOMOS! CIDADANIA E INOVAÇÃO NA EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA”

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    Esse texto é um recorte de um trabalho de conclusão de curso em Geografia, a partir de uma análise e reflexão sobre duas metodologias que buscam aliar os conteúdos escolares com a formação de estudantes no ensino médio. As metodologias analisadas dialogam com uma educação emancipatória direcionado o ensino da geografia escolas para que proporcione a pesquisa científica e um olhar crítico para o território. Compreende-se que as práticas que estudamos modificam a dinâmica e perspectiva sobre a escola e o ensinar, formando novos conhecimentos relacionados aos próprios conhecimentos empíricos dos estudantes, resultando assim em um enriquecimento do pensamento crítico e o interesse do estudante como cidadão e pela cidadania, pela participação pública. A análise dos projetos se dá através de entrevista com professores e leitura de documentos, além disso, outro aspecto importante que deve ser ressaltado sobre a análise dos projetos é a experiência da autora vivenciada pelo PIBID (Programa de Bolsas de Iniciação à Docência) em Geografia da UFSC desenvolvido nos anos de 2015 à 2017 no Colégio de Aplicação da Universidade Federal de Santa Catarina, estando diretamente relacionada aos dois projetos analisados

    OCUPAÇÃO IRREGULAR NO FURO DO MAGUARI: ANÁLISE DA PAISAGEM A PARTIR DE UMA PERSPECTIVA FOTOGRÁFICA

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    O presente trabalho pretende apresentar a importância do trabalho de campo e o uso da fotografia como recurso no Ensino de Geografia, pois permite uma análise da paisagem de forma abrangente e eficaz. Desta forma, contribui para uma aprendizagem significativa dos educandos. A metodologia utilizada consistiu em discutir com os discentes sobre ocupação irregular das margens de canais fluviais e logo após a visita a pontos específicos do furo do Maguari com os alunos do Segundo ano do Ensino Técnico Integrado de Química do Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Pará (IFPA). Assim, a execução do registro fotográfico por parte dos alunos apresentou as problemáticas socioambientais do local: alteração da paisagem, modificação do curso natural do corpo d’água (furo), poluição da água e inundação

    O TRABALHO DE CAMPO NA FORMAÇÃO DO GEÓGRAFO: REFLEXÕES A PARTIR DO USO DO LEVANTAMENTO INTEGRADO DE VARIÁVEIS (LAGO LLANQUIHUE, REGIÃO DOS LAGOS, SUL DO CHILE)

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    Este trabalho busca refletir sobre a importância do trabalho de campo, metodologicamente realizado a partir do Levantamento Integrado de Variáveis - LIV, e suas contribuições para a formação do geógrafo, realizado durante período de intercâmbio acadêmico na Universidad Academia de Humanismo Cristiano - UAHC, Santiago - Chile. As atividades aconteceram no período de 3 a 10 de setembro de 2018 no âmbito da disciplina Trabajo de Campo III do curso de graduação em Geografia - Bacharelado da UAHC. O trabalho de campo aconteceu na Região dos Lagos, localizada no sul do Chile, usando como recorte espacial o entorno do Lago Llanquihue. A atividade esteve organizado em três etapas: a) atividade pré-campo em gabinete para identificação de uma problemática de pesquisa e definição do recorte espacial a ser estudado; b) trabalho de campo in loco para compreensão da problemática desenvolvida utilizando diferentes metodologias e ferramentas de investigação e c) sistematização e das informações e construção de camadas de geoinformação para mapeamento das áreas investigadas e compressão das problemáticas. A realização do trabalho de campo conjunto possibilitou a experimentação de novas metodologias de investigação do espaço geográfico, especialmente o Levantamento Integrado de Variáveis. Um trabalho de campo mais autônomo no seu processo de planejamento e execução fazendo uso de diversas ferramentas é entendido como um desafio constante, integrando as disciplinas cursadas ao longo do curso, o que permite uma formação geográfica integral

    EXPERIÊNCIAS DE PRÁTICAS EDUCACIONAIS EM ESTÁGIO SUPERVISIONADO: A APLICAÇÃO DO PROJETO INTITULADO “OFICINA GEOGRÁFICA: DEFININDO CONCEITOS” NA ESCOLA ESTADUAL VISCONDE DE SOUZA FRANCO, BELÉM-PA.

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    O presente artigo é fruto de experiências no estágio supervisionado realizado em 2015, na escola Estadual de ensino médio Visconde de Souza Franco, na qual tivemos a elaboração e aplicação de um projeto que viesse contribuir com o ensino e aprendizagem dos alunos da instituição. Assim este trabalho tem por objetivo discutir a vivência em estágio supervisionado dialogando com autores que trabalham com a temática do ensino. Além de destacar a experiência do estágio através da aplicação de um projeto que visava discutir a categoria território com turmas do terceiro ano do ensino médio a partir da análise em campo. Para realização do projeto, se utilizou como objetivos específicos a aplicação de aulas sobre as categorias geográficas com ênfase em território; elaboração do roteiro de visitação por pontos da cidade de Belém – PA; A realização do trabalho de campo com as turmas para identificar as dimensões dos territórios existentes durante o percurso; e por fim orientar a elaboração de banner para apresentação dos resultados na escola. Como procedimentos metodológicos do projeto buscou-se embasamento teórico conceitual a fim de fundamentar os debates dentro e fora de sala de aula, ministração de aulas expositivas e dialogadas sobre o tema proposto, elaboração do roteiro do trabalho de campo, e sua efetivação que ocorreu com os alunos em três momentos. O projeto foi aplicado com as nove turmas de terceiro ano do ensino médio do colégio. Após esse processo iniciou o período de orientações sobre a elaboração do banner e a apresentação do resultado final na escola. Essas vivências dentro do ambiente escolar contribuem de forma eficaz para os futuros professores que encontram na prática os desafios enfrentados para conseguir realizar atividades dentro e fora de sala de aula

    PROFESSORES DE GEOGRAFIA DO ENSINO MÉDIO EM GOIÁS E REFORMAS CURRICULARES: INFLUÊNCIAS NA PRÁTICA DOCENTE

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    O texto apresenta os resultados parciais da pesquisa "Percepções dos professores de Geografia do Ensino Médio em Goiás: as reformas curriculares e suas influências na prática docente". Parte-se do argumento frequentemente utilizado por parte daqueles que corroboram para as atuais mudanças curriculares e educacionais a serem implementadas no país de que essas reformas não são atos novos e isolados. Quase sempre, suas argumentações vão no sentido de rememorar as orientações curriculares anteriores, como os PCNs e as DCNs, no sentido de tentar incluir as atuais reformas na educação e a própria BNCC em um processo natural que se desenvolve desde a aprovação da primeira LDB em 1961. Com o intuito de subsidiar o desenvolvimento da pesquisa, principalmente em relação ao seu foco principal, ou seja, a influência das políticas públicas curriculares nas atividades pedagógicas dos professores de Geografia do Ensino Médio, buscamos referências teóricas em estudos e pesquisas precedentes, na legislação específica para o do Estado de Goiás e na realização de entrevistas com professores de Geografia que atuam no ensino médio em Goiás. Para a leitura e interpretação dos dados da pesquisa subdividiu-se os instrumentos de análise em três categorias: a questão da reforma educacional atual; os dados relacionados à prática em sala de aula; e o que se refere ao currículo propriamente dito. Sobre estas três categorias, estabeleceu-se como referencial teórico a análise de Libâneo (2016, 2018), no que concerne às questões relacionadas as reformas educacionais; Young (2010), em relação as questões curriculares; Shulman (2014) e Cavalcanti (2011, 2012) para se pensar a realidade prática e as questões pedagógicas para o professor, em um contexto em que tais reformas direta ou indiretamente influenciam o ensino de geografia na educação básica. A reforma educativa implantada na rede estadual de ensino do Estado de Goiás, nos últimos anos, representa, no âmbito local, as políticas em curso no contexto nacional, que, por sua vez, fazem ressoar o processo de internacionalização das políticas educacionais, deixando como marca o processo de padronização e uniformização da educação escolar. A incidência da internacionalização das políticas educacionais sobre o trabalho docente modifica estruturalmente o ensino escolar, excluindo determinadas formas de ensino e inserindo outras, padronizadas e mecanizadas, fazendo que o professor perca de vista cada vez mais seu objeto de trabalho – o conhecimento – e as formas conscientes de compreendê-lo, planejar e realizar seu ensino. A pesquisa que está em andamento tem proporcionado aos pesquisadores uma profunda discussão sobre aspectos que direta e indiretamente afetam o ensino e a aprendizagem em nossas escolas, e que precisam de ampla discussão crítica e consciente, pois entendemos que o professor orienta suas atividades por convicções e opções pedagógico-didáticas resultantes de sua formação inicial e continuada, e de sua prática, fundamentadas em concepções teórico-metodológicas e no papel que a Geografia escolar exerce na formação de alunos que participem ativamente no projeto social que defende.&nbsp

    AS SIGNIFICAÇÕES CURRICULARES E SUA RELAÇÃO COM O TRABALHO DO PROFESSOR DE GEOGRAFIA

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    Este texto apresenta uma discussão em torno do conceito de currículo a partir de suas origens e significações estabelecendo relações e possibilidades para o trabalho docente em Geografia. O currículo é um artefato social e cultural implicado em relações de poder que constroem visões e identidades sociais específicas e interessadas. Nesse contexto complexo, o professor de Geografia exerce a docência a partir de inúmeras referências e influências, considerando em seu trabalho cotidiano os pressupostos teórico-metodológicos e pedagógico-didáticos historicamente construídos ao longo da evolução da ciência geográfica e de seu processo de formação. Ao mesmo tempo, esse professor é “bombardeado” por uma série de orientações externas (muitas delas envolvendo as questões curriculares) que apontam de que forma deve ser sua prática em sala de aula e quais conteúdos devem ser ensinados. O professor, nesse sentido, estabelece uma progressão de aprendizagem para seus alunos a partir da construção de seu currículo modelado. É possível notar que, por meio do currículo, são orientados os conhecimentos escolares e, consequentemente, a manutenção ou a modificação do contexto no qual o próprio currículo se insere. Portanto, a seleção dos conteúdos que constam em um currículo não é neutra, mas sim realizada a partir de uma certa concepção de conhecimento, aquela dos responsáveis por sua elaboração. Sendo assim, esses conteúdos são selecionados pelos professores porque são considerados necessários para suprir as exigências de um determinado contexto político, econômico e social. Ao discutir os elementos da formação do currículo faz-se necessário ter como foco a atuação do professor, uma vez que o currículo realizado, construído e efetivado na escola depende da realização entre o pensamento autônomo do professor em relação ao seu trabalho e as condições que a ele são impostas. O conhecimento de base do ensino é o conhecimento didático do conteúdo, ou seja, o conhecimento do professor sobre a forma como se ensina determinada matéria, de modo a propiciar a aprendizagem dos alunos. O trabalho didático do professor com o conteúdo do ensino se faz e é organizado para que ele seja compreensível pelos estudantes, e isso requer os conhecimentos dos conteúdos a serem trabalhados, dos modos de ensinar esses conteúdos aos alunos e dos contextos em que o mesmo está envolvido. Dessa forma, focalizar nos sujeitos que estão envolvidos na produção das políticas tornou-se uma estratégia importante, não com o objetivo de centrar a responsabilidade pela elaboração dos textos num segmento ou ator específico, mas como oportunidade de compreender que, na tentativa de influenciar a definição da política e, simultaneamente, defender possíveis leituras do conhecimento disciplinar, ocorrem disputas, negociações e se produzem híbridos de diferentes sentidos de educação, de ensino de Geografia, Ensino Médio e currículo, que se imbricam na tentativa do consenso, o que é um momento sempre conflituoso.&nbsp

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