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ENTREVISTA com Irene Foulkes
Mandrágora: l,Cuáles han sido tus experiencias en el campo de la educación teológica
Mujer negra y Biblia
Uno de los grandes aportes de la teología negra latinoamericana ha sido la aproximación al lugar de dolor y sufrimiento de los oprimidos(as) de la historia. En su construcción presenta a un Dios que se identifica con el siervo sufriente y que recoge toda la experiencia de esclavitud vivida por el pueblo negro. Presenta un Jesús que se identifica con los excluídos y marginados de su época. Si bien es cierto, esto constituye un aporte invalorable para la liberación de nuestro pueblo, sin embargo en su construcción teórica la mujer negra continúa siendo excluída, teniendo en cuenta que dentro de nuestras sociedaéles ella es la más oprimida. Sufre discriminaciones por ser mujer, negra y pobre. Es víctima dei racismo. Sufre como el conjunto de las mujeres el sexismo y es ubicada dentro dei contexto social entre las más pobre
Entrevista - Teologia feminista e militância nas Filipinas
Uma entrevista com Mary John Mananzan, uma religiosa feminista filipina, militante política na época da ditadura de Ferdinando Marcos
Notas Editoriais
Este número da Revista do Grupo de Estudos de Gênero e Religião Mandrágoral NETMAL novamente contempla o/a leitor/a com um assunto atual e polêmico. De fato, depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, o resultado da tensão entre sociedade secular e religião esteve na agenda de diversos intelectuais nacionais e estrangeiros, trazendo à tona a temática do fundamentalismo religioso
Gênero, religião, missionarismo e identidade protestante norte-americana no Brasil ao final do século XIX e inícios do XX
Este artigo analisa as relações entre gênero, religião e trabalho missionário de mulheres solteiras entre o final do século XIX e inícios do XX. Destacando a figura da missionária metodista norte-americana Martha Hite Watts, que viveu no Brasil entre 1881 e 1908, explora as relações entre evangelicalismo, emancipação feminina, identidades, alteridades e papéis sociais de gênero, alteridades como representações históricas e culturais de movimentos de mulheres em suas tensas relações com a religião em suas vertentes conservadoras e fundamentalistas
El arte grabado en imágenes religiosas
Sin el arte no se podría imaginar el pasado. Ala luz del arte religioso, se puede entender lamanera de concebir la forma de vida de unaépoca y los códigos que regían en la vidacotidiana de determinada cultura
Apresentação
Vivemos tempos desafiadores. Em um mundo permeado por conflitos, guerras, intolerâncias e crises de diversas naturezas, as mazelas da humanidade tornam-se cada vez mais complexas e urgentes
CONSTRUÇÃO SOCIAL DO "MONSTRO" NO CASO CHICO PICADINHO
O trabalho proposto analisa a constituição da identidade de Francisco Costa Rocha, conhecido como Chico Picadinho, a partir dos relatos transcritos no livro Serial Killers: Made in Brazil e da teoria de identidade discutida em A Estória do Severino e a História da Severina. Este estudo adota uma abordagem qualitativa para explorar os fatores psicossociais que moldaram a identidade de Francisco Costa Rocha, considerando traumas, vínculos familiares problemáticos e estigmas reforçados pela sociedade e pela mídia. A análise é enriquecida pelas teorias de estigma e identidade, que mostram como a sociedade rotula e marginaliza pessoas consideradas desviantes, construindo uma imagem pública distorcida sobre elas. Assim, a pesquisa buscou aprofundar o entendimento de como estigmas e rótulos sociais influenciam o comportamento e a identidade de pessoas com histórico de violência, propondo uma análise crítica sobre a forma simplista com que a mídia apresentou esses casos. Por fim, o trabalho ressalta a importância de uma abordagem multidisciplinar e contextualizada da psicopatologia social, que permita tratar casos como o que analisamos com ética e humanidade
NARRANDO PARA NÃO ESQUECER: A TRAJETÓRIA DE NICANOR PALHARES SÁ NA UFMT (1984 -2014)
O texto apresentado emergiu dos encontros e discussões realizadas no Grupo de Pesquisa História da Educação e Memória – GEM, e tem objetivo analisar a trajetória do professor Nicanor Palhares Sá, no período de 1984 a 2014, e sua atuação na Universidade Federal de Mato Grosso – UFMT, e Programa de Pós Graduação em Educação PPGE/UFMT. O espaço escolhido foi a UFMT campus Cuiabá, iniciando em 1984, ano do ingresso de Nicanor Palhares Sá e o recorte final 2014 ano em que o professor se aposentou. O texto se insere no viés historiográfico da História Cultural conectado a História da Educação, metodologicamente a pesquisa é bibliográfica e documental, com a abordagem da micro – história. O diálogo foi estabelecido com Jaques Le Goff (1990), Peter Burke (2005, 2011), Roger Chartier (1990), Carlo Ginzburg (1989), Jacques Revel (1998), Giovanni Levi (2000), Ronaldo Vainfas (1997), José D’ Assunção Barros (2005, 2007), Sandra Jatahy Pesavento (2014), Marc Bloch (2001), Suely Ferreira Deslandes (2003), Antoine Prost (2008). A pesquisa encontra-se fase inicial, no entanto, um dos resultados que já foi possível constatar foi a participação de Nicanor Palhares na construção do curso de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós – Graduação, Instituto de Educação da UFMT
AUTOLESÃO, SOFRIMENTO SOCIAL E PANDEMIA NO CONTEXTO ESCOLAR: UMA RESPOSTA INTERSETORIAL
Este artigo objetiva mapear e discutir o atendimento dos casos de autolesão não suicida entre os estudantes do ensino médio na cidade de Vitória/ES. A metodologia foi composta por revisão de literatura – baseada no conceito Autolesão não suicida e de sofrimento social em Pierre Bourdieu –, análise documental e entrevistas com gestores de equipamentos públicos envolvidos na prestação de serviços para adolescentes em situação de autolesão. Os resultados apontam para a necessidade de capacitação dos profissionais da rede de serviços, dada a subnotificação dos casos, dificuldade em realizar escuta qualificada, e ausência de um fluxo definido para a condução dos casos. Conclui-se que são necessários esforços contínuos de profissionalização e estímulos à cultura do trabalho em rede – intersetorial