Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro: Portal de Revistas da UNIRIO
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    “Festas da Xica” de Paulo Moura: um Lugar Interacional-Formativo (LIF)

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    O presente texto apresenta uma análise da textualidade audiotátil de Paulo Moura (1932-2010) em Festas da Xica (1987), considerando os pressupostos da Teoria das Músicas Audiotáteis (TMA) e do conceito de Lugar Interacional-Formativo (LIF), arcabouço teórico que contempla as especificidades de experiências estéticas e culturais de músicas como o jazz, o rock, a música brasileira instrumental, as músicas improvisadas e a World Music. Para tanto, realizou-se uma análise microgroovêmica com o aporte do software Open Source, Sonic Visualiser. Foram considerados três aspectos objetivos de análise: recursos interpretativos, o tempo e o centróide espectral

    ||: (À) Intertextualidade (é) o Estranho Retorno Infinito :||

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    A intertextualidade é um conceito que designa a criação de uma obra a partir de obras anteriores, a presença de uma obra em outras, ou, ainda, o diálogo entre diferentes obras. No trabalho A Acústica da Influência: uma recomposição da intertextualidade na música, criamos a chamada Bússola Intertextual, um instrumento por meio do qual elaboramos uma proposta original para classificar e sistematizar a intertextualidade no âmbito musical, realizando uma vasta compilação e unificação de tipologias intertextuais. Agora, no presente artigo, que faz parte da nossa atual pesquisa de doutorado, o objetivo é enfocar o aspecto cíclico do fenômeno da intertextualidade e ressaltar a sua percepção como uma espécie de Estranho Retorno Infinito: uma representação matemático-filosófico-poética da constante, onipresente e eterna recorrência intertextual. Para compor tal representação, apresentaremos nosso encadeamento entre três teorias de diferentes autores, áreas e épocas: o Teorema do Macaco Infinito de Émile Borel, o Eterno Retorno de Friedrich Nietzsche e as Voltas Estranhas de Douglas Hofstadter. Traçamos um ciclo inteiramente permeado e regido pelo conceito de intertextualidade. Revelamos antecedentes intertextuais nas origens teóricas ou artísticas (e, a serem mostrados em um próximo momento, descendentes intertextuais em análises musicais e aplicações composicionais) das três teorias abordadas, as quais inspiraram a proposta original de encadeamento entre elas, que, por sua vez, descortinou em si mesmo uma metáfora da intertextualidade, a qual ainda se refletiu na própria estrutura deste artigo. Todo esse circuito está, ademais, sintetizado no conteúdo e na forma do nosso título

    Diferenças entre as delimitações de música de concerto, música popular, e música pop, à luz da crítica ao conceito de “música séria”

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    O presente artigo tem como objetivo explicar uma proposta de delineação dos conceitos de música de concerto, música popular e música pop, a partir da crítica ao conceito de “música séria”, tomando como referencial teórico o conceito de competência musical de Blacking (1973), expandido por Thèberge (1995) e Grayck (2007), através da noção de capital cultural. Para a delineação de tais práticas, tomou-se como metodologia o uso do referencial teórico do conceito de som, proposto por Delalande (2001), tanto quanto do de fonografia, como proposto por Brown (2000). O intuito é delimitar como essas três práticas soam de acordo com seus paradigmas, evitando valorá-las, já que esta valoração é o objeto de nossa crítica

    Linha de ações físicas: aplicando ferramentas da artesania do ator à preparação da performance cantada

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    O presente artigo concentra-se na interpretação de canções enquanto práxis interdisciplinar, trazendo ferramentas da artesania do ator para o processo de preparação da performance cantada em cena, como os conceitos de ação física e linha de ações físicas, criados pelo diretor teatral e pedagogo russo Constantin Stanislavski. Tais conceitos fundamentam um dos principais procedimentos metodológicos da presente pesquisa de mestrado, aqui exemplificado na análise da letra da canção Curvas do Rio, do compositor baiano Elomar. Tal abordagem promove novo conhecimento técnico e acadêmico para o campo da performance cantada, podendo ser aplicado a repertórios de nacionalidades e estilos diversos

    Apreciação de gravações e os parâmetros articulação e andamento em Improviso de Joaquim Callado (1848-1880): um estudo para o intérprete flautista

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    Este texto é parte de uma pesquisa em andamento que trata da interpretação da peça Improviso do flautista e compositor Joaquim Callado sob a ótica dos conceitos de performance historicamente informada (DUFFIN, 1995) e intuição informada (RINK, 2007). Considerando a oralidade como parte da transmissão e práxis do choro no Brasil (ROSA, 2020), o estudo interpretativo se dá através da apreciação de registros fonográficos em conjunto com as partituras manuscritas encontradas. Articulação e andamento são dois parâmetros que apresentam distinções entre as versões escritas consultadas e que impactam de maneira expressiva no sotaque que se deseja imprimir à peça

    O konnakol como a nova regra do jogo: diferentes experimentações do mesmo assunto em diferentes contextos de improvisação jazzística

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    Este texto disserta sobre o uso de uma concepção rítmica depreendida a partir do konnakol (silabação rítmica comum à música do sul da Índia) com fins de improvisação, em mais de um contexto musical jazzístico: uma composição de um grande expoente do free jazz, uma balada (composta tendo em mente o free jazz e o jazz europeu dos anos 1970-1980) e durante uma performance solo de improvisação livre

    O efêmero, a transmissão criadora e a memória em suspenso: um olhar epistemológico sobre o inventário Guarani

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    This paper considers the theoretical, conceptual and epistemological issues at stake with the patrimonialization process, when applied to living or ephemeral practices, deemed intangible heritage. Pointing out the paradox that exist between the knowledge stabilization effort connected to heritage-making, and the living, metamorphic essence of cultural practices subject to such processes, the paper theorizes the difficulty to record the latter without constraining them to a one and only form. This aporia is examined herein through the lens of an audiovisual documentation project conducted as part of a guarani heritage inventory program, in close partnership between the scientists and the guarani communities. The paper then reveals existing social strategies used to discard the ontological resistance of culture to becoming heritage and to prolong the ephemeral nature of the documented cultural practices. Audiovisual documentation of personal testimonies here appears as a tool to record heritage in a flexible, non-binding media sustaining the ongoing cycle of meaning, only to remain susceptible to change and reinterpretation. The paper then sheds light on the contemporary heritage-making model here at stake, operating as the collective, creative and continuing fabrics of social memory, constantly suspended and reshaped. The idea of the ephemeral here becomes both an inspiring, engaging principle and a perspective guiding the participants’ creativity, a flexible or fugitive horizon line to be constantly redefined – calling for the community to constantly reinvest in its memory of traditional knowledge.Na era do patrimônio imaterial, este ensaio explora as questões teóricas, conceituais e epistemológicas que estão em jogo na patrimonialização quando aplicada, seja a uma prática vigente, seja a um gesto efêmero. Aponta para o dilema inicial dos processos patrimonializadores, destinados a fixar o patrimônio para salvaguardá-lo, porém com a preocupação de ao mesmo tempo não alterar sua dinâmica nem o imobilizar numa única forma. Mediante a observação de um inventário audiovisual do patrimônio, feita em conjunto por pesquisadores acadêmicos e um grupo de jovens e anciãos guaranis, este ensaio localiza as estratégias de circundamento postas em prática pelos diferentes atores para fazer durar o que é efêmero. Relatam-se os passos principais de uma análise que mostrou até que ponto os processos contemporâneos de patrimonialização mobilizam, em vários níveis, a memória de um grupo social, sendo capazes de propor uma fixação que não imobiliza os saberes, porém, igualmente, de suscitar o comprometimento do agente social com seu patrimônio. Configura- se um regime singular, orquestrado em torno de uma construção coletiva, criativa e contínua de uma memória social em suspenso. O efêmero aparece como princípio motor, um gesto, e um horizonte de expectativa dos inventários participativos: voltados à transformação perpétua dos saberes memoriais e seu reinvestimento permanente para o grupo social

    VIOLINO POPULAR BRASILEIRO: UMA BREVE HISTÓRIA ATRAVÉS DE GRAVACÕES

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    This article provides an overview of the history of the violin in Brazilian popular music, using phonographic recordings from the early days of radio to the present day as an argumentative basis. Through this survey, it was possible to perceive that, in the last decades, there was a growing number of violinists dedicating their careers to Brazilian popular music. This tendency, which some researchers refer to as a “movement”, is called Violino Popular, or Violino Popular Brasileiro. The enormous expansion of Violino Popular in recent years, in addition to the artistic production of concerts, album recordings and videos, has also generated didactic material that, like this “new school”, is in constant evolution. The present work helps us to understand the role of the violin in Brazilian popular music.Este artículo ofrece un panorama de la historia del violín en la música popular brasileña, utilizando como base argumentativa grabaciones fonográficas desde los inicios de la radio hasta la actualidad. A través de esta encuesta, fue posible percibir que, en las últimas décadas, hubo un número creciente de violinistas dedicando su carrera a la música popular brasileña. Esta corriente, a la que algunos investigadores se refieren como “movimiento”, se denomina Violino Popular o Violino Popular Brasileiro. La enorme expansión de Violino Popular en los últimos años, además de la producción artística de conciertos, grabaciones de discos y vídeos, también ha generado un material didáctico que, como esta “nueva escuela”, está en constante evolución. El presente trabajo nos ayuda a comprender el papel del violín en la música popular brasileña.“Violino Popular” ou “Violino Popular Brasileiro” são os termos usados por alguns violinistas e músicos em geral para se referir à inserção do violino no contexto da música popular brasileira. Embora esse ainda pareça um fenômeno novo ou inesperado, nota-se que durante o surgimento do rádio, o violino foi amplamente utilizado no contexto não-erudito. Por razões que ainda carecem de maior pesquisa, na segunda metade do século XX, o violinista popular deixou de frequentar este ambiente musical, para só voltar aos holofotes no início do século seguinte. O presente artigo pretende ilustrar a trajetória desse instrumento em nossa cultura popular usando o levantamento das principais gravações como base argumentativa

    Apresentação do dossiê 19: Imaginários da morte nos meios de comunicação

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    One of the functions of the media is to transmit cultural heritage. As a human product, they do not present definitive realities, but the diverse perspectives and versions of history of the individuals who produce their content. However, they take into account the specific socio-cultural visions and processes of their contexts of creation through the transmission and dissemination of cultural imaginaries. The cultural elaboration of death is no exception. Imaginaries of death have been produced and reproduced on the basis of collective conventions materialized in the imaginary throughout different eras and particular contexts. Once they materialize in a physical reality and this image comes into contact with a subject who interprets it and reacts to it, this physical reality that carries the imaginary becomes a means of communication. The dossier proposed here is the product of collaboration between the Academic Body of Image, Memory and Social Research of the Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, the Academic Body of Communication and Interdisciplinary Studies of the Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo and the contributions of a researcher from the Federal University of Minas Gerais (UFMG) in Brazil. The articles developed in this proposal give an account of these imaginaries of death. Materialized in various media, they become means of communication through which subjects represent, interpret and configure not only their understanding of death, but also how to die, how to act when someone dies, how to represent the death of others, how to worship the personification of death or represent various imaginaries in which death and religious traditions are mixed. The articles in this dossier examine two types of sources that represent different ways of materializing death imaginaries: those that analyse printed documents, such as photographs, newspapers and graphics about death; and those that analyse digital and/or audiovisual media.Los medios de comunicación tienen, entre sus funciones, la transmisión de la herencia cultural. Como un producto humano, no presentan realidades definitivas, sino las diversas perspectivas y versiones de la historia de los individuos que producen sus contenidos. Sin embargo, dan cuenta de las miradas y procesos socioculturales propios de sus contextos de creación a través de las transmisión y difusión de imaginarios culturales. La elaboración cultural de la muerte no es una excepción. Los imaginarios de la muerte se han producido y reproducido a partir de convenciones colectivas materializadas en el imaginados a lo largo de distintas épocas y contextos particulares. Una vez que se materializan en una realidad física y esta imagen entra en contacto con un sujeto que la interpreta y reacciona a ella, esta realidad física portadora del imaginario se convierte en un medio de comunicación. El dossier propuesto aquí es producto de la colaboración entre el Cuerpo Académico de Imagen, Memoria e Investigación Social de la Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, el Cuerpo académico de Comunicación y Estudios Interdisciplinarios de la Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo y los aportes de una investigadora de la Universidad Federal de Minas Gerais (UFMG), en Brasil. Los artículos desarrollados en esta propuesta dan cuenta de esos imaginarios de la muerte. Materializados en diversos soportes, estos se convierten en medios de comunicación a partir de los cuales los sujetos representan, interpretan y plasman, no sólo su entendimiento sobre la muerte, sino cómo morir, cómo actuar cuando alguien muere, cómo representar la muerte de alguien más, rendirle culto a la personificación de la muerte o representar diversos imaginarios en donde la muerte y las tradiciones religiosos se mezclan. Los artículos de este dossier examinan dos tipos de fuentes que dan cuenta de formas diferentes de materializar a los imaginarios de la muerte: los que analizan documentos impresas como la fotografía, los periódicos y la gráfica sobre la muerte; y los que analizan medios digitales y/o audiovisuales.Uma das funções dos meios de comunicação é transmitir o patrimônio cultural. Como um produto humano, eles não apresentam realidades definitivas, mas as diversas perspectivas e versões da história dos indivíduos que produzem seu conteúdo. No entanto, eles levam em conta as visões e os processos socioculturais específicos de seus contextos de criação por meio da transmissão e da disseminação de imaginários culturais. A elaboração cultural da morte não é exceção. Os imaginários da morte foram produzidos e reproduzidos com base em convenções coletivas materializadas no imaginário ao longo de diferentes épocas e contextos particulares. Uma vez que eles se materializam em uma realidade física e essa imagem entra em contato com um sujeito que a interpreta e reage a ela, essa realidade física que carrega o imaginário se torna um meio de comunicação. O dossiê aqui proposto é o produto da colaboração entre o Corpo Acadêmico de Imagem, Memória e Pesquisa Social da Benemérita Universidad Autónoma de Puebla, o Corpo Acadêmico de Comunicação e Estudos Interdisciplinares da Universidad Autónoma del Estado de Hidalgo e as contribuições de um pesquisador da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) no Brasil. Os artigos desenvolvidos nesta proposta dão conta desses imaginários da morte. Materializados em várias mídias, eles se tornam meios de comunicação por meio dos quais os sujeitos representam, interpretam e configuram não apenas sua compreensão da morte, mas também como morrer, como agir quando alguém morre, como representar a morte de outros, como adorar a personificação da morte ou representar vários imaginários nos quais a morte e as tradições religiosas se misturam. Os artigos deste dossiê examinam dois tipos de fontes que representam diferentes maneiras de materializar os imaginários da morte: aqueles que analisam documentos impressos, como fotografias, jornais e gráficos sobre a morte; e aqueles que analisam a mídia digital e/ou audiovisual

    ACESSIBILIDADE NO ENOTURISMO: CAMINHOS PARA A INCLUSÃO

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    ABSTRACT:  The project Accessibility in the Wine Tourism was done between the Instituto Federal do Rio Grande do Sul and Vinícola Salton. The project was developed between October 2022 and 2023, and its objective was to promote the inclusion of people with disabilities in the winemaking sector, minimizing or eliminating barriers that make the participation of this public in wine tourism activities challenging or null. Structured with a qualitative approach and action research, the activities involved people with disabilities, students and professionals from the education area, inclusive teaching, tourism, architecture, design, and web development, among others. As a result, through an on-site diagnosis of the main accessibility barriers in the winery's physical and virtual spaces, accessibility reports were prepared, pointing adjustments to be made, also involving the capacitation of collaborators of the winery and the creation of Accessibility in Enotourism Guide and the Glossary in Brazilian Sign Language (Libras) of terms from the world of wine (materials that will be available freely online to use and update by people and companies that wish to utilize or replicate the initiative). From the project, it was possible to identify barriers that make it difficult or stop people with disabilities from accessing or participating in enotourism, mostly due to the lack of accessibility in the experiences, providing opportunities for improvements and adaptations in the physical and virtual spaces of the winery.    RESUMO: O Projeto Acessibilidade no Enoturismo foi uma iniciativa desenvolvida entre o Instituto Federal do Rio Grande do Sul (IFRS) e a Vinícola Salton. O projeto realizado entre outubro de 2022 e 2023, teve por objetivo proporcionar a inclusão de pessoas com deficiência no setor vitivinícola, a fim de minimizar ou eliminar barreiras que dificultam ou impedem a participação desse público em atividades enoturísticas. Estruturado por meio de uma abordagem qualitativa e pesquisa-ação, as atividades tiveram a participação de pessoas com deficiência, estudantes/bolsistas e profissionais da área da educação, educação inclusiva, turismo, arquitetura, design, desenvolvimento web, dentre outras. Como resultados, através de um diagnóstico in loco com as principais barreiras de acessibilidade em espaços físicos e virtuais da vinícola, foram elaborados relatórios de acessibilidade, com indicativo de adequações a serem realizadas, envolvendo também a capacitação para colaboradores da vinícola e criação do Guia de Acessibilidade no Enoturismo e do Glossário em Língua Brasileira de Sinais (Libras) de termos do mundo do vinho (materiais que estarão disponíveis gratuitamente online para uso e atualização por pessoas e empresas que desejam utilizar ou replicar a iniciativa). A partir do projeto, foi possível identificar barreiras que dificultam ou até impedem o acesso e a participação das pessoas com deficiência no enoturismo, especialmente pela falta de acessibilidade nas experiências propostas e, dessa forma, é necessário oportunizar melhorias e adaptações nos ambientes físicos e virtuais da vinícola. &nbsp

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