2383 research outputs found
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I1041 - Imagem de equipamentos
Dimensão: 9x12 cmFoto colorida de computador e analisador multicanal sobre mesas, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Fotografia colada em base de isopor
I1051 - Imagem de termômetro digital
Dimensão: 9x12 cmFoto P&B de termômetro digital mod. 5012, ligado e marcando 26.9 ºC, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Fotografia colada em base de isopor
I1052 - Imagem de pré-amp.
Dimensão: 9x12 cmFoto P&B de caixa Pré-amp. mod. 4007, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Fotografia colada em base de isopor
I1103 - Imagem de extração por solventes
Dimensão: 12x9 cmFoto P&B de extração de urânio por solvente em coluna, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro
I1223 - Imagem de palestra
Dimensão: 10x15 cmFoto colorida de plateia em palestra sobre Radioesterilização (CNEN - IEN) no auditório do Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro
I1394 - Imagem da sala de enfermagem
Dimensão: 18x24 cmFoto P&B de sala de enfermagem, curativos e fisioterapia do prédio de Serviço médico e Auditório, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro
I1442 - Imagem do Ciclotron
Dimensão: 7,5x12 cm (imagem); Dimensão: 34x24 cm (suporte)Impressão P&B com vista geral do prédio, ainda em construção, do Ciclotron, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Possui 3 exemplares
I1450 - Imagem de bloco equalizador
Dimensão: 12x8 cm (imagem); Dimensão: 34x24 cm (suporte)Impressão P&B de bloco equalizador de forno de calibração de termopares, no Instituto de Engenharia Nuclear, na Ilha do Fundão, Rio de Janeiro. Possui 3 exemplares
Estudo da sorção do urânio em alguns solos brasileiros
A mineração do urânio é uma das principais atividades do ciclo nuclear que pode contribuir para o aumento da exposição à contaminação radioativa e constitui uma das principais vias de contaminação de radionuclídeos naturais em solos. O presente trabalhou investigou a cinética do urânio em solos altamente intemperizados (Argissolo, Latossolo Vermelho, Latossolo Amarelo e Nitossolo Bruno) por intermédio de isotermas de sorção realizados em batelada. O ajuste dos modelos cinéticos aos dados experimentais foi avaliado em duas abordagens: a tradicional, baseada no coeficiente de determinação (R2); e a teórico-informativa, baseada no Critério de Akaike Corrigido (AICc). O coeficiente de determinação (R2), revelou que, embora empíricos, tanto o modelo cinético de Freundlich quanto o de Langmuir descrevam de forma satisfatória os dados experimentais apresentando valores de R2 superiores a 0,9, enquanto o modelo de partição constante não foi adequado à descrição dos dados de sorção. A análise multimodelo, realizada em função AICc, permitiu avaliar que o modelo de Langmuir foi o que melhor se ajustou à curva de sorção do U no Latossolo Vermelho e Latossolo Amarelo, enquanto o modelo de Freundlich se ajusta melhor ao Nitossolo Bruno e ao Argissolo. Este estudo permitiu evidenciar o papel da matéria orgânica na sorção do urânio em solos altamente intemperizados, rico em oxihidróxidos de Fe e Al e as argilas de baixa atividade. Este estudo também confirmou o papel do estado de oxidação do urânio na mobilidade em solos; uma vez que os valores de Kd obtidos com a lixivia sulfúrica, proveniente da rocha fosfática (contendo U+4 e U+6) foram superiores aos valores de Kd reportados no presente estudo diferem dos recomendados pela United States Environmental Protection Agency, portante devem ser considerados como valores de referência para solos altamente intemperizados, pois referem-se às condições pedoambientais brasileiras. Os valores de Kd obtidos com a lixívia sulfúrica, devem ser utilizados em modelos de avaliação de risco para as condições ambientais da região da jazida de Itatiaia, na ausência de valores obtidos in situ, uma vez que as classes de solos estudadas representam a região. Os baixos valores de Kd obtidos neste estudo permitiram avaliar a elevada vulnerabilidade de solos altamente intemperizados à contaminação do urânio
Guia de gestão de dados de pesquisa para bibliotecários e pesquisadores.
1. INTRODUÇÃO, 5
2. O QUE É DADO DE PESQUISA?, 7
3. CICLO DE VIDA DOS DADOS DE PESQUISA, 11
4. PGD - PLANO DE GESTÃO DE DADOS, 15
5. DOCUMENTE SEUS DADOS, 27
6. PROTEJA SEUS DADOS, 39
7. PRESERVE SEUS DADOS, 49
8. COMPARTILHE SEUS DADOS, 53
9. FORMATE SEUS DADOS, 59
10. GARANTA A QUALIDADE DE SEUS DADOS, 63
11. ÉTICA E CONSENTIMENTO, 69
12. COPYRIGHT, 73
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS, 76
APÊNDICE I - GLOSSÁRIO DE TERMOS DE GESTÃO DE DADOS DE PESQUISA, 78
APÊNDICE II – ESQUEMAS DE METADADOS PARA DADOS DE PESQUISA, 83
APÊNDICE III – ÍNDICE REMISSIVO DAS INTERROGAÇÕES SOBRE DADOS DE
PESQUISA, 8690 p. il. color.INTRODUÇÃO: O reconhecimento do potencial informacional dos dados de pesquisa para a ciência contemporânea transforma a visão que os caracterizava como simples subprodutos dos processos de pesquisa. Naquele contexto, os dados eram considerados somente na sua configuração final, sem considerar os seus ciclos de vida, versões e linhagens e, via de regra, eram descartados ou armazenados em mídias ou em servidores sem a devida gestão quando os projetos eram concluídos. Quase sempre eram tragados silenciosamente pelo tempo: pela obsolescência tecnológica e pela fragilidade das mídias digitais1.
Os pesquisadores, as instituições acadêmicas e as agências de fomento à pesquisa começam a compreender que esses dados, se devidamente tratados, preservados e gerenciados, podem constituir uma fonte inestimável de recursos informacionais para a pesquisa científica e para o ensino da ciência. Os repositórios de dados se incorporam rapidamente à infraestrutura mundial de informação científica e, dessa forma, as coleções de dados podem ser usadas, reusadas e compartilhadas. Potencialmente, esses dados podem capacitar os pesquisadores a formular novos tipos de indagações, hipóteses e a usar métodos analíticos inovadores no estudo de questões críticas para a ciência e para a sociedade2.
Nessa direção, uma gestão eficiente dos dados é fundamental para o desenvolvimento de pesquisas de alta qualidade e excelência. A gestão de dados cobre todos os aspectos relativos à manipulação, organização, documentação e agregação de valor, e tem um papel crucial como facilitador nos processos de compartilhamento dos dados, na garantia da sustentabilidade e acessibilidade dos dados em longo prazo. As ações e comprometimentos promovidos pela gestão, coletivamente, permitem que os dados de valor possam ser reusados em outros projetos ao longo do tempo e do espaço3