Revista Hypnos
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    Two notions of time in Heraclitus’ fr. B 52

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    The aim of this paper is to show that in DK 22 B 52 Heraclitus reflects on two different temporal experiences that are opposed to each other. The first one, expressed by the term παῖς, is assimilated to temporal succession, chance and diversity; the second one, expressed by the term αἰών, refers to the cyclical and rational repetition that can be seen in the continuous replace of things. Reality is then constituted by the tension between two temporal experiences, succession and cyclical repetition, that are both opposed to each other and regulated by λόγος.En el presente trabajo intentaremos mostrar que en el fragmento DK 22 B 52 Heráclito reflexiona sobre dos experiencias temporales que se oponen entre sí. Una de ellas, vinculada a παῖς, se asimila a la sucesión lineal, el libre juego del azar y la diversidad; la otra, asociada con αἰών, es pensada como repetición cíclica y racional, que se manifiesta en el continuo relevo de lo uno por lo otro. La realidad se constituye entonces a partir de la tensión entre la experiencia temporal entendida como sucesión y como repetición cíclica, ambas opuestas entre sí y reguladas por el λόγοςEn el presente trabajo intentaremos mostrar que en el fragmento DK 22 B 52 Heráclito reflexiona sobre dos experiencias temporales que se oponen entre sí. Una de ellas, vinculada a παῖς, se asimila a la sucesión lineal, el libre juego del azar y la diversidad; la otra, asociada con αἰών, es pensada como repetición cíclica y racional, que se manifiesta en el continuo relevo de lo uno por lo otro. La realidad se constituye entonces a partir de la tensión entre la experiencia temporal entendida como sucesión y como repetición cíclica, ambas opuestas entre sí y reguladas por el λόγο

    A noção de livre-arbítrio em Orígenes frente à polêmica antignóstica no contexto dos séculos II-IV d.C

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    Origen resembles more the intellectualized gnosis, renowned among educated people, as was the case of Valentino’s metaphysics in the 2nd Century A.D., that the gnosis of 3rd Century A.D., arising from a religious syncretism, mixed with the collective imaginary and to the desire for salvation of the post popular strata. But there is an insurmountable difference between Origen and Valentino regarding the notion of free will. For the first one, free will is inseparable from the moral action, for the second, human actions would be destined by nature to salvation or to damnation.Orígenes assemelha mais a gnose intelectualizada, renomada entre as pessoas cultas, como fora o caso da metafísica de Valentino no século II d.C., do que a gnose do século III d.C., oriunda de um sincretismo religioso, misturado ao imaginário coletivo e aos anseios de salvação das camadas mais populares. Mas há uma diferença intransponível entre Orígenes e Valentino no que se refere à noção de livre-arbítrio. Para o primeiro, o livre-arbítrio é inseparável do agir moral, já para o segundo, as ações humanas estariam destinadas por natureza à salvação ou à perdição

    Platone arriva con il fiato corto all’allungo antropologico di Ippocrate. La relazione fra l’antropologia analitica del Timeo e la complessità antropologica del Prisca Medicina

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    A partire dallo studio del Prisca Medicina di Ippocrate e di alcuni passi del Timeo platonico, l’articolo ha come obbiettivo di indagare come Ippocrate e Platone comprendono l’uomo (ho ti esti anthropos; Prisca medicina, XX). Suddivideremo il testo nelle seguenti sezioni: dapprima descriveremo il contesto olistico di cui l’uomo è parte integrante; quindi evidenzieremo alcune critiche promosse dal medico della scuola di Cos in relazione alla dottrina filosofica; esamineremo, in seguito, la concezione umana nel Timeo e termineremo con l’analisi di alcuni passi tratti dal Prisca Medicina.A partire dallo studio del Prisca Medicina di Ippocrate e di alcuni passi del Timeo platonico, l’articolo ha come obbiettivo di indagare come Ippocrate e Platone comprendono l’uomo (ho ti esti anthropos; Prisca medicina, XX). Suddivideremo il testo nelle seguenti sezioni: dapprima descriveremo il contesto olistico di cui l’uomo è parte integrante; quindi evidenzieremo alcune critiche promosse dal medico della scuola di Cos in relazione alla dottrina filosofica; esamineremo, in seguito, la concezione umana nel Timeo e termineremo con l’analisi di alcuni passi tratti dal Prisca Medicina.Starting from the study of Hippocratic Prisca Medicine and some Platonic Timaeus’s passages, the article aims to investigate how Hippocrates and Plato understand man (ho ti esti Anthropos; Prisca medicina, XX). We then divide the text into the following sections: first we describe the holistic context of which man is a fundamental component; therefore, we investigate some critiques developed by the thinker of Cos’s School about the philosophical doctrine; we examine later the notion of human being in the Timaeus and we end with the analysis of some passages from Prisca Medicina

    A redenção como supressão do trágico entre os Édipos de Sófocles

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    O propósito maior do artigo é apontar em que medida a redenção final do protagonista do Édipo em Colono acarreta a impossibilidade de subsistência de qualquer dos paradigmas trágicos precedentes ao ir de encontro ao clímax construído inicialmente por meio do Édipo Rei. Segundo tese a ser aqui defendida, ao ter sua vida consumada pela graça divina, a figura do herói trágico, neste momento crucial, prenuncia uma identificação com aquela noção de hieros subjacente à metafísica cristã da caritas dissolvendo a hybris enquanto elemento essencialmente trágico

    As representações da morte nos poemas de Homero e no orfismo

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    Este artigo tem como objetivo discutir sobre as representações da morte e do destino da alma humana – a psychê – na Grécia Antiga, com foco nos poemas de Homero e na seita do Orfismo. A reflexão foi desenvolvida a partir de um estudo comparativo da escatologia grega tradicional, veiculada pelas narrativas da Ilíada e da Odisseia, elaboradas por volta do séc. VIII a.C., e as crenças posteriores do Orfismo, que surgem por volta do séc. V a.C. O estudo comparativo teve como principal objetivo compreender a diferença entre a concepção de alma representada nos textos homéricos e a concepção de alma representada no Orfism

    La iniciación órfica y la poesía en las Bucólicas

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    En el presente trabajo, estudiaremos la influencia del Orfismo en las Bucólicas de Virgilio. Partiremos de un análisis de la interpretación de Bruno Snell, para quien el momento poético de la obra virgiliana comporta una transformación de los componentes míticos en alegorías desprovistas de significado religioso. A esa posición le contrapondremos una interpretación según la cual existe una profundidad religiosa en el texto virgiliano, insuflada principalmente por la religión órfica. En particular, demostraremos que la figura de Orfeo, en su carácter liminal que vincula lo divino/natural y lo humano, se realiza en el momento de su canto, momento que la poesía virgiliana busca reproducir

    O Leitor em Performance: a construção do Leitor nos diálogos platônicos

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    Os diálogos platônicos nascem como obras destinadas à leitura. O público que pressupõem e ao qual estão endereçados é, fundamentalmente, um público leitor. Para que seja realizada em sua forma dramática, a obra platônica demanda um tipo singular de leitor, cuja natureza e função determinadas emergem como efeito do funcionamento do texto e do ato mesmo da leitura. O presente estudo tem o intuito de traçar o perfil de leitor que os diálogos platônicos demandam e constituem. Tomamos, como ponto de partida, uma análise da abertura do Teeteto, importante por colocar em cena o leitor no desempenho de uma performanc

    Lúcio Aneu Sêneca: Sobre os Benefícios, Livro Primeiro

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    Esta tradução do latim para o português traz as quinze seções do Livro I da obra Sobre os Benefícios (De beneficiis) de Lúcio Aneu Sêneca, escrita por volta de 59 e 62 d.C. Neste livro, Sêneca instrui seu amigo Liberal sobre a famosa prática romana de troca de favores, conhecida como clientelismo. Sêneca procura demonstrar que tais costumes não podem ser meramente instrumentais, trazendo para a discussão a noção de gratidão e ingratidão para sustentar seu ponto de vista

    Averróis e a Teoria do Intelecto Material Humano: uma Introdução

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    A teoria aristotélica do intelecto recebeu diversas interpretações ao longo dos séculos até chegar aos filósofos árabes, que deixaram significativos tratados sobre o tema. A teoria do intelecto material de Averróis ocupa lugar de destaque nos sistemas de Filosofia medieval árabe, judaica e cristã pelas dificuldades que O Comentador do trabalho de Aristóteles encontrou ao tentar resolver a questão da célebre passagem no De Anima III, cap. 3-4. A posteridade recebeu de Averróis sete composições sobre a natureza do intelecto humano. É, porém, o Grande Comentário ao De Anima, conhecido pelos filósofos latinos que contribuiu amplamente para a formação da Weltanschauung da visão filosófica de mundo da época

    ΣΥΜΒΟΛΑ, ΣΥΝΘΗΜΑΤΑ e ΕΙΚΏΝ: apontamentos sobre a relação dos símbolos teúrgicos e imagem no De Mysteriis de Jâmblico

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    No De Mysteriis, Jâmblico inova o uso dos termos symbolon e synthêma aplicando-os no contexto do ritual teúrgico para se referir a símbolos que habilitam uma conexão ontológica com o divino. Portanto, para compreender a defesa de Jâmblico da Teurgia é fundamental que se entenda o uso que ele faz desse vocabulário. Este artigo busca evidenciar se há na obra nuances que distinguam os termos symbolon e synthêma e em que medida os símbolos teúrgicos se articulam por meio de imagens e representações (εἰκόνας)

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