Revista Hypnos
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A amizade entre homem e deus. Sobre o significado de theophilés em Platão
A compreensão platônica da philia, seja no âmbito da comunidade política, seja no da relação amorosa, inclui também a relação com o divino. O artigo mostra que a philia divina se dirige tanto para o homem que vive de modo justo e devoto, como para aquele que é capaz da visão das idéias, isto é, o dialético. Portanto, para Platão, não subsistem dois diferentes significados de theophiles, dos quais um seria ético e o outro teórico
Polivalência estrutural da Philia em Platão
A philia, para os gregos, além de um conceito, era uma experiência vital que preenchia toda a vida. Por isso prestava-se a diferentes leituras, como a de Platão, em cujos diálogos se pode individuar: 1) uma apresentação da amizade como partilha da vida e de atitudes que podem se transformar em amor; 2) a apresentação da amizade como elemento estável e útil à vida social, e, 3) a utilização da figura da philia para apresentar o tema da relação com a divindade e com os primeiros princípios
Alle radici del principio suum cuique tribuere
Nella cultura greco-romana Díke (giustizia) é anche reciprocità, come si può leggere non solo nei poeti, nei filosofi presocratici, in Platone e Aristotele, ma anche presso i romani. La differenza tra la giustizia come regola e la giustizia come virtù è fondamentalenel pensiero greco, ed in questo articolo si viuole riflettere sulla simetria, la reciprocità, e la proporzione valenze sottointese nel primo principale principio generale del diritto: suum cuique tribuere
Alcances a la noción de amistad en Aristóteles
En este trabajo se examina la idea de amistad perfecta en Aristóteles como una forma de semejanza, por cierto imperfecta, de la actividad divina en razón de la comunidad virtuosa de los amigos. Es posible entender la amistad perfecta como aspiración, aunque menor en dignidad que la vida contemplativa,de trascendencia y participación de la actividad divina? Es lo que intentaremos exponer
Tò Dikaión: Epicuro acerca do justo
A noção de o justo em Epicuro implica, por um lado, o interesse que cada um e todo indivíduo tem em evitar o desconforto físico e psíquico nas relações recíprocas; implica, por outro lado, o prazer como critério ético da vida boa, a prenoção como critério canônico do conhecimento, e o acidente como critério físico de existência. Este artigo pretende justificar essas afirmações
La determinación aristotélica del phóbos. Su determinación y función en la existencia humana
El presente artículo pretende poner de relieve algunos puntos relevantes de la Retórica aristotélica en lo que atañe a su tratamiento de las pathe. Para este último designio recurriré a un páthos específico – por vía de ejemplo – , al fenómeno del miedo (phóbos) y se intentará destacar su rol en la vida humana, más allá de su caracterización como mero recurso retórico
Da amizade como exercício das virtudes
A amizade é um tema recorrente no pensamento estóico antigo. Tanto Cícero quanto Sêneca explicitam seus mecanismos e apontam seus perigos.Dedicar-se aos amigos é muito mais do que um mero contato social: trata-se de uma questão ética das mais importantes, uma vez que abre o diálogo sobre os diversos modos como os homens são capazes de agir e reagir quando não estão sozinhos. Neste sentido, este artigo propõe uma leitura da amizade como exercício da virtude a partir das Cartas a Lucílio, de Sêneca