Iberoamérica Social (E-Journal)
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    Ultrapassando limites, desfazendo fronteiras: a literatura marginal brasileira e suas práticas na contemporaneidade

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    The objective of this article is to analyze the so called marginal literature, observing aspects of its genesis and formation, as well as elements that make it a component of a cultural movement of identity affirmation and political resistance, located mainly in the peripheries of the great urban centers.O objetivo deste artigo é analisar a chamada literatura marginal, observando aspectos de suas gênese e formação, bem como elementos que a tornam componente de um movimento cultural de afirmação identitária e resistência política, localizado sobretudo nas periferias dos grandes centros urbanos.O objetivo deste artigo é analisar a chamada literatura marginal, observando aspectos de suas gênese e formação, bem como elementos que a tornam componente de um movimento cultural de afirmação identitária e resistência política, localizado sobretudo nas periferias dos grandes centros urbanos

    Banheiros públicos. Fronteiras de gênero

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    The following paper reflects on the symbolic and material boundaries of a contemporary public space based on a key space such a public toilet. The increasing debate over recent years about public toilets and trans population expresses a profound social process of changing political recognition of the subjects who not only demand a formal recognition but also a place in the world. The public restroom represents a borderline (public/private, man/woman) and thus, it emerges as symptomatic of a changing signi cant economy that structurally modifies the social organization. In that context, the following work tries to trace, from the production referring to the thematic the historical emergence of these spaces as well as to synthesize the state of the art around the discussions. Finally, we will try to address the current situation in Argentina by focusing on the experience of some trans subjects in Córdoba, taking into account that, as Lohana Berkins (2003) points out, it represents the most vulnerable sector of the so-called sexual minorities.El siguiente artículo reflexiona sobre los límites simbólicos y materiales de un espacio público contemporáneo basado en un espacio clave como son los baños públicos. El creciente debate en los últimos años sobre los baños públicos y la población trans expresa un profundo proceso social de cambio en el reconocimiento político de los sujetos que no solo exigen un reconocimiento formal sino también un lugar en el mundo. El baño público representa una frontera (público / privado, hombre / mujer) y, por lo tanto, emerge como un síntoma de una economía significativa cambiante que modifica estructuralmente la organización social. En ese contexto, el siguiente trabajo intenta rastrear, desde la producción referente a la temática, el surgimiento histórico de estos espacios, así como sintetizar el estado del arte en torno a las discusiones. Finalmente, trataremos de abordar la situación actual en Argentina enfocándonos en la experiencia de algunos sujetos trans en Córdoba, teniendo en cuenta que, como lo señala Lohana Berkins (2003), representa el sector más vulnerable de los llamados sexuales minorías.O seguinte trabalho reflete sobre as fronteiras materiais e simbólicas de gênero a partir de um espaço chave como é o banheiro público. O debate crescente dos últimos anos sobre os banheiros públicos e a diversidade sexual expressa um profundo processo social de mudança no reconhecimento político dos sujeitos que não só demanda um reconhecimento formal, senão um lugar no espaço. O banheiro publico representa um espaço fronteiriço (público/privado, homem/mulher) e desse modo emerge sintomático de uma economia significante em mutação que modifica estruturalmente a organização social. Nesse contexto o seguinte trabalho tenta rastrear, a partir da produção referente à temática a emergência histórica desses espaços como também sintetizar o estado da arte em torno às discussões. Por último se tentará abordar a situação atual na Argentina focando na experiência de alguns sujeitos trans levando em conta que, como assinala Lohana Berkins (2003), representa o setor de maior vulnerabilidade das chamadas minorias sexuais

    Colombia: Territorio, guerra, capital y resistencia

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    This article attempts to account for the processes of recent reconfiguration of the territory in Colombia within the framework of the intersection between the processes of neoliberal globalization, the upsurge of the war at the end of the 20th century and the beginning of the 21st century and the experiences of social resistance and community. Understanding these logics and the underlying social and political forces is fundamental in the current political and social situation in the country after the signing of the Final Peace Agreement between the Government of President Juan Manuel Santos and the insurgency of the People (FARC-EP), since it allows us to size the size, complexity, challenges and possibilities that this Peace Agreement, conceived precisely as territorial peace, must face.  Este artículo intenta dar cuenta de los procesos de reconfiguración reciente del territorio en Colombia en los marcos del entrecruzamiento entre los procesos de globalización neoliberal, el recrudecimiento de la guerra a finales del siglo XX y comienzos del siglo XXI y las experiencias de resistencia social y comunitaria. Comprender estas lógicas y las fuerzas sociales y políticas que le subyacen es fundamental en la coyuntura política y social actualmente en curso en el país tras la firma del Acuerdo Final de Paz entre el Gobierno del Presidente Juan Manuel Santos y la insurgencia de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia-Ejército del Pueblo (FARC-EP), puesto que nos permite dimensionar el tamaño, la complejidad, los retos y las posibilidades que este Acuerdo de Paz, concebido precisamente como paz territorial, debe encarar.&nbsp

    A luta fronteiriça na América do Norte (1682-1713)

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    From the last two decades of the seventeenth century and the beginning of the eighteenth century the French government made several efforts to get settled in the Spanish territories in North America. These efforts came to fruition with the founding of the territory of Louisiana. We will analyze the whole process that led to the conformation of the French colony of Louisiana in North America, as well as the numerous Spanish attempts to avoid both the French settlement and the English settlement in the area.Desde las dos últimas décadas del siglo diecisiete e inicios del siglo dieciocho el gobierno francés realizó varios esfuerzos por conseguir asentarse en los territorios españoles en América del Norte. Esos esfuerzos llegaron nalmente a buen puerto con la fundación del territorio de La Luisiana. Vamos a analizar todo el proceso que llevó a la con guración de la colonia francesa de La Luisiana en América del Norte, así como los numerosos intentos españoles de evitar tanto el asentamiento francés como el asentamiento inglés en la zona.Nas duas últimas décadas do século XVII e no início do século XVIII, o governo francês fez vários esforços para se instalar nos territórios espanhóis na América do Norte. Esses esforços finalmente se concretizaram com a fundação do território de Louisiana. Analisaremos todo o processo que levou à congrução da colônia francesa de La Luisiana na América do Norte, bem como as inúmeras tentativas espanholas de evitar o assentamento francês e o assentamento inglês na área

    As pessoas e a autonomia

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    The Uru Chipaya are an indigenous Bolivian people, initially native to the area of Lake Titikaka, migrated successively to the south, towards the area that is currently between Oruro and the Bolivian border with Chile because of conflicts with many other peoples such as the Aymara , the Quechuas and the Spanish invaders. It is a population in which a particular and authentic culture identity survives, for the fact of having supposedly ancient origins, since according to some studies they would be directly connected with the first Asian migrants who, crossing the Bering Strait, inhabited South America.Los Uru Chipaya son un pueblo boliviano indígena, inicialmente nativo de la zona del lago Titikaka, migrado sucesivamente a sur, hacia la zona que se encuentra actualmente entre Oruro y el confín boliviano con el Chile a causa de conflictos con muchos otros pueblos cómo los Aymara, los Quechuas y los invasores españoles. Es una población en la qual sobrevive una identidad cultura particular y auténtica, para el hecho de tener supuestamente orígenes antiquísimos, ya que según algunos estudios estarían directamente conectados con los primeros migrantes asiáticos que, atravesando el estrecho de Béring, habitaron Sudamérica.Os Uru Chipaya são um povo nativo da Bolívia, inicialmente nativo da região do Lago Titikaka, migraram sucessivamente para o sul, em direção à área que atualmente fica entre Oruro e a fronteira boliviana com o Chile, devido a conflitos com muitos outros povos, como o Aymara. os quíchuas e os invasores espanhóis. É uma população em que sobrevive uma identidade cultural autêntica e particular, pelo fato de ter origens supostamente antigas, já que segundo alguns estudos estaria diretamente ligada aos primeiros imigrantes asiáticos que, atravessando o Estreito de Bering, habitavam a América do Sul

    Agenda estatal e agência indígena. A fronteira como metáfora da relação estado/povos originários

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    This paper proposes a case study as a model to advance in the consideration of the frontier idea as a metaphor that represents the forms of relationship between the original peoples and the state. This is an ethnographic study on the First Complementary Survey of Indigenous Peoples of the Argentine Republic, which has taken place between 2004-2005 and which forms my master’s thesis. Consideration is given to aspects related to the design of the survey and negotiations around conceptual definitions such as the variable related to the land tenure system as well as the processes that led to the inclusion of the measurement of ethnicity in the state agenda and the organizational forms that were given for its implementation. Finally, the rhetorical figure of the metaphor is considered as a possible characterization of the relationship between indigenous peoples and state practices and institutions, understood as a complex, “in between” space, full of tensions, in which it is possible to reconfigure the place it occupies “ the indigenous issues “on the public agenda from the negotiation of meanings.El presente artículo propone un caso de estudio como modelo para avanzar en la consideración de la idea de frontera como una metáfora que representa las formas de relación entre los pueblos originarios y las estatalidades.  Se trata de un estudio etnográfico sobre la Primera Encuesta Complementaria de Pueblos Indígenas de la República Argentina, que se realizara entre los años 2004-2005 y que conforma mi tesis de maestría. Se consideran aspectos relativos al diseño de la encuesta y las negociaciones en torno a definiciones conceptuales como por ejemplo la variable relativa al régimen de tenencia de la tierra así como los procesos que llevaron a la inclusión de la medición de la etnicidad en la agenda estatal y las formas organizativas que se dieron para su implementación. Finalmente se plantea la gura retórica de la metáfora como una posible caracterización de la relación entre los pueblos indígenas y las prácticas e instituciones estatales, entendida como un espacio complejo, intermedio, pleno de tensiones, en el que es posible recon gurar el lugar que ocupa “la cuestión indígena” en la agenda pública a partir de la negociación de signi cados.Este artigo propõe um estudo de caso como modelo para avançar na consideração da idéia de fronteira como uma metáfora que representa as formas de relacionamento entre os povos originários e o estado. Este é um estudo etnográfico sobre a Primeira Pesquisa Complementar de Povos Indígenas da República Argentina, que ocorreu entre 2004-2005 e que faz parte de minha tese de mestrado. Consideram-se aspectos relacionados ao projeto da pesquisa e negociações em torno de definições conceituais, como a variável relacionada ao sistema de posse da terra, bem como os processos que levaram à inclusão da medida da etnia na agenda estadual e nas formas organizacionais que foram dadas para sua implementação. Finalmente, a figura retórica da metáfora é considerada como uma possível caracterização da relação entre povos indígenas e práticas e instituições estatais, entendida como um espaço complexo, "in-between", cheio de tensões, no qual é possível reconfigurar o local ocupa "as questões indígenas" na agenda pública a partir da negociação de significados

    Quando "o outro" está em casa. Mobilidade Guarani na tríplice fronteira entre Argentina, Brasil e Paraguai

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    The present paper is intended to discuss the own dynamic of human mobility existent in the called Triple Border, neighboring area among Argentina, Brazil and  Paraguay, specifically among the cities Puerto Iguazú, Foz do Iguaçu and Ciudad del Este, respectively, that accommodates such a strong presence of Guarani population, which precedes modern demarcation of borders and State Nation establishment. The Guarani mobilize constantly for religious or practical matters, among others. This mobilization is limited by the imposed bureaucratic border demarcation, generating the fragmentation of their territories and the interruption of their practices. Taking this scenario into account, we also intend to question resistances from the locals in recognizing and respecting the local Guarani, mainly while they are criminalized for their mobility, being regularly seen as a threat to national security. They become “outsiders” into their own space, due to the cultural and political non-identification with the country they reside. Assuming that the borders are beyond the national, passing through identity, cultural and linguistic matters we intend to reason about the violence practices that are initiated and legitimated by the exclusion imposed by the related States, the ones that systematically suppress the cultural differences in the interior of the national territoryEl presente trabajo propone discutir la dinámica propia de movilidad humana existente en la llamada Triple Frontera, área limítrofe entre Argentina, Brasil y Paraguay, puntualmente entre las ciudades de Puerto Iguazú, Foz do Iguaçu y Ciudad del Este, respectivamente, que comporta una fuerte presencia población guaraní que precede a cualquier limitación moderna de fronteras y formación de los Estados Nación. Los guaraníes se movilizan constantemente, por cuestiones religiosas, prácticas, entre otras, viéndose limitada ante la marcación de fronteras burocráticas que se les impone, generando así la fragmentación de sus territorios y la interrupción de sus prácticas. En este escenario, buscamos también cuestionar resistencias por parte de la población local en reconocer y respetar a los guaraníes de la región, principalmente al ser criminalizados por la movilidad que ejercen, vistos muchas veces como una amenaza a la seguridad nacional. Se convierten entonces extranjeros dentro de su propio espacio, en razón de la no-identificación cultural / política con el país donde residen. Partimos de la premisa de que las fronteras van más allá de lo nacional, pasando por cuestiones identitarias, lingüísticas y culturales, buscando reflexionar sobre prácticas de violencia que inician y están legitimadas por la exclusión practicada por los Estados relacionados, que sistemáticamente suprimen las diferencias culturales en interior del territorio nacional.O presente trabalho propõe discutir a dinâmica própria de mobilidade humana existente na chamada Tríplice Fronteira, área limítrofe entre Argentina, Brasil e Paraguai, pontualmente entre as cidades de Puerto Iguazú, Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, respectivamente, que comporta uma forte presença da população Guarani que precede qualquer limitação moderna de fronteiras e formação dos Estados Nação. Os Guarani se mobilizam constantemente, por questões religiosas, práticas, entre outras, que nesta vê-se limitada ante a marcação de fronteiras burocráticas que lhes são impostas, gerando assim a fragmentação de seus territórios e a interrupção de suas práticas. Considerando este cenário, buscamos também questionar resistências por parte da população local em reconhecer e respeitar os Guarani da região, principalmente ao serem criminalizados pela mobilidade que exercem, vistos muitas vezes como uma ameaça à segurança nacional. Tornam-se então estrangeiros dentro de seu próprio espaço, em razão da não-identificação cultural/política com o país onde residem. Partiremos, assim, da premissa de que as fronteiras vão além do nacional, passando por questões identitárias, linguísticas e culturais, buscando refletir sobre práticas de violência que iniciam e são legitimadas pela exclusão praticada pelos Estados relacionados, os quais sistematicamente suprimem as diferenças culturais no interior do território nacional

    Migração indígena e fronteira. Entrevista com Pablo Mardones

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    Pablo Mardones is anthropologist. He is specialist in anthropology of migrations, born in Santigao de Chile, has a mother from uruguay and a father from Chile. Has lived in Uruguay, United States, Chile and right now lives in Argentina. He is Master in politicis of international migrations, PhD in Anthropology and militant for multiple NGO for migrants.Pablo Mardones es antropólogo, especialista en antropología de las migraciones, nacido en Santiago de Chile, de madre uruguaya y padre chileno. Vivió en Uruguay, EEUU, Chile y actualmente radica en Argentina. Magíster en Políticas de Migraciones Internacionales, Doctor en Antropología, audiovisualista y militante de varias organizaciones vinculadas al tema migrante.Pablo Mardones é antropólogo, especialista em antropologia das migrações, nasceu em Santiago do Chile, de uma mãe uruguaia e um pai chileno. Viveu no Uruguai, Estados Unidos, Chile e atualmente está radicado na Argentina. É mestre em políticas de migrações internacionais, doutor em antropologia, produtor audiovisual e militante de várias organizações vinculadas ao tema das migrações

    O que significa América Latina para os latino-americanos?

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    An analysis of imagery collected in a workshop on Latin America.Para se falar de uma cultura latino-americana, é necessário, antes de tudo, entender o que é América Latina. Uma região territorial? Uma área com línguas em comum? Uma herança histórica? Étnica? Será que o significado desse termo é o mesmo em todos os lugares que ele pode abarcar? Para Canclini, América Latina “mais do que uma identidade (pode ser) uma tarefa” (Canclini, 2008, p. 39). Mas uma tarefa para conseguir o que? Possivelmente construir um caminho conjunto, porque pensar o que significa ser parte desse imaginário e o que se pode alcançar com ele, possibilita dá-lo novos significados. Para trabalhar com essa tarefa, foi criado o projeto itinerante “LatinoAmérica Desde Adentro”, que desde 2015 realiza oficinas e apresentações musicais ao redor de todas latitudes, refletindo sobre o que significa ser latino-americano. O projeto já foi realizado em nove países da América Latina, desde a América do Sul até o México.Un análisis de imaginarios colectados en un taller sobre América Latina.

    Venezuela, un balance político alternativo.

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    This present essay reviews the realizations and contradictions of chavism experience in Venezuela, as well as the recent situation of Maduro’s government. For almost two decades, the chavist reformism accomplished relevant social and democratic achievements, but its poor burocratic and economic management and the crisis of its dependent rentier model have canceled those achievements. In fact, the social class antagonism, as a way of producing and organizing material, social and political life within a social formation, has given place to rising conflicts in and out of the Venezuelan political system.Este ensayo de interpretación hace revisión de los alcances y las contradicciones de la experiencia chavista en Venezuela, así como la situación reciente del gobierno de Maduro. En casi más de dos décadas, el proceso reformista del chavismo logró importantes conquistas sociales y democráticas, pero la deficiente gestión burocrática y económica del país y la crisis de su modelo rentista-dependiente han eliminado dichos avances. En efecto, el antagonismo social de clase, como forma de producción y organización de la vida material, social y política en una formación social, ha dado lugar a una serie de conflictos en ascenso dentro y fuera del sistema político venezolano

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