Universidade Estadual Paulista São Paulo: Sistema Eletrônico de Editoração de Revistas da UNESP
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    RENDIMENTO E COMPONENTES DE PRODUÇÃO DE MILHO PIPOCA EM FUNÇÃO DE RESÍDUOS DE ADUBAÇÃO E DENSIDADE POPULACIONAL

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    Para avaliar o provável efeito residual da adubação da batata no milho pipoca cultivado em sucessão este trabalho foi conduzido num Regossolo Eutrófico textura arenosa em Esperança - PB com a cultivar CMS-42. Os tratamentos consistiram de 4 doses de nitrogênio (0-50-100-150 kg ha-1) e dois tratamentos adicionais sem fósforo e sem potássio aplicados no plantio da batata e duas densidades populacionais: 50.000 e 100.000 plantas ha-1 implantada no milho pipoca. O delineamento estatístico utilizado foi blocos casualizados em parcelas subdivididas com três repetições. Houve influência do resíduo de adubação sobre o milho pipoca. A maior densidade promoveu as maiores produções de matéria seca, de espiga com palha e número de grãos/espiga

    DATAS DE SEMEADURA E ADUBAÇÃO EM CULTIVARES DE FEIJOEIRO NO PERÍODO "DA SECA"

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    A época de semeadura constitui um fator importante na redução dos danos causados ao feijoeiro pelo vírus do mosaico dourado, principalmente no período "da seca". Além disso, o nível de nutrientes na planta pode atuar sobre a biologia do inseto. Assim, o presente trabalho teve como objetivo avaliar a influência de datas de semeadura e da adubação no desenvolvimento dos cultivares de feijoeiro IAC Carioca, Pérola (suscetíveis ao mosaico dourado), IAPAR 57 e IAPAR 72 (com nível de resistência ao mosaico dourado), cultivado no período "da seca". O experimento foi desenvolvido na área experimental pertencente a Faculdade de Engenharia-UNESP, localizada no município de Ilha Solteira, SP. Com base nos resultados obtidos pode-se concluir que o mês de março proporcionou a maior produtividade, mas na semeadura de abril obteve-se sementes com melhor qualidade fisiológica. O cultivar Pérola destacou-se por apresentar sementes de maior tamanho, mas de qualidade fisiológica inferior aos demais cultivares utilizados, que apresentaram comportamento semelhante. A adubação não influenciou as características avaliadas. Portanto, na região de Ilha Solteira, pode-se recomendar semeaduras em março e abril, dependendo da finalidade do produto, com os cultivares IAC Carioca, IAPAR 57 e IAPAR 72 para cultivos não irrigados

    INFLUÊNCIA DE PLANTAS DE COBERTURA, PREPAROS DO SOLO E SUCESSÃO DE CULTURAS NA PRODUTIVIDADE DE GRÃOS DE FEIJÃO EM UM LATOSSOLO VERMELHO DE CERRADO

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    O trabalho objetivou avaliar a influência de plantas de cobertura, preparos do solo e sucessão de culturas na produtividade de grãos de "feijão de inverno", no ano de 2001, em um LATOSSOLO VERMELHO de cerrado. Foi conduzido no município de Selvíria-MS, e iniciou-se em 1997/1998 utilizando-se o delineamento experimental de blocos ao acaso, no esquema em faixas com parcelas subsubdivididas. Os tratamentos foram constituídos por cinco plantas de cobertura, dois preparos do solo e três sucessões de culturas. Avaliou-se: altura de planta do feijão, produção de matéria seca, massa de 100 grãos e produtividade de grãos. Concluiu-se que as plantas de cobertura após 4 anos de manejo atuam de forma semelhante na produtividade de grãos do feijão "de inverno"; a produtividade foi influenciada pelo preparo do solo e sucessão de culturas, sendo o melhor sistema o plantio direto; no plantio direto a sucessão com soja e algodão foram melhores, enquanto que no convencional o feijão semeado após o algodão foi a melhor opção

    RELAÇÃO ENTRE ATRAÇÃO MAGNÉTICA E ATRIBUTOS DO SOLO

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    Com o objetivo de conseguir meios diferentes para determinação do teor de ferro, visando reduzir custos dessa determinação em análises de solo, estudaram-se as relações entre atração magnética e atributos de alguns solos do Estado de São Paulo (ARGISSOLO VERMELHO AMARELO, NITOSSOLO, LATOSSOLO VERMELHO Acriférrico, LATOSSOLO VERMELHO, LATOSSOLO VERMELHO AMARELO, NEOSSOLO QUARTZARÊNICO, NEOSSOLO LITÓLICO). Foram feitas análises de ferro total, argila e atração magnética. Os resultados mostraram que quando foram correlacionados todos os solos analisados ocorreu grande dispersão dos valores estimados pela equação, comparada aos observados nas análises feitas em laboratório. Quando foram correlacionados somente os latossolos, que apresentam alto grau de intemperismo tendendo a concentrar residualmente os óxidos de ferro, os valores estimados pela equação ficaram próximos dos observados nas análises de laboratório, sendo possível obter os teores de ferro total e argila dos latossolos pela atração magnética

    COMPARAÇÃO DE MÉTODOS PARA DETERMINAÇÃO DA CAPACIDADE DE CAMPO EM LABORATÓRIO

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    O conhecimento do conteúdo de água retido à capacidade de campo é fundamental para o manejo racional da água em solos irrigados. Este estudo objetivou comparar o método da câmara de Richards com a mesa de tensão na determinação da capacidade de campo (0,006 MPa), e testar o modelo matemático proposto por Arruda, em ARGISSOLO VERMELHO AMARELO, textura arenosa (PVA), LATOSSOLO VERMELHO, textura média (LVd) e, LATOSSOLO VERMELHO, textura argilosa (LVef). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado, em esquema fatorial, 3 x 2 (3 solos e dois métodos), com 8 repetições, totalizando 48 amostras indeformadas, coletadas com anéis volumétricos na profundidade de 0,02 a 0,05 m para determinação da retenção de água, porosidade, densidade e, 24 amostras deformadas para determinação da composição granulométrica e do teor de matéria orgânica. A mesa de tensão subestimou em 17 % o conteúdo de água na capacidade de campo em relação a câmara de Richards, nos solos de textura média e argilosa, LVd e LVef, respectivamente, não diferindo no P VA. O modelo matemático proposto por Arruda não foi adequado para estimar o conteúdo de água retido na tensão de 0,03 MPa, determinado em câmaras de Richards, em amostras indeformadas

    NOTA TÉCNICA - CUSTO DE PRODUÇÃO E LUCRATIVIDADE DO FEIJÃO DA SECA NO MUNICÍPIO DE PEREIRA BARRETO SP

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    O objetivo do presente trabalho foi estimar e avaliar os custos de implantação, produção e os retornos relativos ao cultivo do feijoeiro da seca em função das técnicas e sistema de produção predominantes no município de Pereira Barreto - SP. Foram determinados os coeficientes técnicos, objetivando caracterizar o processo de produção da cultura, desde a implantação até a comercialização do feijão. Os resultados obtidos para a área de 20 alqueires, revelaram que apesar das condições climáticas terem sido desfavoráveis ao bom desenvolvimento da cultura, a produção de feijão da seca na região apresentou resultados favoráveis, um lucro operacional de R$ 10.234,54 e um índice de lucratividade de 18,30%

    ENRAIZAMENTO DE HORTÊNSIA PELA APLICAÇÃO DE AUXINAS COMERCIAIS

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    Hydrangea macrophylla Ser. é um arbusto muito utilizado como planta ornamental. No entanto, a maior parte de suas flores é estéril, o que torna a propagação vegetativa uma técnica desejável para esta espécie. A estaquia é uma técnica vantajosa, sobretudo na produção de plantas ornamentais, pela homogeneidade dos indivíduos e floração precoce. A partir de ramos herbáceos de hortênsia, coletados nos jardins do Setor de Ciências Agrárias - UFPR, em abril de 2001, foram confeccionadas estacas de 15 cm de comprimento. As bases das estacas foram submetidas aos tratamentos: T1 - testemunha, T2 - 5000 mg.L-1 de ácido indol butírico em solução e T3 - 5000 mg.L-1 de ácido naftaleno acético na forma de talco. As estacas foram plantadas em tubetes contendo vermiculita, permanecendo 53 dias em casa de vegetação. T2 apresentou os melhores resultados, com 70% de estacas enraizadas, 13,4 raízes/estaca e 1,5 cm como comprimento médio das 3 maiores raízes

    ADUBAÇÃO NITROGENADA, FOSFATADA E POTÁSSICA EM AVEIA-PRETA

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    A aveia-preta (Avena strigosa Schreber) é cultivada, principalmente, como forrageira de inverno e como cultura para adubação verde em sistema de rotação. Apesar da sua importância, há poucos trabalhos de adubação para a espécie. Para estudar o efeito da adubação nitrogenada, fosfatada e potássica no desenvolvimento e nas produtividades de massa seca e de grãos de aveia-preta cv. Comum, foram conduzidos dois experimentos (1997 e 1998), em condições de campo, em Nitossolo Vermelho, em Botucatu-SP. Foram estudadas três doses de P2O5 (0, 40 e 80 kg/ha) e três doses de K2O (0, 20 e 40 kg/ha), em esquema fatorial, na presença de 50 kg/ha de N (20 kg/ha na semeadura e 30 kg/ha ao final do perfilhamento), mais um tratamento testemunha, 0-0-0 (N - P2O5 - K2O), em delineamento experimental de blocos ao acaso, com quatro repetições. A adubação fosfatada ocasionou redução no ciclo da cultura e efeitos favoráveis no desenvolvimento das plantas e nas produções de massa seca e de grãos, em presença de adubação nitrogenada, independente da adubação potássica. A dose de 40 kg/ha de P2O5 foi suficiente para ocasionar esses efeitos. Não houve efeito da adubação potássica e nitrogenada

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