RBH - Revista Brasileira de Herbicidas / Brazilian Herbicide Journal
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    SELETIVIDADE DE HERBICIDAS PARA BATATA-DOCE

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    Nas áreas maiores e de maior tecnificação do sistema de produção da batata-doce, as plantas daninhas são controladas com herbicidas. Contudo, existem apenas dois herbicidas registrados para a cultura no Brasil. Objetivou-se estudar a seletividade de diferentes herbicidas para a cultura da batata-doce, em função do genótipo e da dosagem de cada produto. Dois experimentos foram desenvolvidos em condições de campo, com as cultivares Canadense e Brazlândia Roxa, um para cada cultivar. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com 13 tratamentos e três repetições. Os tratamentos consistiram de seis herbicidas pulverizados em duas dosagens (clomazone 0,54 e 1,08 kg ha-1, flumioxazin 0,02 e 0,03 kg ha-1, linuron 0,72 e 0,99 kg ha-1, metribuzin 0,36 e 0,48 kg ha-1, oxadiazon 0,25 e 0,50 kg ha-1 e sulfentrazone 0,250 e 0,50 kg ha-1) e uma testemunha sem aplicação. Avaliações de fitointoxicação, população de plantas, comprimento da haste principal, produtividade de raízes tuberosas (descarte, comercial e total) e controle de plantas daninhas foram realizadas. A interação cultivares e tratamentos de herbicidas não foi significativa para nenhuma característica avaliada. Entre os herbicidas, sulfentrazone na maior dosagem foi o mais fitotóxico para batata-doce com notas de 40% a 44%. Todavia, nenhum dos tratamentos de herbicida afetou negativamente a produtividade de raízes tuberosas. Concluiu-se que, as cultivares Canadense e Brazlândia Roxa possuem resposta semelhante aos herbicidas testados; e os herbicidas clomazone, flumioxazin, linuron, metribuzin e oxadiazon são promissores para uso na cultura da batata-doce

    CONTROLE DE PLANTAS DANINHAS NA CULTURA DA CANOLA COM DIFERENTES HERBICIDAS

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    A interferência das plantas daninhas na cultura da canola ocasiona prejuízos, como a redução da produção de grãos ou mesmo a qualidade desses. Objetivou-se com este trabalho avaliar a eficácia de herbicidas aplicados para o controle de plantas daninhas em canola e o efeito sobre o rendimento de grãos da cultura. Foram instalados dois ensaios a campo, um (I) na safra 2018 e outro (II) 2019, em delineamento experimental de blocos ao acaso, com 17 tratamentos e quatro repetições. Os híbridos estudados foram: canola Hyola 571 CL e a Hyola 575 CL (Clearfield®). Nos dois ensaios foram testados os herbicidas: iodosulfuron, imazethapyr+imazapic, imazapic+imazapyr, imazethapyr, pyroxsulam, nicosulfuron, imazamox, diclosulam, imazaquin, chlorimuron-ethyl, sulfentrazone, sulfentrazone+diuron, pendimethalin, metsulfuron-methyl e flumioxazin, mais duas testemunhas, uma capinada e outra infestada. As plantas daninhas presentes na área experimental foram azevém e nabo nas densidades médias de 14 e 27 plantas m-2, respectivamente. Aos 7, 14, 21, 28 e 35 dias após aplicação dos tratamentos (DAT) foi avaliado o controle das plantas daninhas. Após a colheita determinou-se o peso de mil grãos (g) e a produtividade de grãos (kg ha-1). O imazapic+imazapyr e o nicosulfuron apresentam o melhor controle do azevém nos dois ensaios. O iodosulfuron, imazethapyr+imazapic, imazapic+imazapyr, nicosulfuron, diclosulam, chlorimuron-ethyl e metsulfuron-methyl foram os tratamentos que melhor controlaram o nabo nos ensaios I e II. As maiores produtividades de grãos de canola foram obtidas com a aplicação de nicosulfuron e imazaquin para a Hyola 571 CL e de imazethapyr para o híbrido Hyola 575 CL.Â

    DETECÇÃO DE RESÃDUO BIODISPONÃVEL DE S-METOLACHLOR NO SOLO PELO MÉTODO DE BIOENSAIO

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    O uso de herbicidas aplicados no solo em pré-emergência, como o S-metolachlor, pode causar efeitos negativos em culturas sensíveis posteriormente instaladas na área, devido ao seu efeito residual. No entanto, a seleção de plantas bioindicadoras viabiliza o estudo do comportamento deste herbicida no solo pela técnica de bioensaio.  Diante desse cenário, o objetivo desse estudo foi analisar os níveis de injúrias e redução de biomassa em plantas bioindicadoras na presença de resíduo biodisponível de S-metolachlor em solo argiloso. Utilizou-se quatro potenciais espécies bioindicadoras: pepino (Cucumis sativus), rabanete (Raphanus sativus), sorgo (Sorghum bicolor) e abobrinha (Cucurbita pepo), e seis doses do S-metolachlor (0; 180,5; 360; 720; 1440 e 2880 g ha-1).  As plantas foram avaliadas 21 dias após a semeadura (DAE) quanto aos níveis de injúria e porcentagem de biomassa da matéria seca da parte aérea com relação ao tratamento controle, sem aplicação do herbicida. O C. sativus se comportou como uma espécie extremamente sensível, com redução de 100% em matéria seca a partir da metade da dose recomendada (1440 g ha-1) do herbicida e sendo a única espécie a apresentar mais do que 80% de controle. O S. bicolor também apresentou alta sensibilidade, sendo a espécie que apresentou o menor valor de dose para redução de seu crescimento, precisando de apenas 5% (157,95 g ha-1) da dose recomendada para reduzir em 80% seu crescimento e atingindo 50% de controle com uma dose aproximada de 14% (400 g ha-1) da dose recomendada. As espécies R. sativus e C. pepo, não apresentam potencial como plantas bioindicadoras devido à alta tolerância ao herbicida. Entre as espécies avaliadas, C. sativus e S. bicolor apresentaram maior potencial para uso como plantas bioindicadoras em estudos comportamentais em solo contaminado com resíduo biodisponível de S-metolachlor e/ou para produtores realizarem testes rápidos com bioensaios analisando o carryover deste herbicida no solo

    HERBICIDES TO CONGO SIGNAL GRASS SUPPRESSION IN INTERCROPPING WITH CORN

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    The corn intercropping with Congo signal grass (Brachiaria ruziziensis) has rapidly raised in South and Center-West of Brazil. However, the uncertainty about forage interference on corn yield has led growers to use herbicides to suppress Congo signal grass. Our objective was to evaluate herbicide treatments in sub-doses in suppression of Congo signal grass growth in a corn/Congo signal grass system intercropping. A greenhouse experiment was conducted to evaluate forage intoxication by herbicides to select the best treatments. Subsequently, a field experiment was conducted to investigate the suppression of some sub-dose herbicide treatments based on corn yield and Congo signal grass growing in two stages of application. The experimental arrangement was a 9x2+3 factorial in a randomized block design, with eight replications. Treatments applied in more than 3 tillers of Congo signal grass demonstrated less injury levels than 1 tiller stage. In the field, forage intoxication was not higher than 56% and nicosulfuron treatments provided higher suppression levels than mesotrione treatments.  Based on avoiding corn yield losses of 25% and on greater Congo signal grass biomass on off-season, we could conclude that mesotrione (48 or 60 g ha-1) and atrazine (1200 g ha-1) applied on 1-3 tiller stage; and mesotrione (60 g ha-1), mesotrione+atrazine (60+1200 g ha-1) and atrazine (1200 g ha-1) applied on more than 3 tillers are efficient treatments

    BIOCARVÃO COMO ATENUANTE DA FITOTOXICIDADE DE HERBICIDAS EM MUDAS PRÉ-BROTADAS DE CANA-DEAÇÚCAR

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    The objective of this work was to evaluate the effect of biochar on the sensitivity of presprouted seedlings (MPB) of sugarcane to the clomazone, imazapic and indaziflam appliedin pre-planting alone or in combination. Two varieties of sugarcane (RB 975952 and RB985476) were evaluated. The experimental design was completely randomized with 4replications, using a 9 x 2 factorial scheme, with nine treatments (imazapic 52.5 and 200 gia ha-1, clomazone 1000 g ia ha-1, indaziflam 100 g i.a. ha-1, associations of imazapic +clomazone (52.5 + 600; 52.5 + 1000; 200 + 600 and 200 + 1000 g ia ha-1 and control) andthe presence or absence of biochar in the planting furrow pre-sprouted. The variety RB985476 showed sensitivity to the herbicides clomazone and imazapic in pre-planting. Thetoxicity caused by the herbicides imazapic + clomazone decreased due to the effect ofbiochar. Regarding the RB 975952 variety, sensitivity to clomazone alone and in themixture with imazapic was verified, being the biochar effective in reducing phytotoxicity.Indaziflan was selective for the two varieties of MPB’s. The biochar acted more effectivelyfor the clomazone alone or in a mixture with imazapic, being ineffective for the herbicideimazapic alone.O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito do biocarvão na sensibilidade de mudas pré-brotadas (MPB) ao clomazone, imazapic e indaziflam aplicados em pré-plantioisoladamente ou em associação. Foram avaliadas duas variedades de cana-de-açúcar (RB975952 e RB 985476). O delineamento experimental foi inteiramente casualizado com 4repetições, em esquema fatorial 9 x 2, sendo nove tratamentos (imazapic 52,5 e 200 g i.a. ha-1, clomazone 1000 g i.a. ha-1, indaziflam 100 g i.a. ha-1 e associações de imazapic +clomazone (52,5 + 600; 52,5 + 1000; 200 + 600 e 200 + 1000 g i.a. ha-1 e testemunha) e apresença ou ausência do biocarvão no sulco de plantio. A RB 985476 apresentousensibilidade aos herbicidas clomazone e imazapic. A toxicidade provocada pelosherbicidas imazapic + clomazone diminiu pelo efeito do biocarvão. Para o imazapic nãohouve efeito do biocarvão na redução da fitotoxicidade. Em relação a RB 975952 foiverificada sensibilidade ao clomazone + imazapic e clomazone isolado, sendo o biocarvãoeficaz na redução da fitotoxicidade. O indaziflam foi seletivo para as duas variedades. Podese concluir que o biocarvão atuou de forma efetiva para clomazone isolado ou emassociação com o imazapic, sendo pouco efetivo para o herbicida imazapic isolado

    MANEJO DE PLANTAS DANINHAS EM FRUTÃFERAS TROPICAIS: ABACAXIZEIRO, BANANEIRA, COQUEIRO, MAMOEIRO E MARACUJAZEIRO

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    O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, sendo que as plantas daninhasconstituem um dos principais problemas para a exploração da capacidade de produção defrutíferas tropicais. Ainda há muitas lacunas no conhecimento do manejo adequado deplantas das plantas daninhas em cultivos de frutíferas. O objetivo desta revisão foi sumarizardados sobre a interferência, métodos de controle e manejo de plantas daninhas nas culturasdo abacaxizeiro, bananeira, coqueiro, mamoeiro e maracujazeiro. Métodos mecânicosassociados à aplicação de herbicidas nas entrelinhas de cultivo são as principais práticas decontrole, enquanto o consórcio com culturas intercalares, controle físico, controle cultural ea integração frutíferas-pecuária ainda são práticas pouco utilizadas. Os principais problemasrelacionados ao manejo de plantas daninhas em frutíferas tropicais estão relacionados,muitas vezes, a utilização do método inadequado, falta de informação sobre os períodoscríticos de interferência de plantas daninhas (período de controle) e ao baixo número demoléculas herbicidas registrados para estas culturas.O Brasil é o terceiro maior produtor de frutas do mundo, sendo que as plantas daninhasconstituem um dos principais problemas para a exploração da capacidade de produção defrutíferas tropicais. Ainda há muitas lacunas no conhecimento do manejo adequado deplantas das plantas daninhas em cultivos de frutíferas. O objetivo desta revisão foi sumarizardados sobre a interferência, métodos de controle e manejo de plantas daninhas nas culturasdo abacaxizeiro, bananeira, coqueiro, mamoeiro e maracujazeiro. Métodos mecânicosassociados à aplicação de herbicidas nas entrelinhas de cultivo são as principais práticas decontrole, enquanto o consórcio com culturas intercalares, controle físico, controle cultural ea integração frutíferas-pecuária ainda são práticas pouco utilizadas. Os principais problemasrelacionados ao manejo de plantas daninhas em frutíferas tropicais estão relacionados,muitas vezes, a utilização do método inadequado, falta de informação sobre os períodoscríticos de interferência de plantas daninhas (período de controle) e ao baixo número demoléculas herbicidas registrados para estas culturas

    CONTROLE QUÃMICO DE CAPIM-RABO-DE-BURRO EM DIFERENTES ESTÃDIOS DE DESENVOLVIMENTO

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    Donkey-tailed grass is a poaceae, considered a recent weed in soybean crops and itsincreasing the infestation’s levels and the difficulty of control. Thus, this study aimed toevaluate the effectiveness of different doses of herbicides applied alone or mixed, to controldunk-grass at different stages of development. Three experiments were conducted, first onein greenhouse with new plants and two experiments in the field with clumps. The treatmentswere glyphosate; fluazifop; sethoxydim; fenoxaprop; clethodim; quizalofop; haloxyfop;pinoxaden, nicosulfuron; glufosinate and mixtures of glyphosate with clethodim,quizalofop, haloxyfop or sethoxydim. Treatments with glyphosate, alone or mixed, showedhigher levels of control in all experiments. Glyphosate, glufosinate, clethodim, haloxyfopand sethoxydim were effective in the control of new plants. For the clumps’ management,glyphosate and haloxyfop alone demonstrated efficiency greater than 90% independent ofthe dose and clethodim and sethoxydim in the highest dose. The herbicides pinoxaden andnicosulfuron are not alternatives to donkey-tailed grass control.O capim-rabo-de-burro é uma Poaceae, considerada planta daninha recente nas lavouras desoja por seus crescentes níveis de infestação e dificuldades de controle. Diante disso,objetivou-se com este trabalho avaliar a eficiência de diferentes doses de herbicidasaplicados isolados ou em associação, no controle de capim-rabo-de-burro em diferentesestádios de aplicação. Foram realizados três experimentos, um em casa de vegetação complantas em estádio inicial de desenvolvimento e dois a campo com touceiras. Os herbicidastestados foram glyphosate; fluazifop; sethoxydim; fenoxaprop; clethodim; quizalofop;haloxyfop; pinoxaden, nicosulfuron; glufosinate e as misturas de glyphosate com clethodim,quizalofop, haloxyfop ou sethoxydim. Os tratamentos com glyphosate, isolado ou emmistura, apresentaram maiores níveis de controle em todos experimentos. Além deglyphosate, glufosinate, clethodim, haloxyfop e sethoxydim foram eficientes no controle decapim-rabo-de-burro nos estádios iniciais de desenvolvimento. Para manejo de touceiras, osherbicidas glyphosate e haloxyfop isolados demonstraram eficiência superior a 90%independente da dose e clethodim e sethoxydim na dose mais alta. Os herbicidas pinoxadene nicosulfuron não são alternativas para controle de capim-rabo-de-burro

    INTERFERÊNCIA DE HERBICIDAS NO DESENVOLVIMENTO DO MILHETO

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    Millet is an annual hot season grass that has an upright and tall size, used as a food source in livestock and as a soil cover in the no-tillage system. As it is a culture of low economic value, information about it is rare. The objective of the work was to verify the selectivity of the herbicides atrazine and 2,4-D applied alone or in association at different times in the millet culture. The experiment was carried out in the field in 12 m2 plots and randomized block design, with 10 treatments and four replications. The treatments were: 1- control without weeding; 2- weed control; 3- atrazine in pre-sowing; 4- post-sowing atrazine; 5- atrazine in V4; 6- 2,4-D in V4; 7- 2,4-D (150% of the dose) in V4; 8- atrazine in pre-sowing + 2,4-D in V4; 9- atrazine in post-sowing + 2,4-D in V4, 10-atrazine + 2,4-D in V4. The number of plants per linear meter, phytotoxicity at 7, 14, 21 and 28 days after application, plant height and shoot dry weight were evaluated. There was a reduction in the plant stand with application of atrazine in pre and post-sowing. The herbicide 2,4-D showed higher levels of phytotoxicity, lower plant height and lower dry mass production in all evaluations. The herbicide atrazine presents itself as a good alternative for weed control in the millet culture when applied in V4.O milheto é uma gramínea anual de estação quente que possui porte ereto e alto, usado como fonte de alimento na pecuária e como cobertura de solo no sistema de plantio direto. Por ser uma cultura de baixo valor econômico são raras as informações a seu respeito. O objetivo do trabalho foi verificar a seletividade dos herbicidas atrazine e 2,4-D aplicados isolados ou em associação em diferentes épocas na cultura do milheto. O experimento foi realizado a campo em parcelas de 12 m2 e delineamento de blocos ao acaso, sendo 10 tratamentos e quatro repetições. Os tratamentos foram: 1- testemunha sem capina; 2- testemunha capinada; 3- atrazine em pré-semeadura; 4- atrazine em pós-semeadura; 5- atrazine em V4; 6- 2,4-D em V4; 7- 2,4-D (150% da dose) em V4; 8- atrazine em pré-semeadura + 2,4-D em V4; 9- atrazine em pós-semeadura + 2,4-D em V4, 10- atrazine + 2,4-D em V4. Avaliou-se o número de plantas por metro linear, a fitotoxicidade aos 7, 14, 21 e 28 dias após aplicação, a altura de plantas e a massa seca da parte aérea. Houve redução no estande de plantas com aplicação de atrazine em pré e pós-semeadura. O herbicida 2,4-D apresentou maiores níveis de fitotoxicidade, menor altura de plantas e menor produção de massa seca em todas as avaliações. O herbicida atrazine se apresenta como uma boa alternativa de controle de plantas daninhas na cultura do milheto quando aplicado em V4

    TOLERANCE OF YOUNG COFFEE PLANTS TO HERBICIDE APPLIED ALONE OR IN COMBINATION WITH FERTIACTYL

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    O controle de plantas daninhas na cultura do cafeeiro é dificultado pela escassez de herbicidas seletivos para a cultura em fase de implantação. Uma alternativa para contornar os danos causados pelos herbicidas é o uso de protetores químicos com capacidade de minimizar a intoxicação dos herbicidas. Objetivou-se avaliar a seletividade de herbicidas aplicados isoladamente ou em mistura no tanque com o Fertiactyl Sweet® para plantas de café recém-transplantadas. O experimento foi realizado em vasos em delineamento inteiramente casualizado, em esquema fatorial 10x2, com quatro repetições. O primeiro fator correspondeu a nove herbicidas: (oxyfluorfen; sulfentrazone; flumioxazin; [isoxaflutole + indaziflam]; isoxaflutole; indaziflam; [metribuzin + indaziflam]; chlorimuron-etílico; e metsulfuron-metílico) e o controle sem aplicação de herbicida; o segundo fator constou da presença ou ausência do Fertiactyl Sweet. Os tratamentos foram aplicados em “over the top†aos 30 dias após o transplantio. De 7 aos 172 dias após a aplicação (DAA), avaliou-se a porcentagem de intoxicação. E aos 172 DAA, mensurou-se as variáveis morfológicas das plantas. A adição do Fertiactyl Sweet junto à calda dos herbicidas não modificou a tolerância das plantas de café aos herbicidas. Os herbicidas mais tolerantes para o café foram o oxyfluorfen e o sulfentrazone. A mistura comercial indaziflam + metribuzin causou a morte das mudas de café. O Fertiactyl Sweet® não reduziu a intoxicação das mudas de café arábica (Catuaí vermelho - linhagem 44) causada pelos herbicidas estudados. Os herbicidas metsulfuron-metílico e oxyfluorfen foram os mais tolerados pelas plantas de café recém-transplantadas.The control of weeds in the coffee crop is hampered by the scarcity of selective herbicides for the growing crop. An alternative to circumvent the damage caused by herbicides is the use of chemical protectors with the ability to minimize herbicide intoxication. The objective was to evaluate the selectivity of herbicides applied alone or in a mixture in the tank with Fertiactyl Sweet® for recently transplanted coffee plants. The experiment was carried out in pots in a completely randomized design, in a 10x2 factorial scheme, with four replications. The first factor corresponded to nine herbicides: (oxyfluorfen; sulfentrazone; flumioxazin; [isoxaflutole + indaziflam]; isoxaflutole; indaziflam; [metribuzin + indaziflam]; chlorimuron-ethyl; and metsulfuron-methyl) and control without herbicide application; the second factor was the presence or absence of Fertiactyl Sweet. The treatments were applied “over the top†at 30 days after transplanting. From 7 to 172 days after application (DAA), the percentage of intoxication was evaluated. And at 172 DAA, the morphological variables of the plants were measured. The addition of Fertiactyl Sweet next to the herbicide syrup did not change the tolerance of coffee plants to herbicides. The most tolerant herbicides for coffee were oxyfluorfen and sulfentrazone. The commercial mixture indaziflam + metribuzin caused the death of the coffee seedlings. Fertiactyl Sweet® did not reduce the poisoning of Arabica coffee seedlings (Catuaí Vermelho - lineage 44) caused by the studied herbicides. The herbicides metsulfuron-methyl and oxyfluorfen were the most tolerated by recently transplanted coffee plants

    CONTROLE DE SOJA VOLUNTÃRIA COM HERBICIDAS REGISTRADOS PARA ALGODOEIRO

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    In part of the Midwest region of Brazil, cotton has been grown in second crop, sown aftersoybean harvest. In these areas, the occurrence of voluntary soybean plants has beencommon, interfering in the development of cotton crop. In this sense, the objective of thiswork was to evaluate the effectiveness of herbicides applied post-emergence in cotton forthe control of voluntary soybeans containing different transgenics. Two experiments werecarried out in a greenhouse, using a soybean cultivar with Liberty Link® technology (LL®),which confers tolerance to glufosinate, and the other Roundup Ready® (RR®) cultivar,which has tolerance to glyphosate. In both experiments, a randomized completely blockdesign was used, in a 7 x 2 factorial arrangement, with 4 replications. The first factorconsisted of herbicides registered for cotton: 2,4-D, dicamba, glyphosate, pyrithiobac,trifloxysulfuron, S-metolachlor, in addition to a control without application; while thesecond factor consisted of the association or not with glufosinate. To assess the performanceof herbicide treatments, evaluations were made of the percentage of control, height andshoot dry mass of soybean plants. For LL® voluntary soybeans, dicamba and glyphosatealone, in addition to the association of glufosinate with dicamba, 2,4-D or glyphosate, theyconsisted of the most effective treatments, providing control levels above 80.0%. For RR®soybeans, dicamba, trifloxysulfuron and 2,4-D isolated showed efficacy in the control ofvoluntary plants, with increases in control levels being seen when the addition ofglufosinate was applied to the spray solution of these herbicides.Em parte da região Centro-Oeste do Brasil o algodoeiro tem sido cultivado em segundasafra, semeado após a colheita de soja. Nestas áreas, tem sido comum a ocorrência deplantas voluntárias de soja interferindo no desenvolvimento do algodoeiro. Neste sentido, oobjetivo deste trabalho foi avaliar a eficácia de herbicidas aplicados em pós-emergência noalgodoeiro para o controle de soja voluntária contendo diferentes transgenias. Doisexperimentos foram conduzidos em casa de vegetação, utilizando um cultivar de soja comtecnologia Liberty Link® (LL®), que confere tolerância ao glufosinate, e no outro cultivarRoundup Ready® (RR®), que possui tolerância ao glyphosate. Em ambos os experimentosfoi utilizado o delineamento de blocos casualizados, em arranjo fatorial 7 x 2, com 4repetições. O primeiro fator foi constituído por herbicidas registrados para o algodoeiro:2,4-D, dicamba, glyphosate, pyrithiobac, trifloxysulfuron, S-metolachlor, além de umatestemunha sem aplicação; enquanto que o segundo fator consistiu da associação ou nãocom o glufosinate. Para aferir o desempenho dos tratamentos herbicidas, foram realizadasavaliações de porcentagem de controle, altura e massa seca de parte aérea das plantas desoja. Para soja voluntária LL®, dicamba e glyphosate isolados, além da associação deglufosinate com dicamba, 2,4-D ou glyphosate, consistiram nos tratamentos com maioreficácia, proporcionando níveis de controle acima de 80,0%. Para a soja RR®, dicamba,trifloxysulfuron e 2,4-D isolados apresentaram eficácia no controle das plantas voluntárias,visualizando-se incrementos nos níveis de controle quando se procedeu a adição deglufosinate à calda de aplicação destes herbicidas

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