São Paulo State University

Acervo Digital da Universidade Estadual Paulista
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    Conjunto Arquitetônico da Pampulha - Pintura(I)

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    Obras executadas para revestir o confessionário e o batistério da Igreja de são Francisco de Assis da Pampulha, Belo Horizonte, MG, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer

    Mosteiro São Bento (Fachada)

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    Largo de São Bento, s/n - Centro, São Paulo - SPA fundação de pedra foi colocada em 1910 pelo arquiteto alemão Richard Berndl, professor da Universidade de Munique. O edifício, uma mistura de estilos bizantino e gótico, foi supervisionado pelo arquitecto polaco Georg Przyrembel. As pinturas internas são do bélga Benectine D. Gressnight, auxiliado pelo Irmão Clemente Maria Frischauf; Além disso, o belga desenhou as peças executadas em mármore, bronze e madeira, bem como os vitrais da igreja, executados pela empresa Mayer de Munique. O altar-mor foi feito na Itália e os detalhes de bronze foram feitos nos escritórios da abadia beneditina de Maredsou, na Bélgica. Há um grupo de imagens que representam a cena do Calvário em cima da barra transversal do altar-mor, obra do escultor Anton Lang de 1921. Há duas imagens imponentes no retábulo do santuário de São Bento e da Santa Escolástica, feito em lama seca pelo irmão brasileiro Agostinho de Jesus, por volta de 1650. Discípulo do frade português Agostinho da Piedade, do mosteiro beneditino de Salvador, Agostinho de Jesus Trabalhou em São Paulo, Parnaíba e Santos . O órgão é de origem alemã, fabricado em 1908, em Ennetach-Mengen pelos irmãos Spaeth. Seis sinos provenientes de Lauigen, em Baviera, foram instalados no campanário da basílica em 1920. Um relógio, vindo de Munique, produzido pela empresa J. Mannhardt, Turmuhren-Fabrik também foi instalado na fachada

    CAMINHOS - exposições de cerâmicas (vernissage)

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    A exposição “Caminhos” apresenta trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas aulas de cerâmica e escultura do IA/UNESP/SP em 2016/2017. Escolhendo a “terra” como suporte para suas produções, as obras em criação/mutação aqui apresentadas, pretendem acrescentar conhecimento ao saber adquirido nas várias áreas da pesquisa artística do Instituto de Artes visando à formação do artista híbrido, mas único, que queremos oferecer ao mundo

    Caderno de Formação (13) - Orientações de estágio curricular supervisionado

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    O estágio curricular supervisionado é parte indispensável da formação profissional nos cursos superiores. A sua realização pressupõe o cumprimento de alguns aspectos legais, entre os quais, a existência de um regulamento que estabeleça os tipos de estágios e a natureza das atividades, os locais e períodos de realização, as atribuições dos estagiários e dos orientadores. Para atender o aspecto legal o Conselho de Curso de Pedagogia aprovou o Regulamento de Estágio que, juntamente com outros documentos que compõem este Caderno, tem o objetivo de orientar estagiários e orientadores sobre as condições para realização do estágio e as alternativas para que seja um espaço para vivência de diferentes possibilidades para uma formação profissional mais diversificada e plena. O Caderno como um todo e o regulamento de estágio, em particular, deve ser visto como diretriz de trabalho comum a todos os Polos. Todavia, pelas características deste curso e pela diversidade de situações a serem enfrentadas durante a realização do estágio, haverá espaço para adequações e ajustes ao longo do processo. Neste sentido, a Comissão Geral de Estágio deverá ter papel fundamental na orientação e normatização das referidas situações

    Conjunto Arquitetônico da Pampulha - Azulejos(II)

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    Obras executadas para revestir o confessionário e o batistério da Igreja de são Francisco de Assis da Pampulha, Belo Horizonte, MG, projeto do arquiteto Oscar Niemeyer

    CAMINHOS - exposições de cerâmicas (Pt.2)

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    A exposição “Caminhos” apresenta trabalhos desenvolvidos pelos alunos nas aulas de cerâmica e escultura do IA/UNESP/SP em 2016/2017. Escolhendo a “terra” como suporte para suas produções, as obras em criação/mutação aqui apresentadas, pretendem acrescentar conhecimento ao saber adquirido nas várias áreas da pesquisa artística do Instituto de Artes visando à formação do artista híbrido, mas único, que queremos oferecer ao mundo

    Conjunto Arquitetônico da Pampulha - Baixo-relevos

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    Em 1945, a Capela São Francisco de Assis, mais conhecida como Igrejinha da Pampulha, estava praticamente concluída, porém não obteve a autorização da Cúria Metropolitana para ser consagrada e funcionar como um templo religioso. Somente em 1959, a igreja foi consagrada como um templo religioso por D. João de Rezende Costa. Projetada pelo arquiteto Oscar Niemeyer, foi considerada uma grande inovação arquitetônica. Seu interior abriga a Via-Sacra, composta por quatorze painéis de Cândido Portinari. Os jardins são assinados por Burle Marx e os baixos-relevos em bronze foram esculpidos por Alfredo Ceschiatti. Além de ser uma das imagens mais representativas da religiosidade do povo mineiro, a Igrejinha da Pampulha é também um dos mais conhecidos "cartões postais" de Belo Horizonte, uma obra-prima do Conjunto Arquitetônico da Pampulha, que recentemente recebeu o título de Patrimônio Cultural da Humanidade pela UNESCO

    Mosteiro São Bento (Relevos em pedra)

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    Largo de São Bento, s/n - Centro, São Paulo - SPA fundação de pedra foi colocada em 1910 pelo arquiteto alemão Richard Berndl, professor da Universidade de Munique. O edifício, uma mistura de estilos bizantino e gótico, foi supervisionado pelo arquitecto polaco Georg Przyrembel. As pinturas internas são do bélga Benectine D. Gressnight, auxiliado pelo Irmão Clemente Maria Frischauf; Além disso, o belga desenhou as peças executadas em mármore, bronze e madeira, bem como os vitrais da igreja, executados pela empresa Mayer de Munique. O altar-mor foi feito na Itália e os detalhes de bronze foram feitos nos escritórios da abadia beneditina de Maredsou, na Bélgica. Há um grupo de imagens que representam a cena do Calvário em cima da barra transversal do altar-mor, obra do escultor Anton Lang de 1921. Há duas imagens imponentes no retábulo do santuário de São Bento e da Santa Escolástica, feito em lama seca pelo irmão brasileiro Agostinho de Jesus, por volta de 1650. Discípulo do frade português Agostinho da Piedade, do mosteiro beneditino de Salvador, Agostinho de Jesus Trabalhou em São Paulo, Parnaíba e Santos . O órgão é de origem alemã, fabricado em 1908, em Ennetach-Mengen pelos irmãos Spaeth. Seis sinos provenientes de Lauigen, em Baviera, foram instalados no campanário da basílica em 1920. Um relógio, vindo de Munique, produzido pela empresa J. Mannhardt, Turmuhren-Fabrik também foi instalado na fachada

    A Velha

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    Revista, 12 articulações; Preto, branco e vermelho; tamanho: 24cm X 17cm (peça fechada), 24cm x 34 cm (peça aberta)Cena 1 – Poema da fome Cena 2 - Uma velha segura um relógio que não tem ponteiros. O escritor pergunta as horas. A velha diz as horas. Cena 3 – O escritor encontra seu amigo na rua. Ele lhe conta sobre mulheres caindo da janela. Cena 4 – Em casa , o escritor quer trabalhar numa história. A velha entre e lhe dá ordens. Ela se senta numa cadeira e morre Cena 5 – Poema do Sonho 1 Cena 6 – O escritor conhece uma moça na padaria. Eles decidem ir à casa dele. Cena 7 – Na casa de seu amigo, o escritor lhe conta sobre a moça. Ele não pôde leva-la para casa pois se lembrou de que tinha uma velha morta lá. Cena 8 – O escritor chega em casa e encontra a velha rastejando pelo chão. Ele quer mata-la com uma marreta Cena 9 – Poema do sonho 2 Cena10 – Um pesadelo sobre o assassinato da velha. O escritor põe a velha numa mala. Cena 11 – O escritor toma um trem com a mala. A mala desaparece. Cena 12 – Uma velha segura um relógio que não tem ponteiros. O escritor pergunta as horas. A velha lhe diz as horas

    Anita Malfatti: 100 Anos de Arte Moderna (III)

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    Anita Malfatti: 100 anos de arte moderna inclui pinturas e desenhos que pontuam diversos momentos da produção desta artista, sempre sensível às tendências artísticas a sua volta. Para além do belíssimo conjunto expressionista que a consagrou como estopim do modernismo brasileiro, a exposição apresenta paisagens e retratos de períodos posteriores, como as refinadas pinturas naturalistas das décadas de 1920 e 1930, e aquelas mais próximas à cultura popular, presente nos trabalhos dos anos 1940 e 1950. A celebração de cem anos de arte moderna no Brasil é uma excelente ocasião para rever o legado de Malfatti como artista pioneira - inspiradora da Semana de Arte Moderna de 1922 - cuja atualidade se prolongou tanto no radicalismo com que se lançou ao retorno à ordem, na década de 1920, quanto na ousadia com que se apropriou da “maneira popular”. Trata-se, sem dúvida, de uma artista ímpar, sintonizada com seu tempo e com diferentes aspectos de um modernismo que ajudou a construir

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