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Modelagem de Negócio na Prática: Um Método para Suportar a Compreensão e Comunicação das Necessidades dos Negócios
Sistemas de informação e suporte à informação têm se tornado parte integrante das operações
de negócio, pois tais sistemas podem criar novas oportunidades para as organizações, e tornar
mais sólida sua margem de competitividade no mercado. A qualidade dos produtos e o prazo
de entrega têm adquirido importância fundamental, no sentido de agregar valor às
necessidades dos clientes. Isso exerce uma forte influência nas funcionalidades e flexibilidade
dos sistemas de informação em atender as mudanças e possibilitar aderência às reais
necessidades dos negócios.
Modelos de negócio são abstrações de como os negócios funcionam. Eles detalham diferentes
perspectivas e pontos de vista dos objetivos e visões dos negócios, incluindo elementos que
estão atuando em harmonia com os negócios. Modelagem do domínio do negócio auxilia a
explorar o entendimento do negócio e promove um significado para representar e capturar os
objetivos, causas, oportunidades, processos e operações sem considerar as limitações e
terminologias da Tecnologia da Informação, apoiando a comunicação e minimizando as
discrepâncias existentes entre a visão dos desenvolvedores de sistemas e a real necessidade
do negócio, vista pela ótica dos stakeholders.
Diversas pesquisas têm investigado o esforço empreendido no desenvolvimento de sistemas
de informação que muitas vezes não alcançam aderência e suporte adequado ao negócio. O
entendimento de um domínio específico de uma aplicação e suas atividades, quando da
formulação dos requisitos do sistema de informação, tem sido um problema essencial na
engenharia de requisitos, visto que, idealmente, a especificação dos requisitos funciona como
um elo de ligação e como uma base contratual entre stakeholders e desenvolvedores de uma
aplicação de software.
A principal contribuição dessa pesquisa é o processo BMW. Um fluxo de processo para
desenvolvimento da atividade de modelagem de negócio. O BMW pretende fundamentar a
definição de quem, como, o que, e quando realizar ações para promover e impulsionar a
comunicação e entendimento entre os desenvolvedores de software e os gerentes de negócio,
através da discussão para a elaboração dos modelos do negócio, que auxilia o entendimento
das razões, objetivos, conceitos, processos e requisitos do negócio apoiando a fase de
engenharia de requisitos. A fim de validar o processo proposto, são apresentados
experimentos, realizados numa organização que utilizou o processo BMW para apoiar na
identificação do escopo de projetos de softwar
Qualidade ágil de software
Com a necessidade de se ter metodologias que facilitassem a produção de software para que
fossem evitados a baixa qualidade, os atrasos, bem como os gastos excessivos, foram introduzidos
diversos padrões e processos de desenvolvimento de software. Porém, em alguns casos houve uma
preocupação excessiva em relação aos papéis exercidos, documentação e artefatos gerados. Tais
metodologias passaram a ser consideradas, por alguns, burocráticas e com ênfase nas atividades
meio, pois traziam a necessidade de um grande formalismo para os artefatos intermediários (por
exemplo, especificações e modelos) ao invés de focarem na qualidade dos artefatos fins (por
exemplo, código). Surgiram então algumas metodologias mais simplificadas, voltadas para equipes
menores com intensa comunicação, utilizando processos mais leves e uma maior flexibilidade a
mudanças, as quais foram chamadas de metodologias ágeis.
Tanto em metodologias tradicionais como nas ágeis, é aconselhável que exista alguma atividade que
garanta a qualidade tanto do processo que está sendo utilizado como do produto sendo construído.
Neste contexto, a garantia da qualidade auxilia o controle do projeto, fornecendo uma visão
adequada do processo que está sendo utilizado pelo projeto de software e dos produtos que estão
sendo construídos. Entre suas atividades podemos ressaltar, revisões, validações e auditorias nos
produtos e processos de software. Um dos representantes dos modelos de melhoria da qualidade é o
CMMI (Capability Maturity Model Integration) que apresenta a possibilidade de uma evolução
contínua, fornecendo maior flexibilidade, focando em áreas de processo específicas, de acordo com
metas e objetivos de negócio. Neste trabalho apresentamos uma disciplina, doravante chamada
Qualidade Ágil de Software (QAS), para qualidade de software, independente de metodologia de
desenvolvimento e voltada para projetos com equipes de até 20 pessoas. A QAS foi desenvolvida
com base no TSP (Team Software Process) e em metodologias ágeis, de modo a estar alinhada ao
nível 2 de Capacidade do CMMI (segundo o modelo contínuo) para as áreas de processo
Verificação, Validação e Garantia da Qualidade do Processo e do Produt
Uma Extensão do Fluxo de Análise e Projeto do RUP para o Desenvolvimento de Aplicações Web
A Internet tem se mostrado como um dos mais efetivos e atrativos meios para realização
de transações comerciais, possibilitando tanto a divulgação, quanto a negociação e
disponibilização de bens e serviços. Além disto, devido em grande parte a globalização da
economia mundial, cada vez mais as empresas estão migrando seus sistemas corporativos para
plataformas baseadas principalmente na Web. Diante deste panorama, hoje em dia existe uma
demanda bastante significativa pelo desenvolvimento de aplicações para Web.
Entretanto, do ponto de vista da Engenharia de Software, as aplicações Web possuem
características específicas que as diferenciam das aplicações tradicionais, e que precisam ser
tratadas no processo de desenvolvimento de uma forma disciplinada. Para tanto, fazem-se
necessárias adaptações em processos de desenvolvimento de software já existentes para um
melhor atendimento na construção de aplicações Web.
Visando atender as necessidades de desenvolvimento específicas para aplicações Web,
este trabalho apresenta uma adequação da metodologia genérica de desenvolvimento de
software RUP (Rational Unified Process), mais especificamente no fluxo de Análise e
Projeto, tendo em vista que a etapa de análise e projeto é onde há uma maior diferença no
desenvolvimento de aplicações Web com relação a aplicações tradicionais.
Este trabalho apresenta também um estudo de caso para validação da efetividade da
proposta de extensão do fluxo de Análise e Projeto do RUP para o desenvolvimento mais
apropriado de aplicações WebCoordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superio
LeanGov.BR : um método enxuto de suporte à governança do setor público brasileiro
Governança é o sistema pelo qual as organizações são dirigidas, monitoradas e controladas. No contexto do setor público, a governança, orientada por instrumentos legais e normativos, se preocupa com aspectos adicionais como dar transparência sobre o uso e administração da coisa pública e com a prestação de contas dos investimentos transformados em bens e serviços para a sociedade. Para orientar o trabalho de governança existem diversos modelos, frameworks e referenciais, porém esses instrumentos geralmente prescrevem o quê deve ser feito, através de uma série de processos e atividades, mas não especificam um método de como fazer. Diante das especificidades do setor público e da carência por abordagens práticas,
este trabalho apresenta a especificação e a experimentação de um método de suporte à governança pública brasileira, fundamentado pelo pensamento enxuto e pela agilidade. O método proposto, denominado, LeanGov.BR limita-se a atender ao mecanismo de estratégia da governança, mais especificamente atuar na avaliação, direcionamento e monitoramento do desempenho e resultados organizacionais. O método LeanGov.BR visa aplicar no contexto de governança, alguns dos princípios, valores, práticas e ferramentas oriundos dos paradigmas Ágil e Lean, inspirado nos casos de sucesso quando do uso de tais paradigmas em processos de software e Governança de TI. O suporte tecnológico ao método LeanGov.BR é realizado pela ferramenta de software de gestão ágil de atividades Trello e por um plug-in desenvolvido para auxiliar o monitoramento dos resultados organizacionais. O método LeanGov.BR foi usado e avaliado em uma organização pública do poder judiciário federal.Governance is the system by which organizations are managed, monitored and controlled. In
the context of the public sector, governance, guided by legal and normative instruments, is
concerned with aspects such as transparency on the use and administration of public things
and accontability of investments transformed into goods and services for society. To guide
governance work there are models, frameworks and references, but these instruments often
prescribe what needs to be done through a series of processes and activities, but they do not
specify a method of how to do it. In front of specificities of the public sector and the lack of
practical approaches, this work presents the specification and experimentation of a method of support for Brazilian public governance, through by lean thinking and agility. The proposed
method, called LeanGov.BR, is limited to meeting the governance strategy mechanism, more
specifically act in the evaluation, driving and monitoring of organizational performance and
results. The method LeanGov.BR apply some of the principles, values, practices and tools
derived from the Agile and Lean paradigms in the context of governance, inspired by success cases when using this paradigms in the software process and IT Governance. The
technological support to the LeanGov.BR method was done by agile task management tool
Trello and by a plug-in developed to assist the monitoring of organizational results. The
LeanGov.BR method was used and evaluated in a public organization from Brazil judiciary
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis
We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts
We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued
use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation
counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more
sophisticated methods
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