1,720,953 research outputs found

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

    Full text link
    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

    Full text link
    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

    Full text link
    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

    Full text link
    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

    Author Index

    No full text
    Nao informado

    ADMINISTRATIVIZAÇÃO DO DIREITO PENAL: ASSESSORIEDADE ADMINISTRATIVA E OS CRIMES AMBIENTAIS.

    Full text link
    OBJETIVO DO TRABALHOO objetivo geral da presente investigação é averiguar os efeitos do fenômeno da administrativização nos delitos ambientais. Para tanto, será realizada a análise do fenômeno em si e de seus princípios e embasamentos, bem como de fenômenos subsidiários que ensejaram sua sedimentação, para posterior averiguação de seus impactos sobre os delitos ambientais.Inicialmente, será analisada a trajetória do Direito Penal, tendo em vista o caminho que levou à sua expansão. Para tanto, serão investigados seus princípios, bem como suas funções norteadoras. Posteriormente, averiguados os fenômenos sociais que levaram à referida expansão.Ainda, de extrema relevância a compreensão do fenômeno da administrativização em si, e de fenômenos subsidiários que levaram à sua concretização.Por fim, após a ampla compreensão do fenômeno em si, será analisada sua aplicação prática. Portanto, levando em conta especificamente os delitos ambientais, buscará a verificação quanto aos impactos causados pela administrativização, visando analisar quais são as influências geradas, bem como quais as suas consequências práticas. METODOLOGIA UTILIZADANo que diz respeito à estratégia metodológica escolhida, será realizada pesquisa através do método teórico-bibliográfico, analisando doutrina constante em livros, artigos e publicações jurídicas, bem como o estudo jurisprudencial. Serão visitados também os textos legais que versem sobre o tema.Para tanto, será utilizado o método dedutivo-dialético, tomando como pressuposto a existência do fenômeno da administrativização no sistema jurídico penal brasileiro, para, a partir dele, adentrar nos princípios e diretrizes a ele vinculados e verificar os impactos causados nos crimes ambientais.Ainda, será visitada a jurisprudência e doutrina relacionada aos crimes ambientais, bem como toda a legislação pertinente, para a verificação da incidência ou não do fenômeno, bem como, em caso positivo, de seus efeitos práticos. REVISÃO DE LITERATURAO Direito Penal, desde seus primeiros registros, tem como função fundamental tornar a vida em sociedade algo viável. Certamente, sem ele o convívio social restaria impossível. Isto porque uma de suas característica mais marcantes é sua função de resguardar condições sociais indispensáveis para o convívio em sociedade por meio da proteção de bens jurídicos entendidos como penalmente relevantes.Neste sentido, na medida em que a sociedade se torna mais complexa e detalhada, novos bens jurídicos surgem e, com isso, ofensas aos novos bens que ocasionam, sucessivamente, a necessidade de sua criminalização. Em razão disso, naturalmente que uma das principais particularidades do Direito Penal moderno é a sua expansão.O processo de globalização iniciou, ao redor do mundo, em meados da década de 60. Inúmeros movimentos contribuíram para a abstração do conceito de sociedade que existia no passado. Modelos sólidos e imutáveis; verdades indiscutíveis, deram espaço ao pensamento relativo e à sociedade volátil.           Conforme explica Bauman[1], o rompimento e, em suas palavras, “derretimento” dos modelos sólidos que já se apresentavam anteriormente nunca teria sido com o objetivo de se tornar líquido, mas sim o de criar novos modelos, também sólidos, para substituí-los. Ocorre que, processos de quebra de paradigma se mostram sempre perturbadores. O tal rompimento, de fato, aconteceu. E com ele, vieram períodos de incertezas, tendo assim se instalado a liquidez pós-moderna.Tal fato justifica  a quantidade de conflitos existentes. Segundo o sociólogo alemão Ulrich Beck[2], os riscos sempre existiram na sociedade, variando apenas seu grau de incidência. Salienta, também, que com a incidência de novos riscos, surge, automaticamente, certo desconforto. E exatamente ao tentar lidar com referido desconforto que novos conflitos surgem.Como resposta estatal aos novos riscos, procurou-se suprimir o sentimento de impunidade da população por meio da criminalização exacerbada de condutas sociais, considerando o crime como patologia social e de penas demasiadamente altas.Em razão dessa expansão, houve, em diversos momentos, a flexibilização dos princípios e objetivos origiários do direito penal, deixando de lado, por hora, as funções atribuídas a ele e elegidas pelo legislador como suficientemente relevantes quando da criação do Código Penal.Segundo José L. González Cussac, Paulo Cesar Busato e Rodrigo Leite Ferreira Cabral, o Direito Penal[3]  está estritamente vinculado a uma função valorativa. A própria norma penal seleciona condutas com efeitos sobre bens jurídicos e as valora positiva ou negativamente. Ao enquadra-las como negativas, automaticamente entende por contrários ao direito, fazendo com que a norma penal proteja referidos bens jurídicos ofenditos por elas.Portanto, o diferencial do Direito Penal repousa sobre a escolha do legislador de determinados bens que mereçam proteção e, posteriormente, de condutas que ofendam esses bens já previamente determinados que requeiram uma atenção e consequentemente punição mais severa por parte do Estado.Assim explicam Eugenio Raúl Zaffaroni e José Henrique Pierangeli[4], quando alegam que é exatamente o caráter diferenciado do direito penal vinculado à função de colaborar com a segurança pública que o garante a coerção penal, distinguindo-o das coernções jurpídicas diversas, possuindo tanto caráter preventivo, como reparador.Nesse sentido, ao expandir a tipificação sem observar referidos objetivos e limites impostos, o legislador fez uso da já mencionada coerção penal, singular e específica, para, em alguns casos, punir condutas que não ofendem bens jurídicos criminalmente relevantes. De tal maneira, utiliza-se da legislação penal para tipificar ações nas quais sanções administrativas se fariam suficientemente efetivas.Em síntese, ensina Silva Sánchez[5] que o “Direito Penal, que reagia a posteriori contra um fato lesivo individualmente delimitado (quanto ao sujeito ativo e passivo), se converte em um direito de gestão (punitiva) de riscos gerais e, nessa medida, está “administrativizado”.Nesse contexto, torna-se evidente e, muitas vezes, inevitável, a adminstrativização do Direito Penal. Tal fato faz com que refeirda esfera do direito, que originalmente seria de última ratio, passe, por muitas vezes a ter um papel mais imediatista, com o simples objetivo de que as normas administrativas sejam cumpridas.De igual forma, Winfried Hassemer explica que "El derecho penal no puede sobrevivir como un instrumento estatal de solución de problemas más o menos idóneo entre otros más”[6], visto que espera-se dele um diferencial que justifique sua criminalização.Nesse sentido, Heleba Regina Lobo da Costa[7] alerta que referida dificuldade de interpretação do fenômeno da administrativização está presente em diversas outras áreas do direito penal, não apenas no âmbito dos delitos ambientais. Porém, em algumas delas, como nos crimes tributários, boa parte de refeirda adversidade foi superada pela jurisprudência. Porém, no que tange aos crimes contra o meio ambiente, a questão parece ainda nebulosa.Portanto, para que se afirme quanto à eficácia ou prejuízo que o fenômeno pode implementar, necessária a análise específica de cada caso, para que se verifique a permanência ou não dos princípios e conceitos básicos do Direito Penal, bem como a quais bens se destina sua proteção, analisando se, de fato, concretizam um mero simbolismo penal ou sustentam sua essencialidade. RESULTADOS OBTIDOS OU ESPERADOSO resultado esperado é o de que seja verificada a incidência do fenômeno da administrativização no Direito Penal Brasileiro, especificamente no que diz respeito aos Crimes Ambientais, para então, caso seja constatada, seja analisada a extensão de seus efeitos, buscando afirmar se referida incidência de demonstra excessiva ou eficaz. TÓPICOS CONCLUSIVOSFinalmente, conclui-se pela evidente necessidade de análise dos efeitos do fenômeno da administrativização nos crimes ambientais, quanto a sua eficácia e real necessidade de implementação, na medida em que pode, muitas vezes, caracterizar medida necessária, bem como, em outras, apenas agravar a assessoriedade do Direito Penal às outras esferas do Direito, de forma a ferir seus princípios basilares.[1] BAUMAN, Zygmunt. Modernidade líquida. Tradução de Plínio Dentzien. Rio de Janeiro: Zahar, 2011, p. 10. Itálicos originais.[2] BECK, Ulrich. Sociedade de risco: rumo a uma outra modernidade. Tradução de Sebastião Nascimento. São Paulo: Editora 34, 2011 (2a edição), p. 56.[3] CUSSAC, José L. Gonzáles, BUSATO, Paulo Cesar, CABRAL, Rodrigo Leite Ferreira. Compêndio de Direito Penal Brasileiro, Parte Geral -  Valencia:  Tirana to blanch, 2017, p. 33.[4] ZAFFARONI, Eugenio Raúl, PIERANGELI, José Henrique. Manual de direito penal brasileiro: parte geral - 11 ed. rev. atual.. - São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2015, p. 99.[5] SILVA SÁNCHEZ, Jesús-María. A expansão do Direito Penal: Aspectos da política criminal nas sociedades pós-industriais. 2a ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2011, p. 148.[6] HASSEMER, Winfried. Crítica al derecho penal de hoy (Spanish Edition) (Locais do Kindle 602). Universidad Externado. Edição do Kindle. [7]DA COSTA, Helena Regina Lobo. Os Crimes Ambientais e sua relação com o Direito Administrativo. Encontrado em: VILARDI, Celso Sanchez. PEREIRA, Flavia Rahal Bresser. DIAS NETO, Theodomiro. Direito Penal Econômico: análise contemporânea. São Paulo: Saraiva, 2009. Pág. 204-205

    koamabayili/VECTRON-author-checklist: VECTRON author checklist

    No full text
    We have done our best to complete the author checklist relating to the use of animals in the hut study. Note that the objective for the hut study was to evaluate the IRS treatment applications for residual efficacy against Anopheles mosquitoes, including the local An. coluzzii mosquito population. Cows were only used to attract mosquitoes into the huts and no tests were carried out directly on the cows. The author checklist is intended for use with studies where experiments are carried out on animals, which is why we have had such difficulty in completing this for the hut study, as many of the questions do not relate to how the cows were used

    Author Under Sail The Imagination of Jack London, 1893-1902

    No full text
    In Author Under Sail, Jay Williams offers the first complete literary biography of Jack London as a professional writer engaged in the labor of writing. It examines the authorial imagination in London's work, the use of imagination in both his fiction and nonfiction, and the ways he defined imagination in the creative process in his business dealings with his publishers, editors, and agents. In this first volume of a two-volume biography, Williams traverses the years 1893 to 1902, from London's "Story of a Typhoon" to The People of the Abyss. The Jack London who emerges in the pages of Author Under Sail is a writer whose partnership with publishers, most notably his productive alliance with George Brett of Macmillan, was one of the most formative in American literary history. London pioneered many author models during the heyday of realism and naturalism, blurring the boundaries of these popular genres by focusing on absorption and theatricality and the representation of the seen and unseen. London created an impassioned, sincere, and extremely personal realism unlike that of other American writers of the time. Author Under Sail is a literary tour de force that reveals the full range of London as writer, creative citizen, and entrepreneur at the same time it sheds light on the maverick side of machine-age literature.Intro -- Title Page -- Copyright Page -- Dedication -- Contents -- Acknowledgments -- Introduction -- 1. Spirit Truth -- 2. From Absorption to Theatricality and Back Again -- 3. "I Will Build a New Present" -- 4. Sons as Authors -- 5. Fathers as Publishers -- 6. The Daughter as Author -- 7. Lovers as Authors -- 8. At Sea with the Family -- 9. Yellow News, Yellow Stories -- 10. The Return Home -- Notes -- Bibliography -- Index -- About Jay WilliamsIn Author Under Sail, Jay Williams offers the first complete literary biography of Jack London as a professional writer engaged in the labor of writing. It examines the authorial imagination in London's work, the use of imagination in both his fiction and nonfiction, and the ways he defined imagination in the creative process in his business dealings with his publishers, editors, and agents. In this first volume of a two-volume biography, Williams traverses the years 1893 to 1902, from London's "Story of a Typhoon" to The People of the Abyss. The Jack London who emerges in the pages of Author Under Sail is a writer whose partnership with publishers, most notably his productive alliance with George Brett of Macmillan, was one of the most formative in American literary history. London pioneered many author models during the heyday of realism and naturalism, blurring the boundaries of these popular genres by focusing on absorption and theatricality and the representation of the seen and unseen. London created an impassioned, sincere, and extremely personal realism unlike that of other American writers of the time. Author Under Sail is a literary tour de force that reveals the full range of London as writer, creative citizen, and entrepreneur at the same time it sheds light on the maverick side of machine-age literature.Description based on publisher supplied metadata and other sources.Electronic reproduction. Ann Arbor, Michigan : ProQuest Ebook Central, YYYY. Available via World Wide Web. Access may be limited to ProQuest Ebook Central affiliated libraries
    corecore