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    Chalenges in exhibihitons, authorship’s boundaries

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    Da “morte do autor” (R. Barthes) ao questionamento do “o que é um autor?” (Michel Foucault, 1969), debate-se amplo horizonte a respeito da história das ideias e da cultura material, desde abordagens histórico-sociais à produção literária. A relevância do texto em versões revisitadas e ampliadas, como as do historiador Roger Chartier e o filósofo Giorgio Agamben, incita reflexões sobre a função-autor à luz da contemporaneidade. Ao pensar sobre pequenos deslocamentos e desvios da vida hodierna, busca-se neste artigo aprofundar reflexões para outras linguagens, como a escrita, práticas expositivas e relações entre instituições, espaços, autoria, narrativas e curadoria. A propósito de encontrar corpo a incitar e conclamar alguma profanação, a exposição pensada como um dispositivo estrutura bases para o objeto investigado.Desde la "muerte del autor" (R. Barthes) hasta la pregunta "¿quién es un autor?" (Michel Foucault, 1969), se debate un amplio horizonte sobre la historia de las ideas y la cultura material, desde temas sociales para la producción literaria. La relevancia del texto en versiones revisitadas y ampliadas, como las del historiador Roger Chartier y el filósofo Giorgio Agamben, incita reflexiones sobre la función del autor a la luz de los tiempos contemporáneos. Pensando en pequeños desplazamientos y desviaciones de la vida actual, este artículo busca profundizar las reflexiones para otros idiomas, como la escritura, las prácticas expositivas y las relaciones entre instituciones, espacios, autoría, narrativas y curaduría. Con el fin de encontrar un cuerpo para incitar y proclamar alguna profanación, la exposición pensada como un dispositivo construye bases para el objeto investigado.From the “death of the author” (R. Barthes) to the question of “who is an author?” (Michel Foucault, 1969), a broad horizon is debated regarding the history of ideas and material culture, from social historic issues to literacy. The relevance of the text in revisited and expanded versions, as by the historian Roger Chartier and the philosopher Giorgio Agamben, incites reflections on the author-function in the light of contemporary times. Thinking about small displacements and deviations from today\u27s life, this article seeks to deepen reflections for other languages, such as writing, expository practices and relations between institutions, spaces, authorship, narratives and curatorship. In order to find a body to proclaim some “Profanação”, the exposition as a dispositive builds bases for the investigated object

    Driving: emergency, slot or disappointment?

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    A arte como refúgio e sentido de nossa existência, se equilibra nas demandas da sociedade contemporânea e encontra frestas de luz e oxigênio para sua sobrevivência. Apreciar obras de arte de dentro do carro, nomeada drive-thru, foi uma maneira que se anunciou na pandemia provocada pelo vírus COVID 19, como possível fruição, escape, respiro e contato com a arte. Em meio ao caótico e trágico cenário da pandemia, pergunta-se quais as reais finalidades destes eventos? Objetiva-se contato com a arte para regeneração humana ou agenciamento imediato às demandas do espetáculo e do dinheiro? O texto a seguir aproxima-se da modalidade exposição de arte drive-thru a procura de suas distintas finalidades, muitas vezes alocadas nas entrelinhas dos enunciados, a fim de ensejar reflexão acerca das exposições de arte enquanto dispositivos ou sintomas de uma dinâmica social, econômica, espacial e cultural desenhadas pela apresentação e a representação das imagens artísticas.El arte como refugio y sentido de nuestra existencia, se equilibra en las exigencias de la sociedad contemporánea y encuentra grietas de luz y oxígeno para su supervivencia. Apreciar las obras de arte desde el interior del automóvil, llamado drive-thru, fue una forma que se anunció en la pandemia provocada por el virus COVID 19, como posible disfrute, escape, respiración y contacto con el arte. En medio del escenario caótico y trágico de la pandemia, uno se pregunta ¿cuáles son los verdaderos propósitos de estos eventos? ¿El contacto con el arte apunta a la regeneración humana o la agencia inmediata a las demandas del espectáculo y el dinero? El siguiente texto se acerca a la modalidad drive-in en busca de sus diferentes propósitos, a menudo distribuidos entre las líneas de los enunciados, con el fin de dar lugar a una reflexión sobre las exposiciones de arte como dispositivos o síntomas de una dimensión social, económica, espacial y cultural diseñado por la presentación y representación de imágenes artísticas.Refuge and sense of our existence, Art is balanced by the demands of contemporary society and finds cracks of light and oxygen for its survival. Appreciating works of art from inside the car, called drive-thru, was a way announced by the times of pandemic caused by the COVID 19 virus, as possible enjoyment, escape, breathing and contact with art. Amid the chaotic and tragic scenario of the pandemic, one wonders what are the real purposes of these events? Does approaching artworks aims at human regeneration or agency the demands of spectacle and money? The following text approaches the drive-thru art show modality in search of its different purposes, often allocated between the lines of the statements, in order to give rise to reflection on art exhibitions as devices or symptoms of a social, economic, spatial and cultural design by the presentation and representation of artistic images

    Antes del museo: reflexiones sobre el trabajo del artista, el Hangar en Barcelona

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    The theme of Revista ARA 18, museums_openings_exchanges, invites us to reflect on the possible learnings that take place in museums. This essay proposes to think about artistic practices and their processes, with an emphasis on the support, production, and development of artworks before they enter museum collections or exhibitions. Motivated by a desire to understand how institutions support the stages of artistic creation in art museums—from the conception to the final production of works integrated into the contemporary art system—it asks: What technical and theoretical supports are offered to artists? Under what conditions can they be found? Who are their mentors, tutors, and partners in artistic exchanges, critical thinking, and reflection? If the museum is a school, where and how are the books and materials for its learning produced? The essay takes as its object of study the Hangar Foundation, located in the warehouse of a former factory in the Poblenou neighborhood of Barcelona—a space of resistance—analyzed here both in relation to its physical structure and to the support it provides for the production of artistic work.El tema de la Revista ARA 18, museos_aperturas_intercambios, nos invita a reflexionar sobre los posibles aprendizajes que tienen lugar en los museos. Este ensayo propone pensar las prácticas artísticas y sus procesos, con énfasis en el apoyo, la producción y la elaboración de obras antes de su ingreso en colecciones o exposiciones en los museos. Motivada por comprender de qué modo las instituciones apoyan las fases de creación artística en los museos de arte —desde la concepción hasta la producción final de las piezas insertadas en el sistema del arte contemporáneo—, se pregunta: ¿qué apoyos técnicos y teóricos se ofrecen a los artistas? ¿En qué condiciones pueden encontrarse? ¿Quiénes son sus mentores, tutores y compañeros de intercambio en las inquietudes artísticas, el pensamiento crítico y la reflexión?Si el museo es una escuela, ¿dónde y cómo se producen los libros y materiales para su aprendizaje?El ensayo tiene como objeto de estudio la Fundación Hangar, situada en la nave de una antigua fábrica en el barrio de Poblenou, en Barcelona, un espacio de resistencia, analizado aquí tanto en relación con su estructura física como con el apoyo concedido para la producción de trabajos artísticos.O tema da Revista ARA 18 museus_aberturas_trocas nos convida a refletir sobre os aprendizados possíveis nos museus. Este ensaio propõe pensar as práticas artísticas e seus processos, com ênfase no apoio, produção e elaboração de obras antes de seu ingresso em coleções ou exposições nos Museus. Motivada por compreender de que modo as instituições apoiam as fases de criação artística desde a concepção até produção final das peças inseridas no sistema da arte contemporânea, pergunta-se: quais suportes técnicos e teóricos são oferecidos aos artistas? Em que condições podem ser encontrados? Quem são seus mentores, tutores e parceiros de trocas das inquietações artísticas e de pensamento crítico e reflexão? Se o museu é uma escola, onde e como se produzem os livros e materiais para o seu aprendizado? O ensaio tem como objeto de estudo a fundação Hangar, localizada no galpão de uma antiga fábrica no bairro do Poblenou em Barcelona, ambiente de resistência, aqui equacionada em relação à sua estrutura física e também em relação ao suporte concedido para a produção dos trabalhos artísticos

    Out of control between the collective memory and digital culture

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    A memória coletiva é o elemento de coesão das comunidades em seus valores culturais, éticos, morais e materiais. A cultura digital, nos modos atuais, em intensa disseminação, aderência e propagação de seus meios nos hábitos cotidianos, intensifica cada vez mais a velocidade de consumo, o empobrecimento sensorial, a vigilância dos corpos e a aniquilação da experiência, em um contexto e celeridade sem precedentes. O (des)controle dos corpos e das subjetividades, colocam em risco a capacidade de imaginar outros possíveis futuros, fatalismo que coloca em evidência e ameaça a memória, abalando alicerces estruturadores para a sobrevivência de nossas sociedades.La memoria colectiva es el elemento que mantiene unidas a las comunidades en sus valores culturales, éticos, morales y materiales. A cultura digital, nos modos atuais, em intensa disseminação, aderência e propagação de seus meios nos hábitos cotidianos, intensifica cada vez mais a velocidade de consumo, o empobrecimento sensorial, a vigilância dos corpos e a aniquilação da experiência, em um contexto e celeridade sin precedentes. El (des)control de cuerpos y subjetividades pone en riesgo la capacidad de imaginar otros futuros posibles, un fatalismo que pone en evidencia y amenaza la memoria, sacudiendo los cimientos estructurantes para la supervivencia de nuestras sociedades.Collective memory is the element that holds communities together in their cultural, ethical, moral, and material values. The contemporary Digital culture, its intense dissemination, adherence, and propagation in everyday habits, increasingly intensifies the speed of consumption, sensory impoverishment, surveillance of bodies and the annihilation of experience, in an unprecedented context and celerity. The (mis)control of our bodies and subjectivities put at risk the ability to imagine another possible future, a fatalism that highlights and threatens memory, shaking the structuring foundations for the survival of our societies

    Translating Bits, virtual exhibition during the pandemic

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    O que são as exposições digitais nas plataformas tecnológicas em realidade pandêmica: uma possibilidade de contato e introspecção por meio da arte, ou apenas uma forma encontrada pelas instituições e pelo mercado de arte em não suspender contato ou consumo de seu público? Em que medida mostras virtuais propiciam espaços de interlocução e conhecimento, ou simples deleite e prazer contemplativo, em que pesem simulacros espaciais revestidos por chancelas de grandes nomes ou instituições? Tais mensagens, adequadas digitalmente, constituem paradigma das novas relações e interações humanas?¿Qué son las exposiciones digitales en plataformas tecnológicas en una realidad pandémica: una posibilidad de contacto e introspección a través del arte, o simplemente una forma que encuentran las instituciones y el mercado del arte para no suspender el contacto o consumo por parte de su audiencia? ¿En qué medida las exposiciones virtuales brindan espacios de diálogo y conocimiento, o simple deleite y placer contemplativo, a pesar de los simulacros espaciales cubiertos por sellos de grandes nombres o instituciones? ¿Los mensajes en la adaptación al medio digital constituyen un paradigma de nuevas relaciones e interacciones humanas?What are digital exhibitions on technological platforms in a pandemic reality: a possibility of contact and introspection through art, or just a way found by institutions and the art market in not suspending contact or consumption by their audience? To what extent virtual exhibitions provide spaces for dialogue and knowledge, or simple delight and contemplative pleasure, despite spatial simulacra covered by seals of big names or institutions? Do such encounters or translated forms constitute a paradigm of new human relationships and interactions, in adapting the message to the digital medium

    Portraits and memories of the architect Jorge O. Caron

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    A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo estabeleceu eixo difusor e condutor de princípios éticos e estéticos, referenciados na responsabilidade social do arquiteto nas décadas de 50 e 60, por meio da liderança do mestre João Batista Vilanova Artigas. Jorge Oswaldo Caron (1936/2000), ex-aluno da FAU-USP, atuou como arquiteto e urbanista, educador, paisagista, designer, cenógrafo, cineasta e agitador cultural, e trabalhou intensamente no campo constitutivo do ambiente de luta pela formação cultural do país. Trata-se do desenho inédito de um retrato, executado a partir do resgate de memórias e do estudo sistematizado do acervo do arquiteto.La Facultad de Arquitectura y Urbanismo de San Pablo por la obra del maestro João Batista Vilanova Artigas instituyó eje difusor y gran piloto de principios éticos y estéticos que se hace referencia en la responsabilidad social del arquitecto en los años 50 y 60. Jorge O. Caron (1936/2000), un ex estudiante de Artigas, trabajó como arquitecto y urbanista, educador, paisajista, diseñador, escenógrafo, director de cine y activista cultural, y ha trabajado extensamente en el ámbito del medio ambiente lucha constitucional para el desarrollo cultural del país. Este es el novedoso diseño de una imagen, desarrollado a partir del rescate de memorias y estudio sistematizado del arquitecto.The Faculty of Architecture and Urban Planning of São Paulo, dissipated ethics and aesthetics principles based on the social responsibility of an architect during the decades of 1950 and 1960, beyond the leadership of Professor João Batista Vilanova Artigas. Jorge Caron (1936/2000), FAU-USP ́s former student, act as an architect and urban planner, professor, landscape designer, scenarios designer, movie maker and cultural manager, worked intensively for improving the national cultural life during his lifetime. This is an original study about his life and work, made by the systematic register of oral history and memories, as a research based on documents from his personal archives

    Jorge Caron: a trajectory

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    A Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo foi ambiente disseminador de uma série de princípios éticos e estéticos referenciados na responsabilidade social do arquiteto, tendo a figura do mestre João Batista Vilanova Artigas, como eixo difusor e grande condutor destes ideais nas décadas de 50 e 60. O arquiteto Jorge Caron (1936/2000) respondeu ao perfil do arquiteto completo idealizado por este grupo da FAU-USP, atuando como arquiteto e urbanista, educador, paisagista, designer, cenógrafo, cineasta e agitador cultural. Sem dúvida alguma foi personagem de fundamental importância, tendo trabalhado intensamente no campo constitutivo deste rico ambiente de luta pela formação cultural do país. Trata-se do desenho inédito de uma trajetória profissional, executado a partir do resgate e do estudo sistematizado das propostas de Jorge Caron. Seu percurso é entendido através da identificação dos interlocutores, dos conflitos e diálogos estabelecidos nesse panorama, com o intuito de revelar escolhas e estratégias traduzidas também na sua arquitetura.During the years of 1950 and 1960, the Faculty of Architecture and Urban Planning of Sao Paulo (FAU-USP) had been a center of ethics and esthetics principles, guided by the master João Batista Vilanova Artigas, architect and urban planner known as a diffuser, an important professor and great leader of the modern movement in Brazil. The architect Jorge Caron (1936/2000) represented the second generation of the modern architect idealized by this group from FAU-USP. He worked as an architect and urban planner, educator, landscape worker, designer, scenographist, movie director and cultural producer. He was indoubtly an important professional, having worked intensely for developing a national culture. In this work, we analyze Jorge Caron professional carrier based on the recovery and the systematic study of his proposals. We identify the interlocutors, the conflicts and dialogs established in this context, aiming to reveal the choices and strategies also translated in his architecture

    Territorios del Arte Latinoamericano

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    According to the geographer Milton Santos, territory is formed by overlapping of activities and spheres of political, economic and social life, in a dynamic mode. It acts as a conjuncture of multiple forces that operates in different degrees, redesigning it constantly, through relations of horizontality and verticality. Comparisons and critical reflections on Latin American Art are structured through to the system of arts. These practices are interpreted by intellectuals, curators and writers in interviews, with the purpose of apprehending the current dynamics about what is understood by Latin American Art, and questioning the nature of actions in this field, apparently guided exclusively by profit practices. O Território, de acordo com o geográfo Milton Santos, apresenta-se de forma dinâmica, formado pela sobreposição de atividades e esferas da vida política, econômica e social, uma conjuntura de múltiplas forças, que atua em graus e poderes distintos, redesenhando-o constantemente, por meio das relações de horizontalidade e verticalidade. A partir destas definições, estruturam-se comparações e reflexões críticas sobre a arte na América Latina, por meio dos modos aplicados pelas artes. Tais práticas interpretadas por intelectuais, curadores e escritores em entrevistas, com a finalidade de apreender as dinâmicas atuais acerca do que se compreende por arte latino-americana, e questionar a natureza das ações neste campo, aparentemente norteada exclusivamente por práticas de mercado, em relações verticais. El territorio, de acuerdo con el geográfico Milton Santos, se presenta de forma dinámica, formado por la superposición de actividades y esferas de la vida política, económica y social, una coyuntura de múltiples fuerzas, que actúa en grados y poderes distintos, rediseñándolo constantemente, por medio de las relaciones de horizontalidad y verticalidad. A partir de estas definiciones, se estructuran comparaciones y reflexiones críticas sobre el arte en América Latina, por medio de los modos aplicados por las artes. Tales prácticas interpretadas por intelectuales, curadores y escritores en entrevistas, con la finalidad de aprehender las dinámicas actuales acerca de lo que se comprende por arte latinoamericano, y cuestionar la naturaleza de las acciones en este campo, aparentemente orientada exclusivamente por prácticas de mercado.&nbsp

    Editorial ARA15

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