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Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Evaporação e evapotranspiração
Capítulo 8
Evaporação e evapotranspiração
Carlos Miranda Rodrigues
ICAAM - Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas,
Escola de Ciência e Tecnologia
Universidade de Évora
1. Definições
Designa-se por evaporação (E) o processo de passagem da água
do estado líquido ao estado gasoso a qualquer temperatura inferior ao
ponto de ebulição. A passagem do estado sólido ao estado gasoso
designa-se por sublimação, no entanto, no balanço hidrológico a
sublimação é computada globalmente com a evaporação (Lencastre, 1984).
A mudança do estado sólido ou líquido para o estado gasoso dá-se
quando a energia cinética das moléculas que constituem a substância
aumenta, exigindo por isso, para se fazer com temperatura constante,
consumo de uma certa quantidade de energia. Esta quantidade de energia
por unidade de massa da substância é o chamado calor de vaporização.
Evaporação que ocorreria se a água não constitui-se um fator
limitante e a pressão de vapor da superfície evaporante fosse a da
saturação, é designada por evaporação potencial (Ep).
Designa-se por transpiração (T) a evaporação da água absorvida
pelas plantas e por elas eliminadas nos diferentes processos biológicos
(Lencastre, 1992), isto é, a passagem de vapor de água das plantas para a
atmosfera. A passagem da água absorvida pelas plantas para a atmosfera
dá-se, principalmente, através dos estomas (poros existentes na parte
inferior das folhas). Os estomas abrem-se com a luz solar, permitindo a
difusão do dióxido de carbono para o interior das folhas, a água contida
nas células passa para os espaços intercelulares, onde é vaporizada e,
quando os poros estão abertos escapa-se para a atmosfera, sendo a água
transpirada substituída pela água que as raízes vão buscar ao solo.
O conjunto destes dois processos constitui a evapotranspiração
(Et), que inclui portanto, a transpiração das plantas e a evaporação do
meio circundante (superfície do solo, água das retida nas depressões do
terreno, rios, lagos, etc.)
Precipitação
Capítulo 4
Precipitação
Carlos Miranda Rodrigues
ICAAM - Instituto de Ciências Agrárias e Ambientais Mediterrânicas,
Escola de Ciência e Tecnologia
Universidade de Évora
1. Generalidades
Por precipitação entende-se toda a água meteórica que, provindo
do vapor de água da atmosfera, atinge a superfície do Globo. Por água
meteórica, deve entender-se aquela constituinte da chuva, chuvisco,
aguaceiro, neve, granizo, orvalho e geada. Pela sua importância no gerar
do escoamento, a chuva é o tipo de precipitação mais importante em
hidrologia.
A quantidade de precipitação numa região é fundamental para a
determinação, entre outros, das necessidades de rega de culturas, ou do
abastecimento doméstico e industrial. A intensidade de precipitação é
importante para a determinação das pontas de cheia e determinante nos
estudos de erosão.
As características principais da precipitação são o seu total, a
duração e a sua distribuição no espaço e no tempo. A quantidade de
precipitação só tem significado quando associada a uma duração. Por
exemplo, valores de 100 mm podem ser baixos para num mês da estação
húmida mas, é bastante num dia e uma excecionalidade se ocorrer numa
hora.
A ocorrência de precipitação é um fenómeno puramente aleatório
que não possibilita previsões com grande antecedência. Por isso, o
tratamento dos dados de precipitação passa, na maioria dos casos, por
aplicação de técnicas de inferência estatística no sentido de estimar a
magnitude dos eventos pluviosos em função de uma dada probabilidade
de ocorrência.
Para que haja precipitação, é necessário que ocorra um
desequilíbrio térmico ao nível das nuvens provocado pela condensação do
vapor de água, sempre que a temperatura desça abaixo do ponto de
saturação da massa de ar
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis
We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
Capítulo 4 - Precipitação
É abordada a Precipitação na perspetiva hidrológica: Generalidades; Classificação das precipitações; Medição da Precipitação; Distribuição espaço-temporal da precipitação; Análise e validação dos registos; Precipitações intensas
Evaporação e evapotranspiração - Capítulo 8
São abordados os conceitos de evaporação e evapotranspiração: Definições; Fatores condicionantes; Medição e cálculo da evaporação e da evapotranspiração; Evapotranspiração real e evapotranspiração cultural
Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts
We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued
use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation
counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more
sophisticated methods
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