12,563 research outputs found
Memo dated 21 September 1969 from Lorenzo A. Richards to Laura Scott
Memo dated 21 September 1969 from Lorenzo A. Richards to Laura Scott, a neighbor in Riverside, with instructions for checking the Richards house while he and Zilla were travelin
Laura E. Richards Library
In 2007, Maine State Library employee, Ellen Wood and her husband, photographed public libraries across Maine. This image is of Laura E. Richards Library.https://digitalmaine.com/maine_library_images/1109/thumbnail.jp
Laura E. Richards Library, Georgetown, Maine (1987)
Wooden steps lead to the Laura E. Richards Library in Georgetown, Maine.https://digitalmaine.com/jones_library_slides/2265/thumbnail.jp
Laura E. Richards Library, Georgetown, Maine (1987)
Wooden steps lead to the Laura E. Richards Library in Georgetown, Maine.https://digitalmaine.com/jones_library_slides/2265/thumbnail.jp
Laura E. Richards Library, Georgetown, Maine (1987)
Boards stand ready for a construction project outside the Laura E. Richards Library in Georgetown, Maine.https://digitalmaine.com/jones_library_slides/2264/thumbnail.jp
Laura E. Richards Library, Georgetown, Maine (1987)
Boards stand ready for a construction project outside the Laura E. Richards Library in Georgetown, Maine.https://digitalmaine.com/jones_library_slides/2264/thumbnail.jp
Mindscapes: Laura Riding's poetry and poetics /
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão.Esta tese propõe uma leitura revisionista da poesia contemporânea através do exame do caso de um dos mais esquecidos escritores norte-americanos do século XX: Laura (Riding) Jackson (1901-1991). O objetivo é demonstrar que Riding não apenas possuía uma poética definida e singular, mas que ela permanece uma das instâncias mais extremas e paradoxais do modernismo anglo-americano, a ponto de Riding abandonar a escrita da poesia em 1938. Recorrendo a conceitos de "formação do cânone" bem como às noções de "discurso" e "função do autor", em Foucault, investigo a construção do cânone da poesia moderna anglo-americana, recuperando o contexto e as circunstâncias da ocultação de Riding. Enquanto cubro os "discursos" poéticos em circulação na primeira metade do século XX-o "imagismo" de Pound, a "dissociação da sensibilidade", "impersonalidade" e "tradição" de Eliot, a "unidade orgância" e "ambigüidade" da Nova Crítica-ofereço um panorama crítico de modernismos alternativos sendo articulados à época. Minha intenção é demonstrar que os poemas de Riding são expressões vigorosas de um escritor para quem "a mente pensando se torna a força ativa do poema", para usar a apta formulação de Charles Bernstein. Entre minhas descobertas sobre as várias e complexas razões que levaram à não-canonização de Riding estão a hegemonia da Nova Crítica, o exílio voluntário de Riding da cena literária (onde são feitas ou desfeitas as reputações), sua recusa em ser antologiada, bem como em ser explicada em termos críticos que não os dela. Todos esses fatores, mais a "dificuldade" de sua poesia, contribuíram para fazer de Riding "a maior poeta esquecida da poesia norte-americana", como escreveu Kenneth Rexroth. Ajudado pelos insights de dois importantes críticos de poesia norte-americana, Charles Bernstein e Marjorie Perloff, defendo que a "poesia da mente" de Riding-onde o que está em jogo é que o que pensamos ser a nossa realidade-representa uma mudança radical no paradigma da poética modernista: de uma poesia centrada na imagem para uma poesia centrada na linguagem. Focalizando a experiência consciente e o tempo duracional do pensamento presente em seus poemas, concluo que as "pensagens" de Riding têm o objetivo preciso de constatar um fato universal: enquanto seres humanos e pensantes, estamos numa condição permanente chamada linguagem
Correspondence: Laura Kephart and Arthur Stupka
This 1936 correspondence, between Laura Kephart (Mrs. Horace Kephart) and Arthur Stupka, concerns a possible Kephart Memorial. Horace Kephart (1862-1931) was a noted naturalist, woodsman, journalist, and author and promoter of the Great Smoky Mountains National Park. Arthur Stupka (1905-1999) was the first park naturalist to work at the Great Smoky Mountains National Park
Librarian Elizabeth (Betty) Hatfield, Laura E. Richards Library, Georgetown, Maine (1987)
Librarian Elizabeth (Betty) Hatfield consults with workers outside the Laura E. Richards Library in Georgetown, Maine.https://digitalmaine.com/jones_library_slides/2263/thumbnail.jp
Librarian Elizabeth (Betty) Hatfield, Laura E. Richards Library, Georgetown, Maine (1987)
Librarian Elizabeth (Betty) Hatfield stands outside the Laura E. Richards Library in Georgetown, Maine.https://digitalmaine.com/jones_library_slides/2262/thumbnail.jp
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