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    A suitable girl : Daṇḍin and a meal on the banks of the Kāverī

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    In the sixth ucchvāsa of the Daśakumāracarita, Daṇḍin narrates a short story in which a young man coming from Kāñcī is in search for a bride. He finds the suitable girl in a town on the banks of the Kāverī; her beauty is a sign of auspiciousness, and she proves to be able to cook a full meal only with the aid of a limited amount of rice. As for the meal, the passage is extremely interesting from a documentary point of view, because it describes its preparation in full detail. As well known, Daṇḍin is a Pallava poet, who writes around 700 CE; Kāñcī was the Pallava capital at that time, and the full story appears to take place in Pallava territory. The author must know the recipes he is describing quite well. But, besides providing a pleasant short novel, he almost surely had other aims as well. Daṇḍin is always very precise in locating the adventures of his characters, who quite often are of dubious morality. It is most probable that this perfect wife, and the ‘pure’ meal proposed, are also to be read as a way to extol the virtuous women and the Brahmanic customs of the Pallava country, and thus of the Dravidian South

    Change is in the Cards: Competition in the Canadian Debit Card Market

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    As new entrants arrive in Canada’s debit card market, rule changes are needed to ensure a level playing field, and to enhance the potential benefits of competition for consumers and merchants. In a study released today, the author assesses the implications of the rapidly changing debit payment landscape. Bergevin makes recommendations for action to ensure that consumers and merchants are protected and that the system can evolve to serve them even better.financial services, debit card market, VISA, MasterCard, Interac

    Le prime coordinate giurisprudenziali sulla c.d. "opposizione alla perquisizione negativa"

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    La Corte di cassazione fornisce le prime coordinate interpretative sulla c.d. “opposizione alla perquisizione negativa”. La disamina della sentenza pone all’interprete questioni piuttosto serie, che l’autore si propone di esaminare, riflettendo sull’oggetto del sindacato giurisdizionale condotto dal g.i.p., sulla base documentale di quel giudizio, sulla esperibilità del ricorso per cassazione avverso l’ordinanza così adottata, nonché sull’applicabilità del rimedio alle c.d. “perquisizioni speciali”.The Italian Court of Cassation provides the first interpretative coordinates about the remedy so-called ‘Opposition to the negative search’. The judgement leads the jurist to reflect on serious issues, which the author proposes to explain, by examining the object of the judicial review conducted by the judge, the documentary basis of that judgement, the admissibility of the appeal to the Court of Cassation against the judge’s decision, as well as the applicability of the remedy to the so-called ‘special searches’

    Guia de Boas Práticas - Gestão de Processos Produtivos - Sector dos Produtos de Padaria/Pastelaria

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    O projeto +Agro - Qualificação organizacional, energética e de segurança e saúde no trabalho da indústria agroalimentar visa qualificar as Pequenas e Médias Empresas (PME’s) do setor agroalimentar para a adoção de estratégias inovadoras, com recurso às Tecnologias da Informação, Comunicação & Eletrónica (TICE), que lhes permitam aumentar a sua produtividade e eficiência ao nível da prevenção de riscos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), da eficiência energética e da otimização de processos de produção. O projeto incide nomeadamente nos subsetores dos produtos cárneos, dos produtos hortofrutícolas, dos produtos lácteos e dos produtos de padaria, por serem estes nos quais existem maior número de empresas com produtos diferenciados com valorização nos mercados nacional e internacional

    Guia de Boas Práticas - Gestão de Riscos e Perigos para a Saúde, Segurança e Higiene no Trabalho - Sector dos Produtos de Padaria/Pastelaria

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    O projeto +AGRO - Qualificação organizacional, energética e de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) da indústria agroalimentar visa qualificar as Pequenas e Médias Empresas (PME) do setor agroalimentar para a adoção de estratégias inovadoras, com recurso às Tecnologias da Informação, Comunicação & Eletrónica (TICE), que lhes permitam aumentar a sua produtividade e eficiência ao nível da prevenção de riscos de SST, da eficiência energética e da otimização de processos de produção. Assim, no âmbito do projeto +AGRO foi desenvolvido o presente guia, que pretende ser uma ferramenta prática na caracterização dos perigos e riscos das empresas agroalimentares, em particular subsetor dos produtos de padaria/ pastelaria. Os incidentes (acidentes ou quase acidentes) são uma realidade transversal a todos setores de atividade, pelo que a SST visa garantir a integridade física, psíquica e a saúde dos trabalhadores e, simultaneamente assegurar a produtividade das empresas. A garantia de condições de SST adaptadas aos riscos e atividades das empresas é um fator diferenciador que beneficia os trabalhadores, a organização e a interação com partes interessadas. A SST é regulamentada por legislação nacional e comunitária, bem como referenciais normativos, obrigando as empresas a estarem preparadas para prevenir os riscos existentes e cumprir esses requisitos legais/normativos. Para tal, as empresas devem adotar políticas de prevenção que lhes permitam assegurar a integridade física, psíquica e a saúde dos seus trabalhadores, cumprir os requisitos legais/normativos aplicáveis e, adotar boas práticas de SST. Com este guia pretende-se dotar as empresas do subsetor dos produtos padaria/ pastelaria de informações, ferramentas e boas práticas que lhes permitam: ✓ Identificar as suas principais obrigações legais; ✓ Reduzir os acidentes de trabalho, investigar, analisar e retirar ilações dos acidentes ocorridos; ✓ Planificar a prevenção em todas as suas atividades; ✓ Reconhecer as suas principais obrigações e responsabilidades de SST; ✓ Identificar os principais riscos existentes no setor; ✓Conhecer e implementar boas práticas de SS

    Guia de Boas Práticas - Gestão de Consumos Energéticos - Sector dos Produtos Hortofrutícolas

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    Segundo do Decreto-Lei nº 68-A/2015, eficiência energética é o rácio entre o resultado em termos do desempenho e dos serviços, bens ou energia gerados e a energia utilizada para o efeito. Assim, a eficiência energética é uma oportunidade para o crescimento das empresas, contribuindo para a melhoria da sua competitividade e para a proteção do meio ambiente [1]. O objetivo geral de melhoria da eficiência energética com base na redução do consumo de energia primária é estabelecido no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), apresentado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 20/2013, a 10 de abril de 2013. O PNAEE foi estabelecido através da Diretiva nº 2006/32/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de abril de 2006, que é relativa à eficiência na utilização final de energia e aos serviços energéticos. Esta Diretiva determinou que os Estados Membros adotassem, e procurassem atingir, até 2016, um objetivo global nacional indicativo de economia de energia de 9% através da promoção de serviços energéticos e da adoção de outras medidas de melhoria da eficiência energética. Deste modo, os Estados Membros comprometeram-se ainda a, até 2020, reduzir as emissões de gases com efeitos estufa em 20%, aumentar em igual percentagem a proporção de fontes de energia renováveis no cabaz energético da União Europeia (UE) e alcançar a meta de 20% estabelecida para a eficiência energética [2]. Em Portugal, foi criada uma Estratégia Nacional para a Energia com o horizonte de 2020 (ENE 2020) que tem como principais objetivos: Reduzir a dependência energética do País face ao exterior para 74% em 2020; Garantir os termos do Pacote Energia-Clima 20-20-20, que diz que em 2020 60% da eletricidade produzida e 31% do consumo de energia final tenham origem em fontes renováveis e uma redução de 20% do consumo de energia final; Reduzir em 25% o saldo importador energético com a energia produzida a partir de fontes endógenas; Criar riqueza e consolidar um cluster energético no setor das energias renováveis em Portugal; Desenvolver um cluster industrial associado à promoção da eficiência energética; Promover o desenvolvimento sustentável [3]

    Guia de Boas Práticas - Gestão de Processos Produtivos - Sector dos Produtos Lácteos

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    O projeto +Agro - Qualificação organizacional, energética e de segurança e saúde no trabalho da indústria agroalimentar visa qualificar as Pequenas e Médias Empresas (PME’s) do setor agroalimentar para a adoção de estratégias inovadoras, com recurso às Tecnologias da Informação, Comunicação & Eletrónica (TICE), que lhes permitam aumentar a sua produtividade e eficiência ao nível da prevenção de riscos de Segurança e Saúde no Trabalho (SST), da eficiência energética e da otimização de processos de produção. O projeto incide nomeadamente nos subsetores dos produtos cárneos, dos produtos hortofrutícolas, dos produtos lácteos e dos produtos de padaria, por serem estes nos quais existem maior número de empresas com produtos diferenciados com valorização nos mercados nacional e internacional. 2

    Guia de Boas Práticas - Gestão de Riscos e Perigos para a Saúde, Segurança e Higiene no Trabalho - Sector dos Produtos Lácteos

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    O projeto +AGRO - Qualificação organizacional, energética e de Segurança e Saúde no Trabalho (SST) da indústria agroalimentar visa qualificar as Pequenas e Médias Empresas (PME) do setor agroalimentar para a adoção de estratégias inovadoras, com recurso às Tecnologias da Informação, Comunicação & Eletrónica (TICE), que lhes permitam aumentar a sua produtividade e eficiência ao nível da prevenção de riscos de SST, da eficiência energética e da otimização de processos de produção. Assim, no âmbito do projeto +AGRO foi desenvolvido o presente guia, que pretende ser uma ferramenta prática na caracterização dos perigos e riscos das empresas agroalimentares, em particular no subsetor dos produtos lácteos. Os incidentes (acidentes ou quase acidentes) são uma realidade transversal a todos os setores de atividade, pelo que a SST visa garantir a integridade física, psíquica e a saúde dos trabalhadores e, simultaneamente assegurar a produtividade das empresas. A garantia de condições de SST adaptadas aos riscos e atividades das empresas é um fator diferenciador que beneficia os trabalhadores, a organização e a interação com partes interessadas. A SST é regulamentada por legislação nacional e comunitária, bem como referenciais normativos, obrigando as empresas a estarem preparadas para prevenir os riscos existentes e cumprir esses requisitos legais/ normativos. Para tal, as empresas devem adotar políticas de prevenção que lhes permitam assegurar a integridade física, psíquica e a saúde dos seus trabalhadores, cumprir os requisitos legais/normativos aplicáveis e, adotar boas práticas de SST. Com este guia pretende-se dotar as empresas do subsetor dos produtos lácteos de informações, ferramentas e boas práticas que lhes permitam: ✓ Identificar as suas principais obrigações legais; ✓ Reduzir os acidentes de trabalho, investigar, analisar e retirar ilações dos acidentes ocorridos; ✓ Planificar a prevenção em todas as suas atividades; ✓ Reconhecer as suas principais obrigações e responsabilidades de SST; ✓ Identificar os principais riscos existentes no setor; ✓ Conhecer e implementar boas práticas de SST

    Guia de Boas Práticas - Gestão de Consumos Energéticos - Sector dos Produtos de Padaria/Pastelaria

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    Segundo do Decreto-Lei nº 68-A/2015, eficiência energética é o rácio entre o resultado em termos do desempenho e dos serviços, bens ou energia gerados e a energia utilizada para o efeito. Assim, a eficiência energética é uma oportunidade para o crescimento das empresas, contribuindo para a melhoria da sua competitividade e para a proteção do meio ambiente [1]. O objetivo geral de melhoria da eficiência energética com base na redução do consumo de energia primária é estabelecido no Plano Nacional de Ação para a Eficiência Energética (PNAEE), apresentado pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 20/2013, a 10 de abril de 2013. O PNAEE foi estabelecido através da Diretiva nº 2006/32/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 5 de abril de 2006, que é relativa à eficiência na utilização final de energia e aos serviços energéticos. Esta Diretiva determinou que os Estados Membros adotassem, e procurassem atingir, até 2016, um objetivo global nacional indicativo de economia de energia de 9% através da promoção de serviços energéticos e da adoção de outras medidas de melhoria da eficiência energética. Deste modo, os Estados Membros comprometeram-se ainda a, até 2020, reduzir as emissões de gases com efeitos estufa em 20%, aumentar em igual percentagem a proporção de fontes de energia renováveis no cabaz energético da União Europeia (UE) e alcançar a meta de 20% estabelecida para a eficiência energética [2]. Em Portugal, foi criada uma Estratégia Nacional para a Energia com o horizonte de 2020 (ENE 2020) que tem como principais objetivos: Reduzir a dependência energética do País face ao exterior para 74% em 2020; Garantir os termos do Pacote Energia-Clima 20-20-20, que indica que em 2020 60% da eletricidade produzida e 31% do consumo de energia final tenham origem em fontes renováveis e uma redução de 20% do consumo de energia final; Reduzir em 25 % o saldo importador energético com a energia produzida a partir de fontes endógenas; Criar riqueza e consolidar um cluster energético no setor das energias renováveis em Portugal; Desenvolver um cluster industrial associado à promoção da eficiência energética; Promover o desenvolvimento sustentável [3]
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