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    Sparisoma rocha, a new species of parrotfish (Actinopterygii: Labridae) from Trindade Island, South-western Atlantic

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    Pinheiro, Hudson Tercio, Gasparini, João Luiz, Sazima, Ivan (2010): Sparisoma rocha, a new species of parrotfish (Actinopterygii: Labridae) from Trindade Island, South-western Atlantic. Zootaxa 2493 (1): 59-65, DOI: 10.11646/zootaxa.2493.1.5, URL: https://biotaxa.org/Zootaxa/article/view/zootaxa.2493.1.

    FIGURE 3 in Sparisoma rocha, a new species of parrotfish (Actinopterygii: Labridae) from Trindade Island, South-western Atlantic

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    FIGURE 3. Sparisoma rocha sp. n., juvenile CIUFES 1480 (38.8 mm SL) shortly after death (Photograph by H. T. Pinheiro).Published as part of Pinheiro, Hudson Tercio, Gasparini, João Luiz & Sazima, Ivan, 2010, Sparisoma rocha, a new species of parrotfish (Actinopterygii: Labridae) from Trindade Island, South-western Atlantic, pp. 59-65 in Zootaxa 2493 (1) on page 63, DOI: 10.11646/zootaxa.2493.1.5, http://zenodo.org/record/530382

    FIGURE 2 in Sparisoma rocha, a new species of parrotfish (Actinopterygii: Labridae) from Trindade Island, South-western Atlantic

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    FIGURE 2. Sparisoma rocha sp. n., holotype CIUFES 848 (top) and paratype CIUFES 1529 (bottom) shortly after death (Photographs by H. T. Pinheiro).Published as part of Pinheiro, Hudson Tercio, Gasparini, João Luiz & Sazima, Ivan, 2010, Sparisoma rocha, a new species of parrotfish (Actinopterygii: Labridae) from Trindade Island, South-western Atlantic, pp. 59-65 in Zootaxa 2493 (1) on page 62, DOI: 10.11646/zootaxa.2493.1.5, http://zenodo.org/record/530382

    Ecological and functional patterns in reef fish communities along depth gradients in biogeographic provinces of the Atlantic

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    O Oceano Atlântico abriga distintas províncias biogeográficas, cuja diversidade é influenciada por barreiras naturais, como a vastidão do oceano, correntes marinhas, drenagens fluviais e gradientes de temperatura e profundidade. Essas barreiras moldam a distribuição e a composição das comunidades marinhas, levando ao surgimento de comunidades especializadas e endêmicas. Entre os ecossistemas presentes, os recifes mesofóticos, localizados entre 30 e 150 metros de profundidade, apresentam biodiversidade única. Apesar de sua relevância ecológica, esses ecossistemas permanecem subamostrados e estão cada vez mais sujeitos à impactos antrópicos, como pesca e mudanças climáticas. Assim, diversidade funcional surge como uma abordagem fundamental para compreender como as comunidades biológicas desempenham funções ecológicas e respondem às mudanças no ambiente, contribuindo para estratégias de conservação mais eficazes. Neste contexto, este estudo investiga, de forma inédita, como fatores biogeográficos, históricos e ambientais influenciam a distribuição de peixes ao longo do gradiente de profundidade. O estudo foi realizado em três províncias distintas: no Arquipélago de Fernando de Noronha (AFN) e Arquipélago de São Pedro & São Paulo (ASPSP), no Brasil; em Bermuda, Honduras e Curaçao, no Caribe; e em Cabo Verde, na África. No Brasil, os resultados destacaram diferenças marcantes entre as comunidades de peixes recifais das duas localidades estudadas. Enquanto AFN apresentou maior diversidade de espécies, ASPSP se destacou pela diversidade funcional, com comunidades caracterizadas por atributos únicos e especializações, especialmente em profundidades maiores. Isso evidencia como fatores ecológicos e biogeográficos moldam as comunidades de forma distinta. No ponto de vista mais amplo, considerando as três províncias estudadas, tanto a provincialidade quanto a profundidade foram fatores significativos na estruturação das comunidades de peixes recifais. Entretanto, enquanto a composição taxonômica revelou padrões de gradiente de profundidade independentes entre províncias, as análises de diversidade funcional indicaram que os atributos foram predominantemente influenciados pela profundidade. Esses resultados sugerem que a profundidade exerce um papel mais importante na variação dos aspectos funcionais das comunidades, enquanto a biogeografia influencia principalmente a distribuição das espécies. Esses achados ressaltam a importância dos processos evolutivos que moldam comunidades isoladas e profundas, reforçando a necessidade de estratégias de conservação que considerem a diversidade funcional nesses sistemas vulneráveis.The Atlantic Ocean hosts distinct biogeographic provinces, whose diversity is shaped by natural barriers, such as the open ocean, oceanographic currents, freshwater plumes by river discharges, and gradients of temperature and depth. These barriers influence the distribution and composition of marine communities, leading to the emergence of specialized and endemic communities. Among the ecosystems present, mesophotic reefs, located between 30 and 150 meters in depth, harbor unique biodiversity. Despite their ecological relevance, these ecosystems remain under-sampled and are increasingly subjected to anthropogenic impacts, such as fishing and climate change. In this context, functional diversity emerges as a key approach to understanding how biological communities and their ecological functions respond to environmental changes, contributing to more effective conservation strategies. This study, for the first time, investigates how biogeographic, historical, and environmental factors influence the distribution of reef fish along the depth gradient. The study was carried out across three distinct provinces: Fernando de Noronha Archipelago (FNA) and the São Pedro & São Paulo Archipelago (SPSPA) in Brazil, Bermuda, Honduras, and Curaçao in the Caribbean, and Cape Verde in Africa. In Brazil, the results highlighted marked differences between the reef fish communities of the two studied locations. While AFN exhibited higher species richness, ASPSP stood out for its functional diversity, with communities characterized by unique attributes and specializations, particularly at greater depths. This underscores how ecological and biogeographic factors shape communities in distinct ways. From a broader perspective, considering all three studied provinces, both provinciality and depth were significant factors in structuring reef fish communities. However, while taxonomic composition revealed independent depth gradient patterns across provinces, functional diversity analyses indicated that traits were predominantly influenced by depth. These results suggest that depth plays a more significant role in the variation of the functional aspects of communities, while biogeography primarily influences species distribution. These findings highlight the importance of evolutionary processes shaping isolated and deep communities and reinforce the need for conservation strategies that account for functional diversity in these vulnerable systems

    The role of socio-ecological drivers on fish biomass change across shallow and mesophotic coral reef ecosystems

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    Ambientes recifais tropicais abrigam umas das maiores biodiversidade do planeta. Uma das características principais desses ambientes é a presença conspícua dos peixes. Esses são fundamentais para o funcionamento dos recifes e desempenham diversos serviços ecossistêmicos. Tais serviços podem variar entre os recifes devido ao papel que fatores ecológicos exercem sobre a distribuição espacial dos peixes recifais. Dentre esses fatores, a profundidade é um dos mais importantes, que juntamente com variações na temperatura e disponibilidade de luz, promovem mudanças substanciais na composição das assembleias. Assim, os recifes podem ser divididos em rasos (0 30 metros), mesofóticos superiores (30 60 metros) e mesofóticos inferiores (60 150 metros). Embora apresentem alto grau de dissimilaridade faunística, raso e fundo são similarmente afetados por distúrbios ambientais antrópicos, como poluição e pesca. Uma ferramenta importante para mitigação dessas problemáticas são as áreas marinhas protegidas (AMPs), que concentram maior biodiversidade e biomassa de peixes e aumentam a resiliência dos recifes. Porém, as AMPs e as medidas de conservação são majoritariamente direcionadas aos recifais rasos. Isso, associado ao fato de serem historicamente menos estudados em termos ecológicos, faz com que os recifes mesofóticos apresentem alta vulnerabilidade. Por isso, esse estudo se propôs a quantificar a cobertura de AMPs ao longo do gradiente batimétrico e avaliar o papel de variáveis sócio-ecológicas na biomassa de peixes recifais de assembleias rasas e mesofóticas em uma escala global. Encontramos que os ecossistemas recifais mesofóticos são substancialmente menos protegidos do que os rasos, com MPAs altamente protegidas cobrindo em média 18% menos área do mesofótico superior (30 a 60 metros de profundidade) e 52% menos área do mesofótico inferior (60 a 150 metros). Como esperado, maior complexidade estrutural foi associada ao aumento da biomassa em todo o gradiente de profundidade, com um efeito mais pronunciado em recifes rasos. Dada a eficácia limitada das MPAs parcialmente protegidas, o efeito positivo da proteção sobre a biomassa de peixes foi detectado apenas no mesofóticos inferior. Constatamos uma atenuação do impacto negativo da pressão humana com o aumento da profundidade, provavelmente devido à menor acessibilidade e esforço de pesca em recifes mais profundos em comparação com os rasos. Embora isso ofereça esperança para a conservação dos recifes de coral, se o declínio na cobertura de proteção ao longo do gradiente batimétrico não for revertido, as oportunidades de conservar essa biodiversidade única poderão ser perdidas.Tropical reef ecosystems host the highest biodiversity on the planet. One of the main features of reefs is the conspicuous presence of fish. They are key to reef functioning and provide several ecosystem goods and services. These services can vary across the reefs due to the role of ecological factors in shaping the spatial distribution of reef fish. Among these factors, depth is particularly important and, along with temperature and light availability, drives substantial shifts in assemblage composition. Reefs can thus be divided into shallow (030 meters), upper mesophotic (3060 meters), and lower mesophotic (60150 meters) zones. Although these zones present high faunal dissimilarities, both shallow and deep reefs are similarly affected by anthropogenic disturbances, such as pollution and fishing. Marine protected areas (MPAs) are one of the main tools to mitigate these problems, concentrating greater fish biodiversity and biomass within their boundaries. However, MPAs and conservation measures target mainly shallow reefs. This, along with a historical pattern of ecological subsampling, places mesophotic reefs at high risk. Therefore, this study aims to quantify the overall MPA coverage across depth strata and analyze the role of environmental factors on the biomass of shallow and mesophotic reef fish assemblages at a global scale. We found that mesophotic ecosystems are substantially less protected than shallow ones, with 18% less coverage in upper mesophotic zones and only 52% coverage in lower mesophotic zones compared to shallow areas. As expected, higher structural complexity was associated with greater biomass throughout the entire bathymetric profile, with a more pronounced effect on shallow reefs. Given the limited effectiveness of multiple-use MPAs, the positive effect of protection on fish biomass was detected only in deeper reefs. We also found that the negative impact of human pressure (human gravity) attenuates with depth, possibly due to lower accessibility and reduced fishing effort in deeper zones compared to shallow ones. Although this offers a glimmer of hope for coral reef conservation, if the efforts for protection of deeper reefs is not prioritized, opportunities to conserve this unique biodiversity may be lost

    História evolutiva do gênero Priolepis (Pisces: Gobiidae) no Atlântico

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    Priolepis (Valenciennes 1837) é um gênero de pequenos peixes bentônicos, da família Gobiidae, associado principalmente a ambientes recifais e distribuído em diferentes gradientes de profundidade. Grande parte da sua biodiversidade concentra-se no Indo Pacífico (32 espécies), com exceção das espécies Priolepis hipoliti, P. dawsoni, P. ascensionis e P. robinsi, presentes no Atlântico. Estas espécies, exceto P. robinsi, têm sua distribuição limitada por barreiras biogeográficas indicando assim, origem por especiação alopátrica. Neste estudo, buscamos pela primeira vez compreender a história evolutiva do gênero Priolepis no Atlântico utilizando marcadores moleculares e sequenciamento Sanger. Testamos as hipóteses de i) divergência entre as linhagens do Caribe e Brasil por vicariância e ii) formação da linhagem de Ascensão por especiação peripátrica. Análises de filogenia, usando os genes COI, Citb,12s, ND2, e S7, foram integradas às de filogeografia, com os genes COI e Citb (em P. dawsoni), a fim de gerar melhor compreensão sobre a evolução do grupo estudado. Análises filogenéticas de distância-p, Inferência Bayesiana e Relógio Molecular foram realizadas para determinar a proximidade evolutiva entre as espécies do Grupo Priolepis bem como inferir se o tempo de divergência entre elas está associado a processos históricos evolutivos. Para compreender a história demográfica das populações utilizamos índices de diversidade genética (haplotípica e nucleotídica), testes de neutralidade e o método de Coalescência Bayesiana Skyline Plot para avaliar as flutuações populacionais ao longo do tempo. Por último, verificamos a relação hierárquica entre os haplótipos de cada espécie e testamos as evidências de estruturação encontradas em Priolepis dawsoni usando o índice Fst e análises de variância molecular (SAMOVA e AMOVA) para o Citb. Nossos resultados mostraram grande correlação entre as divergências encontradas em Priolepis e eventos geológicos e climáticos. Sua história evolutiva se inicia com o fechamento da passagem de Tethys resultando no isolamento e origem do Clado Atlântico (~13 Ma). Apenas dois milhões de anos depois (~10,5 Ma), a formação da barreira do Amazonas dividiu as linhagens do Atlântico norte e sul, corroborando nossa hipótese inicial de especiação alopátrica por vicariância. A hipótese de especiação alopátrica peripátrica para Ascensão também foi corroborada e o melhor cenário para explicar a origem de P. ascensionis é a dispersão a partir do Brasil incluindo a CVT como fonte. As análises filogeográficas e demográficas apontam grande diversidade genética em todas as espécies e também sugerem que a história evolutiva das populações estudadas foi influenciada pelas variações climáticas do Pleistoceno e que o hábito generalista destas pode facilitar a dispersão entre regiões distantes e ambientes diferentes. Por último, a comprovação molecular de espécimes de P. dawsoni no Caribe indicam que seu status de endêmico do Brasil deve ser reavaliado

    Structure of the reef fish community along the depth gradient of the Archipelago Fernando de Noronha, Brazil

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    O Arquipélago de Fernando de Noronha abriga a mais rica ictiofauna recifal entre as ilhas oceânicas do Atlântico Sul; no entanto, os estudos sobre a estrutura das comunidades de peixes recifais da região têm se restringido aos recifes rasos. Este estudo avaliou a estrutura das comunidades de peixes ao longo do gradiente de profundidade recifal, abrangendo os estratos rasos (≤30 m) e mesofóticos (30–111 m). Os efeitos da profundidade sobre as características ecológicas da comunidade (riqueza, abundância e biomassa), bem como sobre a composição trófica, taxonômica e a estrutura de tamanho dos peixes, foram analisados utilizando dados de censos visuais subaquáticos realizados no arquipélago. No total, foram registradas 63 espécies pertencentes a 27 famílias ao longo do gradiente de profundidade. Os resultados revelaram variações significativas da comunidade de peixes recifais entre os estratos de profundidade, com destaque para o mesofótico superior, que apresentou os maiores valores para biomassa, e valores de abundância e riqueza semelhantes aos dos ambientes rasos. Os dados de distribuição das espécies sugerem um forte gradiente de transição, onde o mesofótico superior apresenta um grande número de espécies exclusivas, mas também compartilha espécies com ambientes rasos e mesofóticos inferiores. Em termos de estrutura trófica, planctivoros foram mais abundantes em todos estratos de profundidade, mas apresentaram maior biomassa nos recifes mais profundos. Peixes herbívoros e onívoros, por outro lado, predominaram no ambiente raso; consumidores de invertebrados móveis e macro-carnívoros foram mais representativos no mesofótico superior, enquanto consumidores de invertebrados sésseis foram mais abundantes no mesofótico inferior. A família Epinephelidae apresentou aumento progressivo de abundância com a profundidade, sendo a mais representativa no mesofótico inferior, enquanto Labridae apresentou declínio nesse gradiente, com maior contribuição nos recifes rasos. As espécies que se destacaram como mais associadas a determinados estratos foram Melichthys niger (raso), Holocentrus adscensionis (mesofótico superior) e Chromis vanbebberae (mesofótico inferior). Os recifes mesofóticos apresentaram composição distinta, com ocorrência de espécies endêmicas e exclusivas, além de maior frequência de indivíduos de grande porte, mas permanecem fora dos limites da proteção integral nas áreas além da isóbata de 50 m. Esses achados reforçam a importância de considerar os ambientes mesofóticos nas estratégias de conservação e manejo da biodiversidade recifal do arquipélago.The Fernando de Noronha Archipelago harbors the richest reef ichthyofauna among the oceanic islands of the South Atlantic; however, studies on the structure of reef fish communities in the region have been restricted to shallow reefs. This study assessed the structure of fish communities along the reef depth gradient, encompassing shallow (≤30 m) and mesophotic (30–111 m) strata. The effects of depth on ecological community characteristics (species richness, abundance, and biomass), as well as on trophic composition, taxonomic composition, and fish size structure, were analyzed using data from underwater visual censuses conducted in the archipelago. In total, 63 species belonging to 27 families were recorded along the depth gradient. The results revealed significant variations in the reef fish community among depth strata, with the upper mesophotic zone standing out, which exhibited the highest biomass values and abundance and richness values similar to those of shallow environments. Species distribution data suggest a strong transition gradient, where the upper mesophotic zone harbors a large number of exclusive species but also shares species with both shallow and lower mesophotic environments. In terms of trophic structure, planktivores were more abundant across all depth strata, but showed greater biomass in deeper reefs. Herbivorous and omnivorous fish, on the other hand, predominated in the shallow environment; mobile invertebrate feeders and macro-carnivores were more representative in the upper mesophotic zone, while sessile invertebrate feeders were more abundant in the lower mesophotic zone. The family Epinephelidae showed a progressive increase in abundance with depth, being the most representative in the lower mesophotic zone, whereas Labridae exhibited a decline along this gradient, with a greater contribution in shallow reefs. The species most notably associated with specific strata were Melichthys niger (shallow), Holocentrus adscensionis (upper mesophotic), and Chromis vanbebberae (lower mesophotic). Mesophotic reefs displayed a distinct composition, with the occurrence of endemic and exclusive species, in addition to a higher frequency of large-bodied individuals, but remain outside the limits of full protection in areas beyond the 50 m isobath. These findings reinforce the importance of considering mesophotic environments in conservation and management strategies for the archipelago's reef biodiversity.Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP)2024/13716-

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
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