1,720,975 research outputs found

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    O desafio da banca face às Fintech

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    O presente estudo tem o objetivo de percecionarmos o impacto que o crescimento das fintech tem na banca e como estes operadores (banca e fintech) se posicionam no mercado - será que vão interagir como parceiros e/ou concorrentes? Esta temática está muito presente no dia-a-dia, para os entrantes (fintech/bigtech), é um mundo novo, para os incumbentes (bancos) é o lidar com novos desafios. Começámos por fazer a revisão de literatura, abordámos o impacto das novas gerações no digital e quais são as empresas financeiras tecnológicas de maior relevância a operar em Portugal, entrámos pela temática do quadro regulatório e de supervisão. Abordámos as ferramentas tecnológicas e as especificidades e valências de cada uma delas, passámos pelos dados económicos, mercado e marketing digital de forma empírica e vimos a relação entre entrantes e incumbentes. Este estudo inclui um trabalho de análise quantitativa (questionários) e qualitativa (entrevistas), com a recolha e compilação da informação obtida, que nos ajudou a interpretar melhor o problema estudado. Com base na informação trabalhada e da nossa análise, os dados sugerem que a banca tem um desafio pela frente, mas em parceria ou em concorrência com as fintech, vai ultrapassá-lo, sabendo qual a melhor forma de atuar no mercado. Deixamos a ressalva que, da informação analisada, não estamos completamente esclarecidos no que respeita às bigtech, sobre qual o impacto concorrencial que se fará sentir junto da banca.This study aims to understand the impact of fintech growth on banking and how these operators (banks and finetch) position themselves in the market – will they interact as partners and or competitors? This topic is very present in everyday life, for the entrants (fintech/bigtech) it is a new world, for the incumbents (banks) it is dealing with new challenges. We started by reviewing the literature, addressed the impact of new generations on digital and which are the most relevant fintech operating in Portugal, and went into the regulatory and supervisory framework. We addressed the technological tools and the specificities and skills of each one of them, went through economic data, market and digital marketing with an empirical approach and saw the relationship between entrants and incumbents. This study includes an analytical work, quantitative (questionnaires) and qualitative (interviews), with the collection and compilation of the information obtained, which helped us to better interpret the subject matter hereof. Based on the information handled and our analysis, the data suggest that banks face a challenge ahead, but in partnership or in competition with fintech, they will overcome it, knowing what will be the best way to operate in the market. We remark that, from the information analysed, it is not entirely clear to us, as regards bigtech, what is the competitive impact that will be felt on banking

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    O desafio da banca face às Fintech

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    O presente estudo tem o objetivo de percecionarmos o impacto que o crescimento das fintech tem na banca e como estes operadores (banca e fintech) se posicionam no mercado - será que vão interagir como parceiros e/ou concorrentes? Esta temática está muito presente no dia-a-dia, para os entrantes (fintech/bigtech), é um mundo novo, para os incumbentes (bancos) é o lidar com novos desafios. Começámos por fazer a revisão de literatura, abordámos o impacto das novas gerações no digital e quais são as empresas financeiras tecnológicas de maior relevância a operar em Portugal, entrámos pela temática do quadro regulatório e de supervisão. Abordámos as ferramentas tecnológicas e as especificidades e valências de cada uma delas, passámos pelos dados económicos, mercado e marketing digital de forma empírica e vimos a relação entre entrantes e incumbentes. Este estudo inclui um trabalho de análise quantitativa (questionários) e qualitativa (entrevistas), com a recolha e compilação da informação obtida, que nos ajudou a interpretar melhor o problema estudado. Com base na informação trabalhada e da nossa análise, os dados sugerem que a banca tem um desafio pela frente, mas em parceria ou em concorrência com as fintech, vai ultrapassá-lo, sabendo qual a melhor forma de atuar no mercado. Deixamos a ressalva que, da informação analisada, não estamos completamente esclarecidos no que respeita às bigtech, sobre qual o impacto concorrencial que se fará sentir junto da banca.This study aims to understand the impact of fintech growth on banking and how these operators (banks and finetch) position themselves in the market – will they interact as partners and or competitors? This topic is very present in everyday life, for the entrants (fintech/bigtech) it is a new world, for the incumbents (banks) it is dealing with new challenges. We started by reviewing the literature, addressed the impact of new generations on digital and which are the most relevant fintech operating in Portugal, and went into the regulatory and supervisory framework. We addressed the technological tools and the specificities and skills of each one of them, went through economic data, market and digital marketing with an empirical approach and saw the relationship between entrants and incumbents. This study includes an analytical work, quantitative (questionnaires) and qualitative (interviews), with the collection and compilation of the information obtained, which helped us to better interpret the subject matter hereof. Based on the information handled and our analysis, the data suggest that banks face a challenge ahead, but in partnership or in competition with fintech, they will overcome it, knowing what will be the best way to operate in the market. We remark that, from the information analysed, it is not entirely clear to us, as regards bigtech, what is the competitive impact that will be felt on banking

    Prospectiva e Democracia Participativa: potencialidades e constrangimentos

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    O presente artigo tem como objectivo reflectir sobre o papel dos actores sociais num processo de planeamento estratégico territorial e as regras de participação, de deliberação e de distribuição de poder que lhe estão associadas. Analisa-se a relação e o papel fundamental da prospectiva no planeamento estratégico participativo, a nível territorial. Defende-se que a prospectiva é uma reflexão à apreensão dos fenómenos estruturantes da realidade complexa e instável, que capacita os actores para formas de intervenção mais eficazes, seja antecipando seja inflectindo algumas das principais tendências de desenvolvimento. Tendo como ponto de partida a complexidade crescente da gestão do território, as transformações sociais e o clima de incerteza, considera-se o planeamento estratégico territorial e a abordagem prospectiva como duas faces da mesma moeda. As metodologias de prospectiva têm um papel fundamental não só ao nível do planeamento estratégico e participado, como ainda na construção de uma democracia participativa. Privilegia-se a importância da motivação para a participação no contexto da democracia participativa, não por uma questão ideológica, mas como uma exigência do próprio processo de planeamento: a efectivação do plano depende da implicação e contribuição voluntária dos actores bem como da mobilização dos recursos de que dispõem para concretizar a acção. Procura-se ainda analisar e discutir os diversos papéis dos protagonistas de um jogo estratégico de actores, a forma como os actores regulam as suas relações, as regras que estabelecem para enfrentarem, segundo as suas próprias lógicas, os conflitos em que estão envolvidos e as incoerências que engendram. Tendo em conta a importância da coesão interna, mobilização e implicação colectiva, dá-se uma atenção particular ao papel de dois actores cruciais em todo o processo: o actor/ cliente e o investigador/ cientista/ analista.Fundação para a Ciência e a Tecnologi

    A aplicação do Scenario Planning na definição de linhas de orientação estratégica urbana

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    Relatório de estágio de mestrado, Geografia - Gestão do Território e Urbanismo, Universidade de Lisboa, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território, 2011Abordamos neste trabalho a importância da Cenarização em processos de planeamento territorial estratégico e a sua aplicabilidade na definição de medidas de actuação nas políticas urbanas. O planeamento estratégico teve a sua origem na estratégia militar e começou a ser utilizado ao nível empresarial para agir perante cenários de grande incerteza. No território, desenhar uma estratégia implica pensar o futuro para traçar formas de actuação no presente que conduza ao cenário desejado. Desta forma, planeamento estratégico e prospectiva estão directamente ligados, não se podendo dissociar um do outro. A utilização do Scenario Planning enquanto metodologia de apoio à definição de linhas de actuação para a governança urbana revela‐se aqui um elemento fundamental na reflexão sobre o futuro e actuação adequada no presente. Das várias escolas da Prospectiva, a opção pela escola anglo‐saxónica, nomeadamente pelo método desenvolvido pela GBN, deve‐se ao modo participado e interactivo como decorre todo o processo, sendo pertinente a forma como os vários cenários possíveis são trabalhados e descritos. Na base de todo o trabalho empírico realizado está o projecto de investigação Creatcity, sendo aqui apresentada uma importante parte das conclusões sobre os resultados obtidos nos estudos de caso de Lisboa e que são a base para trabalhar os cenários e as propostas para a actuação em Lisboa ao nível da governança urbana.Abstract: The objective of this work is to present the importance of Foresight in strategic territorial planning processes and its applicability in defining guidelines of performance in urban policies. Strategic planning has its origins in the military strategy, being subsequently applied in companies to help them cope with uncertainty. Regarding the territory, to design a strategy involves thinking about the future in order to draw goal‐oriented policies in the present. Thus, strategic planning and foresight are interrelated and cannot be regarded separately. The use of Scenario Planning as a methodology to support the definition of policy guidelines for urban governance is an essential factor to think about the future and for adequate present action. Among the several foresight approaches, we chose Anglo‐ Saxon school, specifically the GBN’s method, due to the interactive and inclusive way that characterizes the process. Moreover, this method stresses the way how the various scenarios are worked out and described. The basis of all empirical work is the research project Creatcity. We present an important part of the project’s conclusions and results from the Lisbon case studies, which constitute the support basis for work scenarios and action guidelines for urban governance in Lisbon

    Planeamento estratégico e avaliação: metodologias de análise prospectiva

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    A uma noção dinâmica de planeamento corresponde uma visão dinâmica de avaliação. Considerar a avaliação como um processo sistemático de recolha de informação e de análise dessa informação; de suporte para a tomada de decisão no planeamento; e de controlo e medição dos resultados da programação, de forma a determinar se os objectivos foram alcançados, é tomar a avaliação como um processo. O planeamento é um processo de aprendizagem, o qual diz respeito ao conjunto dos actores, activos e passivos, com lógicas e estratégias diferentes, por vezes conflituosas. As metodologias de prospectiva contribuem para esta implicação/participação dos actores. As metodologias prospectivas, de que é exemplo o Método dos Cenários, incorporando informação qualitativa a par da quantitativa, procuram dar resposta às preocupações do novo conceito de planeamento: articulação fins-meios, jogo de actores, desdobramento de cenários. Prospectiva, estratégia e planeamento estão na prática intimamente ligados, interpenetram-se.FCT - Fundação para a Ciência e a TecnologiaMinistério da CulturaInstituto Português do Livro e das Biblioteca

    Prospectiva e Democracia Participativa: potencialidades e constrangimentos

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    O presente artigo tem como objectivo reflectir sobre o papel dos actores sociais num processo de planeamento estratégico territorial e as regras de participação, de deliberação e de distribuição de poder que lhe estão associadas. Analisa-se a relação e o papel fundamental da prospectiva no planeamento estratégico participativo, a nível territorial. Defende-se que a prospectiva é uma reflexão à apreensão dos fenómenos estruturantes da realidade complexa e instável, que capacita os actores para formas de intervenção mais eficazes, seja antecipando seja inflectindo algumas das principais tendências de desenvolvimento. Tendo como ponto de partida a complexidade crescente da gestão do território, as transformações sociais e o clima de incerteza, considera-se o planeamento estratégico territorial e a abordagem prospectiva como duas faces da mesma moeda. As metodologias de prospectiva têm um papel fundamental não só ao nível do planeamento estratégico e participado, como ainda na construção de uma democracia participativa. Privilegia-se a importância da motivação para a participação no contexto da democracia participativa, não por uma questão ideológica, mas como uma exigência do próprio processo de planeamento: a efectivação do plano depende da implicação e contribuição voluntária dos actores bem como da mobilização dos recursos de que dispõem para concretizar a acção. Procura-se ainda analisar e discutir os diversos papéis dos protagonistas de um jogo estratégico de actores, a forma como os actores regulam as suas relações, as regras que estabelecem para enfrentarem, segundo as suas próprias lógicas, os conflitos em que estão envolvidos e as incoerências que engendram. Tendo em conta a importância da coesão interna, mobilização e implicação colectiva, dá-se uma atenção particular ao papel de dois actores cruciais em todo o processo: o actor/ cliente e o investigador/ cientista/ analista.Fundação para a Ciência e a Tecnologi
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