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Adaptive Distributed Streaming Similarity Joins
How can we perform similarity joins of multi-dimensional streams in a distributed fashion, achieving low latency? Can we adaptively repartition those streams in order to retain high performance under concept drifts? Current approaches to similarity joins are either restricted to single-node deployments or focus on set-similarity joins, failing to cover the ubiquitous case of metric-space similarity joins. In this paper, we propose the first adaptive distributed streaming similarity join approach that gracefully scales with variable velocity and distribution of multi-dimensional data streams. Our approach can adaptively rebalance the load of nodes in the case of concept drifts, allowing for similarity computations in the general metric space. We implement our approach on top of Apache Flink and evaluate its data partitioning and load balancing schemes on a set of synthetic datasets in terms of latency, comparisons ratio, and data duplication ratioWeb Information SystemsSoftware Technolog
Hadoop MapReduce tolerante a faltas bizantinas
Tese de mestrado em Informática, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2011O MapReduce é frequentemente usado para executar tarefas críticas, tais como análise de dados científicos. No entanto, evidências na literatura mostram que as faltas ocorrem de forma arbitrária e podem corromper os dados. O Hadoop MapReduce está preparado para tolerar faltas acidentais, mas não tolera faltas arbitrárias ou Bizantinas. Neste trabalho apresenta-se um protótipo do Hadoop MapReduce Tolerante a Faltas Bizantinas(BFT). Uma avaliaçãao experimental mostra que a execução de um trabalho com o algoritmo implementado usa o dobro dos recursos do Hadoop original, em vez de mais 3 ou 4 vezes, como seria alcançado com uma aplicação directa dos paradigmas comuns a tolerância a faltas Bizantinas. Acredita-se que este custo seja aceitável para aplicações críticas que requerem este nível de tolerância a faltas.MapReduce is often used to run critical jobs such as scientific data analysis. However, evidence in the literature shows that arbitrary faults do occur and can probably corrupt the results of MapReduce jobs. MapReduce runtimes like Hadoop tolerate crash faults, but not arbitrary or Byzantine faults. In this work, it is presented a MapReduce algorithm and prototype that tolerate these faults. An experimental evaluation shows that the execution of a job with the implemented algorithm uses twice the resources of the original Hadoop, instead of the 3 or 4 times more that would be achieved with the direct application of common Byzantine fault-tolerance paradigms. It is believed that this cost is acceptable .for critical applications that require that level of fault tolerance
Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis
The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation
counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings
are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that
only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into
account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed
Diversity in automatic cloud computing resource selection
Tese de mestrado em Informática, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2012Obter resultados e comportamentos correctos em computação é uma preocupação de longa data. O excerto seguinte sobre o advento das máquinas de calcular foi escrito em 1834 e ilustra a importância já dada naquela época ao uso de mecanismos para tolerar e identificar erros de cálculo [24]: “A verificação mais correcta e efectiva contra erros que surgem do processo de computação ´e realizar a mesma computação em máquinas de calcular separadas e independentes; e tal verificação ´e ainda mais decisiva se os cálculos forem realizados através de métodos diferentes.” Existem dois mecanismos que surgem desta afirmação e são considerados importantes para obter computações correctas. O primeiro é a replicação, a qual consiste em calcular os resultados mais de uma vez e compará-los ou realizar uma votação no final. O segundo ´e a diversidade, a qual consiste em utilizar métodos e componentes distintos em cada computação. Actualmente, ambos integram o grupo de mecanismos para tolerância a faltas e intrusões (FIT), os quais são capazes de tolerar tanto faltas acidentais como maliciosas em sistemas computacionais. Em termos práticos, um serviço replicado pode tolerar faltas acidentais se existir pelo menos um servidor no seu grupo de réplicas que ainda seja capaz de responder aos pedidos dos clientes. O mesmo serviço replicado pode tolerar faltas maliciosas, normalmente, se a maioria das réplicas responderem correctamente ou concordarem com o resultado dos pedidos dos clientes. Caso um atacante descubra uma vulnerabilidade que possa ser explorada em um servidor, e a mesma também existir em outras réplicas, então a tolerância a faltas e intrusões do serviço pode ser comprometida. Tal problema ´e uma limitação conhecida dos mecanismos de replicação frente a vulnerabilidades comuns entre as réplicas. Aumentar a independência de vulnerabilidades ´e o principal objectivo do mecanismo de diversidade. A diversidade ´e um mecanismo que consiste em fornecer e criar diversas combinações de recursos entre os componentes de um sistema. Obtê-la automaticamente ´e um processo que pode ser decomposto em duas fases: criação e selecção. A primeira consiste em fornecer recursos diferentes o suficiente para serem considerados, combinados e selecionados na segunda fase. A obtenção automática de diversidade na fase de selecção de recursos é o nosso principal objectivo nesta dissertação. Gerir grandes quantidades de recursos computacionais ´e uma tarefa complexa que pode ser facilitada com o uso de ferramentas automáticas para alocação, utilização e monitorização. Actualmente, pensar na gestão de sistemas distribuídos em larga escala implicitamente leva a considerar ferramentas de cloud computing como uma das opções de gestão. O modelo de cloud computing, na sua definição mais simples, é um modelo de fornecimento de computação como um serviço de utilidade [20]. Porém tecnicamente, este modelo e seus agentes são fontes infinitas de recursos computacionais, administrados automaticamente e fornecidos publicamente. Neste trabalho, nós consideramos cloud computing como o cenário para atingirmos nosso objectivo principal. Considerando que o fornecedor de um serviço replicado seja cliente de um dado serviço de cloud, e que todas as réplicas do serviço são alocadas nesta mesma infraestrutura. Se uma falta, seja ela por paragem ou arbitrária, causar uma interrupção¸ ao do serviço prestado por essa cloud, então o serviço replicado pode falhar na sua totalidade, o que significa que não existe independência de vulnerabilidade entre as réplicas do serviço. Neste caso, existe um ponto único de falha, o provedor de cloud, o que leva a indicação da diversidade deste componente uma possível solução para o caso. O primeiro passo para obter diversidade de provedor é criar novas contas em outros fornecedores. O segundo passo consiste em seleccionar, para cada nova réplica do serviço, um fornecedor disponível que não esteja a ser utilizado pelas outras réplicas. Contudo, seleccionar manualmente um fornecedor de cloud para cada nova alocação pode ser inconveniente, ou até mesmo inviável, o que torna imperativo o uso de uma ferramenta automática para selecção de recursos. Nesta dissertação, nós apresentamos o DiversityAgent, uma biblioteca em Java para obtenção automática de diversidade na selecção de recursos de cloud computing. Seus clientes apenas precisam registar quais são os recursos disponíveis, que o DiversityAgent se responsabiliza por seleccionar uma combinação de recursos diferente para cada nova réplica a ser alocada e implantada. Acreditamos nesta ser a primeira biblioteca automática com tal propósito, tendo em vista conformidade, extensibilidade, escalabilidade e outros requisitos. O DiversityAgent foi projectado tendo em vista quatro requisitos funcionais, nove não funcionais e alguns padrões de projecto bastante difundidos. O fluxo do algoritmo principal de selecção de recursos é baseado em uma proposta colaborativa entre as diversidades registadas no momento de cada pedido, o qual será discutido no decorrer deste documento. Também são apresentadas a composição¸˜ao interna do DiversityAgent e os algoritmos de diversidade e controladores para cloud implementados. A biblioteca DiversityAgent ´e um software livre e de código aberto que se encontra disponibilizada no Google Project Hosting [10] sobre a licença GNU Lesser General Public License (LGPL v3.0). Esperamos que a mesma possa contribuir com muitos projectos do grupo Navigators, assim como externos em busca de solucionar os problemas ainda considerados em aberto na área de gestão de diversidade. Incentivamos o desenvolvimento de novos algoritmos e propriedades de diversidade, assim como novos drivers para mais provedores e ferramentas de cloud e esperamos poder publicar contribuições da comunidade de software livre para com esta ferramenta em futuras versões oficiais. Além disso, nós realizamos uma ampla análise de diversidade no cenário de cloud computing. Este estudo é composto por uma revisão de taxonomia e discussão sobre cada uma das classificações, onde apontamos as propriedades que actualmente são suportadas pelos fornecedores e ferramentas de cloud. Nele, apresentamos também algumas oportunidades para que os agentes de cloud computing possam contribuir ainda mais com a área de gestão de diversidade. Mais de cinquenta propriedades foram identificadas, sendo quatro relativas à diversidade de aplicação, catorze à diversidade administrativa, dez de localização geográfica, nove de software de suporte, nove de hardware e seis relativas à diversidade de segurança. Do total de cinquenta e duas propriedades, apenas oito são completamente suportadas pela versão analisada da ferramenta para cloud computing Open- Nebula e treze pelo fornecedor de cloud Amazon. Ainda em relação à Amazon, outras dezoito propriedades são parcialmente suportadas através do uso de rótulos genéricos, totalizando trinta e uma propriedades suportadas. Os provedores de cloud computing podem vir a não concordar em fornecer informações relativas a todas as propriedades definidas nesta dissertação, uma vez que existem riscos comerciais e custos extras em publicar e manter todas informações. Porém, ainda assim consideramos importante para a área de gestão de diversidade a apresentação e discussão do maior número possível de propriedades. Nós também apresentamos a integração do DiversityAgent com dois casos de uso previstos pelo projecto CloudFIT, assim como os resultados dos experimentos de desempenho e conformidade. O primeiro caso é um serviço Web sem estado e o segundo é um serviço baseado em replicação de máquinas de estado. Ambos casos utilizam técnicas de recuperação proactiva e posicionam o DiversityAgent entre o gestor de recursos dos serviços e os provedores de cloud, a fim de obter diversidade automaticamente a cada nova troca proactiva de réplicas. No fim desta dissertação, encontram-se as conclusões obtidas com este trabalho, possíveis trabalhos futuros, além de três apêndices sobre as interfaces públicas, tutoriais de utilização e personalização do DiversityAgent.Obtaining correct results and behaviour on computing is a long-standing concern. Such guarantee can be obtained through fault and intrusion tolerance mechanisms, which aim to tolerate crash and arbitrary faults. Byzantine fault tolerant replication, when combined with proactive recovery techniques can tolerate any number of arbitrary faults during entire system life time. However, common vulnerabilities shared between replicas can compromise such tolerance, rendering diversity as a complementary mechanism. Diversity is a mechanism that consists in providing and combining diverse resources to increase vulnerability independence between system components. Obtaining diversity automatically is a process that can be decomposed into two phases: creation and selection. The first phase consists in providing enough diverse resources to be considered, combined and selected in second phase. In this thesis we present the DiversityAgent, a Java library for selecting cloud resources considering multiple diversity properties. Its clients only need to register available resources, then the DiversityAgent assumes the responsibility of selecting appropriate cloud computing resource combination for each server deployment. In order to design the DiversityAgent, we review taxonomies for diversity on computer systems and analyse several diversity group properties supported by cloud providers or tools, and opportunities for cloud computing players contribute with diversity management area. This document contains a review on basic fault and intrusion tolerance mechanisms, followed by an extensive diversity analysis in cloud computing environments and by the DiversityAgent development. We also present an integration of our component with two use cases foreseen by CloudFIT project, as well as present the results of correctness and performance evaluations. At the end there are the final remarks about this work and possible future work, besides three appendices regarding DiversityAgent public interfaces, usage and customising tutorials
Variations on the Author
“Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship
Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis
We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis
Security analysis of network neighbors
Tese de mestrado em Segurança Informática, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2010O presente trabalho aborda um problema comum a muitos dos actuais fornecedores de serviços Internet (ISPs): mitigação eficiente de tráfego malicioso na sua rede. Este tráfego indesejado impõe um desperdício de recursos de rede o que leva a uma consequente degradação da qualidade de serviço. Cria também um ambiente inseguro para os clientes, minando o potencial oferecido pela Internet e abrindo caminho para actividades criminosas graves. Algumas das principais condicionantes na criação de sistemas capazes de resolver estes problemas são: a enorme quantidade de tráfego a ser analisado, o facto da Internet ser inerentemente anónima e a falta de incentivo para os operadores de redes de trânsito em bloquear este tipo de tráfego.
No âmbito de um ISP de média escala, este trabalho concentra-se em três áreas principais: origens de tráfego malicioso, classificação de segurança de redes vizinhas ao ISP e políticas de
intervenção. Foram colectados dados de rede considerando, determinados tipos de tráfego malicioso: varrimento de endereços e inundação de fluxos de ligações; assim como informação de acessibilidades rede: mensagens de actualização de BGP disponibilizadas pelo RIPE Routing Information Service. Analisámos o tráfego malicioso em busca de padrões de rede, o que nos permitiu compreender que é maioritariamente originário de um subconjunto muito pequeno de ASes na Internet. No âmbito de um ISP e de acordo com um conjunto de métricas de segurança, definimos uma expressão de correlação para quantificar os riscos de segurança associados a conexões com redes vizinhas, a qual denominámos Risk Score. Finalmente, propusemos técnicas para concretização das tarefas de rede necessárias à redução de tráfego malicioso de forma eficiente, se possível em cooperação com redes vizinhas / ASes.
Não temos conhecimento de qualquer publicação existente que correlacione as características de tráfego malicioso de varrimento de endereços e inundação de fluxos de ligações, com informação de acessibilidades de rede no âmbito de um ISP, de forma a classificar a segurança das vizinhanças de rede, com o propósito de decidir filtrar o tráfego de prefixos específicos de um AS ou bloquear todo o tráfego proveniente de um AS.
Acreditamos que os resultados apresentados neste trabalho podem ser aplicados imediatamente em cenários reais, permitindo criar ambientes de rede mais seguros e escaláveis, desta forma melhorando as condições de rede necessárias ao desenvolvimento de novos serviços.This thesis addresses a common issue to many of current Internet Service Providers (ISPs): efficient mitigation of malicious traffic flowing through their network. This unwanted traffic imposes a waste of network resources, leading to a degradation of quality of service. It also creates an unsafe environment for users, therefore mining the Internet potential and opening way for severe criminal activity. Some of the main constraints of creating systems that may tackle these problems are the enormous amount of traffic to be analyzed, the fact that the Internet is inherently untraceable and the lack of incentive for transit networks to block this type of traffic.
Under the scope of a mid scale ISP, this thesis focuses on three main areas: the origins of malicious traffic, security classification of ISP neighbors and intervention policies.
We collected network data from particular types of malicious traffic: address scans and flow floods; and network reachability information: BGP update messages from RIPE Routing Information Service (RIS). We analyzed the malicious traffic looking for network patterns, which allowed us to understand that most of it originates from a very small subset of Internet ASes. We defined a correlation expression to quantify the security risks of neighbor connections within an ISP scope according to a set of security metrics that we named Risk Score. We finally proposed techniques to implement the network tasks required to mitigate malicious traffic efficiently, if possible in cooperation with other neighbors/ASes.
We are not aware of any work been done that correlates the malicious traffic characteristics of
address scans and flow flood attacks, with network reachability information of an ISP network, to classify the security of neighbor connections in order to decide to filter traffic from specific prefixes of an AS, or to block all traffic from an AS.
It is our belief, the findings presented in this thesis can be immediately applied to real world scenarios, enabling more secure and scalable network environments, therefore opening way for better deployment environments of new services
Security metrics to evaluate quality of protection
Tese de mestrado em Segurança Informática, apresentada à Universidade de Lisboa, através da Faculdade de Ciências, 2011As organizações precisam estar conscientes de qual o grau de protecção contra ameaças à segurança da sua informação.
A fim de estabelecer prioridades nos investimentos, as organizações precisam conhecer o "estado da arte" da sua segurança, para definir que sistemas precisam, mais cedo, de mais atenção. Isso só é possível com números que permitam identificar o nível de segurança dum sistema de informação e compará-lo com os outros. Para atingir este objectivo, as organizações devem definir quais são os factos relevantes que devem ser medidos, e como extrair informações significativas a partir dessas medidas.
As métricas de segurança ajudam as organizações a compreender a Qualidade de Protecção (QoP - Quality of Protection) dos seus sistemas de informação. Estas são uma valiosa ferramenta para diagnosticar problemas. No entanto, devem ser usadas com precaução, uma vez que, por exemplo, valores idênticos podem, em contextos diferentes, não ter o mesmo significado. O que exige sentido crítico, ao técnico que analisa tais métricas, para perceber o seu real significado. As métricas de segurança devem ser usadas da mesma forma que um médico usa os resultados das análises de sangue, ou da pressão arterial, não como um resultado "per se", mas como um indicador de um possível problema.
Este projecto tem como objectivo a implementação de um conjunto de métricas de segurança, para avaliar quão vulneráveis estão os sistemas de informação duma organização e qual é o nível de ameaça que enfrentam. Pretende-se ainda combinar essas métricas para determinar a sua QoP.
Para atingir estes objectivos, vamos identificar que métricas são pertinentes para cada tipo de componente do sistema de informação, vamos definir um modelo para calcular as métricas recolhidas e obter a informação sobre o risco de segurança do sistema, e finalmente vamos submeter a nossa proposta a um sistema real para verificar a aplicabilidade prática deste trabalho.Organizations need be aware of how protected they are against information security threats.
In order to prioritize their investments, organizations need to know the “state of the art” about their security, to determine which system needs closer attention, sooner. This is only possible with numbers that allow define system’s security level, and compare it with others. In order to achieve this goal, organizations must define which are the relevant facts that should be measured, and how to extract meaningful information from those measures.
Security metrics help organizations to understand the QoP (Quality of Protection) of their information systems. Security metrics are a valuable tool for diagnosing problems. Nevertheless, it should be used with caution, given that, for example, identical values may, in different contexts, not have the same meaning, which demands critical judgement by the technician, which analyzes such metrics, to realize their true meaning. Security metrics should be used the same way a physician uses blood test results, or blood pressure monitoring, not as an outcome “per se” but as an indicator of a possible problem.
This project aims to propose the implementation of a set of security metrics, to evaluate how vulnerable are information systems, and what is the threat level they face. We also want to combine these metrics to determine their QoP.
To achieve our goals, we will identify which metrics are relevant for each type of information system component, we will define a model to compute the metrics collected and derive the information system security risk, and finally we will apply our proposal to a real system to verify the practical applicability of this work
Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts
We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued
use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation
counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more
sophisticated methods
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