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Réception de M. A.L. Parodi
Parodi André-Laurent. Réception de M. A.L. Parodi . In: Bulletin de l'Académie Vétérinaire de France tome 139 n°3, 1986. pp. 346-349
Allocution de M. André-Laurent Parodi, Président
Parodi André-Laurent. Allocution de M. André-Laurent Parodi, Président. In: Bulletin de l'Académie Vétérinaire de France tome 153 n°1, 2000. pp. 45-50
Allocution du Président André-Laurent Parodi
Parodi André-Laurent. Allocution du Président André-Laurent Parodi. In: Bulletin de l'Académie Vétérinaire de France tome 153 n°4, 2000. p. 343
Allocution de Monsieur André-Laurent Parodi, Président sortant
Parodi André-Laurent. Allocution de Monsieur André-Laurent Parodi, Président sortant. In: Bulletin de l'Académie Vétérinaire de France tome 154 n°1, 2001. pp. 37-41
Seis problemas para Dom Isidro Parodi: estratégias de tradução diante de especificidades da narrativa policial de Borges e Bioy Casares
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2012A narrativa policial faz-se presente na vida literária de Jorge Luis Borges na forma de alguns textos ficcionais e de uma grande quantidade de artigos, resenhas, ensaios e prólogos em que o escritor se dedica a comentar narrativas, narradores e o próprio gênero. Dentre as ficções policiais de Borges, algumas foram escritas em parceria com Adolfo Bioy Casares e apresentam um novo estilo "a quatro mãos" que subverte as características individuais de fazer literatura desses escritores, dando origem a um autor fictício chamado Honorio Bustos Domecq. O pseudônimo ganha reconhecimento, especialmente no livro Seis Problemas para Dom Isidro Parodi, composto por seis contos, publicado em 1942, e que pode ser lido como uma paródia dos romances policiais clássicos. Lançado pela Editora Dantes, em 2001, este é o primeiro livro da dupla Borges/Bioy publicado no Brasil, com tradução de Eric Nepomuceno e Luis Carlos Cabral. Em 2008, o livro é publicado pela Editora Globo, com tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro. Esta dissertação focaliza os seis contos que fazem parte da obra citada e tem como propósito analisar comparativamente essas duas traduções feitas para o português, a fim de detectar as tendências deformadoras da clarificação, do alongamento e da destruição ou a exotização das redes de linguagens vernaculares teorizadas pelo francês Antoine Berman e, a partir dessas constatações, verificar em que aspectos as escolhas tradutórias podem afetar as características preconizadas também por Borges para o conto policial, tais como a objetividade, a racionalidade e o ritmo. Da mesma forma, por entender que a obra analisada não corresponde exatamente a um policial típico, pretende-se analisar como as traduções podem refletir os elementos paródicos fundados em variações da oralidade e em socioletos argentinos dos anos 40, que são o cerne da narrativa.Abstract : La narrativa policial se hace presente en la vida literaria de Jorge Luis Borges en forma de algunos textos ficcionales y de una gran cantidad de artículos, reseñas, ensayos y prólogos en que el escritor se dedica a comentar narrativas, narradores y el propio género. De entre las ficciones policiales de Borges, algunas fueron escritas en sociedad con Adolfo Bioy Casares y presentan un nuevo estilo #a cuatro manos# que subvierte las características individuales de hacer literatura de esos escritores, dando origen a un autor ficticio llamado Honorio Bustos Domecq. El seudónimo gana reconocimiento, especialmente en el libro Seis Problemas para Dom Isidro Parodi, compuesto por seis cuentos, publicado en 1942, y que puede ser leído como una parodia de las novelas policiales clásicas. Lanzado por la Editora Dantes, en 2001, este es el primer libro de la dupla Borges/Bioy publicado en Brasil, con traducción de Eric Nepomuceno y Luis Carlos Cabral. En 2008, se publica el libro por la Globo, con traducción de Maria Paula Gurgel Ribeiro. Este trabajo se centra en los seis cuentos que hacen parte de la obra mencionada anteriormente y tiene como propósito analizar comparativamente estas dos traducciones hechas para el portugués, con objeto de detectar las tendencias deformadoras de la clarificación, del alargamiento y de la destrucción o exotización de redes de las lenguas vernáculas teorizadas por el francés Antoine Berman y a partir de esas constataciones verificar en qué aspectos las elecciones traductoras pueden afectar las características preconizadas también por Borges en el cuento policial, tales como la objetividad, la racionalidad y el ritmo. De la misma forma, por creer que la obra analizada no corresponde exactamente a un policial típico, se pretende analizar cómo las traducciones pueden reflejar los elementos paródicos fundados en variaciones de la oralidad y sociolecto (o dialecto social) argentino de los años 40, que son la esencia de la narrativa
Allocution d’accueil du Professeur Jean-Pierre Cotard par le Président André-Laurent Parodi
Parodi André-Laurent. Allocution d’accueil du Professeur Jean-Pierre Cotard par le Président André-Laurent Parodi. In: Bulletin de l'Académie Vétérinaire de France tome 153 n°4, 2000. pp. 365-368
El Leloir que conocí. Entrevista al Dr. Armando J. Parodi en el marco del proyecto Houssay y Leloir
Entrevista al Dr. Armando J. Parodi en el marco del proyecto Houssay y LeloirOriginalFil: Parodi, Armando J.. Fundación Instituto Leloir; ArgentinaColorMatías A. Loewy (Entrevista); Esteban D. Rosso (Producción Audiovisual) y Santiago Alventosa (Técnica Audiovisual)1 videograbación digitalLFL-ACE-M. Entrevistas, grabaciones, y otros materiales multimedia sobre LFLUnidad documental simpleAR-HYL-201
Quand les sondages se débattent - Débat entre Patrick Champagne, Bernard Manin et Jean-Luc Parodi
Champagne Patrick, Manin Bernard, Parodi Jean-Luc. Quand les sondages se débattent - Débat entre Patrick Champagne, Bernard Manin et Jean-Luc Parodi. In: Politix, vol. 2, n°5, Hiver 1989. Domaines d'élection, sous la direction de Bastien François, Florence Haegel et Jean-Baptiste Legavre. pp. 25-46
Quand les sondages se débattent - Débat entre Patrick Champagne, Bernard Manin et Jean-Luc Parodi
Champagne Patrick, Manin Bernard, Parodi Jean-Luc. Quand les sondages se débattent - Débat entre Patrick Champagne, Bernard Manin et Jean-Luc Parodi. In: Politix, vol. 2, n°5, Hiver 1989. Domaines d'élection, sous la direction de Bastien François, Florence Haegel et Jean-Baptiste Legavre. pp. 25-46
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