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    ANÁLISE DOS REGISTROS DE ENFERMAGEM EM PRONTUÁRIO DURANTE O ATO TRANSFUSIONAL E CONHECIMENTO DA EQUIPE DE ENFERMAGEM

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    Introdução: A transfusão de hemocomponentes é uma prática crucial para o tratamento de diversas condições médicas, mas pode apresentar complicações graves se não for realizada com precisão. O estudo se concentra em um hospital universitário no Meio-Oeste de Santa Catarina e discute a necessidade de práticas de registro e capacitação eficazes para garantir a segurança dos pacientes. Objetivo: Analisar os registros de enfermagem em prontuários durante a terapia transfusional e avaliar o nível de conhecimento da equipe de enfermagem sobre os procedimentos transfusionais. Método: Foi conduzido um estudo exploratório e transversal com abordagem quantitativa. O estudo foi submetido e aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa – CEP/UNOESC, e aprovado sob o CAAE no 77493124.4.0000.5367. Envolveu 224 prontuários de pacientes que receberam transfusões sanguíneas entre abril e maio de 2024 e entrevistas semiestruturadas com 251 profissionais de enfermagem do hospital para avaliar seu conhecimento e formação. Os dados obtidos foram transferidos para uma planilha no Microsoft Excel® e analisadas segundo a estatística descritiva (frequência e porcentagem). Resultados: Os resultados revelaram inconsistências nos registros de sinais vitais e destacaram discrepâncias na experiência da equipe, variando de 34 anos a 11 dias de atuação no hospital estudado, além de variações na frequência de capacitações, alguns tendo realizado capacitações há 16 anos e outros a menos de um mês. Apesar de muitos profissionais afirmarem ter conhecimento sobre transfusão, o estudo indicou deficiências na prática e na atualização dos profissionais. A análise dos prontuários revelou que 24 (10,7%) dos registros não continham sinais vitais antes da transfusão e 92 (41%) não tinham registros ao final. A presença de registros de sinais vitais era baixa em alguns setores, especialmente no Centro Cirúrgico. Conclusão: Evidenciou-se falhas na documentação e na prática de enfermagem, especialmente no que diz respeito à verificação dos sinais vitais. Observava-se uma equipe de enfermagem com tempo de atuação discrepante e com busca individual pelo conhecimento também muito distinta. Apesar de, em partes, afirmarem possuir conhecimento sobre hemotransfusão, ainda é reconhecida a necessidade de mais conhecimento sobre o tema para a equipe de enfermagem. Reforça-se a importância de o profissional de enfermagem manter-se atualizado e dos serviços de saúde desenvolverem Educação Permanente em Saúde de modo atuante e constante, com o intuito de praticarmos um cuidado de enfermagem baseado em evidências. Palavras-chave: Garantia da Qualidade dos Cuidados de Saúde; Hemoderivados; Serviço de Hemoterapia; Cuidados de Enfermagem

    CAPACITAÇÃO EM SUPORTE BÁSICO DE VIDA PEDIÁTRICO: RELATO DE EXPERIÊNCIA DE ACADÊMICOS DE ENFERMAGEM

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    IntroduçãoO Suporte Básico de Vida (SBV) constitui um conjunto de medidas essenciais em situações de emergência, visando manter a oxigenação e a circulação até a chegada de assistência especializada. Em pediatria, a intervenção rápida é particularmente relevante, uma vez que a hipóxia é a principal causa de parada cardiorrespiratória, conforme American Heart Association (2020). Assim, a capacitação de acadêmicos dos diversos cursos, professores e colaboradores em SBV pediátrico representa uma estratégia de fortalecimento da formação comunitária, bem como de preparo para o enfrentamento de situações críticas. ObjetivoRelatar a experiência de capacitação em Suporte Básico de Vida pediátrico realizada por acadêmicos de enfermagem, destacando suas contribuições para a aprendizagem prática e para a preparação comunitária. MetodologiaTrata-se de um relato de experiência desenvolvido no Campus I da Universidade do Oeste de Santa Catarina (UNOESC), em Joaçaba (SC). A atividade ocorreu em caráter extensionista e educativo, envolvendo acadêmicos de enfermagem. A capacitação contemplou uma breve exposição teórica sobre o SBV em pediatria, seguida de prática supervisionada em manequins simuladores infantis, com ênfase nas manobras de reanimação cardiopulmonar (RCP) e desobstrução de vias aéreas. ResultadosOs participantes demonstraram elevado interesse e engajamento durante a atividade. Observou-se o desenvolvimento de habilidades práticas em primeiros socorros, bem como maior segurança na aplicação das técnicas de RCP e manobra de Heimlich. A experiência possibilitou o esclarecimento de dúvidas e favoreceu a integração entre teoria e prática, ampliando a confiança dos participantes diante de emergências pediátricas. Ressalta-se, ainda, a relevância de que a comunidade em geral esteja preparada para prestar esse tipo de atendimento, visto que a execução precoce e adequada das manobras de SBV é determinante para a sobrevida de bebês e crianças em situações de parada cardiorrespiratória ou obstrução de vias aéreas. ConclusãoA experiência de capacitação evidenciou a importância de iniciativas educativas voltadas ao SBV pediátrico à sociedade. A atividade contribuiu para disseminação do conhecimento e técnicas e sociais necessárias à atuação frente a uma situação de emergência, e ressaltando o papel das ações extensionistas da academia na preparação para o cuidado seguro e humanizado e contribuindo para a comunidade
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