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    Discursos dos Presidentes do Mercosul frente à pandemia

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    A pandemia de COVID-19 trouxe consigo, além da crise sanitária, um cenário em que foi preciso uma readaptação das relações humanas. O “novo normal”, conceito que vem sendo usado para se referir ao panorama pós-pandêmico, inclui o uso cada vez mais intenso das redes sociais como forma de comunicação, inclusive por líderes de Estado. Além disso, as relações entre os países também sofreram alterações, uma vez que cada um deles, com os respectivos sistemas de saúde, está sendo afetado de forma diferente com a propagação do vírus

    Levantamento de mensagens publicadas pelo Presidente Jair Bolsonaro na rede social Twitter

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    A sociedade atual pode ser definida como uma malha de comunicações, na qual a informação tem um lugar de destaque. Novos eventos, através das tecnologias de comunicação, são informados de modo simultâneo. Por isso, o que temos hoje não é a falta de informação, mas uma inflação de informações, as quais podem ser verdadeiras ou não, mas são, de algum modo, comunicadas. Nosso cotidiano é guiado por informações; algumas acabam mais “desinformando” do que informando1. Neste período pandêmico, foi a escassez de discursos oficiais relacionados à pandemia que nos levou a considerar que uma análise de pronunciamentos do presidente brasileiro Jair Bolsonaro sobre o assunto só poderia ter tido sentido se realizada a partir das postagens na rede social Twitter, da qual ele é um usuário regular. O que não significa, obviamente, que dessa forma ele atribui efetivamente importância ao tema: contudo, sem dúvida, considera-o relevante, pelo menos, para manter o contato com seu público (feito, na maioria, mas não exclusivamente, de seus eleitores) – de fato, a fim de consentimento

    O sigilo de 100 anos em tempos de Lei de Acesso à Informação

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    A Lei de Acesso à Informação (LAI) colocou a transparência e a publicidade em evidência enquanto princípios norteadores da administração pública, restringindo o sigilo à exceção em se tratando de acesso à informações públicas. Pouco mais de 10 (dez) anos depois de sua promulgação, houve casos em que determinadas informações foram colocadas em sigilo pelo prazo máximo permitido pela LAI, qual seja, o de 100 (cem) anos. A restrição do acesso à informação pode ser entendida enquanto proteção da sociedade e do Estado ou proteção às liberdades e garantias individuais mas, costuma ser também característica típica de regimes ditatoriais, de modo que este trabalho se propôs a investigar qual a pertinência do sigilo de 100 anos em um Estado Democrático de Direito. A análise é baseada em método dedutivo argumentativo e parte do contexto histórico normativo do direito de acesso à informação e do sigilo no cenário internacional de direitos fundamentais; da construção destes conceitos no ordenamento constitucional brasileiro e da relevância do sigilo na ditadura civil-militar. Em segundo momento, o trabalho se debruça sobre as disposições da Lei de Acesso à Informação acerca da publicidade e do sigilo e também sobre o percurso legislativo que culminou na existência do sigilo de 100 anos. Por fim, a partir da análise de justificativa para o sigilo de 100 anos em casos concretos, buscou-se averiguar a inadequação do sigilo, de modo que restou a compreensão de que o sigilo de 100 anos é, em um Estado Democrático de Direito, um afronte ao princípio constitucional da publicidade, especialmente em uma democracia fragilizada por períodos de exceção e pela opacidade de governos que se excedem às prerrogativas constitucionais.La Ley de Acceso a la Información (LAI) destacó la transparencia y la publicidad como principios rectores de la gestión pública, restringiendo el secreto a excepciones cuando se trata de acceder a la información pública. A poco más de 10 (diez) años de su promulgación, hubo casos en que cierta información se mantuvo confidencial por el plazo máximo permitido por la LAI, es decir, 100 (cien) años. La restricción del acceso a la información puede entenderse como protección de la sociedad y del Estado o protección de las libertades y garantías individuales, pero también suele ser una característica típica de los regímenes dictatoriales, por lo que este trabajo se propuso indagar sobre la pertinencia del secreto de 100 años. en un Estado Democrático de Derecho. El análisis se basa en un método argumentativo deductivo y parte del contexto histórico normativo del derecho de acceso a la información y el secreto en el escenario internacional de los derechos fundamentales; la construcción de estos conceptos en el orden constitucional brasileño y la relevancia del secreto en la dictadura cívico-militar. En segundo lugar, el trabajo se centra en las disposiciones de la Ley de Acceso a la Información en materia de publicidad y secreto y también en el curso legislativo que culminó con la existencia del secreto durante 100 años. Finalmente, con base en el análisis de justificación de los 100 años de secreto en casos específicos, se buscó constatar la insuficiencia del secreto, de modo que quedó el entendimiento de que los 100 años de secreto son, en un Estado Democrático de Derecho, una afrenta a la el principio constitucional de publicidad, especialmente en una democracia debilitada por los períodos de excepción y por la opacidad de los gobiernos que exceden las prerrogativas constitucionales

    Going Beyond Counting First Authors in Author Co-citation Analysis

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    The present study examines one of the fundamental aspects of author co-citation analysis (ACA) - the way co-citation counts are defined. Co-citation counting provides the data on which all subsequent statistical analyses and mappings are based, and we compare ACA results based on two different types of co-citation counting - the traditional type that only counts the first one among a cited work's authors on the one hand and a non-traditional type that takes into account the first 5 authors of a cited work on the other hand. Results indicate that the picture produced through this non-traditional author co-citation counting contains more coherent author groups and is therefore considerably clearer. However, this picture represents fewer specialties in the research field being studied than that produced through the traditional first-author co-citation counting when the same number of top-ranked authors is selected and analyzed. Reasons for these effects are discussed

    Variations on the Author

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    “Variations on the Author” discusses two of Eduardo Coutinho’s recent films (Um Dia na Vida, from 2010, and Últimas Conversas, posthumously released in 2015) and their contribution to the general question of documentary authorship. The director’s filmography is characterized by a consistent yet self-effacing form of authorial self-inscription: Coutinho often features as an interviewer that rather than express opinions propels discourses; an interviewer that is good at listening. This mode of self-inscription characterizes him as an author who is not expressive but who is nonetheless markedly present on the screen. In Um Dia na Vida, however, Coutinho is completely absent form the image, while Últimas Conversas, on the contrary, includes a confessional prologue that moves the director from the margins to the center of his films. This article examines the ways in which these works stand out in the filmography of a director who offers new insights into the notion of cinematic authorship

    Appropriate Similarity Measures for Author Cocitation Analysis

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    We provide a number of new insights into the methodological discussion about author cocitation analysis. We first argue that the use of the Pearson correlation for measuring the similarity between authors’ cocitation profiles is not very satisfactory. We then discuss what kind of similarity measures may be used as an alternative to the Pearson correlation. We consider three similarity measures in particular. One is the well-known cosine. The other two similarity measures have not been used before in the bibliometric literature. Finally, we show by means of an example that our findings have a high practical relevance.information science;Pearson correlation;cosine;similarity measure;author cocitation analysis

    Dispelling the Myths Behind First-author Citation Counts

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    We conducted a full-scale evaluative citation analysis study of scholars in the XML research field to explore just how different from each other author rankings resulting from different citation counting methods actually are, and to demonstrate the capability of emerging data and tools on the Web in supporting more realistic citation counting methods. Our results contest some common arguments for the continued use of first-author citation counts in the evaluation of scholars, such as high correlations between author rankings by first-author citation counts and other citation counting methods, and high costs of using more realistic citation counting methods that are not well-supported by the ISI databases. It is argued that increasingly available digital full text research papers make it possible for citation analysis studies to go beyond what the ISI databases have directly supported and to employ more sophisticated methods

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    koamabayili/VECTRON-author-checklist: VECTRON author checklist

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    We have done our best to complete the author checklist relating to the use of animals in the hut study. Note that the objective for the hut study was to evaluate the IRS treatment applications for residual efficacy against Anopheles mosquitoes, including the local An. coluzzii mosquito population. Cows were only used to attract mosquitoes into the huts and no tests were carried out directly on the cows. The author checklist is intended for use with studies where experiments are carried out on animals, which is why we have had such difficulty in completing this for the hut study, as many of the questions do not relate to how the cows were used
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