1,721,048 research outputs found

    Determinantes antropométricos da asma e atopia em crianças: coorte scaala, Salvador-BA

    No full text
    p. 1-130Este estudo se ocupa do ganho ponderal até os primeiros dois anos de vida e do estado nutricional das crianças como exposições precoces relacionadas à asma e atopia. Foram estudadas desde 1997 até 2007, prospectivamente, crianças menores de três anos de idade residentes em Salvador- BA. Nesta tese, inicialmente foi estudada a associação entre o ganho de peso nos dois primeiros anos de vida e o estado nutricional posteriormente apresentado por estas crianças. Observou-se que crianças com ganho ponderal classificado como acelerado até os dois primeiros anos de vida apresentaram quase cinco vezes mais excesso de peso do que crianças com ganho de peso normal. A teoria da origem fetal das doenças sugere que fatores precoces podem aumentar o risco de doenças crônicas em adultos. Orientados por esta hipótese, iniciou-se o estudo da associação entre ganho de peso e a ocorrência de chiado nos últimos 12 meses, asma, atopia e função pulmonar. Foram encontrados indícios de que ganho de peso lento nos primeiros anos de vida da criança pode ser um fator de proteção para ocorrência de sintomas de asma. A relevância desse achado para a saúde pública ainda é incerta devido ao pequeno número de estudos que tenham abordado esta questão, além do que, sabe-se que crianças com ganho de peso lento estão em risco de conseqüências adversas tais como baixa estatura, problemas de comportamento e atraso no desenvolvimento. Crianças com ganho de peso lento até os dois anos de idade também foram as que apresentaram menor prevalência de excesso de peso. A análise da associação entre excesso de peso e os desfechos relacionados à asma e atopia neste estudo corrobora com a tese de que o excesso de peso está associado com asma, reatividade cutânea positiva e função pulmonar, mesmo após o ajuste com variáveis intervenientes reconhecidamente associadas à patogenia da asma.Salvado

    Prevalência de enteroparasitoses e sua relação com o estado antropométrico na infância, Salvador-BA

    No full text
    p. 1-103Com o objetivo de avaliar a influência que a infecção por parasitas intestinais exerce sobre o estado antropométrico na infância, na cidade de Salvador-BA, foi desenvolvido um estudo seccional em uma amostra probabilística de 629 crianças entre 12 e 48 meses. Aplicou-se a técnica de regressão logística multivariada, tendo como variáveis dependentes os indicadores antropométricos peso por idade (P/I) e altura/comprimento por idade (A/I). A presença ou ausência de diferentes parasitas nas fezes (A. lumbricoides, T. trichiura, G. duodenalis), constituiu-se na variável independente. O parasita mais freqüente foi A. lumbricoides (23,1%), seguido de T. trichiura (16,5%) e G. duodenalis (13,5%). Entre as crianças infectadas a média de z-scores dos indicadores antropométricos foi menor do que a observada entre as crianças não infectadas. Dentre as infecções estudadas, apenas a giardíase esteve significativamente associada ao déficit de crescimento linear, incluindo quando a freqüência da coleta pública de lixo era inadequada (modificador de efeito). Observam-se associações com o déficit antropométrico, segundo o indicador P/I, na presença da giardíase quando a criança não era amamentada por mais de seis meses (OR=2,92; IC95%=1,62-5,24) e quando residia em domicílio cuja pavimentação da rua/calçada era inadequada (OR=3,04; IC95%=1,53-6,07), após ajuste por confundidores. Os resultados deste estudo evidenciaram que, em crianças com giardíase, a amamentação durante o período recomendado pela OMS constituiu-se em um fator de proteção para o estado antropométrico e que o efeito negativo das condições ambientais indesejadas referentes ao lixo urbano e à pavimentação sobre o estado antropométrico pode ser devido à provável mais elevada carga parasitária existente nas crianças infectadas por este protozoário, vivendo neste contexto insalubre.Salvado

    Acidentes de trabalho com profissionais de enfermagem nas unidades hospitalares públicas em uma capital da Região Norte do Brasil.

    Get PDF
    No contexto hospitalar as equipes de enfermagem realizam atividades assistenciais que apresentam riscos ocupacionais que precisam ser percebidos, analisados e transformados numa ação preventiva contínua no ambiente de trabalho. O objetivo desse estudo foi descrever as ocorrências dos agravos, caracterizar os acidentes de trabalho e os profissionais de enfermagem envolvidos além de identificar as condutas adotadas após exposição ocupacional nas unidades hospitalares públicas em uma capital da região norte do Brasil. Trata-se de um estudo de série de casos com informações obtidas do Sistema de Informação de Agravos de Notificação do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador. Os dados foram analisados a partir de Fichas de Investigação dos Acidentes de trabalho com exposição à material biológico, Acidente de trabalho grave e Intoxicação exógena envolvendo profissionais de enfermagem no período de 2010 a 2014. Os resultados evidenciam que os acidentes com exposição à material biológico foram os mais freqüentes (251 casos) no período estudado, sendo os profissionais mais expostos mulheres (92%), profissionais na faixa etária de 30 a 39 anos (38,2%), técnicos de enfermagem (82%), empregados na instituição hospitalar (91,2%) e com tempo de serviço de até 3 anos (49,8%). A atividade da administração de medicação (55,3%) e o momento do descarte de material perfurocortante (19,9%) são as circunstâncias de acidentes de trabalho que mais apresentam número de ocorrências. A via percutânea foi o tipo de exposição mais comum (84%) e a agulha foi o instrumento que causou maior número de ocorrência entre os profissionais (76%). Sangue/fluidos com sangue/soro e plasma apareceram como material orgânico de maior registro (89,6%). Houve elevado número de profissionais sem indicação de quimioprofilaxia (84,4%) e foi frequente o número de trabalhadores que obtiveram alta sem conversão sorológica (70,1%). O estudo aponta que ainda há profissionais que não usam equipamentos de proteção individual no momento da exposição. Além disso, a pesquisa identificou fortes indícios de casos não notificados. Deste modo, torna-se relevante reforçar medidas preventivas através de uma educação permanente efetiva e contínua no ambiente hospitalar bem como sensibilizar os profissionais de enfermagem quanto a importância das notificações dos agravos e o acompanhamento rigoroso após exposição ocupacional

    Mudanças no padrão de mortalidade por doenças do aparelho circulatório no Brasil, 1980 a 2012.

    No full text
    Cardiovascular diseases (CVD) are the main cause of death in Brazil. Despite an decreasing trends in the rates observed since 1980, the cardiovascular mortality remain with high magnitude, especially in less developed regions of country. Furthermore, the premature mortality from CVD, in 30-65 years age group, also is large in Brazil, with poverty and precarious living conditions association. To verify changes on CVD mortality pattern in Brazil from 1980 to 2012 was the aim of this ecological time series study, which unit analysis was the calendar year. Mortality data were collected from the System of Information on Mortality (SIM) and the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE), and used to calculate the crude mortality rates of CDV, ischemic heart disease (IHD) and stroke in each year. Temporal curves were estimated for Brazil and regions in order to define the temporal trend of the risk. Simple Linear Regression models was employed and then submitted to Prais-Winsten Regression, adimitting a significance level of p<0,05. The trend of mortality rates from ill-defined causes was analised also in the same time period of study. The CVD mortality showed a decrease trend in Brazil, IHD and male predominance. The disparities across the brazilian regions maintain with a decline of rates in the Southeast and South and increase in North and Northeast, suggesting a influence of social inequalities within-regions on CVD rates. The death trend was decreased for both age groups, however the above 65 years age group had a greater reduction. Improvements in control of classic risk factors and living conditions of population are fundamental to confronting this group of diseases and the effective reduction of rates.As doenças do aparelho circulatório (DAC) são a principal causa de morte no Brasil. Apesar de apresentarem tendência decrescente desde 1980, as taxas de mortalidade por este grupo de doenças continuam altas, especialmente nas regiões menos desenvolvidas do país. Aliado a isto, a mortalidade precoce por DAC, em indivíduos entre 30 e 65 anos, também é bastante elevada no Brasil, estando associado a condições precárias de vida e à pobreza. Com o objetivo de verificar a existência de mudanças no padrão da mortalidade por DAC no Brasil no período de 1980 a 2012, realizou-se um estudo de série temporal, tendo como unidade de análise o ano calendário. A partir de dados coletados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), foram calculadas as taxas brutas anuais de mortalidade por DAC, e seus principais subtipos. A tendência temporal do risco de morte por DAC, DIC e DCbV foi analisada através de curvas temporais construídas para o Brasil e regiões. Foram criados modelos de Regressão Linear Simples, submetidos ao teste de DurbinWatson e logo em seguida à Regressão Prais-Winsten, aceitando nível de significância de 0,05. O comportamento da tendência das taxas de morte por causas mal definidas (CMD) foi analisado ao longo do mesmo período da série temporal. A mortalidade por DAC apresentou declínio no Brasil, com predomínio das DIC, desde 2010, e do sexo masculino em todo o período. Nas regiões, as disparidades se mantém, com declínio das taxas no Sudeste e Sul e aumento no Norte e Nordeste, sugerindo uma influência das desigualdades sociais inter-regionais sobre as taxas. As faixas etárias obtiveram decréscimo, porém a faixa acima de 65 anos mostrou maior redução do risco. Melhorias no controle dos fatores de risco clássicos e nas condições de vida da população são fundamentais para o enfrentamento das DAC e a redução efetiva das taxas de morte por este grupo de doenças no Brasil

    Prevalência e fatores de risco associados ao sobrepeso e obesidade em adultos de zona rural da Bahia.

    No full text
    Introdução: O sobrepeso e obesidade são consequências de um balanço energético positivo que pode afetar adversamente a saúde, levando à perda importante da quantidade e qualidade de vida. Objetivo: Identificar a prevalência e fatores associados ao sobrepeso, obesidade e obesidade central em adultos de zonal rural. Metodologia: Pesquisa observacional, de desenho transversal, realizada na zona rural de Serrinha, Bahia, Brasil, com 568 adultos acima de 20 anos de idade. Foram utilizados questionários padronizados para coleta de dados, realizada aferição de medidas de peso, altura, e circunferência abdominal, e avaliada a percepção da imagem corporal por meio da escala de silhuetas para adultos. A análise estatística foi feita com a regressão de Poisson robusta, usando como medida de associação a Razão de Prevalência. Aspectos éticos: Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), sob o protocolo nº 160/2011. Resultados: Foram encontradas prevalências elevadas de sobrepeso (37,9%), obesidade (18,3%) e obesidade central (67,3%). Após ajuste em modelos multivariados, os principais fatores associados ao sobrepeso foram idade de 40 a 49 anos (RP: 2,24; IC95%: 1,56-3,22), ex-tabagismo (RP: 1,29; IC95%: 0,99- 1,68) e nível muito ativo de atividade física (RP: 1,42; IC95%: 1,08-1,88); e os principais fatores associados à obesidade e obesidade central foram gênero feminino (RP: 2,28; IC95%: 1,35-3,86 e RP: 1,86; IC95%: 1,56-2,21), comorbidades (RP: 1,48; IC95%: 1,01-2,19 e RP: 1,29; IC95%: 1,12-1.48) e insatisfação corporal (RP: 5,10; IC95%: 3,33-7,82 e RP: 1,22; IC95%: 1,11-1,35). Conclusão: Na população de adultos de zona rural, há altas prevalências de sobrepeso, obesidade e obesidade central, principalmente em mulheres com idade elevada, portadoras de comorbidades e insatisfação corporal

    Influence of food environments on premature mortality from cardiovascular diseases in Brazil.

    No full text
    Introduction: Cardiovascular diseases (CVD) are the main causes of general and premature death in Brazil and worldwide. Harmful food environments have been identified as one of the factors associated with morbidity and mortality from CVD, as theyaffect people's health and nutrition conditions. Objective:To explore the association between harmful food environments and premature mortality from CVD in the Brazilian population in 2016. Methodology:Cross-sectional ecologicalstudy, with data from5,558 Brazilian municipalities. Data on CVD mortality were obtained from the Mortality Information System (SIM) of the Ministry of Health. The study on mapping food deserts in Brazil developed by the Interministerial Chamber for Food and Nutritional Security –CAISAN was used to assess the physical dimension of the food access. Standardized ratesof general premature mortality from CVD and from specific causes (CVA and IHD) werecalculated for the period analyzed. To characterize the food environments, the density of establishments that sell food (in natura and ultra-processed) per 10,000 inhabitants in tertiles was used. Crude and adjusted negative binomial regression models were used to study the associations of interest. Results: After the appropriate adjustments), it was found that the municipalities in which there was little supply of fresh food had a higher risk for increased mortality in women due to stroke ([RT1st tertile 1.08 (1.01-1.15)]. Onthe other hand, municipalities in which there was a greater supplyof ultra-processed foodspresented a higher risk of death [RT2nd tertile 1.17 (1.12-1.22), RT3rd tertile 1.20 (1.14- 1, 26)] by CVD; [RT2nd tertile 1.19 (1.13-1.25), RT3rdtertile 1.22 (1.15-1.30)] by strokeand [RT2nd tertile 1.19 (1.12 -1.25), RT3rd tertile 1.22 (1.13-1.29)] due to Infarction Conclusion: Our findings show an increased risk of mortality from CVD, CVA and IHD,especially in municipalities where there was greater offer of ultra-processed foods, theseare of low nutritional quality and come from unsustainable food systems. Initiatives to minimize the effects of these environments are necessary and urgent in the Brazilian context.Introdução: As doenças cardiovasculares(DCV) são as principais causas de morte geral e prematura no Brasil e no mundo. Os ambientes alimentares nocivos têm sido apontados como sendo um dos fatores associados a morbimortalidade por DCV, por afetarem as condições de saúde e nutrição das pessoas. Objetivo: Explorar a associação entre ambientes alimentares nocivos e a mortalidade prematura por DCV na população brasileira em 2016. Metodologia: Estudo ecológico transversal, com dados de 5.558 municípios brasileiros. Os dados de mortalidade por DCV foram obtidos do Sistema de Informação sobre Mortalidade (SIM) do Ministério da Saúde. O estudo sobre mapeamento dos desertos alimentares no Brasil desenvolvido pela Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional – CAISAN foi utilizado para avaliar a dimensão física do acesso de alimentos. Foram calculadas astaxas padronizadas de mortalidade prematura geral por DCV e por causas especificas (AVC e IAM) no período analisado. Para caracterizar os ambientes alimentares utilizou-se a densidade de estabelecimentos que comercializam alimentos(in natura e ultra processados) por 10.000 habitantes em tercil. Modelos de regressão binomial negativa brutas e ajustadas foram utilizados para estudar as associações de interesse. Resultados: Após os devidos ajustes), verificou-se que os municípios nos quais havia pouca oferta de alimentos in natura apresentaram maior risco para o aumento da mortalidade de mulheres por infarto ([RT1º tercil 1,08 (1,01-1,15)]. Por outro lado, municípios nos quais havia maior oferta de alimentos ultra processados imprimiam maior risco de morte [RT2º tercil 1,17 (1,12-1,22), RT3º tercil 1,20 (1,14-1,26)] por DCV; [RT2º tercil 1,19 (1,13-1,25), RT3º tercil 1,22 (1,15- 1,30)]por AVC e [RT2º tercil 1,19 (1,12-1,25), RT3º tercil 1,22 (1,13-1,29)] por Infarto. Conclusão: Os nossos achados mostram aumento de risco de mortalidade por DCV, AVC e IAM, em especial, nos municípios nos quais havia maior oferta de alimentos ultra processados; estes são de baixa qualidade nutricional e advindas de sistemas alimentares não sustentáveis. Iniciativas com vistas a minimizar os efeitos destes ambientes são necessárias e urgentes no contexto brasileiro

    Câncer do colo do útero no Estado do Tocantins: características do rastreamento e seguimento das mulheres na rede pública de saúde.

    No full text
    Este estudo se propôs descrever e analisar os dados do Programa de Controle do Câncer do Colo do Útero (CCU) no Estado do Tocantins, pela necessidade de se conhecer as características das mulheres rastreadas, o diagnóstico desse tipo de câncer e o seguimento na rede pública de saúde. Os objetivos contemplaram uma avaliação do desempenho do rastreamento, dos indicadores de impacto do Programa de Controle do CCU e da proporção do seguimento dos casos diagnosticados de CCU no Tocantins, no período de 2008 a 2013. Os resultados revelam que foram realizados 522.963 exames citopatológicos e identificou-se 328.719 mulheres rastreadas. Destas, 67,6% realizaram o exame uma única vez, a proporção de mulheres que fizeram três exames foi 8,2% e uma única mulher realizou 15 exames no período estudado. Foram encontrados 9.878 que apresentavam algum tipo de atipia/alteração, dos quais 1.328 referiam lesão de alto grau e carcinoma. Os resultados apresentados podem contribuir para o conhecimento acerca da doença no Tocantins, problematizando as práticas e o alinhamento de todos os níveis de atenção à saúde. O estudo evidencia que há a necessidade da organização do Programa, promovendo o diagnóstico em fase precursora da doença

    Prevalência e fatores de risco associados ao sobrepeso e obesidade em adultos de zona rural da Bahia

    Get PDF
    Introdução: O sobrepeso e obesidade são consequências de um balanço energético positivo que pode afetar adversamente a saúde, levando à perda importante da quantidade e qualidade de vida. Objetivo: Identificar a prevalência e fatores associados ao sobrepeso, obesidade e obesidade central em adultos de zonal rural. Metodologia: Pesquisa observacional, de desenho transversal, realizada na zona rural de Serrinha, Bahia, Brasil, com 568 adultos acima de 20 anos de idade. Foram utilizados questionários padronizados para coleta de dados, realizada aferição de medidas de peso, altura, e circunferência abdominal, e avaliada a percepção da imagem corporal por meio da escala de silhuetas para adultos. A análise estatística foi feita com a regressão de Poisson robusta, usando como medida de associação a Razão de Prevalência. Aspectos éticos: Este estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da Universidade Estadual de Feira de Santana (UEFS), sob o protocolo nº 160/2011. Resultados: Foram encontradas prevalências elevadas de sobrepeso (37,9%), obesidade (18,3%) e obesidade central (67,3%). Após ajuste em modelos multivariados, os principais fatores associados ao sobrepeso foram idade de 40 a 49 anos (RP: 2,24; IC95%: 1,56-3,22), ex-tabagismo (RP: 1,29; IC95%: 0,99- 1,68) e nível muito ativo de atividade física (RP: 1,42; IC95%: 1,08-1,88); e os principais fatores associados à obesidade e obesidade central foram gênero feminino (RP: 2,28; IC95%: 1,35-3,86 e RP: 1,86; IC95%: 1,56-2,21), comorbidades (RP: 1,48; IC95%: 1,01-2,19 e RP: 1,29; IC95%: 1,12-1.48) e insatisfação corporal (RP: 5,10; IC95%: 3,33-7,82 e RP: 1,22; IC95%: 1,11-1,35). Conclusão: Na população de adultos de zona rural, há altas prevalências de sobrepeso, obesidade e obesidade central, principalmente em mulheres com idade elevada, portadoras de comorbidades e insatisfação corporal

    Mercado de trabalho em saúde: expectativas para a inserção profissional do bacharel em Saúde Coletiva

    Get PDF
    A investigação sobre a trajetória de inserção dos egressos de um curso de ensino superior possibilita a reflexão sobre as características singulares do mercado de trabalho, assim como, do campo de práticas que será enfrentado. Dessa forma, o objetivo deste estudo foi analisar as expectativas, interesses e estratégias para a inserção profissional dos egressos da primeira turma do Curso de Graduação em Saúde Coletiva (CGSC) do Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia. Trata-se de um estudo de caso que utilizou questionário estruturado após a colação de grau e entrevistas semi-estruturadas envolvendo 15 egressos do CGSC após um ano de formados. Para a análise das entrevistas foi utilizado o método da análise de conteúdo. Os resultados do questionário estruturado evidenciaram a área de política, planejamento e gestão em saúde e vigilância epidemiológica como preferenciais para atuação. Quanto ao setor de trabalho, todos afirmaram o desejo de atuar no setor público. A análise das entrevistas com os egressos após um ano de formados possibilitou uma reflexão sobre os primeiros movimentos e estratégias utilizadas para a inserção profissional, indicando que oportunidades vivenciadas durante o curso influenciaram nos percursos após a formação. Conclui-se que ainda está posto o desafio quanto à regulamentação da profissão do Bacharel em Saúde Coletiva para assegurar a inserção formal no mercado de trabalho dos egressos do curso
    corecore