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    Un Portulano de Joan Martines

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    Presque contemporaines aux représentations religieuses scolastiques du monde durant le XIII ème siecle, surgit un noveau genre de carte beaucoup plus éxacte toutes les précédentes: le Portulan. Les portulans ou cartes nautiques ont comme caractéristique le nombreuse toponimie de ports et villes côtières, lesquels sont inscrits perpendiculairement à la mer, de manière que l’on peut reoturner la carte pour réaliser une lecture continue. En plus de son intérêt historique la toponimie est importante pour identifier les lieux et l’époque de réalisation des cartes. Le portulan que nos présentons ici est signé par Joan Martines et daté à Messine, l’an 1570 et n’est catalogúe dans aucune liste d’oeuvres de cet auteur dont nous ayons connaissance. Le petit condex qui un jour est arrivé à nous, en parfait état de conservation contient un Mappemonde et quatre portulans délicatement dessinés sure vélins, polichromés et peints en or et argent, d’une très belle reálisation. Pour l’élaboration de cette nous avons consulté principalment les travaux de Rainiero au Vatican, de Camareno, du Duc d’Alba, d’Elena Santiago, d’Ibañez Cerdá de Espagne, et spécialement les études que publia Caraci sur Joan Martines lesquels nous furent proportionnés par le colonel D. Angel Paladini et le professeur de chaire à l’Université de Messine, Antonio Ibessi.El Portulano constituye un nuevo tipo de mapa, que aparece en el siglo XIII. Contemporáneo de las representaciones escolásticas de dicho siglo, sobrepasa en exactitud a todas ellas. Los Portulanos o cartas náuticas, ejecutadas por marinos, tienen como característica la rica toponimia de puertos y ciudades costeras que se inscriben perpendicularmente a la línea de la costa. Topónimos que de otra parte son importantes a la hora de identificar los lugares y la época de realización de las cartas. El portulano que se presenta aquí, firmado por Joan Martines está fechado en 1570, sin embargo no está catalogado, que nosotros tengamos conocimiento, en ninguna lista de las obras de éste. Para la elaboración de este trabajo hemos consultado principalmente los trabajos de Rainiero en el Vaticano, de Camareno, del Duque Alba, de Elena de Santiago, y de Ibáñez Cerda en España, y, especialmente, los estudios que publicó Caraci sobre Joan Martines, los cuales fueron proporcionados por el coronel D. Angel Paladini y el profesor Antonio Ibessi de la Universidad de Messina

    Cartas entre Fernando Pessoa e os directores da presença

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    Trata-se da edição da correspondência que, durante quase oito anos, Fernando Pessoa manteve com os directores da presença José Régio, João Gaspar Simões e Adolfo Casais Monteiro), incluindo também um interessante contacto epistolar do poeta da Mensagem com Adolfo Rocha, na altura jovem colaborador da revista: um conjunto de documentos, entre os quais figuram cinquenta e nove inéditos, guardados no Espólio de Pessoa da Biblioteca Nacional, na Biblioteca Municipal de Vila do Conde, ou ainda na posse dos familiares dos correspondentes, que concederam ao Dr. Enrico Martines a autorização para os consultar e publicar.l Enfim, um corpus epistolar de dimensão comiderável, cuja importância não será preciso sublinhar para uma recomtrução histórico-crítica das relações mantidas entre os membros do grupo, e também para um conhecimento mais profundo do ambiente cultural, dos estímulos e das dificuldades que condicionaram e em que se desenvolveu aquele fecundo movimento literário. Mas a leitura deste livro, além de facultar ao leitor a visão de um acervo documental de extraordinário interesse, que aqui é pela primeira vez reunido e enriquecido com elementos até agora desconhecidos. introdu-lo também - na medida em que a disponibilidade dos rascunhos o permite - no conhecimento das dúvidas, das hesitações, do repensar a que Fernando Pessoa estava sujeito, até no âmbito da sua actividade epistolar. Esta edição, de facto, não é apenas crítica, isto é, não se limita a procurar o estabelecimento da jórma textual "autêntica" dos escritos publicados, mas propõe-se como edição crítico-genética

    A evolução da auto-interpretação: o dossier genético da "Introdução a uma obra"

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    O importante estudo autocrítico que a partir da segunda edição acompanha a publicação dos Poemas de Deus e do Diabo é, em absoluto, a obra a que José Régio dedicou mais trabalho ao longo da sua carreira literária, desde a primeira redação de 1943 – precedida por um esforço intenso de elaboração – até à sétima edição, publicada no ano em que o escritor veio a falecer, passando por uma série de alterações – ora a nível de reorganização completa ou parcial, ora a nível de simples correções pontuais – que o autor sentiu a necessidade de aplicar às sucessivas publicações do seu livro, na tentativa de tornar o seu ensaio de autointerpretação o mais completo e elucidativo possível. Perante a riqueza e a complexidade do material relativo a este texto fundamental para a interpretação da obra regiana, projetamos realizar uma edição digital do dossier genético integral do ensaio, que permita visualizar as etapas dum percurso que, de certo modo, pauta os últimos vinte e seis anos da vida literária de José Régio. Uma edição muito básica, do ponto de vista técnico, que ajuda a avaliar a evolução dos conteúdos que Régio quis apresentar na Introdução a uma obra – a sua – ao longo dos anos

    "Se sempre, para mim, me continuas vivo"

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    Introdução à figura de José Régio e ao volume de ensaios a ele dedicado

    Traduzione d'autore e autotraduzione

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    Il termine ‘traduzione d’autore’, così come viene inteso generalmente, vuole indicare e circoscrivere quelle versioni compiute da scrittori sia in riferimento a testi propri – allorché si parla di “auto-traduzione” – sia in riferimento a testi altrui. La traduzione d’autore acquisisce un significato che va al di là della semplice necessità di divulgare nella propria lingua dei testi stranieri e non sorprende che le collezioni di traduzioni siano unanimemente ritenute parte integrante della bibliografia di un autore, proprio come esercizio di scrittura che, pur non giungendo a produrre testi che siano completamente autonomi rispetto a quello originale, si configura come gesto letterario e non come semplice resa traduttiva all’esclusivo servizio del testo di partenza. L’autore-traduttore reclama per sé, in funzione della propria attività creativa (o ri-creativa), un ruolo meno subalterno in relazione all’autore originale. L’auto-traduzione pone poi una serie di problematiche proprie, trattandosi di un’attività in cui l’autore-traduttore non è in rapporto con il testo altrui, ma con il proprio: quali possono essere le motivazioni concrete di questa operazione, cosa spinge l’autore a tradursi, quali sono le possibili modalità specifiche dell’auto-traduzione. A tutti questi interrogativi, i contributori delle IX edizione del Traduttore visibile hanno cercato, in queste pagine, di rispondere

    Bolor de Augusto Abelaira: o dossiê genético de uma "manta de retalhos"

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    O capítulo pretende apresentar as potencialidades de investigação oferecidas pelo dossiê genético do romance Bolor (1968) de Augusto Abelaira, uma espécie de diário escrito a várias mãos no qual os três personagens envolvidos se alternam na composição de um discurso que tem como fulcro a “descomposição” de uma relação amorosa. Trata-se, portanto, de um texto fragmentário e, de certa forma, “modular”, que se presta a operações de montagem e desmontagem, de gestão das várias vozes narrantes. O dossiê genético da obra – rico em material pré-textual, mas também pós-textual e paratextual – revela de forma extremamente interessante as operações de elaboração e composição deste texto, mas também algumas avaliações interpretativas do autor, inéditas, bem como a sua vontade – que, porém, não chegou a ter expressão pública nas edições sucessivas – de rever o romance

    José Régio: versos esparsos e inacabados

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    Em anterior volume (José Régio, il poeta di Dio e del Diavolo, Parma, MUP, 2003), Enrico Martines apresentara a edição crítico-genética de duas importante recolhas poéticas publicadas em vida pelo autor do "Cântico Negro" (Poemas de Deus e do Diabo, 1926, e Mas Deus é Grande, 1945), observando, através da análise dos respectivos materiais preparatórios, a aplicação dos processos de depuração estilística e conceptual dos poemas que, desde o primeiro rascunho, se desenvolveram com vistas à sua proposta ao público (reiterada, no caso da primeira recolha, em diversas edições revistas pelo autor). Com a presente edição, o estudioso italiano quer completar a sua incursão na oficina poética de José Régio através da proposta e do estudo do que ficou “dentro da gaveta do poeta”, por não satisfazer os seus severos critérios de exigência. O material poético reunido e analisado tem natureza dúplice: 1) em primeiro lugar, são apresentados 121 poemas publicados de forma esparsa em revistas e jornais, mas nunca reunidos em livro por Régio, tendo ficado, portanto, fora do seu cânone; a sua leitura permite a análise dos critérios e dos motivos que levaram à sua exclusão, além de sugerir a sua possível aproximação às recolhas publicadas em que, por razões cronológicas, temáticas e formais, poderiam figurar; 2) secundariamente, o volume propõe 79 textos poéticos que o autor abandonou, não os considerando, por uma razão ou por outra, dignos de serem propostos ao público, nem mesmo merecedores de um labor de ulterior acabamento. Trata-se de material que apresenta diferentes níveis de elaboração, desde poemas formados e com título até fragmentos isolados, o que põe o estudioso perante o problema do inacabamento da escrita literária e sugere uma apreciação das considerações que levaram José Régio a abandonar a expressão daqueles motivos poéticos, possivelmente desenvolvidos em outras composições publicadas. A edição é prefaciada por Ivo Castro

    Il testo e le sue dinamiche nelle culture di lingua portoghese

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    Pensare al testo, inteso non come elemento statico e definitivo, ma come corpo vivo e dinamico, significa anche osservarlo nelle sue variegate possibilità realizzative, quindi come effetto (o causa) di una serie di intrecci, confluenze, combinazioni, evoluzioni o involuzioni, espansioni o riduzioni: intreccio di elementi narrativi, combinazione di elementi linguistici; confluenza di stimoli e modelli interculturali, eco e rielaborazione intertestuale della parola altrui, come prodotto vivo e multiforme. Come si inscrive il contesto lusofono in queste dinamiche e come condiziona i testi che lo costituiscono? Esiste una specificità delle culture di lingua portoghese in tal senso? Con questa raccolta di saggi si intende dare valore a uno spazio di riflessione, di confronto e studio delle dinamiche testuali all’interno dell’universo lusofono, con la prerogativa di costruire una panoramica il più possibile eterogenea, che includa le dinamiche testuali come oggetto di analisi, in una prospettiva letteraria, linguistica, traduttologica, filologica, storico-culturale e interdisciplinare

    José Régio: cântico sem tempo

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    O volume reune doze leituras, doze abordagens críticas a José Régio, não só para celebrar a sua obra e o seu legado, mas sobretudo para refletir sobre a atualidade da sua figura.Os contributos esses, de um modo geral, privilegiam essencialmente a produção narrativa, lírica, dramática, epistolográfica, memorialista, plástica e crítica de JOSÉ RÉGIO
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