10 research outputs found

    Volumen Praeclarissimum ac imprimis omnibus jurisperitis pernecessarium ac utilissimum. Omnium tractatuum criminalium, nunc ab omnibus mendis expurgatum ac omnino correctum, & longe diligentius accuratius ac foelicius quam unquam antea, in lucem proditum. Nam praeter omnes tractatus, qui sunt antea in lhac materia editi, hoc volumine quamplurimi alii tractatus aurei & pene diuini & omnibus aliis utiliores, continentur, qui cum essent manu scriptu, sunt summa cura diligentia studio ac sumptu nunc nouiter e manibus doctissimorum ac prestantissimorum omnium aetatis nostrae jurisperitiorum excerpti, prout sequens pagina legentibus indicabit, & studentibus ipsimet tractatus demonstrabunt. Venetiis MDLVI. (Venetiis apud Cominum de Tridino.)

    No full text
    collation : [22], 432 f. (sig. a6 b8 c8 A-Z8 Aa-Zz8 Aaa-Hhh8

    Reverendi in Christo Patris D. D. Michaelis Violaei, D. Euvertii apud Aurelios coenobiarchae, tumulus. Aureliae, apud Saturninum et Fabianum Hotot, fratres typographos, 1592

    No full text
    [Tombeau. Michel Viole]collation : 228 p. (sig. 2 *-**4 A-B4 C2 D-M4 N6 O-Q4 R-S2 T-Z4 a-b4 c-e2) ; 2 planches (1 manque

    Diferenciação das espécies moçambicanas do subgénero Glossina Wiedemann, 1830, com base no método de Jackson

    No full text
    Contém fotografiasOs AA. Depois de terem ensaiado o método de Jackson (exame da confirmação da nona tergo-sternite dos machos do subgénero Glossina Wiedemann, s. str.) em algumas espécies de tsé-tsé de Moçambique, confirmaram os resultados obtidos por aquele autor (1952), concluindo, porém, que: a) o método revela-se inoperante em relação à diferenciação de espécies muito afins, para já não falar das subespécies; b) o seu valor taxonómico deve ser considerado como secundário, servindo aquele apenas para reforçar as decisões derivadas do emprego do método de Newstead.Les AA., après avoir assayé la méthode de Jackson (examen de la conformation de la neuvième tergo-sternite des mâles du sous-genre Glossina Wiedemann, s. str.) dans quelques espèces de mouches tsé-tsé de Mozambique, ont confirme les résultats obtenus par ce même auteur (1952) avec les conclusions suivantes: a) la méthode s’est montrée sans effet à l’égard de la diferenciation des espèces trés semblables, pour ne pas parler des sub-espèces. b) la valeur taxonomique de la méthode doit être jugée secondaire, puisqu’elle sert seulement à renforcer les décisions provenantes de l’emploi de la méthode de Newstead.The AA., after essaying Jackson’s method (study of the shape of the ninth tergo-sternite, from males of the subgenus Glossina Wiedemann, s. str.) on some species of tse-tse flies from Mozambique, although confirming the results obtained by that author (1952), came to the following conclusions: a) the method proves ineffective in the differentiation of closely allied species, not to speak of subspecies; b) its taxonomical value must be considered as secondary, the method serving only to strengthen diagnosis arrived at by the employ of Newstead’s process.info:eu-repo/semantics/publishedVersio

    Promoção da aprendizagem cooperativa em contexto de estágio: Um estudo na formação inicial de professores em Moçambique

    No full text
    The present paper describes a study that integrated a training intervention on the promotion of cooperative learning in teaching French as a foreign language (FFL), carried out within the supervision of the practicum in a pre-service teacher education programme in Mozambique. Its objectives were: to characterize teacher and student roles in FFL teaching; to analyse practices aimed at enhancing cooperative learning in FFL teaching; to assess the impact of training upon student teachers’ professional development; and to identify constraints to the implementation of cooperative learning in teaching and learning FFL. The intervention was conducted by the first author as a practicum supervisor and involved five student teachers as well as the collaboration of three school mentors in a secondary school. We present the student teachers’ and their students’ perceptions about the exploration of cooperative learning, based on data collected through lesson observation and a sel-regulation questionnaire administered to the students. Results show that the student teachers were able to implement cooperative learning in accordance with the theoretical principles they learnt. Their students were receptive to the approach and acknowledged the development of academic and social competences through the activities that were implemented. Overall, results indicate that the training intervention was sucessful and that pedagogical supervision may promote the development of reflective teachers and the innovation of school practices.Cet article décrit une étude intégrant un programme de formation sur l’apprentissage coopératif dans l’enseignement du français langue étrangère (FLE), développé dans le cadre de la supervision de stage dans la formation initiale des enseignants au Mozambique. Ses objectifs étaient: caractériser le rôle de l’enseignant et des étudiants dans l’enseignement de FLE; analyser les pratiques pour promouvoir la coopération dans l’enseignement du FLE; évaluer l’impact de la formation sur le développement professionnel des stagiaires; identifier les contraintes à la mise en oeuvre de l’apprentissage coopératif dans l’enseignement et l’apprentissage du FLE. Le programme a été mené par le premier auteur en tant que superviseur de stage et le programme a impliqué cinq stagiaires, avec la collaboration de trois professeurs tuteurs d’une école secondaire. Les perceptions des stagiaires sont mises en évidence sur l’exploration de l’apprentissage coopératif, recueillies grâce à l’observation des cours et à un questionnaire d’autorégulation de l’apprentissage administré aux élèves. Les résultats montrent que les stagiaires ont estimé pouvoir mettre en oeuvre l’apprentissage coopératif selon les principes théoriques appris. L’approche a été bien accueillie par les étudiants qui ont reconnu avoir développé des compétences sociales et académiques grâce aux activités réalisées. Dans l’ensemble, les résultats soulignent le succès du programme et montrent que la supervision pédagogique peut favoriser le développement d’enseignants réflexifs et l’innovation des pratiques scolaires.No presente artigo, descreve-se um estudo que integrou um programa de formação sobre aprendizagem cooperativa no ensino de Francês como língua estrangeira (FLE), desenvolvido no contexto da supervisão de estágio num curso de formação inicial de professores em Moçambique. Os seus objetivos foram os seguintes: caracterizar o papel do professor e dos alunos no ensino de FLE; analisar práticas de promoção da cooperação no ensino de FLE; avaliar o impacto da formação no desenvolvimento profissional dos estagiários; identificar constrangimentos da implementação da aprendizagem cooperativa no ensino e aprendizagem de FLE. O programa foi conduzido pela primeira autora como supervisora de estágio e envolveu cinco estagiários, contando com a colaboração de três orientadores cooperantes de uma escola secundária. Evidenciam-se aqui as perceções dos estagiários e dos seus alunos acerca da exploração da aprendizagem cooperativa, recolhidas através da observação de aulas e de um questionário de autorregulação da aprendizagem administrado aos alunos. Os resultados revelam que os estagiários sentiram que foram capazes de implementar a aprendizagem cooperativa de acordo com os princípios teóricos aprendidos. A abordagem foi bem acolhida pelos alunos, os quais reconheceram ter desenvolvido competências sociais e académicas através das atividades realizadas. Na globalidade, os resultados evidenciam o sucesso do programa e mostram que a supervisão pedagógica pode fomentar o desenvolvimento de professores reflexivos e a inovação das práticas escolares

    As abordagens à aprendizagem/estudo: uma investigação no ensino secundário

    No full text
    Dissertação de Mestrado em Psicologia, Especialização em Psicologia EscolarNeste trabalho, a nível de revisão da literatura, dissecamos a génese, evolução e operacionalização do construto “Student’s Approaches to Learning”, correntemente traduzido por Abordagens dos Estudantes à Aprendizagem. Damos particular destaque às contribuições de John Biggs, autor australiano, responsável por um programa de investigação que adoptou uma filosofia pragmática na abordagem do problema. A ênfase nas metodologias quantitativas, em continuum refinamento, permitiram-lhe operacionalizar o comportamento de estudo e a forma como aprendem os estudantes (universitários e secundário). Por outro lado, o seu interesse em conceptualizar teoricamente o processo ensino-aprendizagem levou-o a desenvolver e refinar o sistémico Modelo 3PPresságio, Processo e Produto (Biggs, 1991, 1993a), que nos serviu de referencial teórico na investigação. Na parte empírica, traduzimos e adaptamos a recente revisão do questionário SPQ: R-SPQ-2F (Biggs et al., 2001), com a finalidade de compreender, no contexto do ensino secundário, as hipotéticas relações entre determinadas variáveis do modelo 3P. Nomeadamente, num primeiro momento, as relações entre as variáveis presságio (sexo, ano de escolaridade, curso frequentado, assiduidade às aulas, etc.) e as abordagens à aprendizagem como variáveis-produto e, num segundo momento, as relações entre as abordagens à aprendizagem (agora “presságio”) e o rendimento académico, enquanto variável-produto. Após a discussão dos resultados para cada grupo de variáveis, concluímos apresentando as implicações práticas na escola secundária em questão e, de uma forma mais lata, lançamos algumas questões sobre o Ensino Básico e Secundário, em Portugal, que necessitam ser repensadas e debatidas.As far as the revision of literature is concerned, this work dissects the genesis, evolution and operationalisation of the construct “ Student’s Approaches to Learning”. A particular focus is given to the contributions of John Biggs, the Australian author responsible for the research program that adopted a pragmatic philosophy in the problem’s approach. The emphasis on quantitative methodologies, in continuum refinement, enabled him to operationalise studying behaviour and the way students learn (university and secondary school students). On the other hand, his interest in theoretically conceptualizing the learning process has led him to refine the 3P-Presage, Process and Product Model (Biggs, 1991, 1993a) which is the referential theory which guided this study. In the empirical part, the recent version of the SPQ: R-SPQ-2F (Biggs et al., 2001) questionnaire was translated and adapted with the goal to understand, in the secondary school level context, the hypothetical relationships between certain variables of the 3P model. Namely, in a first moment, the relationships between the presage variables (sex, school level, course, class attendance, etc) and academic results as product-variable. After the results’ analysis for each group of variables, we conclude presenting the practical implications, on the particular secondary school, and in a broader sense, some issues are raised about elementary and secondary education in Portugal which need to be re-evaluated and discussed.Dans ce travail, au niveau de la révision de la littérature, nous disséquons la génèse, l’évolution et l’opérationnalisation du concept «Student’s Approaches to Learning», couramment traduit par Approches des Elèves face à leur Apprentissage. Nous soulignons particulièrement les contributions de John Biggs, auteur australien, responsable d’un programme de recherche ayant adopté une philosophie pragmatique quant à l’approche du problème. L’accent mis sur les méthodologies quantitatives, en constante amélioration, lui ont permis d’opérationnaliser le comportement face aux études et la manière comme les élèves apprennent (enseignement universitaire et secondaire). D’autre part, son intérêt à conceptualiser théoriquement le processus enseignement-apprentissage l’a conduit à développer et améliorer le modèle systémique 3P- Présage, Processus et Produit (Biggs, 1991, 1993a), référent théorique de notre recherche. Dans la partie empirique, nous avons traduit et adapté la révision récente du questionnaire SPQ: RSPQ- 2F (Biggs et al., 2001), afin de comprendre dans le contexte de l’enseignement secondaire, les relations hypothétiques entre certaines variables du modèle 3P . Nommément, dans un premier temps, les relations entre les variables présage (sexe, année de scolarité, cursus, assiduité, etc.) et les approches face à l’apprentissage comme les variables-produit et, dans un deuxième temps, les relations entre les approches face à l’apprentissage (maintenant «présage») et les résultats académiques, en tant que variable-produit. Après analyse des résultats pour chaque groupe de variables, nous concluons en présentant les implications pratiques dans l’école secondaire en cause et, d’une manière générale, nous posons quelques questions sur l’Enseignement Secondaire au Portugal, questions qui nous semblent devoir être revues et débattues

    Venuti no Brasil: um estudo bibliométrico em teses e dissertações

    No full text
    Translation Studies have been stablishing itself as a discipline in the last 50 years and have been going through what Echeverri (2017) calls metaturn, a moment in which the discipline assesses its own history through bibliometric studies and the compilation of documents with the most significant contributions to the area. In this sense, we have observed the emergence of research that, among other things, aim to understand the impact of the most influential authors in a given field of knowledge. In Translation Studies, an internationally renowned name is Lawrence Venuti, an author who gained notoriety after the publication of The Translator’s Invisibility: A History of Translation (1995). Therefore, this dissertation aims to show, through a bibliometric study, the application of Venuti's thought in theses and dissertations produced in Brazil. For this, we tracked the temporal and geo-institutional context of use of Venuti’s concepts in Brazil, as well as we identified the way in which Brazilian researchers used these postulates in their work. For this purpose, we have compiled a corpus composed of 61 theses and dissertations collected from CAPES's Catálogo de Teses e Dissertações, from which we collected the data regarding the year and institution in which the works were defended, the supervisors, the keywords indexing the works, the consulted references and the resemantization of the Venuti’s concepts in the research. The survey was carried out using terms from Venuti’s terminology. The investigation undertaken in this dissertation has a quantitative-qualitative nature: the quantitative analysis of the data is carried out according to the methodology presented by Esqueda (2020), while the qualitative analysis is based on the concepts of Cultural Transfers, by Michel Espagne (2012; 2017; 2018), Globalization of Knowledge, by Renn et al. (2017), and International Circulation of Knowledge, by Bourdieu (2002).The results point to a mediation network of Venuti’s postulates which involves supervisors, translators and university publishing houses located in Brazil’s South and Southeast regions, as well as reveal an institutional fragmentation of Translation Studies in Brazil. The content analysis of the works led us to systematize six categories of use of Venuti's concepts, namely: theme of the work, foundation in an annotated translation project, foundation for translation analysis, foundation for discussion of the translation practice, secondary foundation of the work and indirect use in the work. The results also show not only a wide diffusion of the foreignization and domestication concepts in Brazilian academic context – to the point of they have acquired an autonomous character and circulate without the proper theoretical binding – but also point to the resemantization of these concepts according to the objectives proposed by the researchers in their works. By reason of assessing the scientific production of a discipline, research such as the one undertaken in this dissertation proves to be indispensable, not only for the process of consolidating Translation Studies as a discipline, but also for providing clues about the intellectual production developed in Brazil.RESUMÉ. Les études de traduction se sont constituées en tant que champ disciplinaire au cours des 50 dernières années et ont traversé ce qu'Echeverri (2017) appelle un métatour, un moment où le champ disciplinaire fait le point sur sa propre histoire à travers des études bibliométriques et la compilation de documents offrant les contributions les plus significatives au domaine. Dans ce sens, nous avons observé l'émergence de recherches qui, entre autres, visent à comprendre l'impact des auteurs les plus influents d'un domaine de connaissance particulier. Dans le domaine des études de traduction, un nom à rayonnement international est celui de Lawrence Venuti, un auteur qui a acquis une certaine notoriété après la publication de The Translator's Invisibility: A History of Translation (1995). Ainsi, à travers une étude bibliométrique, cette thèse vise à mettre en évidence l'application de la pensée de Venuti dans les thèses et mémoires soutenus au Brésil. Pour ce faire, nous suivons le contexte temporel et géoinstitutionnel de l'utilisation des concepts établis par Venuti au Brésil, des concepts que nous appelons vénutiens. Nous identifions aussi la manière dont les chercheurs brésiliens ont utilisé ces postulats dans leurs travaux. À cette fin, nous avons compilé un corpus composé de 61 thèses et mémoires recueillis dans le Catálogo de Teses e Dissertações de la CAPES (Coordination de l'Amélioration du Personnel de l'Enseignement Supérieur). L'enquête a été réalisée en utilisant les termes de la terminologie vénutienne. La recherche entreprise dans cette thèse couvre deux axes: l'un de nature quantitative, qui analyse les données relatives à l'année et à l'institution dans laquelle les mémoires et thèses ont été soutenus, leurs directeurs, leurs mots-clés, les références consultées et la resémantization de la pensée vénutienne dans la recherche; et l'autre, de nature qualitative, qui se produit à travers une analyse interprétative de ces données. L'analyse quantitative des données est réalisée conformément à la méthodologie présentée par Esqueda (2020), tandis que l'analyse qualitative, se fait sur la base des concepts de Transferts culturels, de Michel Espagne (2012 ; 2017 ; 2018), de Mondialisation des connaissances, de Renn et collaborateurs (2017), et de Circulation internationale des idées, de Bourdieu (2002). Les résultats mettent en évidence un réseau de médiation des postulats vénutiens qui implique des directeurs de mémoires et thèses des traducteurs et des éditeurs universitaires situés dans l'axe sud-sud-est, et révèlent une fragmentation institutionnelle des études de traduction au Brésil. L'analyse de contenu des articles nous a conduit à systématiser six catégories d'utilisation des concepts de Venuti, comme suit : thème de l'ouvrage, justification du projet de traduction commenté, justification de l'analyse de la traduction, justification de la discussion sur la pratique de la traduction, justification secondaire de l'ouvrage et utilisation indirecte dans l'ouvrage. En évaluant la production scientifique d'un champ de connaissances, des recherches comme celle entreprise dans cette thèse s'avèrent indispensables, non seulement pour le processus de consolidation de la traductologie en tant que champ disciplinaire, mais aussi pour fournir des indices sur la production intellectuelle développée au Brésil.Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior - CAPESOs Estudos da Tradução vêm se constituindo como campo disciplinar nos últimos 50 anos e vêm passando pelo que Echeverri (2017) denomina como metavirada, momento em que o campo disciplinar faz um balanço de sua própria história por meio de estudos bibliométricos e da compilação de documentos com as contribuições mais significativas para a área. Nesse sentido, temos observado o surgimento de pesquisas que, entre outras coisas, objetivam compreender o impacto dos autores mais influentes de determinado campo do conhecimento. No âmbito dos Estudos da Tradução, um nome de projeção internacional é Lawrence Venuti, autor que ganhou notoriedade após a publicação de The Translator’s Invisibility: A History of Translation (1995). Sendo assim, esta tese visa evidenciar, através de um estudo bibliométrico, a aplicação do pensamento de Venuti em teses e dissertações defendidas no Brasil. Para isso, rastreamos o contexto temporal e geoinstitucional de utilização dos conceitos venutianos no Brasil, bem como identificamos a maneira pela qual os pesquisadores brasileiros empregaram esses postulados em seus trabalhos. Com essa finalidade, compilamos um corpus composto por 61 teses e dissertações coletadas do Catálogo de Teses e Dissertações da CAPES, a partir do qual levantamos dados referentes ao ano e instituição em que os trabalhos foram defendidos, aos orientadores, às palavras-chave indexadoras dos trabalhos, às referências consultadas e ressemantização do pensamento venutiano nas pesquisas. O levantamento foi feito através de termos próprios da terminologia venutiana. A investigação empreendida nesta tese é de natureza quanti-qualitativa: a análise quantitativa dos dados é realizada em consonância com a metodologia apresentada por Esqueda (2020), enquanto a análise qualitativa, é feita com base nos conceitos de Transferências Culturais, de Michel Espagne (2012; 2017; 2018), de Globalização do Conhecimento, de Renn e colaboradores (2017), e de Circulação Internacional do Conhecimento, de Bourdieu (2002). Os resultados apontam para uma rede de mediação dos postulados venutianos que envolve orientadores, tradutores e editoras universitárias situadas no eixo Sul-Sudeste, bem como revelam uma fragmentação institucional dos Estudos da Tradução no Brasil. A análise conteudística dos trabalhos nos levou a sistematizar seis categorias de uso dos conceitos de Venuti, quais sejam: tema do trabalho, fundamentação em projeto de tradução comentada, fundamentação para análise de tradução, fundamentação para discussão da prática tradutória, fundamentação secundária do trabalho e utilização indireta no trabalho. Os resultados também evidenciam a ampla difusão dos conceitos de estrangeirização e domesticação no contexto acadêmico brasileiro, ao ponto de terem adquirido caráter autônomo e circularem sem a devida vinculação teórica, bem como apontam para ressemantizações desses conceitos de acordo com os objetivos propostos pelos pesquisadores em seus trabalhos. Ao aferirem a produção científica de uma área do conhecimento, pesquisas como a empreendida nesta tese se mostram indispensáveis, não apenas para o processo de consolidação dos Estudos da Tradução enquanto campo disciplinar, mas também por fornecerem pistas acerca da produção intelectual desenvolvida no Brasil

    Remarques sur la fonction idéologique du pénitencier dans la reproduction de l'inégalité sociale

    No full text
    Der Autor befasst sic h mit dem Problem, inwiefern die "vorsichtigen Reformen" des Strafrollzugsgesetzes in West-Deutschland und Italien mit ihrer Betonung der "Behandlung" und Resozialisierung des Gefangenen rein ideologisch zu sehen sind oder ein Minimum an Glaubwurdigkeit besitzen. Die deklarierten Reformen widersprechen namlich der Tatsache, da das Gefangnts bis heute eine der wichtigsten Institutionen geblieben ist, die dazu bestimmt sind, soziale Randgruppen zu reproduzieren und zu kontrollieren. Dies wird besonders bei der Analyse der Marginalisierungsprozesse in Schulen deutlich, wo sie fur gewöhnlich von den Betroffenen erstmals erlebt werden. Die Betroffenen erfahren häufig den Obergang von Bildungseinrichtungen zum Gefangnis, wo der Marginalisierungs- prozess endgültig bestätigt wird, als einen kontinuierlichen Instanzenweg. Der Autor zeigt, wie das gesamte Verteilungssystem von negativen Sanktionen Marginalisierung zur Folge hat : Sie wächst mit jedem Obergang von einer Institution zu einer anderen, die Marginalisierungs-tendenz ist bereits den durch das Strafrecht geschutzten Werten inherent, sie wird u'ber juristische Techniken und über die sekundare Kriminalisierung, wie sie durch Polizei und Justiz praktiziert wird, verstärkt, bis sie in den Gefàngnissen, wo die extremste Entpersonalisierung entsteht, besiegelt wird. Unter diesem Aspekt erweisen sich die Reformvorgaben, die eine Resozialisierung oder Rückfuhrung der Täter in die Gesellschaft postulieren als pure Ideologien, die tdglich von der wirklichen Funktion der "freiheitsentziehenden Strafe" widerlegt werden. Konsequenterweise sind alle diejenigen Reformen als illusorisch und ideologisch zu bezeichnen, die nicht darauf zielen, die Schrankenz wise hen Gefangnis und Gesellschaft zu zerbrechen.The author considers the problem of whether the "timid apertures" which can be found in recent reforms in Germany and in Italy, regarding "treatment" and resocialisation of prisoners, are purely ideological or have a minimum of credibility. These reforms clash with the fact that up to now the prison has been one of the main social institutions delegated to controlling social emargination. Of course it is not the only one : this is particularly evident if we look at the process of emargination in schools, where it usually originates. There is also often a continuity between scholastic institutes and prisons, where the process of emargination is reinforced even more. The author shows how the entire system of sanctions is constructed on emargination : emargination grows with each logical passage from one level to another, from values protected by penal law, to juridical techniques, to secondary criminalization practiced by the police and judges, up to prisons, where the most extreme depersonalization occurs. From this point to view, the goal of any type of rehabilitation or reintroduction into society reveals itself as a process to be totally ideological and denied by the very structure of punishment-by- detention. Consequently, any reforms are purely illusory and ideological if they are not aimed at breaking down the barrier between prisons and society.L'auteur considère le problème de savoir dans quelle mesure les récentes "timides réfomes" du droit pénal en République Fédérale d'Allemagne et en Italie, mettant l'accent sur le "traitement" des détenus en vue de leur "réhabilitation " dans la société, ont un caractère purement idéologique, ou s'il est néanmoins possible de leur accorder un minimum de crédibilité. En effet, ces réformes s'accordent mal avec le fait que jusqu'ici la prison fut l'une des institutions les plus importantes destinée à la reproduction et au contrôle de groupes sociaux marginalisées. La prison n'est certes pas l'unique institution à avoir cette fonction : ceci ressort de manière particulièrement évidente lors de l'analyse des processus de marginalisation durant les années de scolarité, époque où les sujets concernés en font généralement l'expérience pour la première fois. Les sujets éprouvent souvent le passage des institutions scolaires à la prison comme un passage doué d'une continuité. L'auteur montre comment l'ensemble du système de distribution de sanctions négatives a pour effet la marginalisation : elle croît à chaque passage d'une institution à une autre; la tendance à la marginalisation est déjà un caractère intrinsèque des valeurs défendues par le droit pénal, elle est renforcée par les procédés juridiques et la criminalisation secondaire, telle que la pratiquent la police et l'administration de la justice jusqu'à être confirmée dans les prisons, où a lieu la dépersonalisation la plus extrême. Vues sous cet angle, les réformes postulant la réinsertion du détenu dans la société se révèlent comme de pures idéologies que contredit journellement la véritable fonction de la "peine privative de liberté". En conséquence il faut considérer comme illusoires et idéologiques toutes les réformes qui ne visent point à abattre la barrière existant entre la prison et la société.De auteur onderzoekt het probleem in welke mate de récente "schroomvallige hervormingen" van het strafrecht in de Duitse Bondesrepubliek en in Italie, die de nadruk leggen op de "behandeling*' van gevangenen met het oog op hun rehabilitate in de samenleving, slechts een zuiver ideologische karakter vertonen ofwel toch een minimum van geloofwaardigheid verdienen. Inderdaad, deze hervormingen komen moor in zeer geringe mate over een met het feit dat tot op heden de gevangenis een der belangrijkste inste Hinge n was, bestemd voor de reproductie van en de contrôle op sociaal-marginale groepen. De gevangenis is echter niet de enige instelling die deze funktie vervult. Dit wordt zeer duidelijk en vanzelfsprekend wanneer men kijkt naar de marginaliseringsprocessen die zich voordoen gedurende de schooljaren, wanneer de betrokkenen voor het eerst die ervaring opdoen. Zij ervaren dikwijls de overgang van de school naar de gevangenis als een doorlopend gebeuren. De auteur toont aan hoe het ganse systeem van verdeling van negatieve sancties de marginalisering als gevolg heeft. Deze neemt toe bij iedere overgang van één instelling naar een andere. De tendens tot marginalisering is reeds een inherent kenmerk van de waarden die door het strafrecht worden verdedigd. Zij wordt verstevigd door juridische procedures en door de secundaire criminalisering, zoals die door politie en strafrechtsbedeling worden toebedeeld. Zij wordt nogmaals bevestigd in de gevangenissen, waar de meeste extreme ontpersoonlijking plaats vindt. Vandaaruit bekeken blijken de hervormingen die de weder- opneming van de gedetineerde in de samenleving vooropstellen, de uiting te zijn van zuivere ideologieën en die komen in tegenspraak met de dagdagelijkse waarachtige functie van de vrijheidsberoving. Derhalve moeten allé hervormingen die er niet op gericht zijn de bestaande scheidingsmuren tussen de gevangenis en de samenleving te slopen als bedrieglijk en ideologisch worden beschouwd.Baratta Alessandro. Remarques sur la fonction idéologique du pénitencier dans la reproduction de l'inégalité sociale. In: Déviance et société. 1981 - Vol. 5 - N°2. pp. 113-131

    Identità, evoluzione ed organizzazione interna di programmi poetico-musicali nelle raccolte rinascimentali italiane di madrigali e canzonette di diversi autori

    No full text
    The bibliography on the Italian secular polyphony of the sixteenth and seventeenth centuries, which describes the repertoire in the editions of various authors (compared to that of the books of a single composer) has remained until today the least known, the least up-to-date, despite the efforts of several talented scholars. Relegated to a secondary section from the first Vogel (1892) and authoritatively revised by Alfred Einstein (1962), it was systematically 'baffled' by the musicology due to its varied complexity, with only some rare but partial exception (Lincoln, Lewis, Bernstein). Neither the New Vogel (1977), which had prudently evaded this gigantic repertoire – apart from some strange inclusions (Balbi, Barré, Doni etc.) –, has been updated in the last 35 years. Also the huge effort of the RISM (B/I) catalogue gives no assurance of completeness or noteworthy usefulness until, for example, the problem of the over one thousand anonymous or 'Of uncertain author' songs that disseminate the history of printed vocal music of the '500 /' 600 is fully addressed. This means that to date the scholar who wants to consciously examine the genesis, the movement and the historical first-hand records on a given song, or on the songs of a collective book (which we have defined UBI for brevity) has to go through the not-indexed list of more than eight thousand songs-texts. Many studies, although limited to individual books, have documented the wealth of musical, literary, linguistic, geographical, professional proposals of this section, feeling the need of a larger organization without doing nothing to overcome this situation. The study and research of a single Italian scholar has finally remedied this binding necessity with a complete indexing of books, texts, dedications, internal notes in the books and the original documents provided by that repertory: this new bibliographical tool is called RIM (Italian Renaissance music). The full transcript of more than the 98% of the texts set to music in this repertoire, with the necessary computerized and digitized supports, allows the entire historiography on the Renaissance to progress its studies and research, not only in the identification of several hundreds of songs so far anonymous, but in many fields of the entire historiography of music in the age of the Italian madrigal. Carrying out a systematic investigation on the compilatory organization of the UBI has been possible only thanks to the availability of the RIM. This thesis therefore represents the systematic investigation on anthologies (choices of already known songs) and on edizioni collettive (collective editions are books of original songs) appropriately arranged in order to form programs and courses coherent in sense with the intentions of the coordinators, compilers-dedicators, artists who have compiled them to honour and illustrate their own community with music and poetry. About 150 books examined allow us to identify a previously unknown wealth of collective proposals and ingenious text-music organization to be seen as 'Libretto' ante litteram before the advent of melodrama.La bibliographie sur la polyphonie profane italienne des XVIe et XVIIe siècles, qui décrit aussi le répertoire des éditions de plusieurs auteurs (par rapport à des livres d'un seul compositeur) est restée jusqu'à aujourd'hui la moins connue, la moins cataloguée et la moins mise à jour malgré les efforts des nombreux chercheurs talentueux. Reléguée à une section secondaire du «Vecchio Vogel» (1892) et révisé avec autorité par Alfred Einstein (1962), sa complexité variée a été éludée par la musicologie systématique, avec quelques exceptions rares, mais partielles (Lincoln, Lewis Bernstein.) Le Nuovo Vogel (1977), qui avait prudemment évité ce vaste répertoire 'collectif', non sans certaines inclusions incorrectes (Balbi, Barré, Doni etc.), n’a toujours pas été mis à jour, plus de 35 ans après sa sortie. Même le grand effort de catalogage RISM (B/I) ne donne aucune garantie d'exhaustivité ni d’utilité suffisante, car il n’affronte pas de manière systématique, par exemple, les problèmes de l'anonymat de plus de mille pièces, ou ce ‘Di incerto autore’ dispersé dans l'histoire de la musique vocale imprimée au Renaissance. Cela signifie qu'à ce jour, le savant qui veut examiner consciemment la genèse, le mouvement et la documentation historique de première main sur une pièce donnée, ou sur les madrigaux d'un livre collectif (que par souci de concision, nous avons défini UBI) doit feuilleter un répertoire de plus de huit mille textes de madrigaux. (UBI et uesi sont des néologismes pour décrire le répertoire que nous étudions). De nombreuses études, bien que limitées à certains livres, ont documenté la richesse musicale, littéraire, linguistique, géographique et professionnelle de ce grand répertoire de pièces de musique, ressentant le besoin d'un ordre plus important, sans que rien de tel n'ait été fait. À ce besoin urgent a répondu un travail du présent auteur consacré à l'indexation complète des livres, des textes, des dédicaces, des notes internes et des documents originaux que ce répertoire présente: ce nouvel outil bibliographique est appelé RIM (musique de la Renaissance italienne). La transcription intégrale de plus de 98% des textes mis en musique dans ce répertoire avec le nécessaire soutien informatisé et numérisé permet à tous ceux qui s'occupent de l'historiographie musicale italienne de la Renaissance non seulement d’identifier d'un grand nombre de pièces jusqu'aujourd'hui anonymes, mais constitue aussi un progrès dans de nombreux domaines du madrigal italien. Ce n’est qu’une fois que le RIM a été disponible qu’il a été possible de mener une enquête systématique sur l'organisation interne des UBI. Cette thèse est donc une recherche systématique sur l'organisation interne des anthologies (que l’on définit ici comme un choix de chansons déjà connues) et des edizioni collettive (à la différence des anthologies, les éditions collectives contiennent un choix de chansons originales), disposées de manière appropriée afin d'identifier et d'offrir des programmes structurés selon les intentions des coordinateurs-compilateurs, ou de celui qui signe la dédicace, ou encore des artistes qui les ont compilées dans le but d'honorer et d'illustrer leur propre communauté. Environ 150 livres étudiés nous permettent d'identifier une richesse jusque-là inconnue de propositions collectives et d'ingénieuses organisations texte-musique, qui conduisent à la fin de la période à la création du livret d'opéra ante litteram avant l'avènement même du mélodrame.La bibliografia relativa alla polifonia profana italiana cinque/secentesca che descrive anche il repertorio contenuto nelle edizioni di vari autori (rispetto a quello dei libri di un solo compositore) è rimasta fino ad oggi la meno nota, la meno aggiornata e la meno catalogata nonostante gli sforzi di valenti studiosi. Relegata in una sezione secondaria fin dal primo Vogel (1892) e rivista autorevolmente da Alfred Einstein(1962), nella sua complessità variegata è stata ‘elusa’ sistematicamente dalla musicologia, con qualche rara ma, in ogni caso, parziale eccezione (Lincoln, Lewis, Bernstein.) Nemmeno il Nuovo Vogel (NV,1977), il quale aveva prudenzialmente eluso deliberatamente questo vasto repertorio, non senza qualche strana inclusione (Balbi, Barré, Doni ecc.), alla distanza d'un tempo pari ad un ‘mezzo cammin di nostra vita’, non è stato più aggiornato. Per analoghe ragioni l'ingente sforzo catalografico del RISM B/I non si rivela di soverchia utilità, né dà certezza di completezza, finché, per esempio, non si affronti in modo sistematico il problema degli oltre mille brani adespoti o ‘Di incerto autore’ che disseminano la storia della musica vocale profana stampata fino al 1700. Ciò significa che a tutt’oggi lo studioso che voglia esaminare coscientemente la genesi, la circolazione e la documentazione storica di prima mano su un determinato brano, (o sui brani di un libro collettivo, che per brevità abbiamo definito UBI) deve passare in rassegna l'intero repertorio non indicizzato di oltre ottomila brani/testi. (UBI e uesi sono neologismi da noi ideati, che sono discussi nel primo capitolo della tesi, funzionali a descrivere il repertorio indagato). Molti studi, ancorché limitati a singoli libri collettivi, hanno documentato la ricchezza di proposte musicali, letterarie, linguistiche, geografiche e professionali di questa sezione di repertorio vocale, segnalando la necessità di un più ampio ordinamento, senza che nulla di tutto ciò sia stato fatto. Lo studio e la ricerca di uno singolo studioso italiano ha finalmente dato una risposta - creando una base di dati, cioè uno strumento informatico - che ha, almeno in parte, sanato questa esigenza davvero inderogabile, con un’indicizzazione completa dei frontespizi, dei testi poetici, delle dediche, delle documentazioni originali e delle note interne dei libri collettivi che tale repertorio presenta: questo nuovo strumento bibliografico si chiama RIM (Rinascimento Musicale Italiano). La trascrizione integrale, con i necessari supporti informatici digitalizzati, di oltre il 98% dei testi messi in musica di questo repertorio consente all’intera storiografia musicale un sicuro progresso non solo nella migliore identificazione dei brani già noti (e soprattutto di un buon numero di anonimi), ma anche di cogliere e fornire una visione complessiva del fenomeno in numerosi campi della storiografia musicale del ’5/'600. Con il RIM è stato possibile procedere all'indagine sistematica sull'organizzazione compilativa delle singole UBI. Questa tesi è quindi l'indagine sistematica sulle anthologie (scelte di brani già noti) e sulle edizioni collettive cioè libri di brani originali, disposti in modo idoneo a costituire programmi e percorsi di senso strutturati secondo le intenzioni dei coordinatori-dedicatori, artisti che le hanno compilate con lo scopo precipuo di onorare ed illustrare la propria comunità tramite la musica e la poesia. I circa 150 libri esaminati in maniera completa ci permettono di segnalare un'ideale ricchezza di proposte collettive e di geniale organizzazione testo-musica finora sconosciuta. È un'organizzazone che si configura come 'Libretto' ante litteram di opere musicali ben prima dell'avvento stesso del melodramma

    Identity, evolution and internal organization of poetical-musical programmes in Renaissance Italian madrigal and canzonette prints "di diversi aurori"

    No full text
    La bibliographie sur la polyphonie profane italienne des XVIe et XVIIe siècles, qui décrit aussi le répertoire des éditions de plusieurs auteurs (par rapport à des livres d'un seul compositeur) est restée jusqu'à aujourd'hui la moins connue, la moins cataloguée et la moins mise à jour malgré les efforts des nombreux chercheurs talentueux. Reléguée à une section secondaire du «Vecchio Vogel» (1892) et révisé avec autorité par Alfred Einstein (1962), sa complexité variée a été éludée par la musicologie systématique, avec quelques exceptions rares, mais partielles (Lincoln, Lewis Bernstein.) Le Nuovo Vogel (1977), qui avait prudemment évité ce vaste répertoire 'collectif', non sans certaines inclusions incorrectes (Balbi, Barré, Doni etc.), n’a toujours pas été mis à jour, plus de 35 ans après sa sortie. Même le grand effort de catalogage RISM (B/I) ne donne aucune garantie d'exhaustivité ni d’utilité suffisante, car il n’affronte pas de manière systématique, par exemple, les problèmes de l'anonymat de plus de mille pièces, ou ce ‘Di incerto autore’ dispersé dans l'histoire de la musique vocale imprimée au Renaissance. Cela signifie qu'à ce jour, le savant qui veut examiner consciemment la genèse, le mouvement et la documentation historique de première main sur une pièce donnée, ou sur les madrigaux d'un livre collectif (que par souci de concision, nous avons défini UBI) doit feuilleter un répertoire de plus de huit mille textes de madrigaux. (UBI et uesi sont des néologismes pour décrire le répertoire que nous étudions). De nombreuses études, bien que limitées à certains livres, ont documenté la richesse musicale, littéraire, linguistique, géographique et professionnelle de ce grand répertoire de pièces de musique, ressentant le besoin d'un ordre plus important, sans que rien de tel n'ait été fait. À ce besoin urgent a répondu un travail du présent auteur consacré à l'indexation complète des livres, des textes, des dédicaces, des notes internes et des documents originaux que ce répertoire présente: ce nouvel outil bibliographique est appelé RIM (musique de la Renaissance italienne). La transcription intégrale de plus de 98% des textes mis en musique dans ce répertoire avec le nécessaire soutien informatisé et numérisé permet à tous ceux qui s'occupent de l'historiographie musicale italienne de la Renaissance non seulement d’identifier d'un grand nombre de pièces jusqu'aujourd'hui anonymes, mais constitue aussi un progrès dans de nombreux domaines du madrigal italien. Ce n’est qu’une fois que le RIM a été disponible qu’il a été possible de mener une enquête systématique sur l'organisation interne des UBI. Cette thèse est donc une recherche systématique sur l'organisation interne des anthologies (que l’on définit ici comme un choix de chansons déjà connues) et des edizioni collettive (à la différence des anthologies, les éditions collectives contiennent un choix de chansons originales), disposées de manière appropriée afin d'identifier et d'offrir des programmes structurés selon les intentions des coordinateurs-compilateurs, ou de celui qui signe la dédicace, ou encore des artistes qui les ont compilées dans le but d'honorer et d'illustrer leur propre communauté. Environ 150 livres étudiés nous permettent d'identifier une richesse jusque-là inconnue de propositions collectives et d'ingénieuses organisations texte-musique, qui conduisent à la fin de la période à la création du livret d'opéra ante litteram avant l'avènement même du mélodrame.The bibliography on the Italian secular polyphony of the sixteenth and seventeenth centuries, which describes the repertoire in the editions of various authors (compared to that of the books of a single composer) has remained until today the least known, the least up-to-date, despite the efforts of several talented scholars. Relegated to a secondary section from the first Vogel (1892) and authoritatively revised by Alfred Einstein (1962), it was systematically 'baffled' by the musicology due to its varied complexity, with only some rare but partial exception (Lincoln, Lewis, Bernstein). Neither the New Vogel (1977), which had prudently evaded this gigantic repertoire – apart from some strange inclusions (Balbi, Barré, Doni etc.) –, has been updated in the last 35 years. Also the huge effort of the RISM (B/I) catalogue gives no assurance of completeness or noteworthy usefulness until, for example, the problem of the over one thousand anonymous or 'Of uncertain author' songs that disseminate the history of printed vocal music of the '500 /' 600 is fully addressed. This means that to date the scholar who wants to consciously examine the genesis, the movement and the historical first-hand records on a given song, or on the songs of a collective book (which we have defined UBI for brevity) has to go through the not-indexed list of more than eight thousand songs-texts. Many studies, although limited to individual books, have documented the wealth of musical, literary, linguistic, geographical, professional proposals of this section, feeling the need of a larger organization without doing nothing to overcome this situation. The study and research of a single Italian scholar has finally remedied this binding necessity with a complete indexing of books, texts, dedications, internal notes in the books and the original documents provided by that repertory: this new bibliographical tool is called RIM (Italian Renaissance music). The full transcript of more than the 98% of the texts set to music in this repertoire, with the necessary computerized and digitized supports, allows the entire historiography on the Renaissance to progress its studies and research, not only in the identification of several hundreds of songs so far anonymous, but in many fields of the entire historiography of music in the age of the Italian madrigal. Carrying out a systematic investigation on the compilatory organization of the UBI has been possible only thanks to the availability of the RIM. This thesis therefore represents the systematic investigation on anthologies (choices of already known songs) and on edizioni collettive (collective editions are books of original songs) appropriately arranged in order to form programs and courses coherent in sense with the intentions of the coordinators, compilers-dedicators, artists who have compiled them to honour and illustrate their own community with music and poetry. About 150 books examined allow us to identify a previously unknown wealth of collective proposals and ingenious text-music organization to be seen as 'Libretto' ante litteram before the advent of melodrama.La bibliografia relativa alla polifonia profana italiana cinque/secentesca che descrive anche il repertorio contenuto nelle edizioni di vari autori (rispetto a quello dei libri di un solo compositore) è rimasta fino ad oggi la meno nota, la meno aggiornata e la meno catalogata nonostante gli sforzi di valenti studiosi. Relegata in una sezione secondaria fin dal primo Vogel (1892) e rivista autorevolmente da Alfred Einstein(1962), nella sua complessità variegata è stata ‘elusa’ sistematicamente dalla musicologia, con qualche rara ma, in ogni caso, parziale eccezione (Lincoln, Lewis, Bernstein.) Nemmeno il Nuovo Vogel (NV,1977), il quale aveva prudenzialmente eluso deliberatamente questo vasto repertorio, non senza qualche strana inclusione (Balbi, Barré, Doni ecc.), alla distanza d'un tempo pari ad un ‘mezzo cammin di nostra vita’, non è stato più aggiornato. Per analoghe ragioni l'ingente sforzo catalografico del RISM B/I non si rivela di soverchia utilità, né dà certezza di completezza, finché, per esempio, non si affronti in modo sistematico il problema degli oltre mille brani adespoti o ‘Di incerto autore’ che disseminano la storia della musica vocale profana stampata fino al 1700. Ciò significa che a tutt’oggi lo studioso che voglia esaminare coscientemente la genesi, la circolazione e la documentazione storica di prima mano su un determinato brano, (o sui brani di un libro collettivo, che per brevità abbiamo definito UBI) deve passare in rassegna l'intero repertorio non indicizzato di oltre ottomila brani/testi. (UBI e uesi sono neologismi da noi ideati, che sono discussi nel primo capitolo della tesi, funzionali a descrivere il repertorio indagato). Molti studi, ancorché limitati a singoli libri collettivi, hanno documentato la ricchezza di proposte musicali, letterarie, linguistiche, geografiche e professionali di questa sezione di repertorio vocale, segnalando la necessità di un più ampio ordinamento, senza che nulla di tutto ciò sia stato fatto. Lo studio e la ricerca di uno singolo studioso italiano ha finalmente dato una risposta - creando una base di dati, cioè uno strumento informatico - che ha, almeno in parte, sanato questa esigenza davvero inderogabile, con un’indicizzazione completa dei frontespizi, dei testi poetici, delle dediche, delle documentazioni originali e delle note interne dei libri collettivi che tale repertorio presenta: questo nuovo strumento bibliografico si chiama RIM (Rinascimento Musicale Italiano). La trascrizione integrale, con i necessari supporti informatici digitalizzati, di oltre il 98% dei testi messi in musica di questo repertorio consente all’intera storiografia musicale un sicuro progresso non solo nella migliore identificazione dei brani già noti (e soprattutto di un buon numero di anonimi), ma anche di cogliere e fornire una visione complessiva del fenomeno in numerosi campi della storiografia musicale del ’5/'600. Con il RIM è stato possibile procedere all'indagine sistematica sull'organizzazione compilativa delle singole UBI. Questa tesi è quindi l'indagine sistematica sulle anthologie (scelte di brani già noti) e sulle edizioni collettive cioè libri di brani originali, disposti in modo idoneo a costituire programmi e percorsi di senso strutturati secondo le intenzioni dei coordinatori-dedicatori, artisti che le hanno compilate con lo scopo precipuo di onorare ed illustrare la propria comunità tramite la musica e la poesia. I circa 150 libri esaminati in maniera completa ci permettono di segnalare un'ideale ricchezza di proposte collettive e di geniale organizzazione testo-musica finora sconosciuta. È un'organizzazone che si configura come 'Libretto' ante litteram di opere musicali ben prima dell'avvento stesso del melodramma

    Une main pleine de jokers, un gabarit riche en grain fin de primitives opaques: le vocalisme « noir » et « gris » du gascon landais

    No full text
    International audienceDas Gascogne Landais ist unter Okzitanisten und Romanisten berühmt für den Vokalismus seines "schwarzen Sprechens". In der maritimen Gascogne bedeutet "schwarz sprechen", den Vokalismus der nicht hohen Palatalvokale zu einem einzigen neutralen Timbre zu nivellieren, wie Theobald Lalanne (1949: 20) anhand dieses lokalen Schibboleths zusammenfasst: lë pëlyë dë lë hëmnë k'ës nëgë oder 'das Kleid der Frau ist schwarz' oder 'das Kleidungsstück der Frau ist schwarz'. Ebenfalls laut diesem Autor, der einer der wichtigsten Ermittler des ALG war, für den westlichen Teil der gaskognischen Domäne: "Die hellen Sprechweisen sagen zwar éstelé, estélë, ëstélë 'Stern', aber nur die schwarze Sprechweise sagt ëstëlë (ebd.). Lalanne argumentiert darüber hinaus, dass nicht weniger als 30% des Vokalismus im schwarzen Gascon auf diese Weise "entfärbt" würden. Die Areologie des Phänomens lässt sich als eine relativ neue Innovation des zentralen Seegaskans beschreiben, die auf eine Intensivierung einer Reduktionsregel für die mittleren vorderen Vokale nach der eben erwähnten Reihe éstelé, estélë, ëstélë zurückzuführen ist: Eine Harmonisierung hätte stattgefunden, vom atonischen (insbesondere posttonischen) Bereich zum tonischen (mittlere Position) und dann zum prätonischen Bereich (bestätigt durch den Vokalismus der proklitischen Pronomen, wie in dem oben genannten Syntagma). Die Peripherien, die "heller" sind und nur atonale Vokale reduzieren, wären demnach retinierend (vgl. die Daten von Viaut & Burov 2011 für das Médoc, s. auch Daten von Lartigue 2004). Es würde sich um eine regressive Harmonie von rechts nach links handeln, entsprechend der allgemeinen Theorie gabarischer Interaktionen in den Sprachen der Welt (vgl. Scheer 2015). Oberflächlich betrachtet - an der Oberfläche - haben wir also CVCV-Schablonen voller "Joker": geladen mit Kernen, die wie Schwas (wie //) aussehen, also unterspezifizierte Vokale, oder wie labiopalatale Vokale (wie //), die mehr oder weniger aus Schwas hervorgegangen sind, aber keine sind. Dieses Phänomen der vokalischen "Verfärbung" des "schwarzen Gascogne" und teilweise auch des "hellen Gascogne", das es geolinguistisch umfasst, wurde meist phonetisch mit Hilfe von Schwas notiert, obwohl diese Vokale keineswegs Schwas sind (abgesehen von pronominalen Items oder internen Prätonika, entsprechend der galloromanischen Tendenz, zugegeben). Die Vielfalt der Notationen ist groß und trübt den Weg zu einer typologischen Charakterisierung dieser Sprache wie auch des westlichen Gascogne auf phonologischer Ebene. Dieses Phänomen der Reduktion chromatischer Merkmale, das einer scheinbar redundanten harmonischen Strategie entspringt, muss auch mit anderen Phänomenen korreliert werden, die in einer dialektischen Beziehung zueinander stehen, da sie der Entlassung oder Anreicherung von Merkmalen oder "zusätzlichen" Silbeneinheiten (vgl. Millardet, 1979) zuzuordnen sind. Millardet 1910a), wie z. B. die Prothese eines vorrhotischen Bassvokals (Nordwestgaskon razimétë, rodë, rat, règë, ribèrë usw. vs. Südwest arazimétë, arodë, arat, arègë, aribèrë usw. 'Stachelbeere, Rad, Ratte, Furche, Fluss' usw.). Es handelt sich hier um ein einziges Phänomen: die Einfügung eines {A}-Elements in das Klang- und Chromatisierungsraster, das die Schablone [CV]CVCV[CV] dominiert, das jeweils entweder eine Pharyngalisierung (für den Vokalismus des "schwarzen Gascogne" und der "parlers clairs" mit Atonreduktion, Umgebung) im Herzen und am dexteren Rand des Bereichs CVCV[CV] in Form eines sekundären {@}-Primitivs oder eine prothetische Silbentrennung an seiner ursprünglichen Peripherie ergeben wird. Dieses Phänomen lässt sich also mithilfe einer lokalen Pharyngalisierungsregel beschreiben, die neben der prothetischen Resyllabation auf einer mittleren Ebene des Zyklus der geordneten Regeln für das westliche Gaskon agiert. Seit über einem Jahrhundert haben die phonetischen Notationen der Deskriptoren, einschließlich der ALG, die Daten getrübt und die Interpretation verhindert, die wir hier vorschlagen werden und die mit der phonologischen Typologie auf einer nicht mehr lokalen, sondern globalen Ebene für Sprachen mit pharyngealen Kontrasten übereinstimmt: Unserer Ansicht nach ist V1 in einer Form wie ëstëlë des schwarzen Gascogne, die die Phantasie von Lalanne und den Sprechern so sehr beeindruckt, ein prothetischer Vokal vom Schwa-Typ und damit /, V2 ist ein halbhoher palataler Vokal +RTR (Retracted Tongue Root), den man als /ɘ/ oder sogar als // (leicht grau unterlegtes Feld) beschreiben kann, während die prothetischen Kerne zu einem Phonotyp wie // gehören. Das schwarze Gascon aktiviert also die drei Vokale der Ordnung [-avant, -labial] in einer kontrastierenden Ateritätsbeziehung. Mit anderen Worten, es ändert alles, dass die "undurchsichtige Monotonie" der "Verfärbung" des schwarzen Gaskognisch nicht auf eine Verallgemeinerung eines Schwa oder eines labiopathischen Vokals vom Typ //, "à la française", reduziert wird.Landes Gascon is famous among Occitanists and Romanists for the vocalism of its 'black speech'. 'Parler noir', in maritime Gascony, means levelling the vocalism of the non-high palatal vowels into a single neutral timbre, as Théobald Lalanne (1949: 20) summarizes with the help of this local shibboleth: lë pëlyë dë lë hëmnë k'ës nëgë or 'the woman's dress is black' or 'the woman's garment is black'. Still according to this author, who was one of the main investigators of the ALG, for the western part of the Gascon domain, "the clear languages say éstelé, estélë, ëstélë 'star', but only the black language says ëstëlë (ibidem). Lalanne also argues that no less than 30% of the vocalism would be "decoloured" in Black Gascon. The areology of the phenomenon can be described as a relatively recent innovation in Central Maritime Gascon, arising from an intensification of a rule of reduction of the middle anterior vowels according to the éstelé, estélë, ëstélë series just mentioned: a harmonization would have operated, from the atonic domain (notably posttonic) towards the tonic domain (median position), then pretonic (reinforced by the vocalism of proclitic pronouns, as in the above-mentioned syntagma). The peripheries, which are "clearer" and reduce only atonic vowels, would therefore be retentative (cf. data from Viaut & Burov 2011 for the Médoc, see also data from Lartigue 2004). This would be a regressive harmony from right to left, in accordance with the general theory of gabaritic interactions in world languages (cf. Scheer 2015). In appearance - on the surface - we thus have CVCV templates full of "wildcards": loaded with nuclei that resemble schwas (such as //), thus underspecified vowels, or labiopalatal vowels (such as ) more or less derived from schwas, but which are not. This phenomenon of the vowel "discolouration" of "black Gascon" and, in part, of the "clear Gascon" which encompasses it geolinguistically, has most often been noted phonetically, using schwas, even though these vowels are not schwas at all (apart from pronominal items or internal pretonics, according to the Galloromanian tendency, certainly). The diversity of notations is great, and obscures the way to a typological characterisation of this language as well as of Western Gascon, on the phonological level. This phenomenon of reduction of chromatic features, which is part of an apparently redundant harmonic strategy, must also be correlated with other dialectically related phenomena, as they are related to the redundancy or enrichment of features or "additional" syllabic units (cf. Millardet 1910a), such as the prosthesis of a pre-rhotic low vowel (north-western Gascon razimétë, rodë, rat, règë, ribèrë, etc. vs. south-western arazimétë, arodë, arat, arègë, aribèrë, etc. 'gooseberry, wheel, rat, furrow, river', etc.) There is a single phenomenon here: the insertion of an {A} element into the sonority and chromaticity framework which dominates the [CV]CVCV[CV] template, which will respectively give either a pharyngealization (for the vocalism of 'black Gascon' and 'clear speakers' with reduction of atones, respectively) in the core and in the dexter margin of the CVCV[CV] domain, in the form of a secondary {@} primitive, or else a prosthetic syllabification in its initial periphery. This phenomenon can thus be described by a local pharyngealization rule, acting at an intermediate level of the ordered rule cycle for Western Gascon, in addition to prosthetic resyllabication. For more than a century, the phonetic notations of the descriptors, including the ALG, have opacified the data and prevented the interpretation we propose here, which is consistent with the phonological typology at a global rather than local level, for languages with pharyngeal contrasts: In our view, in a form like ëstëlë of Black Gascon which so captures the imagination of Lalanne and the speakers, V1 is a schwa-like prosthetic vowel, while V2 is a mid-high palatal vowel +RTR (Retracted Tongue Root) which can be described as /ɘ/, or even as // (lightly shaded box), while the prosthetic nuclei belong to a phonotype such as //. Black Gascon thus activates the three vowels of the order [-avant, -labial] in an atypical contrast relationship. In other words, it changes everything, not to reduce the "opaque monotony" of the "fading" of Black Gascon to a generalization of a schwa or a labiopatalate vowel of the type, "à la française". This the prospect, indeed, since this tripartite hypothesis not only allows us to do what phonology is made for (extracting and reconstructing abstract categories of phonetic form beyond the vagaries of phonetic substance and roof-language-induced biases, both graphemically and sociolinguistically), but also to explore a heuristic dimension in general phonology: the systemic texture of fine-contrast inventories, and the role of the [Pharyngeal] feature as well as syllabic aperture in such systems. Before undertaking empirical field surveys, we will propose in this paper a phonemic conceptualization of these three local phonotypes, based on the work of Allières (1961), Lalanne, Lartigue (op. cit.), Millardet (1010a-b, 1918), without forgetting the ALF. We shall see that these surveys are rich in clues but also in aporias, and we shall see once again that it is wrong to think that phonetic notation in the field can or even must do without theorising upstream [Cf. the article by Ch-Y. Morin's article on the importance of vowel reduction in the phonological system of the Auvergne speech of Vinzelles, once described by Albert Dauzat, and the importance of a theory of vowel reduction in Occitan, including for a better description of morphology. Not having a theory upstream means not having truly readable data downstream. Or else they will always be readable in a trivial way, and will only ever reveal, at best, a routine, at worst, a certain doxa, and a lot of shadow on the empirical level. We will therefore try to shed some light beyond the (apparently and only apparently) opaque surface of this 'black Gascon'.Le gascon landais est célèbre chez les occitanistes et les romanistes pour le vocalisme de son « parler noir ». « Parler noir », en Gascogne maritime, c’est niveler le vocalisme des voyelles palatales non hautes en un timbre neutre unique, comme le résume Théobald Lalanne (1949 : 20) à l’aide de ce schibboleth local : lë pëlyë dë lë hëmnë k’ës nëgë ou ‘la robe de la femme est noire’ ou ‘le vêtement de la femme est noir’. Toujours selon cet auteur, qui fut l’un des principaux enquêteurs de l’ALG, pour l’ouest du domaine gascon, « les parlers clairs disent bien éstelé, estélë, ëstélë ‘étoile’, mais seul le parler noir dit ëstëlë (ibidem). Lalanne argue en outre que pas moins de 30% du vocalisme serait ainsi « décoloré » en gascon noir. L’aréologie du phénomène peut se décrire comme une innovation relativement récente du gascon maritime central, relevant d’une intensification d’une règle de réduction des voyelles antérieures moyennes d’après la série éstelé, estélë, ëstélë que nous venons de mentionner : une harmonisation aurait opéré, du domaine atone (notamment posttonique) vers le domaine tonique (position médiane), puis prétonique (conforté par le vocalisme des pronoms proclitiques, comme dans le syntagme supra). Les périphéries, plus « claires », ne réduisant que les voyelles atones, seraient donc rétentrices (cf. les données de Viaut & Burov 2011 pour le Médoc, v. aussi données de Lartigue 2004). Il s’agirait d’une harmonie régressive de droite à gauche, conformément à la théorie générale d’interactions gabaritiques dans les langues du monde (cf. Scheer 2015). En apparence – en surface – on a donc des gabarits CVCV pleins de « jokers » : chargés en noyaux qui ressemblent à des schwas (comme //), donc des voyelles sous-spécifiées, ou à des voyelles labiopalatales (comme ) plus ou moins issues de schwas, mais qui n’en sont pas. Ce phénomène de la « décoloration » vocalique du « gascon noir » et, en partie, du « gascon clair » qui l’englobe sur le plan géolinguistique, a le plus souvent été noté de manière phonétique, à l’aide de schwas, alors que ces voyelles ne sont aucunement des schwas (hormis les items pronominaux ou les prétoniques internes, selon la tendance galloromane, certes). La diversité des notations est grande, et opacifie la voie vers une caractérisation typologique de ce parler aussi bien que du gascon occidental, sur le plan phonologique. Il faut aussi corréler ce phénomène de réduction de traits chromatiques, qui relève d’une stratégie harmonique en apparence redondante, avec d’autres phénomènes en relation dialectique, car relevant du licenciement ou enrichissement en traits ou en unités syllabiques « additionnelles » (cf. Millardet 1910a), comme par exemple la prothèse d’une voyelle basse pré-rhotique (nord-ouest gascon razimétë, rodë, rat, règë, ribèrë, etc. vs sud-ouest arazimétë, arodë, arat, arègë, aribèrë, etc. ‘groseille, roue, rat, sillon, rivière’, etc.). Il y a là un seul et unique phénomène : l’insertion d’un élément {A} dans la trame de sonorité et de chromatisme qui domine le gabarit [CV]CVCV[CV], qui va donner respectivement soit une pharyngalisation (pour le vocalisme du « gascon noir » et des « parlers clairs » à réduction des atones, alentours) au cœur et en marge dextre du domaine CVCV[CV], sous forme de primitive {@} secondaire, soit une syllabation prothétique à sa périphérie initiale. Ce phénomène peut donc se décrire à l’aide d’une règle locale de pharyngalisation, agissant à un niveau intermédiaire du cycle des règles ordonnées pour le gascon occidental, outre la resyllabation prothétique. Depuis plus d’un siècle, les notations phonétiques des descripteurs, y compris de l’ALG, ont opacifié les données et ont empêché l’interprétation que nous proposerons ici, qui concorde avec la typologie phonologique à un niveau non plus local mais global, pour les langues à contrastes pharyngaux : selon nous, dans une forme comme ëstëlë du gascon noir qui frappe tant l’imagination de Lalanne et des locuteurs, V1 est une voyelle prothétique de type schwa, tandis que V2 est une voyelle palatale mi-haute +RTR (Retracted Tongue Root) qu’on peut décrire comme /ɘ/, voire comme // (case en léger grisé), tandis que les noyaux prothétiques relèvent d’un phonotype tel que //. Le gascon noir active donc les trois voyelles de l’ordre [-avant, -labial] en relation de contraste d’atérité. Autrement dit, cela change tout, que de ne pas réduire la « monotonie opaque » de la « décoloration » du gascon noir à une généralisation d’un schwa ou d’une voyelle labiopatalate de type , « à la française ». Cela change tout, parce que cette hypothèse tripartite permet non seulement de faire ce pour quoi la phonologie est faite (extraire et reconstruire les catégories abstraites de la forme phonémique au-delà des aléas de la substance phonétique et des biais induits par les langues-toit, sur le plan graphémique et sociolinguistique), mais aussi d’explorer une dimension heuristique en phonologie générale : la texture systémique des inventaires à contrastes fins, et le rôle du trait [Pharyngal] ainsi que de l’aperture syllabique dans ce type de systèmes. Avant d’entreprendre des relevés empiriques sur le terrain, nous proposerons dans cette communication une conceptualisation phonémique de ces trois phonotypes locaux, en nous basant sur les travaux d’Allières (1961), Lalanne, Lartigue (op. cit.), Millardet (1010a-b, 1918), sans oublier l’ALF. Nous verrons que ces relevés sont riches en indices mais aussi en apories, et on verra une fois de plus se vérifier qu’il est faux de penser qu’une notation phonétique sur le terrain peut ou même doit se passer d’une théorisation en amont[ Cf. l’article de Ch-Y. Morin sur l’importance de la réduction vocalique dans le système phonologique du parler auvergnat de Vinzelles, jadis décrit par Albert Dauzat, et de l’importance d’une théorie de la réduction vocalique en occitan y compris pour mieux décrire la morphologie. Ne pas avoir de théorie en amont revient à ne pas avoir de données vraiment lisibles en aval. Ou bien elles seront toujours lisibles de manière triviale, et ne feront jamais que révéler, au mieux une routine, au pire, une certaine doxa, et beaucoup d’ombre sur le plan empirique. Nous tenterons donc d’apporter un peu de lumières au-delà de la surface (en apparence et uniquement en apparence) opaque de ce « gascon noir ».Lo gascon landés qu'ei celèbre en çò deus occitanistas e los romanistas entau vocalisme de la soa « parlar negre ». « Parlar negre », en Gasconha maritima, qu'ei nivelar lo vocalisme de las vocalas palataus non hautas en un timbre neutre unic, com ac resumeish Théobald Lalanne (1949 : 20) dab l'ajuda d'aqueth schibboleth locau : lë pëlyë dë lë hëmnë k’ës nëgë o ‘la rauba de la hemna qu'ei negra’ o ‘lo vestit de la hemna que ’ei negre. Tostemps segon aqueth autor, qui estó l'un deus principaus enquestaires de l'ALG, entà l'oèst deu maine gascon, « los parlars clars que disen plan éstelé, estélë, ëstélë ‘estela’, mes sol lo parlar negre que digó ëstëlë (ibidem). Lalanne qu'argüeish en mei que pas mensh de 30% deu vocalisme que seré atau « descolorat » en gascon negre. L'aréologie deu fenomèn que's pòt descríver com ua innovacion relativament recenta deu gascon maritime centrau, relhevant d'ua intensificacion d'ua règla de reduccion de las vocalas anterioras mejanas segon la seria éstelé, estélë, ëstélë que vienem de mencionar : ua armonizacion qu'auré operat, deu maine atòne (sustot posttonique) cap au maine tonic (posicion mediana), puish prétonique (confortat peu vocalisme deus pronoms proclitics, com dens lo sintagma supra). Las periferias, mei « claras », ne redusint pas que las vocalas atònas, que serén donc rétentrices (cf. las dadas de Viaut & Burov 2011 entau Medòc, v. tanben balhadas de L'Artiga 2004). Que s'agiré d'ua armonia regressiva de dreta a esquèrra, confòrmament a la teoria generau d'interaccions gabaritiques dens las lengas deu monde (cf. Scheer 2015). En aparéncia – en susfàcia – que s'a donc gabarits CVCV plens de « joquèrs » : cargats en nuclèus qui semblan a schwas, donc vocalas devath-especificadas, o a vocalas labiopalatales (com ) mei o mensh gessidas de schwas, mes qui'n son pas. Aqueth fenomèn de la « descoloracion » vocalica deu « gascon negre » e, en partida, deu « gascon clar » qui l'englòba suu plan géolinguistique, qu'a lo mei sovent estat notat de faiçon fonetica, dab l'ajuda de schwas, mentre qu'aqueras vocalas son pas briga schwas (lhevat las items pronominaus o las prétoniques intèrnas, segon la tendéncia galloromane, cèrtas). La diversitat de las notacions qu'ei grana, e opacifie la via cap a ua caracterizacion tipologica de çò parlar tanben maugrat que gascon occidentau, suu plan fonologic. Que cau tanben corréler aqueth fenomèn de reduccion de trèits cromatics, qui relhèva d'ua estrategia armonica en aparéncia redondanta, dab autes fenomèns en relacion dialectica, pr'amor que relhevant deu licenciament o enriquiment en trèits o en unitats sillabicas « addicionaus » (cf. Millardet 1910), com per exemple la protèsi d'ua vocala baisha pre-rhotica (nòrd-oèst gascon razimétë, rodë, arrat, règë, ribèrë, etc. vs sud-oèst arazimétë, arodë, arat, arègë, aribèrë, etc. ‘colindron, ròda, arrat, rega, arriu’, etc.). Qu'i a aquí un sol e unic fenomèn : l'insercion d'un element {A} dens la trama de sonoritat e de cromatisme qui domina lo gabarit [CV]CVCV[CV], qui va balhar respectivament sia ua pharyngalisation (entau vocalisme deu « gascon negre » e deus « parlars clars » a reduccion deus atònes, entorns) au còr e en marge dextre deu maine CVCV[CV], devath fòrma de primitiva {@} segondària, sia ua sillabacion protetica a la soa periferia iniciau. Aqueth fenomèn que pòt donc se descríver dab l'ajuda d'ua règla locau de pharyngalisation, agint a un nivèu intermediari deu cicle de las règlas ordenadas entau gascon occidentau, otra la resyllabation protetica. Despuish mei d'un sègle, las notacions foneticas de las descripteurs, dont de l'ALG, qu'an opacifié las dadas e qu'an empachat l'interpretacion qui prepausaram ací, qui concòrda dab la tipologia fonologica a un nivèu tanpòc locau mes globau, entà las lengas a contrastes faringaus : segon nosauts, dens ua fòrma com ëstëlë deu gascon negre qui frapa tant l'imaginacion de Lalanne e deus locutors, V1 qu'ei ua vocala protetica de tipe schwa, V2 qu'ei ua vocala palatau mi-hauta +RTR (Retracted Tongue Root) qui's pòt descríver com /ɘ/. Lo gascon negre qu'activa donc las tres vocalas de l'ordi [-abans, -labiau] en relacion de contraste d'atérité. Autament dit, aquò que càmbia tot, qu
    corecore