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O Jornalismo de Claudia: tecnologias de normatização e cuidado de si da mulher
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Jornalismo, Florianópolis, 2011A revista Claudia, há quase cinco décadas, promove modos femininos de ser, agir e se relacionar consigo e com as pessoas que podem ser admitidos como formas de um cuidado de si. Considera-se a aplicabilidade do conceito, proposto por Michel Foucault, na atualidade, na maneira com que ele está interligado a questões históricas, sociais, à formação de relações de poder, de gênero e à biopolítica. Ao se destacar os anos 2000, observa-se como a revista se fundamenta na credibilidade do jornalismo e dos discursos científicos, propondo normas próprias deste e de outros tempos. Claudia delimita continuamente o que seria a mulher moderna, heterossexual, magra, mãe, profissional e equilibrada psicologicamente, configurando, por outro lado, o que estaria fora ao universo de normalidade do gênero.In almost fifty years of publication, Claudia promotes female ways of women being and relating to theirselves and to people that may be considered ways of taking care of theirselves. The concept of Michel Foucault is aplied nowadays, conected with historical, social issues as well as with power relations and with gender and biopolitic problems. The editions of 2000s shows the credibility of journalism and cientific discourses as strategies of persuasion of the different rules of the magazine. Claudia presents, all the time, the modern woman, heterossexual, thin, mother, professional, emotionaly stable. On the other hand, it reveals what is out of the universe of gender normality
Salão de poses: retrato, fotografia e moda em Machado de Assis
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Literatura, Florianópolis, 2015.De que maneira a ficção de Machado de Assis teoriza sobre a ideia de pose? Por outro lado, quais teorias sobre a pose sua ficção solicita? Ao procurar responder estas perguntas, e por entender que a pose é uma noção central para analisar a literatura machadiana, estou sugerindo a tese de que Machado entende a própria ficção como pura exterioridade e aparência, e assim fantasmagoria, captando então, ainda no século XIX, o que Guy Debord chamou, décadas mais tarde, de  sociedade do espetáculo . Em outras palavras, a literatura de Machado deve sugerir, solicitar ou mesmo oferecer, anacronicamente, uma teoria contemporânea para refletir sobre a imagem. Isso porque, em sua ficção, a pose mobiliza uma verdadeira constelação de conceitos; ela pode ser refletida no retrato, na fotografia e também na moda, exigindo portanto posições analíticas variadas. Em suma, Machado parece nos dizer que a passagem pela noção de pose é não apenas indispensável para refletir sobre sua ficção; mais do que isso, tal passagem apresenta consequências determinantes para repensar o lugar de sua ficção na sociedade contemporânea e, dessa maneira, relativizar grande parte das conclusões feitas a respeito de sua obra nos últimos anos.Abstract : How does Machado de Assis' fiction theorizes about the idea of pose? On the other hand, which theories his fiction requests in relation to a concept of pose? In seeking to answer these questions, and assuming that the pose is a central notion to analyze Machado's literature, I am suggesting the thesis that Machado understands his own fiction as both pure externality and appearance, and so phantasmagoria, then capturing in the nineteenth century what Guy Debord would call the "society of the spectacle" decades later. In other words, Machado's literature could suggest, ask or even offer, anachronistically, a contemporary theory to reflect about the concept of image. This is because, in his fiction, the pose mobilizes a real constellation of concepts; it may be reflected in picture, photography and also in fashion and costumes, therefore requiring different analytical positions. In short, Machado seems to tell us that the passage through the notion of pose is not only indispensable to reflect about his fiction: more than that, such a passage has major implications for rethinking the place of his fiction in contemporary society and, thus, for a large relativization of many conclusions made about his work in recent years
Aux quatre vents : d'Ana Maria Machado
Traduit du brésilien par Claudia Poncioni et Didier LamaisonInternational audienceDans ce bref roman, le plus unanimement célébré et le premier à être traduit en langue française, l’auteure nous raconte les vies et les amours d’un jeune couple de « bobos » cariocas apparemment sans histoires, qui vient de fêter le dixième anniversaire d’un amour fusionnel et sans faille. Mais un tiers s’invite dans ce couple modèle, l’ordinateur, la fièvre, inconnue, de l’écriture pour l’un, le doute pour l’autre… Tout l’art de l’auteure consiste à polariser l’intérêt de la lecture sur les grands et petits riens du quotidien brésilien d’hier et d’aujourd’hui. Suprême virtuosité : Ana Maria Machado parsème son récit d’indices imperceptibles suggérant les procédés qu’elle met en œuvre pour composer : esquisse d’un récit en abyme, dont le lecteur ne prendra conscience qu’à la dernière page
Aux quatre vents : d'Ana Maria Machado
Traduit du brésilien par Claudia Poncioni et Didier LamaisonInternational audienceDans ce bref roman, le plus unanimement célébré et le premier à être traduit en langue française, l’auteure nous raconte les vies et les amours d’un jeune couple de « bobos » cariocas apparemment sans histoires, qui vient de fêter le dixième anniversaire d’un amour fusionnel et sans faille. Mais un tiers s’invite dans ce couple modèle, l’ordinateur, la fièvre, inconnue, de l’écriture pour l’un, le doute pour l’autre… Tout l’art de l’auteure consiste à polariser l’intérêt de la lecture sur les grands et petits riens du quotidien brésilien d’hier et d’aujourd’hui. Suprême virtuosité : Ana Maria Machado parsème son récit d’indices imperceptibles suggérant les procédés qu’elle met en œuvre pour composer : esquisse d’un récit en abyme, dont le lecteur ne prendra conscience qu’à la dernière page
ENTREVISTA COM ANA CLAUDIA ALMEIDA MACHADO: A PSICODINÂMICA DO TRABALHO NA DIALÉTICA PRAZER E SOFRIMENTO DE TRABALHADORES
Nesta entrevista, Ana Claudia Almeida Machado discorre sobre a sua trajetória com a abordagem teórico metodológica, fundamentada na teoria psicanalítica, da Psicodinâmica do Trabalho. Doutora em Psicologia Clínica e Cultura, a entrevistada ressalta os principais conceitos e a importância da teoria para investigar e intervir em situações que possam vir a ser riscos psicossociais para os trabalhadores, bem como expressa o seu potencial para promoção ou não da saúde mental. Além disso, discorre sobre sofrimento patogênico e criativo e sobre como a organização do trabalho pela gestão pode influenciar nas vivências de prazer e sofrimento de trabalhadores. Aborda a conjuntura do trabalho no mundo moderno e o seu impacto nessas vivências. Por fim, traz à tona a informalidade e a consequente precarização das relações de trabalho, com a redução de garantias e direitos relacionados à saúde, e a importância da emancipação dos trabalhadores, para que estes possam lutar por melhores condições a partir da apropriação da realidade em que estão inseridos, pois, nas palavras da, entrevistada o trabalho precisa poder ser digno
Claudia Rankine: An Evening with Claudia Rankine
An initiative of the National Endowment for the Arts in partnership with Arts Midwest, the NEA Big Read broadens our understanding of our world, our communities, and ourselves through the joy of sharing a good book. For NEA Big Read: Hampton Roads, that book is Citizen: An American Lyric.
NEA Big Read: Hampton Roads, the President\u27s Lecture Series, and the President\u27s Task Force on Inclusive Excellence invite you to a powerful evening with Claudia Rankine, the book\u27s author, hosted by Tim Seibles, Poet Laureate for the Commonwealth of Virginia, and opening with readings by local youth poets.
Claudia Rankine has written five collections of poetry, including Citizen: An American Lyric, which was selected for the National Endowment for the Arts\u27 Big Read, and two plays. She also has participated in several video collaborations and edited anthologies including The Racial Imaginary: Writers on Race in the Life of the Mind.
Rankine has received fellowships from the MacArthur and Guggenheim foundations. Citizen won several honors, including the National Book Critics Circle Award for Poetry, the PEN Open Book Award and the NAACP Image Award. Citizen also was the only poetry book to be a New York Times nonfiction bestseller. She is the Frederick Iseman Professor of Poetry at Yale University and chancellor of the Academy of American Poets
Fonseca, Claudia; Rohden, Fabíola; e Machado, Paula Sandrine (org.). Ciências na Vida: Antropologia da ciência em perspectiva. São Paulo, Terceiro Nome, 2012: 301pp.
Resenha da coletânea Ciências na Vida: Antropologia da ciência em perspectiva, organizada por Claudia Fonseca, Fabiola Rohden e Paula Sandrine Machado, publicada em 2012.
FONSECA, Claudia; ROHDEN, Fabiola & MACHADO, Paula Sandrine (orgs.). 2012. Ciências na vida: antropologia da ciência em perspectiva
O livro Ciências na vida: antropologia da ciência em perspectiva, organizado por Claudia Fonseca, Fabiola Rohden e Paula Sandrine Machado, é resultante de seminário homônimo, realizado em agosto de 2011, na Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Além de antropólogas(os) brasileiras(os), pesquisadoras(es) oriundos da França, da Inglaterra, da Alemanha, da Grécia e de Portugal assinam a autoria dos quatorze capítulos que compõem a coletânea, denotando, já de início, tanto a abrangência do i..
Portrait of Claudia Lynn Pittman.
Handwritten inscription: Claudia Lynn Pittman, 20 yrs old, Hattiesburg.https://egrove.olemiss.edu/joephoto_c/1129/thumbnail.jp
Homonoia - Concorda - Sammanasya
Analysis of the divine figures of Homónoia in the Greek pantheon, Concordia in the Roman pantheon, and Sammanasya in the Vedic pantheon. Claudia Santi is the author of Homónoia; Andrzej Gillmeister is the author of Concordia; Antonio Salvati is the author of Sammanasya. As regards Homónoia, the origin of this personified abstraction seems to be traced back to the political debate of Athens in the last 5th century. Maybe it was created by Antiphon as opposed to stásis, both in the meaning of ‘psychic conflict’ and ‘internal political dissensions, civil war’
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